politica&teatro
   Bahh! Conheci um Blog de qualquer menina-moça ficar com calor na bacurinha! o autor do site é um estouro! digno de ser um astro de Hollywood, ou quem sabe é páreo duro para Fábio Assunção ou Tiago Lacerda, é um homem daqueles que eu confesso que tenho inveja! Pena que parece ser político! Mas de qualquer jeito vale conferir o Blog é politicabrasil.zip.net, e o nome dele é Juliano! so Sul tche, Rio Grande! Chimarrão!
Não fique puto, Juliano o meu Blog é assim mesmo Debochado!

Escrito por christian theodore às 21h51
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   Mais Escândalos 2

Essa briga com a Universal promete e deve ter o dedo da Globo aí, não é de hoje que o crescimento da Univesal e mais recente da Rede Record incomoda a SuperDitadura, o fato é que as denúncias são bem cabeludas são difíceis de passar no ralo. Mas nós sabemos que a Globo tem muita coisa na justiça que não foi explicada, cade os 15 milhões que pegou de empréstimo da Caixa Econômica e nunca pagou! Espero que a Record e a Univesal tenha uma boa munição contra a SuperDitadora, queremos ver de camarote essa briga, aguardando os próximos capítulos. Esse Blog não torce para ningúem só busca justiça acima de tudo. E o que a globo representou nesses 40 anos foi muita coisa menos justiça, como o SBT e o Sílvio talvez sejam muito íntegros para peitar a SuperDitadora, precisou mesmo surgir a Universal e a Record, com seu projeto de poder para incomodar a SuperDitadora.

Escrito por christian theodore às 20h58
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   Mais escândalos!!!

Essa semana tem mais dois escândalos saindo do forno, um envolvendo o nosso P.O eterno candidato a governador de Brasília, acho que do jeito que a coisa veio azul de feia ele vai ter mesmo é que governar qualquer brasília amarela ( saudosos mamonas). O outro escândalo é requentado, Há anos as revistas e a Rede Globo vem denunciando a Igreja Universal que está cada vez mais poderosa no mundo. Isso mesmo está em mais de 80 países, se brincar é maior que a MC Donald´s, quem sabe já não tem um sanduiche de marca Mc Universal, o que eu sei mesmo é que aqui em Brasília tem na 210 sul uma outra Universal a Dinners, que é o point chic dos Gays, lésbicas e de quem é descolado.

Escrito por christian theodore às 20h52
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   Paulo Octávio denunciado, será que foi o Zorro?

Sinais de riqueza – No longo prazo, esse rombo pode comprometer as aposentadorias dos servidores, que recolhem mensalmente uma taxa de contribuição à Funcef. Mas de jeito nenhum prejudicará as dos diretores do fundo que tocaram o empreendimento Superquadra 311 Norte com o senador. Responsável pela aprovação do projeto, o ex-presidente da Funcef José Fernando de Almeida enriqueceu da noite para o dia. Três anos depois do início do megaprojeto, seu patrimônio saltou de R$ 800 mil para R$ 5 milhões. Os documentos obtidos por ISTOÉ em cartórios mostram que Almeida, aposentado há um ano, tem patrimônio de mais de R$ 10 milhões, incluindo 13 propriedades rurais na região de Abaeté (MG); as churrascarias Porcão, de Brasília e Belo Horizonte; empresas de comunicação; e uma cobertura de luxo, avaliada em R$ 1,5 milhão na Praça da Liberdade, em BH. De bem com a vida, o servidor não tem preocupação de esconder sua riqueza. Em uma de suas fazendas em Abaeté, Almeida construiu uma espécie de réplica da Casa Branca, a sede do governo americano, que dá o nome à propriedade. A mansão é enfeitada com leões de concreto e palmeiras imperiais. O relatório dos auditores da CEF mostra que Almeida desde o início atuava afinado com o senador Paulo Octávio na criação do Fundo Imobiliário da Superquadra 311 Norte. O servidor derrubou, por exemplo, a proposta inicial aprovada pela diretoria da Funcef no dia 12 de março de 1997, que previa uma parceria com a CBO Participações e Empreendimentos na construção de seis edifícios. Para os auditores, o novo fundo de investimento imobiliário, articulado por Almeida e Paulo Octávio, desde o início funcionou de forma irregular. Contratada pela Funcef e pelas empreiteiras para administrar e legalizar o fundo imobiliário, a distribuidora Mercúrio DTVM forneceu informações falsas à CVM. Em vez de dizer ao órgão que as cotas do fundo já estavam definidas entre os três cotistas, a distribuidora informou, por exemplo, que elas seriam vendidas aleatoriamente no mercado de balcão, sem a distinção dos investidores. O relatório revela que a Paulo Octávio ganhou dinheiro, sem aplicar recursos, de duas formas: cancelando a integralização de capitais nas assembléias de cotistas e contratando por meio da Mercúrio suas próprias empresas para realizar as obras a custos elevados. Os documentos mostram que os contratos e as obras não concluídas causaram um prejuízo de R$ 31,2 milhões (R$ 55 milhões em valores atualizados). Desse montante estão contabilizadas uma creche e uma escola, avaliadas em R$ 1,2 milhão, que nunca saíram do papel. Paulo Octávio também é acusado de aplicar um golpe na Receita Federal que lhe possibilitou deixar de recolher sua parte de imposto no fundo, previsto no artigo 2º da Lei nº 9.779 de janeiro de 1999. Segundo a lei, os detentores de mais de 25% das cotas de fundos imobiliários são obrigados a recolher 20% sobre os lucros do empreendimento. Os auditores afirmam que, para não ser obrigado a pagar o imposto, o senador, tão logo a lei entrou em vigor, passou 1% das cotas para o seu empregado Sebastião Luís Ferreiro Sobrinho. Com um patrimônio de cerca de R$ 90 mil, Sebastião entrou no quadro societário após simular ter contraído um empréstimo com o próprio Paulo Octávio. Os auditores descobriram que tão logo recebia os dividendos do fundo, Sebastião os repassava integralmente para a conta da Paulo Octávio na CEF. Falando em nome de Paulo Octávio, o superintendente da construtora, Marcelo Carvalho, negou irregularidades e disse que o senador não teve participação alguma no projeto.

Escrito por christian theodore às 20h32
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   Paulo Octávio descartado da eleição?

O golpe do senador Paulo Octávio é processado pelo Ministério Público por ganhar R$ 160 milhões em obras superfaturadas que causaram prejuízos ao fundo de pensão dos funcionários da CEF Amaury Ribeiro Jr. O empresário e senador Paulo Octávio (PFL-DF), apontado como um dos maiores construtores da região Centro-Oeste, é alvo de um relatório de auditores da Caixa Econômica Federal (CEF) a pedido dos procuradores e do serviço de inteligência do Ministério Público Federal. Os auditores o acusam de ter se apropriado indevidamente de R$ 160 milhões de um megaprojeto que construiu com recursos da Funcef – o fundo de pensão dos servidores da CEF: cerca de 700 apartamentos na Superquadra 311 Norte em Brasília. Os procuradores no Distito Federal Carlos Henrique Martins e Lauro Cardoso Pinto ajuizaram na |Justiça, na sexta-feira 20, uma ação de improbidade administrativa contra ele e toda a antiga diretoria da Funcef. Solicitaram ainda por meio de medida cautelar a indisponibilidade dos bens de Paulo Octávio. Nesta semana, encaminham o relatório ao procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, que deve oferecer denúncia contra o senador ao Supremo Tribunal Federal por crime tributário e contra o sistema financeiro. As investigações estão em cima de uma espécie de fundo de investimento imobiliário, criado pela Funcef em 1998 em sociedade com as construtoras Paulo Octávio Investimentos Imobiliários Ltda. e Conbral S.A. para construir e administrar o empreendimento sob a fiscalização da Comissão de Valores Imobiliários (CVM). O relatório mostra que a construtora do senador realizou um milagre da multiplicação: recebeu R$ 160 milhões, investindo muito menos do que deveria. De acordo com o relatório a Paulo Octávio, detentora de 60% das cotas do fundo, deveria integralizar inicialmente R$ 61,2 milhões num prazo de 36 meses. Mas, com a conivência dos ex-diretores da Funcef, a construtora mudou várias vezes as regras do jogo nas assembléias de cotistas, evitando esse aporte de recursos. Um agravante para Paulo Octávio foi ter assinado, apesar de já estar exercendo na época o mandato de deputado federal, ata de uma assembléia do fundo como representante da empreiteira. Quando se está exercendo cargo público, a Constituição e o Código de Ética do Congresso não permitem que parlamentares tenham poder de decisão das suas empresas. Com as manobras e um desembolso de apenas R$ 11,5 milhões no fundo, obtidos com a venda antecipada dos imóveis, a construtora conseguiu faturar R$ 113 milhões e receber R$ 47,5 milhões de lucros como cotista e a título de integralização de cotas. “Ficou comprovado que os significativos lucros auferidos pela Paulo Octávio foram decorrentes de favorecimentos explícitos, concebidos pelos representantes da Funcef e pela administradora, sem a observância da legislação aplicável aos fundos de investimentos”, diz o relatório. Segundo o documento, a mesma sorte não teve a Funcef. Apesar de ter investido R$ 6 milhões, o fundo amargou um prejuízo de R$ 15 milhões (valores atualizados) com a venda de 11 terrenos para a construção do condomínio. Para os auditores, os prejuízos foram causados porque o contrato de venda dos terrenos do fundo de pensão foi alterado para beneficiar as duas empreiteiras. A devassa na CEF atinge também 30 empreendimentos da Funcef construídos durante o governo Fernando Henrique. Os auditores estimam que o fundo levou um prejuízo de R$ 1,2 bilhão. Além do megaprojeto da Asa Norte, duas outras parcerias imobiliárias da Funcef com a empreiteira do senador – a construção do Brasília Shopping e do hotel Blue Tree Brasília – estão sob a mira dos auditores da Caixa e do MP. A estimativa inicial é de que o fundo de pensão levou um rombo de R$ 100 milhões ao investir nesses dois empreendimentos em parceria com a construtora do senador. Grandeza: Fernando de Almeida, ex-presidente do Funcef, exterioriza riqueza nos luminosos de seus restaurantes e com a construção da réplica da “Casa Branca” na fazenda em Minas

Escrito por christian theodore às 20h31
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   Os escandalos da Universal

. Mas nada se compara a essas denúncias. Segundo a Procuradoria, há evidências de como funciona o esquema de lavagem de dinheiro da igreja. Ele passa por uma triangulação entre doleiros no Brasil, as empresas de offshore nas Ilhas Cayman e bancos de investimento no Uruguai. Numa pequena mostra do esquema, ISTOÉ comprovou que, em 76 contratos, entre fevereiro e outubro de 1992, as duas empresas emprestaram US$ 6,3 milhões aos bispos, pastores e seletos simpatizantes da Universal. Entre outros negócios, esse dinheiro serviu para justificar a compra da TV Rio. Os empréstimos têm um prazo de cinco anos para ser quitados, mas não há definição quanto ao número de parcelas nem data do início de pagamento. Nesses contratos, por exemplo, Alba Maria da Costa, então diretora de várias empresas do grupo Universal, recebeu um total de US$ 843 mil em dez contratos. Outros R$ 56 milhões (valores atualizados), em operações já comprovadas pela Receita Federal, foram parar nas contas de chefes da igreja, como os bispos Honorilton Gonçalves, responsável pela superintendência executiva da Rede Record; João Batista Ramos da Silva, deputado federal (PFL-SP) e ex-presidente da Record; e Carlos Rodrigues, deputado federal (PL-RJ) e hoje rompido com a Universal. Rodrigues chegou a ter um aumento em seu patrimônio de 15.000%. Evidências: o procurador-geral Fonteles (à esq.) quer saber da participação de Crivella em empresas das Ilhas Cayman O senador Crivella é figurinha fácil em processos que correram na Receita e no Ministério Público. Em 1990, ele e outros testas-de-ferro da Universal compraram a TV Record de Franca (SP), oficialmente, por Cr$ 45 milhões (hoje cerca de R$ 1,2 milhão). O dinheiro, como em outras aquisições do tipo, foi emprestado pela própria igreja. Na investigação de sonegação de impostos, a Receita, depois de quatro anos de trabalho, registra em seu relatório que os “empréstimos (foram) efetuados sem qualquer acréscimo, configurando-se em verdadeira doação”. As provas do esquema de lavagem de dinheiro mostram o poder de Crivella sobre as ações das duas empresas de Cayman. Em um comunicado enviado aos diretores da Cableinvest, em nome dos “proprietários beneficiários” da empresa, Crivella autoriza o então presidente do Banco de Crédito Metropolitano (que pertencia à igreja e passou a chamar-se Credinvest), o executivo Ricardo Arruda Nunes, a movimentar “uma nova conta bancária com o Union Chelsea National Bank”. Crivella não está sozinho nesta operação. Outro brasileiro que aparece como sócio das empresas de Caymam é Álvaro Stievano Júnior. A trajetória de Stievano no reino da Universal é pouco sutil. Depois de passar pela diretoria do banco de Macedo, tornou-se diretor da New Tour Turismo, também de propriedade da igreja. Em comum com os dois cargos, o manuseio de dólares. A dupla dinâmica assina, como acionistas e diretores da Investholding Ltd., outros dois documentos importantes, nos quais revelam suas relações com a empresa. “Eu, abaixo-assinado, sendo acionista e diretor da Companhia, por meio deste, designo Robert E. Axford ou, na sua ausência, Richard E. Douglas ou, na sua ausência, Ian A. N. Wight, ou, na sua ausência, Anne Mervyn para ser meu procurador (a ter minha procuração) para votar por mim e em meu interesse, para me representar em toda reunião anual da diretoria”, dizia a procuração. “Em cada compromisso permanecerá com totais poderes até revogação por parte do designador (abaixo-assinado) por escrito à companhia.” O documento dava poderes para votação na aprovação do balanço anual, reeleição de diretores e “outros assuntos sobre os quais o designado tenha recebido instruções expressas do designador”. Na ata da primeira reunião dos diretores da Investholding, no escritório da sede da empresa, em George Town, capital das Ilhas Cayman, ficou registrado que os dirigentes da empresa Robert Axford e Adrian Hammond seriam detentores de uma única ação da companhia cada um. Também que Axford ficaria como presidente, Crivella como diretor-vice-presidente e Stievano, diretor-secretário. Posteriormente, foi registrado o pedido de demissão dos diretores Axford e Hammond. O curioso é que o nome de Crivella aparece acima do nome do presidente da Investholding num relatório de reunião da empresa. Pelo menos até 1995, a mesma Investholding detinha cerca de 50% das ações do banco de Macedo. Vaivém – O caminho de volta do dinheiro ao Brasil também está esmiuçado: os recursos transferidos para Cayman vinham sendo depositados em agências do Banco Holandês, em Montevidéu no Uruguai. Os dólares eram depositados em agências do Holandês nos Estados Unidos que repassavam o montante à agência de Montevidéu, além de uma operadora de câmbio uruguaia, a Cambio Val. Lá, os dólares eram convertidos em cruzeiros, com isenção de impostos, e enviados à filial brasileira, nas contas das duas empresas. Pelo menos US$ 7,5 milhões chegaram ao Brasil através do Banco Holandês e outros US$ 10 milhões por intermédio da Cambio Val, conforme registram dezenas de boletos. O certo é que o dinheiro recolhido em mais de dois mil templos da Universal voltaram ao Brasil sem pagar imposto e foram para a conta de alguns poucos escolhidos. Essas irregularidades serão apuradas agora pelo STF. E podem abalar o império do bispo.

Escrito por christian theodore às 20h27
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   As contas secretas da Universal

Especial As contas secretas da Igreja Universal Documentos mostram que o bispo/senador Crivella (PL-RJ) seria responsável por empresas que lavam dinheiro em paraísos fiscais Gilberto Nascimento Desde 1999, um inquérito na Procuradoria da República investigava as relações de líderes da Igreja Universal do Reino de Deus com duas empresas – a Cableinvest Limited e a Investholding Limited –, ambas com sede nas Ilhas Cayman, paraíso fiscal britânico localizado no Caribe. Seis anos depois, a quebra do sigilo fiscal da igreja é pedida ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Cláudio Fonteles. O objetivo é investigar a existência de um esquema nos moldes da lavanderia montada por PC Farias. Para a Procuradoria da República, há indícios de que o esquema foi utilizado para a compra da TV Record do Rio, em 1992, e de outras emissoras. As duas offshore (as subsidiárias criadas em paraísos fiscais para fugir da cobrança de impostos) enviaram dinheiro ao Brasil, por meio de operações irregulares, para a conta bancária de bispos da Universal e também de “laranjas”. Documentos da Receita Federal comprovam essas transações. As remessas e recebimentos totalizam US$ 18 milhões (R$ 44,6 milhões) e comprovariam a evasão de divisas. ISTOÉ teve acesso a parte da documentação que deu início às investigações e levou o procurador Fonteles a pedir a quebra de sigilo. A revelação mais explosiva é a identidade de um dos donos das empresas Cableinvest e Investholding. Por trás da operação em Cayman estaria Marcelo Crivella, um economista carioca de 43 anos, filho de Matilde Bezerra, irmã de Edir Macedo, o principal líder da igreja. Crivella é bispo da igreja e foi eleito senador pelo PL do Rio, em 2002. Segundo o relatório da Procuradoria Geral da República de maio de 2003, ao encaminhar o caso para o STF, as investigações realizadas pela Interpol constataram que um dos acionistas da Cableinvest é Crivella. Agora, com a quebra de sigilo, os bancos podem liberar extratos que comprovarão quem é o dono das empresas. Nos papéis obtidos por ISTOÉ, aparecem a assinatura do senador, reconhecida por um cartório de São Paulo. Esses documentos foram recolhidos por ex-dirigentes que tinham acesso à contabilidade da igreja, a contratos de compra e venda (de emissoras de rádio e tevê, imóveis e até de uma aeronave), além de declarações de Imposto de Renda de líderes da Universal. Crivella já depôs este ano na Polícia Federal do Rio e negou ser dono das empresas. O império – A Igreja Universal está hoje em mais de 80 países, de acordo com seus líderes. Mas, para alcançar esse crescimento, deixou rastros pelo caminho: enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, compra da Record através de laranjas, acusações de curandeirismo e charlatanismo, chutes na imagem de uma santa e dissidências.

Escrito por christian theodore às 20h25
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   curso de moda

Estão abertas as inscrições para o curso de extensão Laboratório de Criatividade de Moda. Mais informações pelo telefone 347 1400.

Escrito por christian theodore às 19h47
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   Professora pedófila casa-se com aluno 8 anos depois

21/05/2005 - 04h35 Professora presa por pedofilia casa-se com ex-aluno nos EUA Publicidade da Folha Online O caso da professora norte-americana que foi presa por manter relações sexuais com um aluno de 12 anos teve um final feliz na noite desta sexta-feira, quando Mary Kay LeTourneau, hoje com 43 anos, casou-se com Vili Fualaau, de 22, em uma taberna na região de Seattle, nos Estados Unidos. A professora foi libertada em agosto passado, após passar sete anos na cadeia por ter insistido em manter seu relacionamento com Fualaau. "Existem tragédias que passam pela vida de todos e esta foi a minha", disse LeTourneau ao programa de TV Entertainment Tonight, horas antes da cerimônia para cerca de 200 convidados. "Aqueles tempos difíceis passaram e ambos tivemos de ter muita força [...] Estamos aqui agora e temos esperanças", comentou LeTourneau, que tem seis filhos, quatro com o homem com quem estava casada quando começou a relação com o aluno, e dois com o próprio Fualaau. As duas filhas de LeTourneau e Fualaau, atualmente com sete e oito anos, carregaram as alianças na cerimônia. Notícia Folha On Line

Escrito por christian theodore às 19h35
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   PDT faz 25 anos

Sessão especial da Câmara vai marcar os 25 anos de fundação do PDT RIO - O Partido Democrático Trabalhista (PDT) comemora neste mês de maio seu 25º ano de fundação, com uma série de solenidades que culminará com uma Sessão Especial na Câmara dos Deputados, em Brasília, dia 24, terça-feira, às 10h da manhã. Idealizado em Lisboa, com a reunião dos trabalhistas no exílio e no Brasil, presidida por Leonel Brizola, o PDT é a continuidade, ou o fio da história do trabalhismo e das reformas sociais, que foi introduzido pelos governos de Getúlio Vargas, a partir da Revolução de 1930. Logo depois da sessão especial, haverá a solenidade de entrega do livro-relatório da Comissão da Câmara sobre morte de João Goulart, em solenidade presidida pelo presidente da Câmara, deputado Severino Cavalcanti, com a presença da viúva do ex-presidente Maria Teresa e família. Além da direção nacional do PDT, alguns governadores confirmaram a presença como os do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB); do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PMDB); de Minas Gerais, Aécio Neves(PSDB), da Paraíba; Cassio Cunha Lima (PSDB), de Alagoas; Ronaldo Lessa (PDT) e do Amapá, Waldez Goes(PDT). Notícia retirada do site do Jornal do Brasil.

Escrito por christian theodore às 19h58
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   Os Sem-terra e o mico do Sinpro

noblat enviado por: christian theodore Parabéns para os Sem-Terra, sem dúvida a única agremiação com credibilidade nesse país hoje, um país com políticos desacreditados, com a esquerda endireitada, onde a democracia corre sério perigo pois aqueles que se beneficiam dela a utilizam para o próprio bolso tirando o dinheiro que poderia distribuir melhor a renda no país. Acredito que seja o momento de repensar essa democracia, não que ela não deva existir, mas não desta forma que deveria se chamar roubocracia. Acredito na busca da democracia quando há uma busca na igualdade de oportunidades em todas as políticas e em todas as instâncias. Para não dizer que não falei das flores Noblat, você viu que mico pagou o Sinpro-df ao convocar a reunião para anunciar os resultados da reunião com o Governador Roriz, que culminou com o fim da greve, e com a promeça de plano de saúde e casas populares. Marcou justo para o dia da chegada dos Sem-Terra, que credibilidade terá esse sindicato, resultado: Até hoje não saiu na imprensa informação alguma e seus delegados sindicais sequer anunciaram o resultado da negociação nas escolas. Vergonhona essa heim!

Escrito por christian theodore às 19h58
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   Céu e Inferno em Rondônia

enviado por: christiantheodore Já morei em tinha 13,14 anos, era um lugar Rondônia, quando %!@$&@# Quando fui para lá fui estudar no Colégio Dom Bosco, a mata desde Vilhena até Ariquemes era virgem, hoje sequer é vista pela Br 364, era um lugar de garimpo, de dinheiro fácil, comuns eram os assassinatos no garimpo, as prostitutas menores de idade vendidas por suas próprias famílias que chegavam de aviões monomotores diretamente nos garimpos. O vício de cocaína da pequena elite portovelhense que desde a década de 80 vem matando vários dos expoentes, a ligação de vários antigos políticos de direita e esquerda com o narcotráfico, tendo sido alguns deles assassinados. Lembro-me ainda de duas mortes violentas, a de uma linda menina de 15 anos, estudante do Colégio Dom Bosco, morta de overdose e ainda de um colega morto aos 13 anos por um acidente de mobilete. Na década de 80 ainda era difícil de uma menina chegar aos 15 anos virgem. Minha mãe dona dos costumes mais tradicionais do interior goiano correu para que voltássemos e vivêssemos a adolescência aqui em Brasília. Mesmo assim lembro com intensidade daquela época, época de descobertas, das tempestades amazonicas que faziam doer a pele, chuva quente! dos jacarés nos quintais da minha casa a beira do igarapé, das malárias do meu pai e do meu tio! de uma imensa iguana no meu quintal, das seringueiras, de tudo aquilo que era completamente diferente de uma infância protegida debaixo dos blocos do plano piloto christian theodore

Escrito por christian theodore às 19h45
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   política Internacional

Reuters 20:08 16/05 NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - Brasil, Alemanha, Índia e Japão começaram, na segunda-feira, a circular um projeto de resolução que prevê a expansão do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), órgão no qual esses países esperam figurar como membros permanentes. Leia abaixo o texto MAIS NOTÍCIAS DO CANAL 17/05 17:54 - Seqüestradores de Clementina Cantoni divulgam gravação de sua voz 17/05 17:45 - Guerra dos video games atrai seguidores a feira em Los Angeles 17/05 17:38 - Acidente de ônibus na Índia mata 37 e fere 13 17/05 17:34 - Vítimas do terrorismo convocam manifestação contra diálogo com ETA 17/05 17:28 - Uzbequistão nega ter matado civis e ataca meios de comunicação Os quatro defendem que o órgão passe a ter 25 integrantes (atualmente conta com 15, dos quais cinco são membros permanentes: EUA, China, Grã-Bretanha, França e Rússia). O Conselho de Segurança decide sobre a legalidade de guerras, pode impor sanções e autoriza a realização de missões de paz. A iniciativa dos governos brasileiro, alemão, indiano e japonês aparece depois de o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, ter divulgado no começo do ano um projeto para implementar reformas profundas no organismo mundial. Annan, para quem o Conselho (criado depois da Segunda Guerra Mundial) não reflete mais o balanço de poder do mundo, deseja que a Assembléia Geral da ONU decida-se sobre a questão durante uma cúpula que acontece em setembro. Os quatro países também desejam que a Assembléia Geral, formada pelos 191 membros da organização mundial, vote a respeito do projeto de expansão do Conselho. Se a votação realmente acontecer, seria a primeira a respeito do assunto, objeto de polêmica há uma década. A resolução que está circulando não oferece os nomes dos candidatos a integrar o organismo reformado -- isso seria decidido futuramente. O texto diz apenas que, entre os membros permamentes, deveria haver dois da África, dois da Ásia, um da América Latina e um da Europa Ocidental. Os outros quatro assentos iriam para membros não-permanentes da África, Ásia, Leste Europeu e América Latina. Atualmente, o Conselho e Segurança conta com dez membros rotativos. O projeto de resolução, obtido pela Reuters, prevê que os novos seis membros permanentes tenham poder de veto. Mas uma carta de apresentação do documento indica que o Brasil, o Japão, a Alemanha e a Índia seriam flexíveis quanto à questão. Hoje, apenas os cinco membros permanentes do órgão possuem poder de veto e autoridades norte-americanas já deram indícios de que se opõem à concessão desse privilégio a outros países. Os EUA já demonstraram apoio à candidatura japonesa, mas não a estrutura que a tornaria possível. A China tem sinalizado oposição às ambições de Tóquio e, assim como diplomatas de Washington, tem pedido que haja "consenso" na questão, código visto por diplomatas como uma forma de não colocar nenhuma das propostas em votação. A Grã-Bretanha e a França apóiam os quatro candidatos enquanto a Rússia empunha a bandeira de assentos semi-permanentes e faz lobby contra os quatro países que buscam uma vaga permanente. Itália, México, Canadá, Coréia do Sul e outros países de tamanho médio defendem os assentos semi-permanentes e fazem campanha contrária a Brasil, Japão, Índia e Alemanha. Para a Itália, a concessão de uma vaga permanente para os alemães deixaria Roma como a única grande nação da Europa Ocidental a não ter essa posição. A Alemanha é o terceiro país que mais contribui financeiramente para a ONU atrás somente do Japão e dos Estados Unidos. Os governos brasileiro, japonês, indiano e alemão defenderam ainda a realização de uma Assembléia Geral em junho e a escolha dos candidatos na metade de julho. Não se sabe ainda com certeza se a medida contaria com os dois terços de votos necessários para ser aprovada. © Copyright Fábrica de Sites

Escrito por christian theodore às 17h47
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   Sinpro quer competir com a marcha dos sem-terra

O sindicato dos professores do Distrito federal, escolheu o melhor dia do ano para fazer a assembléia de professores cobrando as promessas do Roriz ou Zorro, como queiram! Justo o dia em que os Sem-Terra chegam triunfantes a Capital Federal, Perguntinha 1será que eles são contra os sem terra? Perguntinha 2 Será que eles vão para a assembléia de mão abanando de novo? Perguntinha 3, para não ofender, será que eles acham que irão mobilizar mais professores do que sem terra e fazer o maior burburinho no df, justo na data de hoje? Andei percorrendo sites e jornais, não vi uma notícia sobre esse acontecimento!

Escrito por christian theodore às 16h19
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   Democracia, um debate ideológico

Defesa de um conceito abstrato, no contexto internacional atual, pode ser


Milton Temer


Jornalista



A questão democrática voltou à pauta do debate político, a partir da resolução conclusiva da Cúpula América do Sul-Países Árabes. A ausência do conceito no texto final foi o pretexto para que parcela importante dos analistas deixasse de registrar o encontro como episódio de grande importância na atual conjuntura internacional. Por razões claramente ideológicas, tentaram desqualificar o evidente fortalecimento das resoluções da ONU, e de sua ação multilateral efetiva, afirmada no documento.



Foi - agrade ou não aos apóstolos da inevitabilidade da nova hegemonia imperialista mundial - uma iniciativa importante dos países, ditos em desenvolvimento. Resultou num eficaz contraponto às movimentações perigosas do governo Bush, na América Latina e no Oriente Médio, e isto ficou claro na forma apenas discreta com que o Departamento de Estado conseguiu reagir.



Antes de priorizar, no conjunto da obra, a ausência de qualquer referência ao compromisso com a questão democrática, seria necessário, no entanto, definir a que democracia se referem os críticos, mais ou menos histriônicos, da Cúpula.



Existe, por acaso, um modelo universal, único em seus parâmetros, de regime democrático? Para Condeleeza Rice, que fala pelo Império, democracia não existia no Iraque, do período Saddam Hussein, porque lá não ser realizavam eleições. Existe, agora, onde o presidente do país, produto de uma farsa de pleito eleitoral, se obriga a chegar ao Brasil sob a guarda de mercenários americanos, contratados pela própria CIA.



Mas, quando da passagem pelo Brasil, a mesma Rice disse não se poder afirmar que ela exista na Venezuela, da revolução bolivariana, porque ''democracia não pode ser medida só por existência de processos eleitorais''. Havia que considerar a ''garantia de conquistas sociais'' permanentes como valores referenciais. Do que, aliás, mesmo o mais radical esquerdista não tem por que discordar.



Com qual das avaliações ficamos, então? Porque, por todas as condicionantes de Condoleeza, a Venezuela está certamente muito mais próxima de uma legítima valoração democrática do que boa parte dos aliados incondicionais do governo americano em todo o mundo. O presidente Chávez, que não dá um só passo decisivo sem submetê-lo a crivo da população, não só estabeleceu que o petróleo venezuelano deixaria de ser mercadoria de comércio para proveito exclusivo das empresas petrolíferas norte-americanas, como passaria a se constituir reserva financeira para um novo modelo de ordem econômica. Um modelo voltado para os pobres que nunca se beneficiaram da riqueza maior do país - os negros e índios, principalmente, ou os mestiços, como Chávez -, com a conta sendo paga pelos que se locupletaram nos privilégios ao grande capital dos governos ''democráticos'' anteriores.



Mas o exemplo da Venezuela não resiste ao essencial, na avaliação que realmente conta para o Departamento de Estado: afirma soberania; recusa-se a ser aliado incondicional. Não se submete à condição boneco de ventríloquo, na defesa dos interesses imperialistas do governo Bush. Por isso é colocada na relação dos países ''desestabilizadores dos processos democráticos'' em nosso continente.



Uribe, com seus cúmplices paramilitares, na Colômbia; o desmoralizado Toledo, no Peru; o suspeitíssimo Karzai, no Afeganistão; ou os califas medievais da Arábia Saudita, sócios nas empresas petrolíferas dos Estados Unidos; estes seriam exemplos de democratas, para a embaixadora itinerante do novo fundamentalismo ianque. Juntamente com o presidente Lula - o que não é nada lisonjeiro, convenhamos.



É para isso, portanto, que devem atentar os que se apressaram na desqualificação desta iniciativa do governo Lula, através da eficiência do Itamaraty. Defesa de um conceito abstrato de democracia, no contexto internacional atual, pode ser apenas pretexto para o exercício da hegemonia imperialista.






Escrito por christian theodore às 15h07
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Oposição dos cocaleros radicaliza discurso e deixa presidente Carlos Mesa em situação cada vez mais frágil



LA PAZ - Apostando que o presidente Carlos Mesa não se sustenta no poder até o fim do ano, a oposição boliviana recrudesceu o discurso pela nacionalização total dos recursos energéticos do país. Em duas marchas iniciadas ontem, os manifestantes exigem reformas na Lei de Hidrocarbonetos, aprovada há 11 dias pelo Parlamento, e que estipula o aumento da tributação sobre as multinacionais que exploram gás no país. Entretanto, o texto não prevê a nacionalização e a anulação - sem indenização - dos contratos já existentes, que é a mais nova exigência dos opositores. A população também pede a realização de um referendo sobre a autonomia do departamento de Santa Cruz e denuncia que a indústria de energia boliviana está sendo vendida para empresas internacionais a um preço muito baixo.


A principal marcha é promovida pelo líder cocalero Evo Morales - chefe do principal partido opositor, o Movimento Al Socialismo (MAS) - que partiu da cidade andina de Caracollo até La Paz. Uma segunda caminhada, entre El Alto e La Paz, organizada pela Central Operária Departamental (COD) e pela Federação de Juntas Vicinais de El Alto, atraiu mais de 10 mil bolivianos. O comércio ficou fechado em toda a capital.



- O centro da cidade está totalmente congestionado. Há colunas humanas nas várias entradas de La Paz - afirmou o comandante da polícia de Trânsito, coronel Víctor Chávez.



Segundo o jornal boliviano La Razón, os manifestantes, furiosos com a aprovação da Lei de Hidrocarbonetos, que consideram branda, ameaçaram tomar o Congresso. A polícia reforçou a segurança diante dos prédios oficiais e se declarou preparada para realizar um trabalho de ''prevenção e dissuasão''. O comandante-geral, David Aramayo, afirmou que a ação se estendia às demais províncias bolivianas.



Em El Alto, que há 19 meses foi foco de uma insurreição popular que tirou do poder o presidente direitista Gonzalo Sánchez de Lozada, professores escolares e profissionais sindicalizados fizeram ainda uma paralisação de 24 horas. A 200 km dali, o protesto pacífico encabeçado por Morales reuniu centenas de pessoas. Uma terceira coluna saiu de Cochabamba com destino a Caracollo, para se juntar à marcha do MAS, que deve chegar a La Paz na segunda-feira.



Apesar de unida contra Mesa e a lei, a oposição diverge em alguns detalhes. A Central Operária demanda a nacionalização total da exploração do gás. O MAS, além da estatização do recurso, exige ainda que os contratos atuais sejam cancelados, e novos sejam feitos, dando mais controle ao Estado sobre a exploração.



Pressionado de todos os lados, Mesa tem até hoje, ao meio-dia, para vetar, modificar ou ignorar a lei. Neste último caso, o Parlamento tem permissão para promulgá-la. O mais provável, no entanto, é que ele a devolva para o Congresso, com anotações de ''observações conceituais'', embora a Constituição o obrigue a assinalar ''objeções específicas''. O presidente acredita que da forma como está redigida, prevendo 18% de tributação, a legislação é um ''suicídio'' para o país, pois iria invibializar investimentos estrangeiros no setor energético.



- A atitude do presidente, de não deixar claro qual será sua decisão, está criando incertezas na Bolívia. O país está num processo de descontrole nesse momento - criticou o analista independente Jorge Lazarte, ex-membro do Tribunal Eleitoral.



- As manobras acabaram para Mesa - afirmou o ex-ministro de Economia, Juan Careaga, lembrando da renúncia apresentada pelo presidente em março e rechaçada pelo Congresso.



A presidência havia alcançado acordos políticos e sociais com a direita, que acabaram falhando e isolando Mesa. Na semana passada, o governo chamou os parlamentares para uma reunião sobre a Lei de Hidrocarbonetos, mas o convite foi recusado pelos representantes do Congresso, que não queriam interferência na redação da legislação.


Mesa tenta ganhar tempo






[17/MAI/2005]






Escrito por christian theodore às 14h54
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   Athos Bulcão merece respeito!

Seviço de utilidade pública! A Afundação Athos Bundão, é uma fachada para aprovar projetos de amigos pessoais das diretorias, servem a todos os governos que estão no poder! Que pena, pois o nome do Respeitável Athos Bulcão não deveria ser maculado com maracutaias!

Escrito por christian theodore às 14h40
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   O jeito socialista do PT

Portanto está decidido, vocês não me virão mais em manifestação nenhuma, a não ser em enterro de gente querida! nem casamento eu vou, vou ver dois seres jovens, cheios de tesão se envelhecerem, adoecerem e proibirem o outro dos seus prazeres. Puta que pariu, com a licença poética de Rabelais de nossa Dercy, musa inspiradora!
Os sindicalistas do PT defendem o governo, e o curioso é que muitos tem o seu emprego nos ministérios e em várias secretárias aí. Muitos são professores, trabalhadores, mas tem suas mulheres, filhos bem empregados no governo. Assim é bão ser socialista e de esquerda. Eu como sou professor e único mantenedor de minha casa, dou uma banana pre´les bem grossa e dura pre´les descascar!

Escrito por christian theodore às 14h38
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   Falando em corrupto não podemos esquecer o Collor e os amigos do PC, que foram todos assassinados por quem nunca ninguém sabe ninguém viu!
Morreram o PC, a sua mulher Elma, A Suzana Marcolino, namorada do PC, um outro que foi encontrado com uma pedra no pescoço numa mansão do lago, em Brasília. É o negócio foi brabo, lembram do PC, bem mais magro sendo preso nas filipinas!
O Brasil daquela época representou o ápice da corrupção. Morreram ainda o Pedro Collor, logo depois que denunciou o irmão com uma doença fulminante na cabeça, a mãe Léda, não suportou as tragédias! O curioso é que o Collor e a Rosane estão aí lindos e louros!
Mas sobrou a boazuda da Thereza, patrimonio histórico nacional das Alagoas e do Brasil, a única fruta doce e saborosa daquele tenebroso período.
O Ulysses Guimarães a mulher o Severiano e a Mulher também morreram naquela época, estranhas coincidências.
O Roberto Marinho grande inventor e apoiador de Collor morreu bem mais tarde, aliás quase não morreu. Quem morre aos 98 anos é quase eterno!
Dessa turma quem ainda não morreu foi a nossa musa Dercy Gonçalves, que está e estava coçando a buceta para essas picuinhas!

Escrito por christian theodore às 14h33
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   Odeio os políticos III

Essa espécie deveria acabar, como? quem sabe acabando com a eleição! sim acabariamos com as eleições para deputados. Votariamos apenas para senadores, presidente e vice. Prefeitos e vereadores também pois são a base política. Eliminaríamos o cargo de deputado, aliás é um nome feio, até indecoroso. De putado, o de putado de puta, deputou, deputou com a puta. Muito feio não é, vamos e venhamos, não merecemos um cargo desses! No lugar criaríamos concurso público nacional através dos partidos, desta forma todos os candidatos filiados a partidos políticos fariam concurso público, como qualquer servidor sendo que para esse, teria a validade do mandato de 4 anos. E sendo assim a cada 4 anos, iriam eles os coitadinhos se debruçar a estudar para continuar servindo a nação. Mas vamos mudar esse nome, enquanto forem deputados, não serão dignos. Quem sabe comendador, servidores do povo, povoados, assessores do povo ou outros nomes que o povo decidir.
Acabaríamos de vez com essa estrutura podre de poder. Elegeríamos também governadores, mas desta forma iria-se investir na inteligência e preparo dos candidatos. E não essa semvergoiça que vemos por aí!

Escrito por christian theodore às 14h26
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   Odeio os políticos II

Deveríamos ser mais anarquistas, debochar dos babacóides meixmo como dizem os cariocas, rir dessa espécie que não pode ver um dinheirinho e já quer parar. Por exemplo o que será que acontecerá com aquela italiana da Brasiltelecom Carla Cicco ou Cio ou não sei o que! Nada! é uma senhora distinta, bonita e rica, representa interesses internacionais. Mas bem que poderíamos de vez em quando ter o humor dos muçulmanos, para que eles tomassem tento!
Vai embora do país como foi o Cacciola, e ta lá dizem que escreveu um livro para dizer o quanto é bonzinho, e os nomes vem na minha mente Naji Nahas, a Georgina que dizem que estava doente e nunca morreu, o Lalau, o Luiz Estevão, que criou o seu club de futebol mesmo falido, o Brasiliense! Enfim todos felizes e vivinhos da silva para gastar o que restou do dinheirinho deles. Porque o Lalau não perdeu o emprego e a aposentadoria de Juiz? Será que a Georgina devolveu todo o dinheiro, já pensou se ela tivesse que carregar tudo com as mãos. Imagino todos eles confraternizando juntos em uma festa regada a comida e muita putaria! como é de praxe nesses ambientes.


Escrito por christian theodore às 14h19
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   Odeio os políticos

Francamente deveriam acabar com essa estrutura política mundial, no Brasil também por exemplo:
-Pelo financiamento público de campanha- Porque - Atualmente somente os ricos ou pessoas ligadas a sindicatos poderosos tem condições de se candidatar para vencer, salvo raras exceções. Ainda mais aqui em Brasília que nem vereador e administrador elegemos, o poder vira uma casta, uma elite difícil de alcançar!
Criar e divulgar a figura do líder comunitário, como representante legítimo de assembléias nas cidades, junto aos vereadores e aos prefeitos. Isso não acontece no Brasil nem nunca acontecerá, portanto eu quero é rosetá!
Chega de política e esperar quem sabe um dia o país mudar, a escola mudar, a vida mudar, eu quero é rosetá!



Escrito por christian theodore às 14h13
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   Chavez cria a Telesur

mundo árabe pode captar a al-Jazeera ou o canal financiado pelos EUA, Al-Iraqiya no Iraque. Leia abaixo o texto MAIS NOTÍCIAS DO CANAL 16/05 12:32 - Meninas mostram que também sabem jogar xadrez 16/05 12:19 - Bilheterias no azul deixarão jornais no vermelho? 16/05 11:39 - Israel permite que polícia palestina use armas 16/05 11:15 - A notícia do ponto de vista da América Latina 16/05 11:05 - CNN vai oferecer conteúdo gratuito em seu site Agora, uma iniciativa de Hugo Chavez, presidente esquerdista da Venezuela, logo vai dar a Telesur para a América Latina, estação de TV para toda a região que, segundo ele, é destinada para “agir contrariamente à ditadura da mídia das grandes redes de notícias internacionais”. A iniciativa envolve a Argentina, Cuba, Brasil e Uruguai, mas é amplamente financiada pela Venezuela. A Telesur terá um ritmo bastante latino, disse o diretor, Aram Aharonian. A estação, marcada para começar a transmitir em julho e testar seu sinal no final deste mês, irá mostrar longos documentários sobre os sem-terra no Brasil ou movimentos indígenas nos Andes, enquanto oferece reportagens sobre políticas e esportes de Tijuana à Terra do Fogo. O conflito sobre o que é notícia e quem deve contá-la acontece em vários lugares do mundo. Na Venezuela, ele vai ao centro da propaganda de guerra calorosa que o governo venezuelano está concentrado em ganhar, tanto na Venezuela quanto no restante da América Latina, onde Chavez e seu inimigo, os Estados Unidos, enviam mensagens por apoio de países vizinhos enquanto eles tentam isolar cada um. Os jornalistas da Telesur falam de uma “rede anti-hegemônica”, uma reprovação não tão velada da mídia americana. Entre os âncoras da Telesur – que é um picado da televisão do Sul – estarão jornalistas como Ati Kiwa, indígena colombiana que se veste com as roupas brancas tradicionais de sua tribo Arhuaco. “Isto não é apenas um sonho meu, mas o sonho de muitos jornalistas da América Latina, de que vamos ver nossa própria realidade no ar”, disse Aharonian, jornalista uruguaio que vive em Caracas desde 1986. “Queremos nos ver na televisão, mostrando a diversidade e riqueza”. Mas críticos dizem que aqui, uma parte do mundo que possui longa tradição de jornalismo independente, a intenção de Chavez é reprimir divergências, mais do que ampliar a cobertura, com uma máquina de propaganda financiada pelo governo dirigido ideologicamente com dinheiro de petróleo. “A Telesur é uma ordem do presidente, em que Chavez disse, ‘precisamos propor esta estação’”, disse Alberto Federico Ravell, diretor de notícias da Globovision, estação privada 24 horas que se opõe a Chavez. “Esta será uma super estação estatal”. Na Venezuela, com a popularidade de Chavez em 71% e seus oponentes, que um dia foram poderosos, derrotados, as estações privadas são os adversários remanescentes do governo. Estas estações, no passado, passaram horas de propaganda gratuita anti-Chavez, apresentaram todas as acusações promovidas pelos oponentes do presidente, apoiaram o golpe que brevemente o tirou do poder e mais tarde uma greve do petróleo. Chavez sobreviveu, e parece que agora está começando sua vingança. A Lei de Responsabilidade Social de Rádio e Televisão, assinada em dezembro, impõe restrições que, para os transmissores, são destinadas a calar notícias e condições que eles aceitam fora da programação. A lei estipula que a imprensa de notícias não pode dar notícias que coloquem a segurança nacional em perigo ou incitem o rompimento da ordem pública. Emendas para o código criminal venezuelano, que se tornou efetivo em março, consideram uma ofensa criminal insultar ou mostrar desrespeito por autoridades do governo. As leis gêmeas já motivaram auto-censura, garantem gerentes de estações de rádio e de TV. A edição de notícias diminuiu o tom. O talk-rádio, uma vez incendiário da Venezuela, foi significantemente reduzido, e muitos programas cancelados. “A estação de rádio decidiu que meu show não poderia ir ao ar por causa da lei”, falou Ana Karina Villalba, cujo programa de rádio sobre política foi recentemente tirado do ar. “Eles disseram que o programa é opinião, que recebe ligações do público, e que é muito político”. Na Venevision, propriedade do homem mais rico do país, Gustavo Cisneros, e que antes era dedicada a criticar Chavez, a programação está bem mais moderada. Napoleon Bravo, que protestou repetidamente contra Chavez e recebeu conspiradores do golpe em seu programa “24 Horas” quando Chavez foi deposto em 2002, sumiu. A estação agora evita noticiar crimes de rua ou protestos, e muda de direção para convidar oficiais do governo para os programas, disseram funcionários da Venevision. “Temos que aplicar a lei à nossa programação”, disse Maria Inês Loscher, advogada da Venevision. “Temos dúvidas todos os dias”. A Telesur, que não esconde sua tendência esquerdista ou ligações com o governo, diz que as restrições não representam problema. © Copyright Fábrica de Sites v

Escrito por christian theodore às 12h58
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   Domingo, 15 de Maio de 2005
Presos suspeitos de matar família em RPG
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Jovens que controlavam o jogo teriam continuado seu roteiro durante depoimento ao delegado, em Guarapari


Apolícia do Espírito Santo prendeu dois jovens suspeitos de matar uma família por causa de um jogo de RPG em Guarapari, a 50 km de Vitória. Mayderson de Vargas Mendes, de 21 anos, e Ronald Ribeiro Rodrigues, de 22, confessaram ter matado o aposentado Douglas Augusto Guedes, sua esposa, a corretora Heloísa Helena Andrade Guedes, e o filho do casal, Tiago Guedes, de 21 anos, em 26 de abril. Envolvido no enredo do RPG, Tiago teria concordado com a morte dos pais e sua própria como penalidade por ter perdido o jogo.



Os corpos foram encontrados em casa, na Praia do Morro, no último dia 5. No dia seguinte, a polícia encontrou na residência revistas de RPG, listas de telefones e um bilhete de Tiago para Mayderson. Assim, os policiais conseguiram localizar o rapaz, que não reagiu à prisão, confessou o crime e revelou o nome do cúmplice, Ronald, preso onde trabalhava. Com o primeiro, foi encontrado o celular de uma das vítimas, revistas de RPG e também dinheiro sacado da conta de Tiago. Com o segundo, o computador da vítima e a arma do crime.



Tiago já tinha Mayderson como parceiro de RPG havia dois anos. Na delegacia, os jovens contaram estar jogando por cinco horas, quando Tiago perdeu a partida. O personagem que representava, um policial, teria de assistir ao assassinato dos pais, entregar bens a seus algozes e também morrer. Assim aconteceu.



BrincadeiraDe acordo com o delegado Alexandre Lincoln, os presos disseram em depoimento que conversaram com o casal Guedes, que teria aceito participar da brincadeira: se deixaram imobilizar sem saber que o desfecho seria real. "Tiago provavelmente estava tão envolvido que presenciou a morte dos pais e não fez nada", disse o delegado.



Antes de morrer, Tiago ainda teria dado um cartão do banco com a senha de sua poupança e, como previsto no jogo, os dois assassinos fizeram um saque de cerca de R$ 1 mil, o prêmio pela morte do personagem do policial. Ainda seguindo o enredo, as vítimas só poderiam ser mortas dormindo. Os dois rapazes disseram ter dado sonífero a Tiago. Depois de adormecer, ele foi posto na cama ao lado do corpo do pai e executado com um tiro na cabeça. Os rapazes ainda continuaram o jogo na casa da família.



Para o delegado, eles pareciam agir como se até mesmo sua prisão fosse parte da trama; chegaram a dizer que o jogo continua. "Somente hoje (ontem) eles parecem ter refletido um pouco mais e, quando perguntei, disseram que o jogo acabou", contou. O delegado considera o caso elucidado, mas ressaltou que não é possível acreditar em tudo o que os jovens falam. Por isso, vai pedir a reconsti









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OrigemAracajuBelémPorto SeguroBrasíliaCuiabáSP-CongonhasCampo GrandeCampinasCuritibaCaxias do SulBuenos AiresFlorianópolisFortalezaRJ-GaleãoSP-GuarulhosGoiâniaFoz do IguaçuJoinvilleLondrinaManausMacapáMaceióMaringáNatalNavegantesBH-PampulhaPalmasPorto AlegrePorto VelhoRibeirão PretoRio BrancoRecifeRJ-Sto. DumontSão LuizSalvadorTeresinaUberlândiaVitória

DestinoAracajuBelémPorto SeguroBrasíliaCuiabáSP-CongonhasCampo GrandeCampinasCuritibaCaxias do SulBuenos AiresFlorianópolisFortalezaRJ-GaleãoSP-GuarulhosGoiâniaFoz do IguaçuJoinvilleLondrinaManausMacapáMaceióMaringáNatalNavegantesBH-PampulhaPalmasPorto AlegrePorto VelhoRibeirão PretoRio BrancoRecifeRJ-Sto. DumontSão LuizSalvadorTeresinaUberlândiaVitória




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Escrito por christian theodore às 16h36
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CAI O INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO NO GOVERNO LULA
Domingo, 15 de Maio de 2005
Redução de despesas com o setor nos últimos dois anos chega a 10% do montante utilizado no último ano de FHC

Os gastos com educação no Brasil encolheram. A queda nos últimos quatro anos foi de 3,4%, mas no período de 2002 a 2004 chega a 10%. Em 2000, a execução orçamentária da função Educação foi de R$ 15 bilhões. Atingiu R$ 16,2 bilhões, no último ano do governo Fernando Henrique, mas recuou para R$ 15,2 bilhões, em 2003, e R$ 14,5 bilhões, no ano passado. O Ministério da Educação (MEC) contesta os dados. A evolução dos gastos com a função Educação consta de um estudo encomendado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que congrega cerca de 200 entidades da sociedade civil da área da educação. Compilados a partir das informações da Secretaria do Tesouro Nacional, os dados mostram que a participação dos gastos com educação no total de despesas sociais da União caiu de 7,68%, em 2000, para 5,99%, no ano passado (veja quadro). Os números estão na contramão dos investimentos do governo federal na área social que, ainda de acordo com o estudo, passou de R$ 195,8 bilhões, em 2000, para R$ 242,6 bilhões, no ano passado. O MEC garante que não houve redução nos gastos com educação nos últimos dois anos e ressalta que houve uma reclassificação de despesas, como a da Bolsa Escola, por exemplo, cuja verba (R$ 1,5 bilhão) passou para o Bolsa Família, executado agora pelo Ministério do Desenvolvimento Social. Os autores do estudo consideram a reclassificação, mas chamam a atenção da sociedade para a redução. "Independentemente do remanejamento de despesas, houve uma diminuição no todo", assegura a economista e uma das autoras do estudo, Denise Rocha, mestre em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Ela mostra que, enquanto os gastos com educação decresceram, as contas do governo central apresentaram superávit primário de R$ 49 bilhões, no ano passado, R$ 19 bilhões a mais que em 2000. "Esta redução pode ser explicada por alguns fatores, como o contingenciamento de recursos e a política de superávit primário, que afeta não só a educação, mas outras áreas sociais", afirma Denise Rocha. A coordenadora-geral da campanha, Denise Careira, diz que, apesar de o governo afirmar que aumentou o orçamento com educação, a execução dos recursos está diminuindo nos últimos anos. O estudo, segundo ela, servirá como instrumento de pressão por mais recursos para educação. "Aumentar os investimentos nesta área é fundamental para ampliar o acesso e melhorar a qualidade do ensino", afirma.













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Escrito por christian theodore às 16h30
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   Henrique Meirelles




O Brasil é talvez o único país do mundo em que o presidente do BC, guardião da moeda e principal executor da política monetária, é acusado de crimes contra o sistema financeiro e permanece no cargo, em vez de licenciar-se até o fim das investigações.
Roberto Ribeiro de Castro, São Paulo


TExto retirado do Jornal do Brasil coluna Cartas dos leitores.








Escrito por christian theodore às 16h27
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   contiuação do texto de Emir Sader

presidenciais do México, o governador do Distrito Federal, Lopez Obrador. A possibilidade de vitória de Lopez Obrador permitiria que a atual frente de centro-esquerda na América Latina pudesse incluir o México, passando pela Venezuela, por Cuba, pelo Brasil, pela Argentina, pelo Uruguai e talvez pela Bolívia. Estariam dadas as melhores condições jamais existentes para um processo de integração continental. A luta contra o mundo unipolar - condição da hegemonia imperial belicista dos EUA - terá dado um passo importante, justamente no nosso continente, que um dia foi zona de dominação privilegiada desse país e, mais recentemente, laboratório de experiências neoliberais. Ou talvez exatamente por isso. [15/MAI/2005] emirsader@uol.com.br Home > Colunas > Emir Sader Tempo Real | Brasil | Economia | Esportes | Rio | Internacional | Colunas Internet | Caderno B | JB Barra | Domingo | Programa | Musicalidade | Viagem Acelera | Idéias | Horóscopo | Especiais | Opinião | Editorial | Charge | Cartas

Escrito por christian theodore às 16h17
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   texto de emir Sader

Para um mundo multipolar O Brasil tem hoje a mais importante política externa da sua história. Suas contribuições para a construção de um mundo multipolar são as de maior peso, constituindo no eixo fundamental de articulação de espaços alternativos à hegemonia unipolar estadunidense, com um tipo de política que deixaria orgulhosos a Santiago Dantas e a Ítalo Zappa - dois dos inspiradores dessa política. Projetos de integração da América do Sul, o Merocosul e a Comunidade Sul-americana de Nações constroem - apesar de todas as suas dificuldades -, uma dinâmica de integração regional que promove a criação de um espaço de autonomia em relação ao projeto estadunidense da Alca. O processo de articulação das políticas sociais, as de energia e as políticas econômicas, levadas a cabo junto com os presidentes da Argentina e da Venezuela, fortalecem esse processo. Os acordos do Brasil em outras esferas do sul do mundo vão também nessa direção. O Grupo dos 20, organizado a partir da reunião da OMC em Cancun, congregando a países como a China, a Índia, a África do Sul, a Argentina, o México, o próprio Brasil, entre outros, representou a reaparição de uma aliança ampla nessa região do mundo, depois de praticamente sua desaparição desde 20 anos. De forma mais direta, a política externa brasileira promove uma ponte com a África do Sul e a Índia. Os acordos - ainda que difíceis - do Mercosul com a União Européia contribuem para a multiplicação de intercâmbios diversificados entre regiões diferentes do mundo. A recente reunião dos governos da América do Sul com os dos países árabes completa uma redefinição das vias de intercambio, na contramão do que Washington desejaria. Daí o rotundo não que ouviu a risonha Condoleeza Rice em Brasília, quando veio solicitar participação nessa reunião. Não contente com a sistemática e feroz pressão que fez para que os governos amigos dos EUA no mundo árabe não prestigiassem a reunião - contando com o apoio de setores da imprensa, apressados em afirmar o fracasso do evento -, o governo Bush queria estar presente, talvez para controlar em que medida cada país toma atitudes autônomas em relação ao que lhes transmitiu Washington. Nenhuma outra região do mundo contribui tão firmemente para um mundo multipolar do que a América Latina, com o Brasil levando a voz cantante. A Europa, embora construindo uma moeda alternativa ao dólar, não consegue unidade suficiente em sua política externa, com vários governos cedendo às pressões de Washington. Nem a China, nem a Índia - outros gigantes do Sul do mundo - desenvolvem, infelizmente, políticas similares em suas regiões, nem a África do Sul o faz. Enquanto isso os EUA, que pretendem ocupar todos os espaços de ação no mundo, buscando evitar não apenas o surgimento de rivais à sua altura, mas até mesmo lideranças regionais, sofrem, na América Latina, um revés atrás do outro. Apenas nas últimas semanas, o governo Bush teve que contabilizar a perda do governo aliado do Equador, substituído por outro que pretende tirar a base militar de Manta do país, impedindo que o país siga funcionando como retaguarda para a guerra na Colômbia. Teve também que enfrentar a derrota de seu candidato à secretaria geral da OEA, pela primeira vez, assim como viu fracassar a operação para tentar impedir a candidatura do favorito às eleições presidenciais do México, o governador do Distrito Federal, Lopez Obrador. A possibilidade de vitória de Lopez Obrador permitiria Para um mundo multipolar O Brasil tem hoje a mais importante política externa da sua história. Suas contribuições para a construção de um mundo multipolar são as de maior peso, constituindo no eixo fundamental de articulação de espaços alternativos à hegemonia unipolar estadunidense, com um tipo de política que deixaria orgulhosos a Santiago Dantas e a Ítalo Zappa - dois dos inspiradores dessa política. Projetos de integração da América do Sul, o Merocosul e a Comunidade Sul-americana de Nações constroem - apesar de todas as suas dificuldades -, uma dinâmica de integração regional que promove a criação de um espaço de autonomia em relação ao projeto estadunidense da Alca. O processo de articulação das políticas sociais, as de energia e as políticas econômicas, levadas a cabo junto com os presidentes da Argentina e da Venezuela, fortalecem esse processo. Os acordos do Brasil em outras esferas do sul do mundo vão também nessa direção. O Grupo dos 20, organizado a partir da reunião da OMC em Cancun, congregando a países como a China, a Índia, a África do Sul, a Argentina, o México, o próprio Brasil, entre outros, representou a reaparição de uma aliança ampla nessa região do mundo, depois de praticamente sua desaparição desde 20 anos. De forma mais direta, a política externa brasileira promove uma ponte com a África do Sul e a Índia. Os acordos - ainda que difíceis - do Mercosul com a União Européia contribuem para a multiplicação de intercâmbios diversificados entre regiões diferentes do mundo. A recente reunião dos governos da América do Sul com os dos países árabes completa uma redefinição das vias de intercambio, na contramão do que Washington desejaria. Daí o rotundo não que ouviu a risonha Condoleeza Rice em Brasília, quando veio solicitar participação nessa reunião. Não contente com a sistemática e feroz pressão que fez para que os governos amigos dos EUA no mundo árabe não prestigiassem a reunião - contando com o apoio de setores da imprensa, apressados em afirmar o fracasso do evento -, o governo Bush queria estar presente, talvez para controlar em que medida cada país toma atitudes autônomas em relação ao que lhes transmitiu Washington. Nenhuma outra região do mundo contribui tão firmemente para um mundo multipolar do que a América Latina, com o Brasil levando a voz cantante. A Europa, embora construindo uma moeda alternativa ao dólar, não consegue unidade suficiente em sua política externa, com vários governos cedendo às pressões de Washington. Nem a China, nem a Índia - outros gigantes do Sul do mundo - desenvolvem, infelizmente, políticas similares em suas regiões, nem a África do Sul o faz. Enquanto isso os EUA, que pretendem ocupar todos os espaços de ação no mundo, buscando evitar não apenas o surgimento de rivais à sua altura, mas até mesmo lideranças regionais, sofrem, na América Latina, um revés atrás do outro. Apenas nas últimas semanas, o governo Bush teve que contabilizar a perda do governo aliado do Equador, substituído por outro que pretende tirar a base militar de Manta do país, impedindo que o país siga funcionando como retaguarda para a guerra na Colômbia. Teve também que enfrentar a derrota de seu candidato à secretaria geral da OEA, pela primeira vez, assim como viu fracassar a operação para tentar impedir a candidatura do favorito às eleições presidenciais do México, o governador do Distrito Federal, Lopez Obrador. A possibilidade de vitória de Lopez Obrador permitiria

Escrito por christian theodore às 16h16
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BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, CAMPUS UNIVERSITARIO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Spanish, Sexo, Arte e cultura
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