politica&teatro
   Até que enfim o Waldomiro vai falar!

STF decide a favor da instalação da CPI dos Bingos BRASÍLIA (Reuters) - O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira que o presidente do Senado deve fazer as indicações dos membros que faltam para que a CPI dos Bingos possa ser instalada. O placar final do julgamento foi de 9 X 1 a favor do mandado de segurança requerendo a instalação da CPI. Apenas a ministra Ellen Gracie, ausente, não votou. Mais cedo, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), havia dito que indicaria os membros da CPI se a decisão do Supremo fosse nessa direção. Suspenso no dia 4 de maio --quando o placar já era 4 X 0 pelas indicações--, o julgamento foi retomado com o voto contrário de Eros Grau. Depois dele, no entanto, os ministros Joaquim Barbosa, Cezar Peluso, Gilmar Mendes, Carlos Velloso e o presidente do STF, Nelson Jobim, votaram a favor das indicações dos membros da CPI pelo presidente do Senado. Os senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Jorge Bornhausen (PFL-SC), autores do mandado de segurança, elogiaram a decisão do Supremo. Simon disse que sua preocupação era com a tese que estava em jogo. "Essa decisão é uma decisão histórica (...) se eles dissessem não, acabou (qualquer) CPI", disse a jornalistas no Supremo o senador gaúcho. Ao ser perguntado se valia a pena a instalação de mais uma CPI agora, que o Congresso está todo voltado à CPI dos Correios, Bornhausen disse que sim. "Não vejo porque não se apurar. A sociedade brasileira quer transparência", disse o pefelista. "Se a CPI (dos Bingos) tivesse ocorrido naquela ocasião, o mensalão teria sido interrompido", acrescentou, referindo-se às denúncias sobre um suposto esquema de pagamentos de deputados do PL e do PP pelo PT. WALDOMIRO O julgamento tinha sido suspenso por um pedido de vista de Grau. Antes da suspensão, o mandado tinha recebido os votos favoráveis do relator Celso de Mello e dos ministros Sepúlveda Pertence, Marco Aurélio Mello e Carlos Britto. O objetivo da CPI é investigar a atuação dos bingos e apurar o caso do ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz flagrado em vídeo pedindo propina ao empresário do jogo Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlos Cachoeira. O escândalo veio a público em fevereiro de 2004. No ano passado, a CPI dos Bingos não chegou a ser instalada no Senado porque os líderes dos partidos governistas não fizeram a indicação de seus integrantes, o que foi questionado no Supremo. (Reportagem de Isabel Versiani, texto de Alexandre Caverni)

Escrito por christian theodore às 21h51
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   Alunos especiais tratados de forma indiferente pela secretária de educação

Escolas especiais recebem R$ 1,58 por aluno a cada mês Sinval Neto Do CorreioWeb Paulo de Araújo/CB 22/06/2005 12h38-Os alunos são ‘especiais’, mas o tratamento recebido na rede pública de ensino do Distrito Federal nem tanto. Cerca de 12 mil estudantes com problemas mentais e outras deficiências se deparam cotidianamente com infra-estrutura deteriorada e imprópria e a falta de recursos básicos e escassez de profissionais, como psiquiatras, fisioterapeutas e músicos terapeutas. Para agravar o quadro, o Programa de Descentralização de Recurso Financeiro (PDRF), que repassa verba para manutenção e compra de insumos básicos para as escolas, prevê apenas R$ 227 mil por ano para todos os 13 centros de atendimento especial do DF. Isso significa que cada aluno com necessidades especiais receberá investimento de R$ 18,92 por ano ou R$ 1,58 por mês, em 2005. E, para piorar, o dinheiro ainda não chegou. É o que afirma a diretora do Centro Integrado de Ensino Especial (CIEE), da 911 Sul, Rejane Nóbrega Tremendanni. O motivo do atraso, segundo o subsecretário de Apoio Operacional José Pereira Coelho, é apenas uma questão burocrática. Ele explica que a lei 3.454, de outubro de 2004, que trata do PDRF, ainda não foi regulamentada pelas Secretarias de Educação (SE) e de Fazenda do DF. A secretária Wandercy de Camargos (Educação) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o processo de regulamentação já se encontra em sua fase final. Ela espera liberar a primeira parte do dinheiro no final do primeiro semestre. A equipe do CorreioWeb perguntou à SE se é suficiente a verba total (R$ 227 mil por ano) destinada às 13 escolas. Não obteve retorno. Contraste A realidade vivida no Centro Integrado de Ensino Especial (CIEE), localizado na 911 Sul, é complicada. Lá, a demora no repasse do PDRF e o pouco recurso geram escassez e improviso. Não raro, pais e professores fazem ‘vaquinhas’ e gincanas para garantir papel higiênico nos banheiros e água para beber. “A água é barrenta. Os canos estão velhos, enferrujados e há bastante fuligem na água. Além disso, muitas privadas estão entupidas”, diz a diretora Rejane. Muitas vezes, a escola retrocede no tempo para garantir o direito à educação de seus alunos. Usam o mimeógrafo – equipamento à manivela que reproduz textos – como forma de ‘quebra-galho’. Isso ocorre quando acaba a tinta da máquina de xerox, comprada pela Associação de Pais e Mestres (APM), no ano passado. Para garantir o equipamento, a diretora teve que dar vários cheques pré-datados no valor total de R$ 16 mil. Hoje, o equipamento é pago a prestações com a ajuda dos próprios professores, que vendem parte dos vales-transporte recebidos no final do mês. Cadeiras e carteiras mal conseguem suportar o peso de alguns alunos. “São pequenas e velhas. Não são adequadas para nossos alunos. Muitas deles têm idade de criança, mas o corpo de adulto”, diz a professora Maria Tereza Machado Hess. Ela também reclama do tamanho e das condições das salas de aula. “São pequenas. E eles (alunos) precisam de espaço”, conta. Já a professora Mônica de Matos se queixa da falta de um quadro negro “decente” para lecionar. Chuva e sofrimento Quando chove, os alunos são obrigados a passar cinco horas dentro das salas de aula porque não há outro espaço para trabalhar as dinâmicas. Na época do frio, o local preferido deles - a piscina - fica deserta. “A situação gera desconforto para as crianças, pois elas já sofrem com problemas de comportamento”, avalia a diretora Rejane. A quadra de esportes, que seria uma segunda opção, é marcada por buracos. Os mesmos buracos na calçada também dificultam o trânsito de quem necessita de cadeiras de roda (ver foto). É um enorme contraste dentro de uma escola que atende alunos com necessidades especiais. Na 911 Sul, os sanitários são um exemplo de como nunca deveriam ser. Não possuem nenhuma adaptação para deficientes físicos. Sequer uma barra para sustentação. As portas não são largas o suficiente para permitir uma manobra em cadeira de rodas. E alguns ralos são, simplesmente, um buraco no chão. “Os banheiros são velhos e feios. Tem pia que não sai água e um monte de privada entupida”, diz Francisca Rodrigues Sales, 56, mãe de uma estudante. Os professores se esforçam para fazer do local um ambiente esteticamente agradável. Mas os problemas vão além da criatividade. Cartazes e cartolinas coloridos não são suficientes para esconder fiações elétricas expostas, que já causaram curto-circuito em época da chuva. Sem falar nos forros de gesso que estão, em parte, destruídos. Sem isolamento acústico, professores e alunos perdem a concentração com o barulho da sala vizinha, detalha a educadora Alessandra Pinho Queiroz. Metodologia Além dos problemas de estrutura física, a falta de profissionais esbarra no artigo 208 da Constituição Federal, que garante o atendimento específico para alunos com necessidades especiais. Segundo o especialista em Ensino Especial da Universidade Católica de Brasília (UCB), Olimpo Ordoñes Carmona, é necessário a atuação de psiquiatras, assistentes sociais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, professores de música, entre outros. “Sem isso, esses alunos deixam de aprender muitas coisas que poderiam ser passadas com um atendimento especializado. Só amor não basta. É preciso metodologia”, analisa. Problemas estruturais e organizacionais não acontecem apenas na 911 Sul. Todos os 13 centros de ensino especial do DF sofrem com o abandono. A piscina na escola CIEE nº 02, na 611 Sul, está desativada desde o ano passado e não há previsão para reabertura. “É uma atividade fundamental para o desenvolvimento dos alunos. Desde que deixamos essa atividade de lado, muitos ficaram mais agressivos e nervosos”, diz uma professora do centro que preferiu não se identificar. Reformas Mara Gomes, diretora de Planejamento e Controle (Subip), ligado à Secretaria de Educação, explica que o orçamento deste ano destina mais de R$ 4 milhões somente para obras no Centro de Apoio Visual e no CIEE da 911 Sul, por apresentarem os problemas mais graves. Ela prevê que as reformas na estruturas dessas escolas devem iniciar no próximo semestre. Para os outros 11 centros, nenhum recurso para obras foi previsto neste ano. Outros R$ 2,4 milhões serão destinadas à aquisição de bens permanentes e materiais de consumo para os 13 centros. No ano passado, nenhuma obra foi realizada nos Centros de Atendimento Especial com recurso da Secretaria de Educação. Segundo Mara, não sobrou dinheiro para reformas. A diretora do CIEE da 911 Sul conta que a secretaria ainda chegou a fazer orçamento e projeto para a reforma de sua escola. No entanto, disse ela, os R$ 700 mil que haviam sido destinados foram direcionados para outra finalidade. A diretora de Ensino Especial da Secretaria de Educação, Giselda Jordão de Carvalho, informou que os alunos especiais representam 2% dos estudantes da rede pública. Os Centros de Apoio Visual e Centros Integrados de Ensino Especial atendem crianças e adolescentes com deficiências auditivas, físicas, mentais, condutas típicas, como autismo, hiperativismo, agressividade, distúrbios psicológicos, psicoses, neuroses, e deficiências mentais e múltiplas. A reportagem tenta falar com a Secretária de Educação sobre o assunto há mais de uma semana. Correio Web

Escrito por christian theodore às 21h41
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   Um convite para que vejam minha casa!

Um convite à interpretação Divulgação Cartaz da última mostra teatral Cometa Cenas, realizada em 2004 Dois pontos inconscientes, perdidos no nada, assumem as posições de perseguido e de perseguidor. Numa busca incessante pelo existir, os pontos tentam se expressar utilizando diversas linguagens como a literatura, a fotografia e o teatro. Nesta última, a dupla de pontos encontra a melhor forma de exprimir sua existência e desvenda, por meio do teatro, questões filosóficas sobre a vida. Este é o mote da peça A Perseguição ou O Longo Caminho Que Vai De Zero a Ene, um dos espetáculos que serão apresentados na 41ª mostra de teatro Cometa Cenas, que começa nesta quarta, no Instituto de Artes da Universidade de Brasília (UnB). A mostra traz 60 trabalhos de alunos da UnB, entre espetáculos teatrais, mostra de vídeo e exposição. A peça A Perseguição..., que será apresentada nesta sexta, às 21h, é resultado do projeto de diplomação das estudantes Maíra Oliveira e Caísa Tibúrcio, que concluem, este semestre, o curso de Arte Cênicas na UnB. “O resultado final de um trabalho cênico só acontece com a apresentação para o público. Cometa Cenas vêm para fechar os processos de criação cênica que só são concluídos com o retorno do público”, explica o professor João Antônio, um dos orientadores da dupla e fundador da mostra. Na abertura do projeto, que acontece semestralmente há mais de 20 anos, foram escolhidaa as montagens Intimidades, dos alunos da disciplina Interpretação 3, e Lambe-Lambe, resultado de uma pesquisa de mestrado desenvolvida na linha de Processos Composicionais. Cada peça terá duas apresentações, uma pela manhã e outra no período da noite. “A mostra já se tornou bastante significativa no panorama cultural de Brasília. No ano passado reunimos cinco mil pessoas”, afirma a coordenadora desta edição, a professora Sulian Vieira. As apresentações são realizadas na área externa do Instituto de Artes, em salas de aula e escadaria do campus da UnB. Esta ano o evento traz uma novidade: a Mostra Kumasaka de Vídeos. Vinte e oito curtas-metragem, em vídeo, serão exibidos, nesta sexta-feira, em um espaço ao ar livre. “Em 20 anos de evento, está é a primeira vez que conseguimos incluir uma mostra de filmes”, afirma entusiasmado o estudante Vinícius Jabur, um dos organizadores da mostra. Serão 21 vídeos de alunos de Artes Cênicas e sete de estudantes de comunicação. O tema é livre. “Tem filmes que falam sobre sincretismo religioso, outros que parecem ‘besteirol’ cômico, mas que no final passam uma forte crítica às coisas cotidianas e outros gêneros que trazem situações cômicas, românticas, dramáticas”, detalha Jabur. Todo o processo de produção é livre e segue de acordo com a criatividade do grupo. “Tem um filme que os atores nem aparecem. Alguns estudantes preferiram filmar os sapatos amarrados com fios de nylon”, conta. Cometa Cenas A mostra, criada pelo professor João Antônio, na década de 80, surgiu do desejo de levar ao público as produções realizadas em sala de aula. Único professor de teatro da UnB naquela época, Antônio convidou os estudantes a “cometerem cenas”. Dái nasceu o Cometa Cenas. “Chamei atores da cidade e, durante vários semestres, montamos espetáculos que incluía atores profissionais e estudantes. Naquela época, o curso de bacharel em Artes Cênicas ainda nem existia”, conta Antônio. Hoje todos os alunos do Departamento de Artes Cênicas da UnB participam da mostra. Desde Oficina Básica de Interpretação a Projetos de Diplomação, todos os trabalhos devem ser apresentados à comunidade. “É um retorno que o departamento dá à comunidade. Afinal, nós somos universidade pública mantida com o dinheiro público”, diz. A 41ª edição da mostra Cometa Cenas fica em cartaz até o próximo domingo. Renata Camargo Do CorreioWeb 22/06/2005 Serviço

Escrito por christian theodore às 21h38
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   Gerente do Banco do Brasil manda matar Velhinha!

Quarta-feira, 22 de Junho de 2005 Bancário rouba e tenta matar velhinha -------------------------------------------------------------------------------- Segundo a polícia, gerente do BB armou plano para assassinar cliente O gerente do Banco do Brasil Josimar Pereira de Souza, 36 anos, é acusado, com outros dois comparsas, pela tentativa de assassinato da aposentada L.B.S., 81 anos, sua cliente na agência bancária localizada na Quadra 105, do Setor Sudoeste. O crime, friamente planejado e executado no dia 27 de maio, conforme as investigações policiais, teria sido praticado para ocultar desvios superiores a R$ 130 mil nas contas da vítima. O plano só foi descoberto porque a idosa sobreviveu à tentativa de assassinato. Conforme apurações realizadas por agentes da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), Josimar era responsável pelas movimentações financeiras de L. há pelo menos dois anos. Viúva sem filhos e com estado de saúde bastante debilitado, a aposentada mantinha cerca de R$ 200 mil em suas contas, além de outros tipos de aplicações financeiras e confiava totalmente em seu gerente. Conforme os levantamentos efetuados pelo delegado Jeferson Lisboa, Josimar estaria fazendo desfalques nos recursos de L., havia seis meses. Percebendo a constante diminuição de seu saldo, e sem receber de Josimar as devidas explicações, a aposentada resolveu, no dia 23 de maio, protocolar na agência um pedido de levantamento completo sobre todas as movimentações realizadas em seu nome nos últimos anos. Percebendo que seus golpes corriam o risco de serem desvendados, o gerente teria contado a história para seu primo, o mestre-de-obras Maedson de Souza Rodrigues, 32, com quem teria planejado a execução de L. Para tanto, convidaram uma terceira pessoa, amiga de Maedson, o pedreiro Valério Rodrigues Alves, 30, conhecido como "Baiano", chamado para matar a aposentada. macabro Por não ter parentes em Brasília, a vítima alugava uma das suítes do Hotel Naoum Plaza, no Setor Hoteleiro Sul, onde era mensalista. Conhecedor de toda a rotina da vítima, Josimar não encontrou, segundo a polícia, dificuldades para traçar seu plano macabro. Maedson teria lhe pedido R$ 5 mil ou um carro como pagamento. Conforme planejaram, no dia do crime Maedson hospedou-se em uma das suítes do hotel. A hospedagem teria sido paga por Josimar, segundo a apuração. O gerente teria telefonado para L., para confirmar que ela estava em seus aposentos, e ofereceu-lhe um pacote de biscoitos prometendo que alguém iria entregar o presente em breve. Maedson, acomodado no hotel, teria autorizado a segurança a liberação de Valério para chegar aos seus aposentos. O pedreiro chegou com o saco de biscoitos prometido por Josimar à aposentada. A trama estava chegando ao seu desfecho. jornal de brasilia

Escrito por christian theodore às 21h30
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   Já não era hora, um instituto para pensar Bsb

Instituto pensa DF a médio e longo prazos Primeiros resultados saem até maio Militantes do PT e nomes destacados da esquerda local lançaram ontem o Instituto Brasília - Novos Tempos. A organização pretende extrapolar o âmbito partidário e reunir, em grupos de trabalho temáticos, pessoas de orientações políticas variadas. Os participantes se debruçarão sobre o DF de hoje e farão projeções para daqui a cinco anos - quando Brasília chega ao cinqüentenário - e para os 50 anos seguintes. - A idéia é envolver pessoas ligadas a partidos e também pessoas ligadas à sociedade civil, entidades de classe, federações, organizações não-governamentais para debater sobre a Brasília que todos queremos no futuro de curto e longo prazo - sintetizou Geraldo Magela, diretor do Banco Popular do Brasil e membro do comitê consultivo da organização. De acordo com Gustavo Balduíno, secretário-geral da Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e também integrante do comitê consultivo, os trabalhos se iniciarão com um grande levantamento sobre a Brasília de hoje. - Vamos providenciar elementos técnicos e estatísticos e, a partir das análises destes, fazer nossos estudos. Entre março e maio do ano que vem devemos ter resultados - disse Balduíno. Já a partir da semana que vem, quatro grupos de trabalho serão instalados. Vão debater os assuntos relativos a cultura, segurança pública, juventude e habitação. Ainda sem data marcada, passarão a atuar grupos para educação, saúde, emprego e renda e outros temas relevantes para a elaboração de políticas públicas. De acordo com Jacques Pena, presidente do Instituto Brasília-Novos Tempos e presidente da Fundação Banco do Brasil, cerca de 30 pessoas participaram da criação do instituto e aproximadamente 100 devem participar no primeiro momento. No entanto, o presidente espera ampla participação. Em breve o Instituto divulgará endereço eletrônico. Conforme Magela, o projeto poderá, depois de elaborado, ser utilizado por quem quer que seja como subsídio para programas de governo. O diretor do BPB afirmou que a atuação do grupo não será voltada para fornecer munição à oposição ao GDF, mas espetou: - Muitas vezes os programas se concentram em obras, obras, obras. Queremos uma visão do todo - disse. [22/JUN/2005] Hoje mesmo estava pensando sobre isso, temos um centro único de pesquisa que é a UnB, mas que muitas vezes não consegue diálogo com a sociedade brasiliense, era preciso ter espaço para pensar Brasília além do DFTv, precisamos de uma mídia mais aberta a programas voltados para o pensamento brasiliense.

Escrito por christian theodore às 20h08
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   Vergonhona para o Champion da QI 25

Fechado supermercado do Lago Champion da QI 25 tinha preços diferentes na gôndola e nas etiquetas Adriana bernardes O Supermercado Champion da QI 25, do Lago Sul foi interditado na manhã de ontem, por fiscais do Procon e poderá ser punido com multa que varia de R$ 212 a R$ 3 milhões. Outros quatro supermercados - o Pão de Açúcar, dois da rede Super Maia e o Bom Motivo, todos no Lago Sul - também foram vistoriados. No Champion, os fiscais constataram diferença de preços da gôndola e o registrado no caixa; a falta de preço nos produtos e na gôndola e etiquetas que não correspondiam aos produtos em exposição. - Isso aqui é um absurdo principalmente por que induz o consumidor ao erro. As mercadorias estão mal expostas. E não é a primeira vez que constatamos irregularidades como a que ocorre neste supermercado. O Champion é um dos recordistas em reclamação no Procon. Já autuamos, multamos e, e pelo visto, essas medidas não estão surtindo o efeito desejado. Vamos interditar para garantir que os direitos do consumidor sejam respeitados - decretou Maria Dagmar de Freitas, diretora presidente do Procon-DF. Resfriados - A Vigilância Sanitária o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) também participaram da operação e apontaram outras irregularidades. Todos os produtos expostos do balcão refrigerado foram recolhidos em dois carrinhos de supermercado. A temperatura em torno de 14º a 22º graus estava bem acima do permitido pela lei (4º a 10º graus). Os fiscais apreenderam cerca de 130 quilos de salsicha, mussarela, linguiça (algumas estragadas) e presunto. As mercadorias foram levadas para a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) e incineradas. - O risco alimentar de se consumir produtos com essa qualidade é uma toxiinfecção alimentar (vômitos e diárreia). Em casos de crianças ou pessoas com a saúde já debilitada podem ter complicações ainda mais graves, explicou Laércio Inácio Cardoso, diretor da Vigilância Sanitária do DF. A psicóloga Mirtes Gomide, estava no supermercado no momento da fiscalização. A sensação, segundo ela, é de impotência. - Veja bem, eu não ando com um termômetro no bolso para conferir se a temperatura do produto está correta. Acho que os órgãos fiscalizadores poderiam criar uma espécie de selo de qualidade, atestando que determinado supermercado tem obedecido a lei. Caso contrário, a gente acaba tendo que confiar no supermercado - sugere Gomide. Sobre os produtos resfriados, o diretor da Vigilância Sanitária informa que o supermercado é obrigado a manter um termostato no balcão ou disponibilizar um termômetro para que o consumidor fiscalize a temperatura. O Inmetro também encontrou produtos - como pizzas, morangos e repolhos - sem a indicação de peso, unidade ou volume, o que é proibido por lei. Uma das denúncias foi feita por uma consumidora na hora da fiscalização. Ela desconfiou que a embalagem da laranja tinha menos de 2 quilos, conforme indicava a etiqueta. Os fiscais pesaram e constataram uma diferença de 50 gramas. A fruta embalada também foi recolhida. O gerente do supermercado não quis gravar entrevista. Indicou a assessoria de imprensa em São Paulo, que não retornou as ligações. Clareza -- Gilsimar Gonzaga, diretor do Procon, informou que apesar de o preço de alguns produtos expostos no Bom Motivo e Super Maia, não estarem expostos de forma clara, o problema foi resolvido na hora não havendo necessidade de multa ou autuação. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 20h04
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   UnB recebe verbas para pesquisas

Educação UnB recebe R$ 3 milhões para pesquisa Sinval Neto Do CorreioWeb 20/06/2005 17h01-A Universidade de Brasília (UnB) receberá R$ 3 milhões para investir em atividades de pesquisa e na compra de novos equipamentos. Seis dos oitos subprojetos da universidade concorreram ao edital do Fundo Setorial de Infra-Estrutura e garantiram a distribuição da verba para o DF. A primeira parcela do dinheiro deve sair no próximo semestre. A segunda só será liberada depois que a UnB prestar contas da primeira. Os setores contemplados com o investimento foram o de Biotecnologia em Saúde, com R$ 600 mil, o de Biodiversidade de Forma e Função, com R$ 380 mil, o Centro de Modelagem Matemática e Computacional, com R$ 310 mil, o de Infra-Estrutura para Cristalografia Estrutural, com R$ 700 mil, o Centro de Caracterização e Desenvolvimento de Materiais, com R$ 900 mil, e o Programa Coordenado de Análise e Síntese Fonética (R$ 110 mil). Segundo o decano de Pesquisa e Pós-Graduação da UnB, Noraí Rocco, o investimento vai promover uma melhora significativa nos setores contemplados. Segundo ele, a compra de dois espectômetros de massa – aparelho que faz espectro da composição física de materiais - e um difratômetro – aparelho que realiza difração de raio x de materiais – serão essenciais para o avanço das pesquisas. “Para progredir é preciso estar atualizado e bem equipado”, analisa. A UnB foi a quinta na lista dos que mais receberam verba. O montante de R$ 110 milhões será distribuído entre 91 universidades públicas e institutos de pesquisa de todo o país. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi a mais contemplada, com R$ 5.997.480,00. Correio Web

Escrito por christian theodore às 22h38
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   Mauricio assim com Roriz!

Juventude FAP Brizola





A volta de Maurício


O retorno formal do ex-ministro Maurício Corrêa à política deverá ocorrer em julho, com sua filiação ao PDT, partido a que já pertenceu e pelo qual se elegeu senador. Na verdade, Maurício Corrêa nunca desligou de vez seus laços políticos - ao contrário, manteve todos inclusive quando ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal. Sua volta, porém, não será um fato isolado.

Maurício tem três alternativas pela frente. Pode ser candidato a presidente da República, dando maior visibilidade ao partido, que sofre demais com a ausência de Leonel Brizola. Pode também - e evidentemente seria sua preferência - disputar o Palácio do Buriti. É evidente que não concorreria para marcar posição, mas apenas se tivesse chances reais de vitória. Na prática, isso significa o endosso do governador Joaquim Roriz, o que não parece muito provável. Finalmente, poderia ser candidato a deputado federal, uma vez mais caso reúna chances reais.

De qualquer forma, seu ingresso representará uma guinada no PDT do Distrito Federal: a partir daí, agirá coordenado com o governador Roriz.


JORNAL DO BRASIL/Informe DF (Rio de Janeiro, 12/906/05)








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Partido

O que é pior é que já tem gente do Pdt no governo Roriz, que estava durante muitos anos de luta do Brizola, afastado, viajando para a europa e até defendendo o governo FHC, ahh se o Brizola estivesse vivo! Mas seguramente está vendo lá de cima, será possível que o Maurício não é capaz de pedir uma agenda mínima para o Roriz como por exemplo ver funcionando em regime integral os Cieps, CAics ou Ciacs, criados no DF e abandonados nesse governo. Não consigo entender o que tem que ver o PdT histórico, do Brizola, da luta contra a ditadura, contra o neoliberalismo com o Roriz, me expliquem quem souber!


Escrito por christian theodore às 20h25
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   ainda a entrevista!

– Avaliando hoje, o senhor acha que foi precoce a sua retirada de cena das prévias para concorrer ao GDF? – Não é uma questão de disposição. Numa candidatura dessas, a disposição chega. E chegaria pra mim. Mas já dava para prever que eu não seria o candidato escolhido pelo Palácio do Planalto. Já tinha dito que não seria candidato contra o Palácio do Planalto, que não seria no cerrado o que minha amiga Luizianne foi em Fortaleza. Mesmo assim esperei para ter uma conversa com o Lula para discutir três pontos: se o candidato daqui será do PT; se eu seria o candidato do Lula; e como seria o governo dele – porque se o próximo governo dele for como este, prefiro não ser governador. Essa conversa não houve. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 01h09
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   Entrevista com Cristóvam

– O senhor ainda acredita na reeleição? – Sim, porque na hora do voto a personalidade carismática vale muito. E o Lula é, sem dúvida alguma, o maior de todos os líderes carismáticos que a gente tem e isso vai pesar muito na eleição. E tenho esperança que isso não chegue no próprio Lula. Ele pode ser reeleito, mas vai ser difícil reeleger uma boa bancada porque qual é a diferença que a gente vai apresentar para pedir votos para os nossos candidatos? Não pode ser mais a bandeira de que somos os únicos honestos, nem a de que Lula precisa de deputados do PT para apoiar o governo dele. O PT não vai ter mais aquele voto de partido. Por outro lado, a grande força do PT é a militância e eu temo que a militância não vá para a rua com a mesma força. Pior do que a desilusão, é ter gente com vergonha de botar a estrelinha, de carregar a bandeira. E vai ter. Por que pelo que a gente vê por aí, o dinheiro do Delúbio vai para os outros partidos. – Essa postura do PT então é a causa de conflitos internos? – O PT sempre foi dividido. Acho que é o contrário: talvez isso unifique o partido nas bases contra as direções. Por exemplo: hoje tem muitos candidatos a presidente e não duvido que daqui a pouco todos estejam unidos contra o Genoino. – Formar uma dissidência? – Não sei se formar dissidência ou tentar tomar o controle do partido. – O senhor está desiludido? – Na minha idade a gente não tem mais direito de ficar com desilusões. Estou preocupado, sobretudo porque estou me sentindo impotente. Estou numa posição privilegiada, como senador, e não estou sabendo exatamente o que fazer para mudar esta realidade. É como se eu estivesse, outra vez, exilado, como fiquei nove anos, só que agora dentro do Brasil, no Senado, mas alienado das discussões, sem ter onde dar opinião – Isso o afasta do partido? – Acho que a gente só deve buscar outro partido depois que a gente sai de um. É como casamento. E eu só saio do PT quando sentir que de fato esgotou-se como partido que iria, como sempre defendeu, completar a República. – Seus projetos políticos pessoais podem ser um fator a mais para que o senhor deixe o partido? – Se continua o grupo dominando sem ouvir, sem dar chance que eu fale dentro, não vejo por que continuar no PT. Se a minha voz não pode ser ouvida, pela arrogância como o grupo que dirige o PT conduz as coisas, não verei razão para continuar nele. Um dos grandes erros do presidente Lula é que ele se fechou em torno de um grupo que é todo de São Paulo, e que vê os outros estados como satélites. Fernando Henrique Cardoso foi um salto adiante da velha República, mas em vez de se aliar ao PT, o que fez? Se aliou à parte antiga da República. E aí o Lula se elege. É um salto adiante, porque aí é um operário, mais à esquerda, vem da massa. O que ele faz? Ao invés de se aliar ao Fernando Henrique e ao PSDB, se alia à parte antiga. Por que isso? Porque os dois partidos disputam São Paulo. O PSDB e o PT colocam São Paulo na frente do Brasil. Se não fosse isso, o PT e o PSDB estariam juntos. – O senhor vê nisso a grande dificuldade para ser candidato à presidência? – Se eu sair do PT é porque o PT se esgotou. Se eu for para outro partido é porque acho que esse outro partido traz uma proposta. Se lá na frente eles vierem me escolher para ser candidato a presidente, é outro problema. Jamais irei para um partido exigindo ser candidato a presidente. Agora, é claro, que a chance de ser candidato a presidente, pra mim, é muito pequena. Dentro do PT, pelos próximos 20, 30 anos, o candidato será de São Paulo. E eu não vou me mudar para São Paulo. – O senhor considera superado o episódio da sua demissão do Ministério? – No sentido emocional superei nos dois, três dias seguintes. Do ponto-de-vista da minha frustração histórica, não vou superar nunca. Eu ia ficar na história como alguém que, no mínimo, erradicou o analfabetismo no Brasil. É claro que isso me dá uma tremenda frustração. – A quem o senhor atribui sua saída? – Isso deve ser perguntado ao presidente. Eu não tive nenhuma conversa com ele, nem por telefone, desde que saí do Ministério. Estive em um jantar com senadores do PT e ele, mas não houve conversa. Não tive nenhum telefonema dele depois disso, nem no meu aniversário. (risos) – Existe uma conversa de bastidores de que existe uma mágoa do José Dirceu por acreditar que ele foi o responsável pela sua demissão. E de que ele estaria mandando recados de que não foi o culpado. – Tenho certeza de que José Dirceu não teve nada a ver com a minha saída. Isso foi decidido pelo presidente Lula, que é a única pessoa a quem eu agradeço por ter sido nomeado. Tive dois problemas com Dirceu. Primeiro porque passaram-se 10 meses saindo da Casa Civil notinhas degradando o meu trabalho no MEC. Eu as tenho colecionadas e mostrei a ele. – E ele disse o que? – Que não era ele, mas parou a partir daquele dia (risos). Acho que isso não foi um gesto, sinceramente, decente de tratar um companheiro. Segundo, achei um grave erro do Lula ter nomeado para a Casa Civil um homem com o tamanho, a força e o poder do José Dirceu. Chefe da Casa Civil tem de ser uma pessoa que pouca gente conheça, um gerente com bom trato de relações públicas e um certo sentido político, mas não muito. – Por que essas notas? – Acho que o governo, no começo, teve uma certa leviandade na relação com a imprensa. O pessoal que estava no Planalto tinha passado 20 anos com uma relação de amizade, de passar notas, de ser fonte. Ao mesmo tempo que isolaram o Lula de falar com a imprensa, eles mantinham uma relação quase que promíscua, se divertiam em passar notinhas humorísticas. Alguns dizem: “ele queria destruir o Cristovam porque podia ser candidato contra o presidente”. – Como a atual crise poderá influenciar as eleições no DF? – Aqui vai afetar muito mais, por causa do funcionalismo público, que está descontente, a desilusão é maior. Brasília é uma cidade meio vermelha, meio azul. E os vermelhos estão encabulados. Aqui vai ser ainda mais difícil do que nos outros Estados. – Ou seja, favorece a oposição ao PT aqui? – Essa geléia geral que se fez dos partidos também quebrou aquela ruptura ferrenha entre PT e o resto – o PMDB apóia o Lula. A gente não vai poder bater no PMDB do jeito que batia antes. – Diante dessa necessidade de rearranjo, de fortalecimento, aumentam as chances de o PT não ter candidato próprio no DF? – Não sei se aumenta ou não. Mas acho que ainda tem uma chance de que o Lula diga ao PT que no DF o candidato não será do PT. – Com a sua saída, há quem aposte que o Magela tenha se fortalecido. O senhor concorda com essa análise? – O Magela é o único que se apresentou como pré-candidato. Surgem os nomes da Maninha, do Sigmaringa, da Arlete. Mas é só especulação. Hoje, sem dúvida alguma, a candidatura do Magela é a mais forte. Mas não quer dizer que tem que ser ele, não. – O senhor acha que ele é o melhor candidato? – Isso não vou dizer. Vou esperar as prévias para escolher. – Duas candidatas – Arlete e Maninha – entre os atuais pré-candidatos que são mais ligadas ao senhor. Tem conversado com elas? – Tenho conversado muito, mas se as duas forem, é capaz de eu não apoiar nenhuma. Se apenas uma delas forem, será minha candidata, qualquer uma das duas. – Avaliando hoje, o senhor acha que foi precoce a sua retirada de cena das prévias para concorrer ao GDF? jornal do brasil |

Escrito por christian theodore às 01h09
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   Entevista com Cristóvam

''Estou exilado dentro de meu país'' Entrevista : Cristovam Buarque Mariana Santos Apesar de garantir que não pretende deixar, pelo menos por enquanto, o PT – legenda que o abriga há 15 anos – o senador Cristovam Buarque não consegue esconder a desilusão. Além de não ter superado a demissão do Ministério da Educação, por telefone, em fevereiro do ano passado, o ex-governador do DF afirma que não há diálogo com a cúpula, a quem acusa de arrogância. Ele declara sentir-se como nos tempos em que passou nove anos (1970-79) no exílio, fora do Brasil, escapando da ditadura militar. Em entrevista ao JB, Cristovam admite a dificuldade de relacionamento com o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, cuja saída ele já vinha defendendo. “O problema de Dirceu é que ele é maior do que o cargo”, diz. Entre suas frustrações, não conseguiu sequer conversar com o presidente Lula sobre a sucessão no GDF. – No horário do PT na televisão desta semana, o senhor falou sobre resgate da ética no partido... – Existe uma crise ética no PT muito séria, talvez maior do que outros partidos viveram, porque o PT é o que mais defendeu a ética acima de qualquer coisa. Exigia dos outros pureza, e se considerava o único dono dela. – É crise apenas na cúpula ou recai no resto do partido? – Na cúpula. Acho que a base do PT hoje está impaciente, descontente, envergonhada, mas não perdeu aquela pureza. A cúpula do PT, seus dirigentes que estão no governo, são os verdadeiros responsáveis por essa situação. E há um divórcio hoje entre a base e a cúpula. Isso vem de uma coisa muito simples: as direções deixaram de respeitar as bases, como agora, na tentativa de adiar as eleições diretas internas, a`PED.. – O senhor acredita que essa situação começou com a chegada do PT ao Planalto? – Sim, porque o PT manteve-se sempre como partido de reivindicações e não de propostas. As reivindicações fazem o partido funcionar bem quando é oposição. E o PT foi um guarda-chuva dos grupos reivindicatórios. Quando você chega ao governo, não tem condições de garantir tudo para todos. O que une o país não é atender os desejos de cada um, o que é impossível, mas ter um projeto comum a todos. O PT não tinha projeto de país. Outra coisa que a chegada ao poder fez foi colocar no Planalto um grupo com muita arrogância, que se sente dono do poder e senhor das coisas. – Falta diálogo com os parlamentares? – Sim. O governo trata o Parlamento como se ele fosse uma casa de picaretas, como se disse anos atrás. A bancada no Senado não foi consultada para saber o que pensamos sobre a nomeação do presidente e do relator da CPI dos Correios. Isso é arrogância, agravado pelo fato de que todo esse grupo é de um único estado: São Paulo. Sinto que há um certo desprezo por quem não é do grupo histórico do PT paulista. A arrogância e a falta de projeto são as duas grandes causas de tudo isso. Não acho que esteja havendo isso porque as pessoas do governo sejam desonestas, não. Com essa arrogância, deixou-se de prestar atenção no que acontecia no dia-a-dia do governo. – O projeto de reeleição também acabou atrapalhando essa condução? – Não tenho dúvidas. Talvez essa seja a maior das causas, porque o Lula está pagando o preço de ser o primeiro presidente que já toma posse como candidato à reeleição. Fernando Henrique só descobriu que podia ser reeleito meses depois, quando conseguiu, de uma maneira que levanta muitas dúvidas, aqueles votos, mas o fato é que ele passou dois anos ou mais só como presidente. O Lula só foi presidente no dia 1º de janeiro, dia da posse. Assim, ele passa a pensar que tem oito anos e não quatro. Então adia as coisas que queira deixar como seu legado. Segundo, começa a fazer alianças, não para governar, mas para ganhar a próxima eleição. Aí faz aliança com qualquer um. Confundiu-se o apoio para reeleição com o apoio para governar. Terceiro, a oposição trata o presidente como candidato e ele se nivela. A reeleição é a maior armadilha que dificulta o governo do presidente Lula e vai dificultar os próximos presidentes. – O senhor ainda acredita na reeleição?

Escrito por christian theodore às 01h02
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   Roberto Jefferson vai às compras!

Roberto Jefferson testa popularidade em compras no shopping Kelly Oliveira BRASÍLIA - Em um teste de popularidade, o deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) aproveitou parte da tarde de sábado para ir a um shopping de Brasília, acompanhado da esposa Ana. Segundo ele, seu objetivo era comprar xampu. Entre os consumidores que passeavam no centro comercial durante a visita de Jefferson, alguns pediram para tirar fotos com o deputado, outros questionavam as últimas declarações, e houve ainda quem elogiasse a atitude do parlamentar de denunciar o esquema do 'mensalão'. Outros ainda ficaram na dúvida sobre quem era a 'personalidade' que dava entrevistas. ' O povo do Brasil anseia pela moralização da classe política. Eu pelo menos estou dando uma pequena contribuição. Não sou herói. Tenho virtudes e defeitos', comentou. Antes de ir ao centro comercial, Jefferson almoçou com familiares. Ao se despedir de parentes na portaria do prédio, conversou com a imprensa e avisou que não atenderia à solicitação de comparecimento à Polícia Federal, até o meio-dia, para uma acareação com o militar reformado da Marinha Arlindo Molina. O militar é acusado de envolvimento em corrupção nos Correios. Jefferson é suspeito de participar de esquemas de arrecadação de propina nos Correios e no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) a favor de seu partido, o PTB. O deputado não era obrigado a ir à Polícia Federal por ter direito ao foro privilegiado do Supremo Tribunal Federal. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 00h58
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   Que Deus nos proteja!

A virada da classe política Aristóteles Drummond Jornalista Tudo o que tinha de acontecer, em nome do razoável e do exigido pela sociedade aconteceu. A apuração das denúncias de corrupção em órgãos públicos e o uso de dinheiro sem origem comprovada no jogo eleitoral está sendo feito pelo Congresso e pela Polícia Federal, com acompanhamento do Ministério Publico. Foram atos insensatos os que buscaram criar dificuldades à apuração, por parte do governo, felizmente corrigidos pelo equilíbrio de algumas lideranças, no que é justo se destacar o líder, senador Delcídio Amaral. A saída do ministro José Dirceu coroa os acontecimentos naturais, sem prejuízo dos serviços que prestou ao governo com sua personalidade. Mas, na verdade, José Dirceu começou a cair quando do caso dos dois auxiliares que, acusados, nunca se explicaram. O momento deve de ser de reflexão e equilíbrio por parte da oposição, que deve se ater a procurar passar um pente fino no IRB e nos Correios, mesmo que englobe o período em que a oposição de hoje foi governo. Apurar tudo, como se espera, pode ser a grande virada da classe política perante a opinião pública. A democracia sairá fortalecida se os culpados por manipulações de má-fé de contratos, em todos os tempos e governos, forem responsabilizados e apontados ao conhecimento público. Assim é que acontece nas democracias consolidadas, como na Europa. Quem nada deve, nada teme. E tanto o IRB como os Correios tiveram nestes anos muitos homens de bem entre seus dirigentes. Estes também serão beneficiados da apuração completa do que se passou. O deputado Roberto Jefferson, que tem sido corajoso e coerente na sua linha de ataque, decidiu trocar seu mandato pela reação a atitudes de antigos aliados, que julgou desleais. Por isso envolve colegas, abrindo caminho para que estes, com ou sem provas concretas, sejam investigados, prejudicados e sofrendo dificuldades em assuntos que não têm nada com a crise política. É o que ocorreu com o líder do PP, acusado por um sobrinho com quem já tinha problemas na Justiça, com o publicitário que presta serviços ao governo, acusado por uma ex-secretária ressentida, e com parlamentar em litígio com a ex-mulher e assim por diante. - Neste festival de ódios e ressentimentos, não se pode perder de vista o que realmente interessa ao país e ao governo, que é a apuração dos fatos denunciados, com um compromisso de todos para que não termine como a CPI do Banestado, sem relatório aprovado, sem envio de autos para o Ministério Publico com as provas colhidas e sem um resultado pragmático para o país, como chegou a propor o relator José Menthor. Ao lado desta orientação, que deve passar à rotina das investigações, sempre que possível sem disputas de fundo político - e eleitoreiro - nas CPIs, o governo deve continuar a mostrar que não está perplexo nem parado. A MP do Bem, pacote de medidas positivas para a economia, deve de ter prosseguimento com outras. A usina interditada em Santa Catarina mereceria uma solução, até mesmo por Medida Provisória. Um pacote de recursos para as estradas deveria de ser liberado logo, para o início de umas obras e o acelerar de outras em andamento. O setor de energia deveria abrir licitações para projetos de porte. A refinaria do nordeste liberada e dado um impulso no aproveitamento de nosso gás, que em retirado e transportado já nos faz independentes do contrato com a Bolívia. Projetos e iniciativas não faltam. Os temas polêmicos, cercados de emoção, tipo reforma universitária, transposição do São Francisco, lei do saneamento básico, devem de ser encostados em nome da paz. Possivelmente, o papel político mais importante neste momento seja o da oposição, que não deve procurar explorar fatos que não existentes. Que, por sinal, são mais do que suficientes para lhe garantir espaços no debate nacional. E ao governo, humildade, melhor relacionamento com os políticos, menos militância nos escalões intermediários, onde a máquina está parando as iniciativas voltadas para o positivo. Em crises como esta, em sustos como estes, é que povos com bom senso, juízo e desprendimento encontram soluções. Afinal, apesar da algumas demoras, talvez pela surpresa dos acontecimentos, o presidente Lula não foi atingido e mantém o respeito da classe política e das forças vivas do país. O momento é mesmo de pedir a Deus que ilumine, com muito bom senso, os homens que dirigem o governo e a oposição no Brasil, que ainda têm que atender a uma ponderável parcela de sua população que sofre o desemprego, a fome, as más condições de vida. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 00h54
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   Hisbolá

Hisbolá Origem Grupo xiita libanês, fundado em 1982 em resposta à invasão de Israel ao Sul do país Missão Criar um Estado fundamentalista islâmico no Líbano, nos moldes do do Irã Ações terroristas Empreendeu mais de 200 ataques desde 1982. Tem células na Europa e nas Américas Atuação na comunidade Mantém escolas, além de fornecer atendimento médico e serviços de agricultura Sucesso nas urnas Nas eleições distritais de 5 de junho sua legenda conquistou todos os 23 assentos. Alguns analistas prevêem que fará parte da coalizão de governo

Escrito por christian theodore às 00h50
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   Hamas, um pouco de história

Hamas Origem O grupo palestino teve origem na sunita Irmandade Muçulmana, no fim de 1960 Missão A carta régia da organização diz que seu lema é destruir Israel e substituir a Autoridade Nacional Palestina (ANP) por um Estado Islâmico Ações terroristas Empreendeu mais de 350 ataques contra alvos israelenses desde 1993 Atuação na comunidade Em Gaza, mantém escolas, hospitais, distribui sopas e até financia ligas esportivas Sucesso nas urnas Tornou-se um popular partido político palestino. Ganhou 77 dos 118 assentos em disputa em 10 conselhos municipais, nas eleições de janeiro, em Gaza. A expectativa é de que obtenha pelo menos 33% das cadeiras na próxima votação, adiada por Mahmoud Abbas

Escrito por christian theodore às 00h49
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   A democracia no oriente médio pode legitimar a oposição ao imperialismo estadunidense

Apoio à democracia em xeque Ascensão de 'grupos terroristas', como Hamas e Hisbolá, pelas urnas, deixam EUA em situação constrangedora Olivia Hirsch O que fazer quando o ''bandido'', e não o ''mocinho'', ganha no final? Esse é o dilema que a Casa Branca enfrenta atualmente no Oriente Médio. Ferrenho propagador da democracia, o governo do presidente americano, George Bush, se depara com o sucesso legítimo nas urnas de grupos que julga terroristas, como o palestino Hamas e o libanês Hisbolá. Na tentativa de inverter esse quadro, a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, discutirá hoje com o premier israelense, Ariel Sharon, a participação do Hamas nas eleições parlamentares. Cogitou-se até a possibilidade de a secretária, que se reuniu ontem com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, o pressionasse para que impeça o grupo militante de participar do pleito. A preocupação é fruto do êxito da facção nas eleições municipais, em janeiro, e dos recentes contatos com diplomatas da União Européia. Segundo analistas, a possível vitória do Hamas nas urnas também teria sido a razão - por trás do discurso oficial - que levou Abbas a adiar por tempo indeterminado as eleições parlamentares na Cisjordânia, em Gaza e em Jerusalém Oriental, marcada para 17 de julho. De fato, o temor em relação à região não é infundado. Um estudo recente realizado pelo Council on Foreign Relations, de Washington, concluiu que não só partidos políticos, mas também movimentos islâmicos devem assumir papel proeminente em um Oriente Médio mais democrático. - Os EUA não têm outra opção senão engolir este amargo sabor da ''democracia'', se realmente acreditam que devem promovê-la de maneira descontrolada - afirma ao JB Khaled Hroubk, diretor do Projeto de Mídia Árabe de Cambridge e autor do livro Hamas: ensinamento político e prática. - Atualmente, a credibilidade da política externa americana na região atingiu seu nível mais baixo na História. Se hesitarem ou retraírem por causa da esperada ascensão de forças islâmicas, os EUA vão perpetuar sua negativa reputação de superpotência hipócrita, que brutalmente passa com seus interesses por cima das demandas e dos desejos da população. Mouin Rabbani, analista de Oriente Médio do prestigioso International Crisis Group, é, contudo, menos esperançoso: - Não acho que haverá qualquer contato entre EUA e Hamas, apesar do resultado eleitoral. Em último caso, Washington vai se opor ao pleito quando tiver certeza de que não será de seu agrado, como foi a consistente oposição de Bush às eleições da ANP enquanto Yasser Arafat estava vivo. Se as eleições fossem realizadas agora, o movimento Fatah, de Abbas, obteria a maioria das cadeiras no Parlamento (44%), mas 33% dos assentos ficariam nas mãos do Hamas e da Jihad Islâmica - que compartilham candidatos -, segundo recente sondagem do independente Centro Palestino de Pesquisas. É a primeira vez que o grupo de Gaza se envolve no processo político e tem a seu favor o desencantamento dos palestinos com o Fatah, manchado por escândalos de corrupção e pelo fracasso em estabelecer a lei. No vizinho Líbano, a atuação do Hisbolá nas urnas há muito é bem-sucedida, mas até agora concentrava-se na empobrecida região Sul do país, que fora ocupada por Israel em 1982. No entanto, depois do pleito que termina hoje - e vem sendo realizado aos domingos, desde 29 de maio - o aumento do número de assentos conquistados pelo grupo deve se tornar indispensável à futura coalizão de governo. De fato, o favorito para o cargo de primeiro-ministro, Saad Hariri - filho do ex-premier Hafik Hariri, assassinado em fevereiro -, já afirmou que pretende trazer o Hisbolá para Beirute. Apesar da rejeição de Washington aos resultados, frear a decisão popular não será tarefa fácil. Vale lembrar o exemplo da Argélia, em 1991. Na ocasião, o pleito foi anulado após extremistas nacionalistas levarem a melhor nas urnas. À este episódio se seguiram anos de violentos enfrentamentos jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 00h45
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BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, CAMPUS UNIVERSITARIO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Spanish, Sexo, Arte e cultura
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