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Escrito por christian theodore às 17h24
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http://mais.uol.com.br/myPage.html?types=A&index.currentPage=1&show=mostRecent
Escrito por christian theodore às 16h25
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Brasileirismos
“Há quem diga que somos o país do futuro. Há quem diga que somos o país do futebol. Há quem diga que somos o país da gandaia, das festas, do carnaval, dos afetos. O país do ôba-ôba, do jeitinho, da simpatia. Há quem diga que somos o país da diversidade e das misturas. Há quem diga que somos o país da caipirinha e do êxtase. O país das bossas, da liberdade e da libertinagem. O país da floresta, a salvação do mundo. O país do Pelé e dos Ronaldinhos, da Carmen Miranda e do Zé Carioca, do Caetano e dos Gilbertos e das Giseles. O país de Ipanema, Iara, moqueca, Iracema e jacarandá. Do babaçu, da brancarana e das fulôs. Da prosa e do biquíni.” (Graça Cabral)
O Brasil é reconhecido mundialmente por sua diversidade cultural e racial, e pela felicidade intangível, representada em suas várias manifestações e celebrações.
A moda faz parte deste ícone de brasilidade, como um pilar na construção de nossa identidade.
A alegria e o humor presentes nessas manifestações refletem mais do que uma característica do povo brasileiro, mas um potencial criativo que, muitas vezes, deixa sua marca nas passarelas.
A 26ª edição da SPFW (Inverno 09 - 18 a 23 de janeiro) irá celebrar os Brasileirismos, representados pela leveza e pela felicidade que povoam o imaginário do brasileiro, e sua relação única com o mundo que o cerca.
Celebraremos também o centenário de nascimento da grande pequena notável, um dos primeiros ícones internacionais do Brasileirismo, em uma exposição especial com peças do acervo do Museu Carmen Miranda.
“Antes de se tornar a falsa baiana internacional, bem antes de ascender ao posto de deusa do camp (e de fato aquela imagem de um infinito de bananas partindo do topo de sua cabeça que Busby Berkley, com sua tendência de produzir visões de êxtase místico, criou, é a confirmação de sua divindade), Carmen Miranda tinha deixado no Brasil o registro abundante da sua particular reinvenção do samba. A agilidade da dicção e o senso de humor jogado no ritmo s
Escrito por christian theodore às 14h10
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cultura pop carmen


Escrito por christian theodore às 14h02
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homenagem aos 100 anos de carmen spfw
Escrito por christian theodore às 13h56
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fernando carpaneda
Escrito por christian theodore às 21h38
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Escrito por christian theodore às 21h18
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marilyn monroe por warhol
Escrito por christian theodore às 21h11
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VAMOS DAR UMA TESTADINHA BÁSICA AQUI, QUE É ONDE EU PRETENDO ESCREVER OS TEXTOS E PREPARAR OS TRABALHOS PARA A SALA DE AULA, PARA O SEGUNDO SEMESTRE!
VAMOS TENTAR MUDAR, PARA AS NOVAS TECNOLOGIAS
Escrito por christian theodore às 16h15
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gracyane gracinha!
A morena mostra muita animação no ensaio técnico (09/12)
Escrito por christian theodore às 17h45
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Ivo
Escrito por christian theodore às 17h44
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ensaio da mangueira
Escrito por christian theodore às 17h44
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Elza Soares
 23/6/1937
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Biografia |
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Nascida e criada em uma favela carioca, filha de uma lavadeira, casou-se aos 12 anos e aos 13 já era mãe. Por essa época participou do programa de calouros de Ary Barroso, em que ganhou a nota máxima. No final da década de 50 foi em turnê com Mercedes Batista para a Argentina, onde passou um ano. Seu primeiro sucesso veio com o compacto "Se Acaso Você Chegasse" (Lupicínio Rodrigues/ F. Martins), onde introduzia um "scat" "à la" Louis Armstrong, injetando uma jazzificação no samba divergente da bossa nova. Em seguida mudou-se para São Paulo, onde passou a se apresentar em teatros e casas noturnas, fazendo sucesso com a voz rouca que sempre a caracterizou. Depois de gravar seu 2º disco, "Bossa Negra", viajou para o Chile em 1962 como representante do Brasil na Copa do Mundo. Foi então que conheceu o jogador Mané Garrincha, seu futuro marido. Alguns sucessos ainda da década de 60 foram "Sambou, Sambou" (J. Melo/ J. Donato), "Mulata Assanhada" (Ataulfo Alves), "Devagar com a Louça" (Haroldo Barbosa/ Luiz Reis), entre outras. Em 1970, numa viagem à Itália, gravou "Que Maravilha" (Jorge Ben) e "Máscara Negra" (Zé Kéti). Também ficaram populares suas interpretações de "Maria-vai-com-as-outras" (Vinicius/ Toquinho) e "Saltei de Banda" (Zé Rodrix/ Luiz C. Sá). Com seu estilo despachado e exagerado, conquistou platéias no Brasil e no mundo, passando temporadas nos Estados Unidos e Europa. Nos anos 70, fez sucesso com "Salve a Mocidade" e "Malandro", quando lançou Jorge Aragão. Nos anos 80, quase afastou-se da carreira até que Caetano Veloso a convidou para gravar "Língua" (Caetano Veloso) em dueto com ele. Depois disso, gravou mais dois LPs, em 85 e 88. Passou uma temporada nos Estados Unidos e em meados dos anos 90 voltou com forçca total atuando em diversos shows, especialmente no Rio de Janeiro. Lançou, finalmente, mais dois CDs: "Trajetória" (97) e "Carioca da Gema (Ao Vivo)" (99). No ano 2000, ganhou o prêmio de "Cantora do Milênio", conferido pela BBC de Londres, e naquela cidade apresentou-se num show ao lado de Gal Costa, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Virgínia Rodrigues. No mesmo ano, estreou um show de canções de vanguarda no Teatro Glória, no Rio, dirigida por José Miguel Wisnik. Em 1997 lançou sua biografia, "Cantando para Não Enlouquecer", escrita por José Louzeiro. |
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Discografia |
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Discos de carreira |
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Cotação editorial: 3 estrelas (ótimo)
Cotação dos leitores (761 votos): 2.1 estrelas (bom)
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Cotação dos leitores (205 votos): 2.1 estrelas (bom)
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Cotação dos leitores (221 votos): 2.1 estrelas (bom)
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Escrito por christian theodore às 17h47
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Deu a Elza na música brasileira!
Elza Soares recontada na caixa Negra
Discos fundamentais da cantora são relançados em box com 22 CDs, que cobrem de 1960 a 1988
13/10/2003
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Elza Soares
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Biografia e discografia:
Matérias relacionadas:
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 | A renascença que a carreira de Elza Soares vem experimentando há cerca de dois anos - e que teve como ponto alto a aclamação geral do álbum Do Cóccix até o Pescoço , de 2002 - acaba de ficar mais completa. Chega às lojas Negra (EMI), caixa de 12 CDs que reúne nada menos que 22 dos álbuns que Elza gravou entre 1960 e 1988 (mais um disco-bônus de raridades). A chance de (re)encontrar a trajetória muito peculiar da cantora é única; pode-se entender, afinal, o papel nem sempre reconhecido de Elza na construção de pontes entre gêneros e etnias de nossa música popular. O que, na prática, também representa um resumo da evolução e das mudanças da música negra brasileira ao longo do mesmo período.
A compilação e coordenação do projeto coube, uma vez mais, ao pesquisador carioca Marcelo Fróes, que escarafunchou os catálogos da antiga gravadora Odeon (a primeira a contratar a cantora - aos 23 anos - em 1960) em busca da discografia de Elza. Os 22 discos originais incluidos na caixa, em esquema "2 LPs = 1 CD", representam praticamente toda a discografia solo de Elza no período entre 60 e 88; apenas os discos Negra Elza, Elza Negra, de 1981, que saiu pela CBS, e Somos Todos Iguais, lançado em 1986 pela Som Livre, ficaram de fora. À esta altura, todos os discos, nunca antes lançados em CD (à exceção de Elza, Miltinho & Samba, de 1967), estavam há anos fora de catálogo. O tratamento gráfico e a qualidade sonora, como de costume em lançamentos desse gabarito, são de alto nível, restaurando a arte original dos LPs e incluindo textos com detalhes das gravações e contextos históricos. Resta saber se a EMI pretende pôr os títulos também individualmente nas lojas; não é todo o fã da cantora que dispõe dos R$ 170 (preço sugerido, média de R$ 14 por disco) para entregar pelo box.
Basta olhar para a arte da contracapa de Negra para se entender as mudanças na carreira de Elza, nos 60 e 70. Os dois primeiros volumes, que trazem respectivamente os discos Se Acaso Você Chegasse/A Bossa Negra (ambos de 1960) e O Samba É Elza Soares (1961)/Sambossa (1963), sugerem uma intérprete mais comportada visualmente, mas um tanto contraditória em termos de influências. O canto era influenciado pelas intérpretes da era clássica do rádio, como Aracy de Almeida (fato reconhecido pela própria Elza), mas os arranjos já incorporavam as novidades da bossa nova e do samba-jazz. Enquanto seguia deixando a bossa para trás e ajudava a consolidar o sambalanço (derivação do samba-jazz com muito mais ênfase no suingue), Elza começava a afirmar sua própria linguagem. Gravava tanto Orlandivo quanto Ataulfo Alves, congregando diferentes gerações de sambistas; ao mesmo tempo, libertava-se da herança do samba-canção e começava a rasgar mais a voz rouca. São deste período os volumes 3 (Na Roda De Samba/Um Show de Elza) e 4 (Com a Bola Branca/O Máximo em Samba), lançados entre 1964 e 1967.
Nos anos seguintes, a cantora desenvolveu fértil parceria com Miltinho, gravando três discos com o sambista (os três volumes da série Elza, Miltinho & Samba, respectivamente lançados em 67, 68 e 69. O duo aprofundou a batucada, submetendo ao suingue desde Noel Rosa a Gilberto Gil. No mesmo período, a cantora ainda teve fôlego para lançar o hoje clássico Elza Soares - Baterista: Wilson das Neves (1968), verdadeiro show de sambalanço (e bota balanço nisso); e o aparentemente "exótico" (a começar pela capa, que trazia a cantora travestida de baiana de escola de samba) Elza, Carnaval & Samba (1969), só com sambas-enredo do Carnaval carioca. Há então uma ruptura no curso natural de Elza, com a mal-explicada expulsão da cantora do País por obra do governo militar (passa de 1970 a 1972 na Itália), que ainda assim consegue lançar mais um trabalho marcante: Sambas e Mais Sambas, com a famosa regravação de Tributo a Martin Luther King, de Wilson Simonal (1970).
Na volta ao Brasil, Elza torna-se ainda mais independente, lançando no mesmo ano Elza Pede Passagem e Sangue, Suor e Raça (com Roberto Ribeiro). Aí a cantora já caía no black power radical, infestando de soul e funk os sambas que entoava. Não por acaso, é quando desliga-se da Odeon temporariamente e vai parar na indie Tapecar, por onde solta Elza Soares (1974) e Nos Braços do Samba (1975). A ousadia conceitual e a briga com a Odeon (ela voltaria em 1977, com Pilão + Raça = Elza) foram prejudiciais à trajetória profissional da cantora. As eternas complicações pessoais e as oscilações do mercado foram espantando Elza das rádios e casas noturnas de prestígio. Depois do último trabalho pela Odeon, em 77, ela só gravaria mais dois álbuns (justamente os dois não incluídos na caixa) até retornar onze anos depois, com o sintomaticamente intitulado Voltei (1988). Até aí, já haviam morrido o grande amor, Garrincha, e o filho, Garrinchinha, e o ostracismo batia forte à porta, em plena década de ascenção do pop-rock (e, ironicamente, a partir de 1986, do pagode). Após Voltei, Elza só gravaria novamente em 1997. Seria o recomeço de uma história muito bem contada em Negra.
Escrito por christian theodore às 17h44
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 Phillippe e Abbie se conheceram no
Escrito por christian theodore às 16h39
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