politica&teatro
   Jefferson, o íntegro

O que o senhor acha do comportamento do presidente de estar tentando se dissociar do PT e das denúncias envolvendo corrupção no Congresso e no governo? PERES: Não sei se isso vai funcionar. Acho um erro grave do presidente. Talvez enquanto ele vivia a lua-de-mel com o poder funcionasse. Hoje, no meio dessa grave crise, quando o presidente faz um teatro, aparecendo sempre risonho, falando de outros assuntos, de clubes de futebol, fazendo piadas, ele está passando a imagem de duas coisas: leviandade e alienação. Quando tomou conhecimento do mensalão, errou ao não determinar investigação? PERES: Ele foi alertado pelo governador Marconi Perillo, de Goiás, seis meses antes do Roberto Jefferson. A reação dele foi de indiferença: “Isso diziam do Sérgio Motta”, teria dito. Dá a impressão que a reação dele foi assim: isso é natural . E nada fez. Depois, na advertência do Roberto Jefferson, segundo ele, o presidente teria feito cessar o mensalão. Mas não bastava. Qualquer presidente da República responsável teria reagido de forma indignada com medidas concretas de investigação e punição. O senhor acha que a imagem do presidente Lula está indelevelmente manchada e por isso já fala em desistir da reeleição para evitar uma derrota nas urnas? PERES: Ele deve aguardar para ver qual é o quadro daqui a um ano. É claro que ele tem apego ao poder, sim. Talvez mais por esse lado charmoso do poder de falar freqüentemente, viajar, se sentir um líder internacional. Isso deve ter mexido com a cabeça de um homem de cabeça simples como o Lula. Creio que seria muito doloroso para ele não continuar no poder por isso. Tudo indica que ele não gosta de operar o governo, de examinar problemas, de decidir, ele gosta é do palco iluminado. Por isso demorou tanto a reagir em relação ao ministro José Dirceu, já alvo de denúncias lá atrás? PERES: O grande erro de Lula foi não afastá-lo no episódio Waldomiro Diniz. Quando você coloca ao seu lado, vizinho ao seu gabinete presidencial, um escroque, você foi leviano na escolha desse seu auxiliar. A exoneração chega tardiamente. Ao manter o José Dirceu e impedir a criação da CPI do Waldomiro, Lula cometeu o maior erro do seu governo. Ao impedir a CPI, Lula não queria buscar a verdade. Ou melhor, sabia a verdade, só não queria que ela viesse à tona. Isso mostra um enorme despreparo para o exercício do poder. Lula não é um patrimonialista, que tire proveito do poder em termos de enriquecimento ilícito pessoal, não tenho dúvida. Mas não tem espírito republicano, no sentido de que a Presidência da República é uma instituição, que deve ser exercida com impessoalidade. Ele acha que pode beneficiar amigos e correligionários, distribuir benesses. Ele não tem espírito republicano, talvez por falta de formação. É um homem muito obscuro. Pode me chamar de preconceituoso, mas sua formação intelectual limitada contribui para isso. Uma reforma ministerial pode mudar o quadro atual? PERES: Acho que muito mais que reforma ministerial, vai ter efeito sim é o comportamento do governo daqui para diante. O governo se tornou refém do fisiologismo no Congresso. Hoje, a crise também atinge em cheio o Legislativo, com cem parlamentares acusados de receber o mensalão... PERES: Como um Congresso desacreditado vai depor um presidente? Isso é um fator que torna dificílimo um processo de impeachment. O Congresso do tempo do Collor tinha um pouco mais de autoridade do que este. E como cassar cem deputados, se cada um tem pelo menos três amigos? PERES: Vejam como o Congresso está no pior dos mundos. Se não surgirem provas, os parlamentares apontados por Roberto Jefferson não poderão ser cassados, mas aos olhos do povo são culpados, sim. Então, na percepção popular, o Congresso não os cassou por corporativismo. O Congresso não tem saída. Por isso sou parlamentarista. Qual é o maior dilema do governo Lula hoje? PERES: O dilema do Lula hoje é saber como vai conviver com essa base parlamentar que não conhece outro modo de operar. Poderia dar uma guinada, descartar a banda podre da base, mas aí ficaria refém do PMDB e teria que partilhar o poder realmente. Até hoje ele partilhou o governo, mas não partilhou o poder. Talvez a essa altura, para salvar o barco, o PMDB não cobre como preço o fisiologismo, o simples loteamento de cargos. A reforma política é uma saída ? PERES: A reforma política com novas eleições. Talvez seja o início do processo. Mas como será possível fazer uma reforma política séria com um Congresso aparentemente viciado? PERES: Talvez a crise obrigue a fazer a reforma política. Os partidos que mais se opunham à reforma política eram exatamente o PL, o PTB e o PP, com o apoio do PT para não perder o seu apoio. Eles chantageavam o PT. O senhor acha que nas próximas eleições haverá muito voto em branco como uma reação a tudo isso? PERES: Temo muito isso. Hoje os parlamentares já são hostilizados em público. O senador Magno Malta, ao ser chamado na fila no aeroporto em Brasília, gritaram: olha o mensalão, olha o mensalão! O descrédito é muito grande. Circulo muito, ando de táxi, vou ao supermercado, shopping e o que ouço é o povo dizendo que foi traído pelo PT, mas condenam também os outros partidos: “Como podem falar do PT se também faziam isso?”. Então isso pode abrir o caminho para os populistas, os aventureiros? PERES: Abre, abre... A crise de legitimidade pode dar origem a um demagogo, aventureiro, um Hugo Chávez da vida. Já pensou? O grande exemplo para o Brasil hoje é o Chile, onde existe uma “concertación”. Esquerda e direita se unem num pacto em torno do que é básico. Não divergem quando o assunto é macroeconomia. Mas aqui não há acordo nem sobre o básico e a corrupção é generalizada. O que gera índices de corrupção tão altos no Brasil? PERES: Problemas institucionais e culturais. As instituições são frágeis e a polícia, desequipada e corrompida. Do outro lado há um Poder Judiciário que não julga. Dá para ter esperança com esse quadro terrível? PERES: Não sou um pessimista. Este país não se suicida. Não vai surgir um salvador da pátria, o país vai se salvar por si só. A sociedade brasileira está amadurecendo em todos os aspectos e vai encontrar saída para isso. Talvez o povo brasileiro dê aquilo de que nós estamos muito precisados: um choque de decência.”A sociedade brasileira está amadurecendo em todos os aspectos e vai encontrar saída para isso. Talvez o povo brasileiro dê aquilo de que nós estamos muito precisados: um choque de decência”

Escrito por christian theodore às 12h14
[] [envie esta mensagem]


 
   O jefferson do Pdt é outro lado da moeda na política brasileira!

“O país não se suicida, vai se salvar por si só” Adriana Vasconcelos e Maria Lima Rouco em conseqüência das intervenções enérgicas que teve de fazer na semana passada quando conduziu, na condição de parlamentar mais experiente do grupo, a eleição para a presidência da CPI dos Correios, o senador Jefferson Peres (PDT-AM) faz um diagnóstico sombrio dos desdobramentos da crise de legitimidade que se abateu sobre o governo e o Congresso. Diz que o Congresso vive o pior dos mundos, pois não conseguirá cassar os deputados acusados de receber o mensalão e a sociedade vai entender isto como uma posição corporativista. “O Congresso não tem saída”, diz. Ele acha que o presidente Lula não sofrerá um processo de impeachment, mas faz duras críticas ao imobilismo do presidente e ao fato de ele ter demorado a retirar José Dirceu do governo. Mais: chama de leviandade e alienação as piadas sobre futebol e o comportamento de Lula diante da crise. O senador não acredita que Lula abandone a idéia de buscar a reeleição, mesmo considerando que o presidente não gosta de governar, de decidir e nem de resolver problemas: “Ele gosta é do palco iluminado.” Mas apesar de todo quadro adverso, Peres diz que não perde a esperança: acredita que a sociedade brasileira vai dar um choque de decência na classe política e que o país vai se salvar por si só. Como o senhor vê essa onda de denúncias que atingem o governo e o Parlamento? JEFFERSON PERES: A crise política gerada pode ou não desembocar numa crise institucional. Embora as instituições no país estejam mais consolidadas e as pressões que havia na época da crise do Collor sejam diferentes, a crise institucional não pode ser descartada se ficar mais comprometida do que já está a pessoa do presidente da República. Nessa hipótese haverá um abalo das instituições. O que já existe, e é grave, é a crise de legitimidade. Como o senhor avalia o comportamento do governo diante das denúncias, da CPI dos Correios e agora do mensalão? PERES: É um comportamento que gera tamanho desgaste ao governo que não posso atribuir à falta de inteligência dos homens que nos governam... É deliberado então? PERES: O que fizeram (para garantir o comando da CPI dos Correios) mostra que há um medo, um verdadeiro pavor de que uma investigação rigorosa desvende um quadro de corrupção maior do que já foi revelado. Com toda essa blindagem na CPI, como o senhor avalia os riscos de ela acabar em pizza? PERES: Por mais sério, decente e equilibrado que seja o senador Delcídio Amaral (PT-MS, presidente da CPI), ele é membro e líder do PT e tem estreita relação com a cúpula governamental. Isso o condiciona fortemente. Nas decisões cruciais que envolvam algo muito incômodo para o governo ele sofrerá pressão irresistível. No entanto é uma CPI instalada sob comoção nacional, com forte vigilância tanto da oposição quanto dos meios de comunicação, é claro que os senadores, presidente e relator, mesmo que queiram, terão muita dificuldade em conter as investigações. Há uma revolta maior da opinião pública por serem denúncias de corrupção contra um governo do PT, tido como partido ético? PERES: É, é isso sim. Quando os fatos aconteceram em partidos de centro, nos quais o povo já não depositava fé, não se esperava muito mesmo. Mas o PT fazia a diferença, uma grande parcela da população acreditava que era um partido que se distinguia dos outros. Quando muda e repete os erros dos antecessores, o povo se sente traído. Antes, todas as frustrações e decepções iam para o PT, hoje não vão para partido algum. O que o senhor acha do comportamento do presidente de estar tentando se dissociar do PT e das denúncias envolvendo corrupção no Congresso e no governo? PERES: Não sei se isso vai funcionar. Acho um erro grave do presidente. Talvez enquanto ele vivia a lua-de-mel com o poder funcionasse. Hoje, no meio dessa grave crise, quando o presidente faz um teatro, aparecendo sempre risonho, falando de outros assuntos, de clubes de futebol, fazendo piadas, ele está passando a imagem de duas coisas: leviandade e alienação. Quando tomou conhecimento do mensalão, errou ao não determinar investigação? PERES: Ele foi alertado pelo governador Marconi Perillo, de Goiás, seis meses antes do Roberto Jefferson. A reação dele foi de indiferença: “Isso diziam do Sérgio Motta”, teria dito. Dá a impressão que a reação dele foi assim: isso é natural . E nada fez. Depois, na advertência do Roberto Jefferson, segundo ele, o presidente teria feito cessar o mensalão. Mas não bastava. Qualquer presidente da República responsável teria reagido de forma indignada com medidas concretas de investigação e punição. O senhor acha que a imagem do presidente Lula está indelevelmente manchada e por isso já fala em desistir da reeleição para evitar uma derrota nas urnas? PERES: Ele deve aguardar para ver qual é o quadro daqui a um ano. É claro que ele tem apego ao poder, sim. Talvez mais por esse lado charmoso do poder de falar freqüentemente, viajar, se sentir um líder internacional. Isso deve ter mexido com a cabeça de um homem de cabeça simples como o Lula. Creio que seria muito doloroso para ele não continuar no poder por isso. Tudo indica que ele não gosta de operar o governo, de examinar problemas, de decidir, ele gosta é do palco iluminado. pdt-rj

Escrito por christian theodore às 12h10
[] [envie esta mensagem]


 
   Direitos Humanos na política de Brizola

Cientista político escreve sobre política de Direitos Humanos de Brizola 27/6/2005 Ao visitar o tema dos direitos humanos, vinculado à segurança pública, no primeiro governo Brizola (1983-1986), a cientista política Cristina Buarque de Hollanda resgata a memória da redemocratização, lembrando a atuação decisiva do governo pedetista no Rio de Janeiro. Os direitos humanos, pela primeira vez, foram associados à segurança da população mais pobre, passando a compor a agenda de políticas públicas. O livro demonstra como através de uma ruptura radical com o controle dos militares sobre as polícias dos estados, Brizola se insurgiu contra o modelo de violência contra os sujeitos desviantes e comunidades vulnerabilizadas, deslocando a ação da polícia para a negociação e incorporação das diferenças. Ao nomear um oficial negro para dirigir a Polícia Militar - Nazareth Cerqueira -, o governador se posicionou, simbólica e operacionalmente, contra a ““doutrina”“ da guerra contra os pobres, inaugurando o processo de autonomização da PM. Enriquecida com depoimentos de protagonistas da linha de frente como Vivaldo Barbosa, Nilo Batista, do próprio coronel Cerqueira, e consulta a 250 edições do Jornal do Brasil (““sim, porque a memória do Estado é triste”“, testemunha a autora), a pesquisa detalha a importante inovação cultural e institucional que foi ensaiada, lamentando a falta de continuidade daquela interlocução com o povo, o que nos leva, hoje, a enfrentar, em escala ainda maior, o desafio de definir uma política de segurança nos termos do estado de direito democrático. Como lembra Ricardo Lessa no prefácio, tratava-se de superar o legado autoritário que vinculava a atividade policial a uma perspectiva de ““limpeza social”“, com contornos racistas. O rompimento com o paradigma repressor da ditadura incorporou socialmente os negros, mestiços e pobres, deslocando a intervenção da polícia, dos bandidos para os cidadãos. Segundo Cerqueira, a polícia era chamada a trabalhar com as expectativas de seus clientes ““que não são os bandidos, mas a comunidade”“. Nesse contexto, o apelo banalizado à violência que viria a ser defendido por policiais civis, e por parcela da opinião pública, deveria dar lugar a estratégias de mediação social, deslocando a ação primordial da polícia para a esfera da prevenção, no bojo de uma ideologia que enfatizava a democracia social e racial: o chamado socialismo moreno. O ambicioso projeto de segurança acabou esbarrando - reconheceu Cerqueira - nas limitações de uma política de difícil implementação: ““Fomos ingênuos de não achar que as resistências seriam maiores”“, deduziu o policial pacifista que, como Ghandi, acabou assassinado. A eleição de Moreira Franco como sucessor de Brizola com apoio avassalador da imprensa (sob a promessa de ““acabar com a violência em seis meses”“), revelou o impasse daquela aposta corajosa - mas sem preparação de campo - no paradigma da cidadania, e o erro de cálculo do brizolismo em acreditar no poder criativo de uma corporação enraizada na cultura da violência que conspirou contra o projeto com sucessivos e propositais ““gols contra”“. A visão tecnicista de polícia que emergiu na era Garotinho, se por um lado cicatrizou feridas antigas como a do aparelhamento da tropa, combateu a ““banda podre”“ e modernizou as estruturas, não superou a clivagem entre a segurança pública e a questão social, nem esboçou uma mediação com as camadas populares, com vistas a um armistício minimamente consistente. Polícia e direitos humanos, em que pese o tema espartano, de difícil digestão, trabalha com habilidade as tensões daquele período singular, revelando uma autora talentosa - de apenas 26 anos - que impressiona na perseguição à verdade. Com esta obra de Cristina Buarque, pode estar sendo inaugurado um ciclo necessário na produção acadêmica, voltado para a contribuição de Brizola à causa dos direitos democráticos: uma espécie de justiça póstuma ao grande estadista no campo das idéias. pdt-rj

Escrito por christian theodore às 11h59
[] [envie esta mensagem]


 
   Aristides Junqueira desiste de defender o PT

-------------------------------------------------------------------------------- Sábado, 02 de Julho de 2005 Aristides deixa defesa -------------------------------------------------------------------------------- O PT confirmou ontem que o escritório do ex-procurador-geral da República na época do processo de impeachment do presidente Fernando Collor, advogado Aristides Junqueira, desistiu de fazer a defesa dos dirigentes do partido, acusados de corrupção pelo deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ). A decisão de Junqueira foi comunicada ontem ao presidente do PT, José Genoino, que é um dos acusados. O motivo da desistência foi o fato de Junqueira ser sócio no escritório do subprocurador-geral da República José Roberto Santoro, que atuou nas investigações sobre Waldomiro Diniz – o assessor do ex-ministro José Dirceu – flagrado pedindo propina ao bicheiro Carlinhos Cachoeira. Justamente Dirceu é apontado como um dos mentores do mensalão, o caso em que a banca de Junqueira defende a cúpula petista O presidente do PT, afirmou, ao site oficial do partido, o Portal do PT, que Aristides Junqueira comunicou-o ontem de manhã que deixaria de atender o partido por causa de uma impossibilidade de natureza ética-profissional. "Insisti para que ele continuasse como advogado do PT, mas entendi seus motivos. Nossas relações são as melhores possíveis”, afirmou Genoino. Ele lembrou que os quatro dirigentes citados em acusações do deputado Roberto Jefferson — Delúbio Soares, Sílvio Pereira, Marcelo Sereno e ele próprio, Genoino — já têm advogados contratados. depoimentosFuncionárias da SMPB Comunicação, da qual o empresário Marcos Valério de Souza é sócio, negaram à Polícia Federal participação nos saques de R$ 16,5 milhões feitos pela empresa. Segundo o delegado que tomou o depoimento, Simone Vasconcelos e Geiza Dias disseram nunca terem visto grandes somas de dinheiro na agência e que havia saques em espécie para pagamento de artistas contratados. Geiza disse que não sacou dinheiro para a agência, nem pediu para que outro funcionário o fizesse. Simone afirmou desconhecer a suposta distribuição de dinheiro, que teria sido feita por ela, e que esteve em Brasília para tratar da filial da SMPB na cidade.

Escrito por christian theodore às 11h02
[] [envie esta mensagem]


 
   O choro de Delúbio

-------------------------------------------------------------------------------- Sábado, 02 de Julho de 2005 Delúbio chora e fala em manobra golpista -------------------------------------------------------------------------------- Tesoureiro do PT diz que a direita planeja derrubar Lula O tesoureiro nacional do PT, Delúbio Soares, afirmou, em Goiânia, que a militância petista deve "lutar contra o movimento de direita que pretende derrubar o governo Lula". Segundo ele, durante num discurso na Assembléia Legislativa de Goiânia, na noite de quinta-feira, a "direita" deseja o impeachment de Lula. "Se deixarmos, a direita vai querer fazer o impeachment do presidente", disse Delúbio Soares, durante a posse dos novos diretores do Sintego (Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás). Acusado de ser um dos executores de suposto esquema de pagamento de mesada a deputados, Delúbio fez um discurso emocionado durante cerca de meia hora e chorou por três vezes. Ele se recusou a dar entrevistas depois. "Estou falando tudo agora, mas não vou atender à imprensa depois. Estou num diálogo com a minha categoria. Vou falar na CPI e na Comissão de Ética, quero que me convoquem, para mostrar ao Brasil aquilo que falei na entrevista coletiva: que o PT não compra deputado, o PT não compra voto, o PT tem é projeto político para governar o País. Imaginem vocês se o PT ia comprar voto de deputado, se ia carregar malas de dinheiro. E isso os caras falam na maior cara dura. Não têm uma prova. É mentira - disse Delúbio ao jornal Diário da Manhã, de Goiânia. mídiaDelúbio acusou os veículos de comunicação do Brasil de trabalharem a favor dos interesses “dos setores conservadores que querem voltar ao poder”. “A direita, os conservadores, e vou dar nomes: a revista Veja, o Estadão, a Folha de S. Paulo querem fazer o impeachment do presidente Lula”, acusou. “Porque a mentira que foi apresentada em tudo quanto é capa de jornal e revista visa destruir não é Delúbio Soares, filho de Janira Alves e Antônio Soares. Eles querem destruir o projeto político que desenvolvemos para o País.” Delúbio se disse vítima de forças que não admitem “o presidente Lula governar por mais quatro anos”. “Querem fazer coro para Antonio Carlos Magalhães, para Jorge Bornhausen, os responsáveis pela miséria deste País. Porque sempre estiveram no governo e agora estão fora. Eles não admitem acabar com a fome no Brasil. Isso é afronta à sociedade brasileira”. Delúbio disse que, no ano em que acusam seu partido de pagar o mensalão, as campanhas do PT nos municípios enfrentaram dificuldades financeiras. A assessora da Casa Civil, Sandra Cabral, também esteve no evento. jornal de brasília

Escrito por christian theodore às 10h59
[] [envie esta mensagem]


 
   PMDB terá 4 ministérios e Meirelles enfim sai!

Sábado, 02 de Julho de 2005 Anuncio será na segunda. PMDB ocupará quatro pastas e Meirelles sai Opresidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu ontem sua reforma ministerial que deve ser anunciada na segunda-feira. As mudanças ampliam a representação das bancadas do PMDB, reduzem o espaço do PT e substituem os ministros candidatos às eleições de 2006. A reforma será mais ampla do que se cogitava, alcançando também as estatais com dirigentes que tenham pretensões políticas. Fontes palacianas asseguram que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, será trocado, embora ele tenha negado na quinta-feira que vá disputar o governo de Goiás. O nome para substitui-lo é do secretário-executivo da Fazenda, Murilo Portugal. Lula decidirá também sobre a substituição de dirigentes de estatais candidatos às eleições, o que pode levar à troca do presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, e a mudanças na Chesf e outras empresas. Entre os ministros, a mudança mais importante será a saída do petista Humberto Costa, para entregar o Ministério da Saúde ao PMDB. O deputado Saraiva Felipe (PMDB-MG) é o nome que Lula considera para o cargo desde quarta-feira, mas enfrenta grandes resistências da bancada do PT. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) chegaram ao Palácio do Planalto no final da manhã de ontem para garantir, diretamente com Lula, a indicação de Saraiva. Lula reservou sua agenda para definir o destino de quatro ministros. O primeiro deles foi Eduardo Campos (Ciência e Tecnologia), que deve permanecer no cargo porque se comprometeu a não disputar as eleições do próximo ano. jornal de brasilia

Escrito por christian theodore às 10h56
[] [envie esta mensagem]


 
   Carmem da UnB

Na UnB, releitura de Carmem Na versão dos alunos, a protagonista de ópera de Bizet vira vítima da violência Grupo de teatro formado por alunos de música e artes cênicas da Universidade de Brasília apresentará, na próxima semana, a releitura da ópera Carmen, do francês Georges Bizet. A obra encenado pela primeira vez em 1875, fala da vida da cigana Carmen, mulher conhecida por sua sensualidade e que acaba assassinada por seu amante, Don José, que diz ter sido abandonado. Nas versões tradicionais, Don José é retratado como vítima. O grupo da UnB, que faz parte da disciplina Ópera Estúdio, do Departamento de Música, pretende mudar esta visão e mostrar que Carmen foi mais uma vítima da violência contra a mulher. No foyer do Teatro Nacional - onde o espetáculo será apresentado - haverá uma exposição multimídia com fotos de mulheres agredidas por maridos, parentes, amigos ou mesmo desconhecidos. - Nas montagens tradicionais falta a parte do texto original de Bizet que retrata a personalidade doentia de Don José. Estamos recuperando esta idéia para mostrar que Carmen é a vítima - afirma o professor Marcus Mota, do Departamento de Artes Cênicas da UnB, diretor do espetáculo. A montagem começou com um projeto da professora Irene Bentley, do Departamento de Música da UnB. Há dois anos, ela criou a disciplina Ópera Estúdio para que seus alunos de canto pudessem exercitar a encenação. No primeiro ano, os alunos faziam apenas a leitura dramática - encenação na qual os cantores podem ler o texto - de óperas clássicas. No segundo semestre do ano passado, a professora convidou Marcus Mota para participar da versão contemporânea de Bodas de Fígado, de Mozzart. A apresentação aconteceu no Teatro Ulysses Guimarães, da Universidade Paulista (Unip) e, devido ao grande sucesso, os professores decidiram ampliar o projeto. - Em Bodas de Fígaro, a equipe tinha apenas 14 pessoas. Para a montagem de Carmen participaram 127 pessoas. Destas, 78 fazem parte do elenco - afirmou Mota. Uma maratona de oito horas semanais de ensaios, totalizando mais de 700 horas ao longo do semestre, resultaram na produção que estréia nesta segunda na Sala Martins Pena do Teatro Nacional. A entrada será gratuita e a distribuição de senhas começa a partir das 18h30. Além dos alunos de artes cênicas e músicas, a montagem conta com a participação do Coro do Senado e do coral infantil Viva Voz. Vânia Marise faz a parte instrumental com o piano. As músicas, cantadas em francês, serão legendadas. Serviço: Ópera Carmen. Direção: Marcus Mota. Com o grupo Ópera Estúdio, da UnB. Local: Sala Martins Pena do Teatro Nacional. Dias 04 e 05/07 às 20h. Entrada gratuita com distribuição de senhas de acesso a partir das 18h30. Duração: 2h40. Músicas em francês serão legendadas. [02/JUL/2005] |

Escrito por christian theodore às 10h52
[] [envie esta mensagem]


 
   A Colômbia é bem ali!

Crise humanitária só é pior na África Combates entre Exército e guerrilha empurram refugiados para as grandes cidades, onde paramilitares os exploram BARRANQUILLA - Centenas de colombianos estão chegando toda semana à periferia das cidades ao longo da costa caribenha colombiana, como Barranquilla, em um fluxo movido pelo aumento da violência nos combates entre o Exército e guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Deixadas vulneráveis por um governo muito fraco para protegê-las, famílias deslocadas estão na miséria e sob uma exploração que as Nações Unidas classificam como a pior crise humanitária em andamento fora do continente africano. Milícias paramilitares ilegais, formadas em 1980 por donos de terras que tentavam proteger suas propriedades do avanço da guerrilha marxista, descobriram como é fácil oferecer ''empréstimos'' com 20% de juros ao mês a pessoas desesperadas. - É muito caro, mas o que mais posso fazer? - perguntava uma mulher de 39 anos, que não se identifica, moradora de um poeirento subúrbio da cidade. Seu empréstimo foi de 50 mil pesos (em torno de US$ 21), tomado de um homem que diz fazer parte da ''máfia que é controlada pelos paramilitares''. Precisava do dinheiro para comprar as frutas que tentava revender na rua. A mulher tem esperança de ganhar o suficiente com a venda para sustentar seus cinco filhos, comprar mais frutas e ainda assim pagar o empréstimo. Mas sabe que pouco ou nada sobrará. Sem dinheiro para adquirir as frutas, também não terá novo empréstimo. - É uma armadilha. Eles dão o dinheiro mas não aceitam atraso. Nós sabemos que é uma ameaça - diz. Outros dizem ter visto as conseqüências desse atraso. Assassinatos não são incomuns por ali. E os matadores são os mesmos jovens que passam todos os dias pelas ruas com suas motos, fazendo a coleta do dinheiro para seus patrões. A polícia é muito pequena para essa grandemente desconhecida onda de crimes, cujos alvos a ONU estima sejam os mais de 2 milhões de deslocados internos na Colômbia. A maior parte deixou suas casas no interior e se concentrou no Norte no entorno das cidades, incluindo a capital, Bogotá. Líderes paramilitares estão em conversações com o governo para abandonar a disputa armada que travam contra os guerrilheiros. Enquanto entregam os uniformes como parte do acordo, muitos colombianos temem que passem a viver apenas do crime organizado. - Os ''paras'' estão usando esses empréstimos para se infiltrar na sociedade colombiana a partir da base - avalia Mauricio Romero, analista da Universidade Rosário em Bogotá. - O objetivo disso é construir um poder político, como a máfia italiana fez nos Estados Unidos a partir dos bairros pobres de Nova York. Na eleição do ano que vem, muitos dos empréstimos serão perdoados desde que as pessoas votem nos candidatos apoiados pelas gangues. Para Romero, as milícias, culpadas de crimes atrozes, ampliaram sua influência ajudando governadores, prefeitos e políticos a se elegerem. Os paramilitares garantem ter 35% do congresso, enquanto os refugiados seguem indefesos. - Os próprios policiais acabam com você - diz um refugiado em Barranquilla - São pagos para tirar do caminho quem está investigando ou acusando os ''paras'' ou o crime organizado. Temos de manter a boca fechada se quisermos continuar com nossas famílias. Quem fala acaba sempre desaparecendo - completou. A polícia diz que a acusação é falsa e que as autoridades aumentaram a quantidade de prisões de paramilitares como parte do esforço para erradicar o crime organizado. O governo, por sua vez, afirma gastar mais para cuidar dos refugiados, mas o orçamento é engessado. Já o cofre das milícias e dos rebeldes engorda em função do crescimento das vendas no mercado da cocaína. A despeito do plano de segurança apoiado pelos Estados Unidos, a Colômbia tem apenas a metade dos oficiais de polícia por habitante em relação ao registrado nos países da União Européia, e seu exército é tão pequeno quanto o dos menores integrantes do bloco. A avaliação é do Instituto Seguridad y Democracia, de Bogotá. A capital tem, por exemplo, um terço da força policial (por 100 mil habitantes) que Nova York. - O Estado é fraco e incapaz de aplicar a lei - avalia o diretor da ONG, Alfredo Rangel. Enquanto o presidente Alvaro Uribe foca seu governo na derrota dos rebeldes, os paramilitares estão se tornando mais fortes nas áreas que controlavam, estabelecendo zonas fechadas e banindo coisas que desaprovam, como os cabelos compridos para os homens e as minissaias para as mulheres. A denúncia é de grupos de direitos humanos que acusam as milícias de violar a lei sem qualquer interferência das autoridades. A ONU abriu escritórios no país de forma a apoiar o esforço do governo em melhorar os serviços básicos. Um deles fica no subúrbio da capital chamado Soacha. Ali, em maio, homens não identificados invadiram as salas de aula para avisar que as crianças não poderiam sair às ruas depois do entardecer. Dois adolescentes foram executados depois por terem sido encontrados fora de casa à noite. - Quando fechamos nosso escritório, nunca depois das 17h, não sabemos o que ocorre de madrugada - completa Roberto Meier, representante do escritório da ONU para refugiados. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 10h43
[] [envie esta mensagem]


 
   A era de ouro da Rádio Nacional

Peça, livro e digitalização A proximidade do aniversário de 70 anos da Rádio Nacional, que será comemorado em 2006, inspira uma série de atividades culturais, dentro e fora da emissora. Um livro, uma peça de teatro e a digitalização do acervo iconográfico tornam mais completo o processo de revitalização. Grande parte da memória da Rádio Nacional hoje pertence ao Museu da Imagem e do Som, que está cuidando da informatização de todo o material, para depois restituir uma cópia dos arquivos digitalizados à rádio. São discos, fitas, roteiros de programas e de radionovelas, fotos e toda sorte de material iconográfico. - Já temos espaço para fazer aqui o Museu da Rádio Nacional. Nossos arquivos têm consulta livre, abrigamos ensaios do projeto Pixinguinha, os programas de auditório são abertos ao público. A Nacional quer voltar a ser um pólo cultural na cidade - diz Cristiano Menezes, que adianta: - Na cobertura do prédio queremos construir um restaurante, inclusive para melhor aproveitar a vista privilegiada que este prédio possui. O edifício A Noite, projetado pelo francês Joseph Gire, arquiteto do Copacabana Palace, marca a adoção de uma estética menos européia e mais americana nos prédios brasileiros, como a adotada nas construções de Chicago. Foi, na sua época, a maior construção estruturada em concreto armado. Os gastos com o edifício, um dos muitos empreendimentos que contaram com participação do americano Percival Farquhar, não foram saldados no prazo e, por causa disso, a Rádio Nacional, que iniciou atividades como uma empresa privada, foi incorporada à União na década de 40. A Nova Fronteira prepara uma edição de luxo sobre a história da Rádio Nacional, fartamente ilustrada, tendo como base o acervo Paulo Tapajós, comprado pela editora e pela Petrobras para ser doado ao Museu Rádio Nacional. A organização da obra, ainda sem título, é de Claudia Pinheiro. Uma das atrações mais esperadas é o musical Rádio Nacional, as ondas que conquistaram o Brasil. A peça, com previsão de estréia em março, tem como fio condutor o dia-a-dia de uma mulher suburbana, submissa a um marido mulherengo, cuja única companhia é o rádio. A Nacional é fundamental para a grande virada na vida da personagem. - Vamos retratar tudo. Os grandes programas, shows de calouros, o rádio-teatro, a torcida dos fãs na disputa pela coroa de Rainha do Rádio entre Emilinha e Marlene. A Nacional emocionou muita gente, é um cenário riquíssimo - adianta Claudia Vignone, produtora do espetáculo, que tem direção de Fábio Pillar e direção geral de Bibi Ferreira. A montagem terá a participação de oito ou dez atores, entre eles a cantora Márcia cabral. O figurino e o cenário, que reproduzirá o glamour da Rádio Nacional, levam a assinatura de Marcelo Marques, que faturou o Shell do ano passado pela montagem de O último dia.

Escrito por christian theodore às 10h38
[] [envie esta mensagem]


 
   Vozes de Veludo

Uma nova era de ouro Com repertório renovado, Rádio Nacional volta a lotar com programas de auditório de música brasileira Monique Cardoso Parecia impossível, mas os programas de auditório estão de volta à Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Criada em 1936, a emissora é até hoje, para várias gerações, o símbolo de um período de ouro da música brasileira: o da pré-televisão, nos anos 40, 50 e parte dos 60. Sobrevivendo precariamente nos últimos anos, a rádio, que já foi a mais importante do país, começou a ter sua história reescrita há um ano, quando foi inaugurada a nova programação da emissora, dentro de um amplo projeto de revitalização. Com a volta dos fãs às cadeiras dos programas de auditório, o prédio histórico art déco A Noite, na Praça Mauá, acaba de uma vez por todas com os boatos de que a Rádio Nacional saiu do ar. Sua freqüência - no duplo sentido - continua a mesma: AM 1130 kHz. - Estou neste auditório realizando um sonho. Descobri o mundo pela Rádio Nacional. Meu pai reunia filhos e vizinhos em volta do rádio, que funcionava ligado a uma bateria de carro - conta Cleusa Carneiro, 48 anos, que nasceu na distante Mairi, no alto sertão baiano, mas que trocou Salvador pelo Rio há dois anos. Na semana passada, em uma cena inimaginável no auge da Nacional, Cleusa fotografava com seu celular a apresentação do legendário Época de Ouro, que toca todas as sextas no estúdio Paulo Tapajós, em programa homônimo apresentado por Cristiano Menezes. - Vou mandar a foto para minha mãe, que tem 81 anos. Ela não vai nem acreditar - diz Cleusa, no estúdio que leva o nome de um dos principais diretores artísticos da Nacional. Além de apresentar o programa Época de Ouro, Cristiano é o atual diretor da Rádio Nacional e um dos responsáveis pelas mudanças, ocorridas após a aquisição de um transmissor apto à receber tecnologia digital. O velho transmissor, com mais de 30 anos de uso, não tinha mais peças de reposição e o sinal - que já chegou a todos os cantos do Brasil e até a alguns países da América Latina - se limitava à parte do Rio de Janeiro. Presidente da Radiobrás, o jornalista Eugênio Bucci obteve apoio da Petrobras para a recuperação da Nacional a partir de um convênio que, sem injeção direta de verbas, permitiu a realização de obras e a compra de equipamentos. - Tudo aqui faz parte da memória afetiva do Rio. Agora a rádio está viva novamente - conta Cristiano. Os modernos equipamentos surpreenderam Jorginho do Pandeiro, fundador do Época de Ouro junto com Jacob do Bandolim. - No primeiro dia quase chorei de emoção por tocar aqui, depois de 30 anos, com meu próprio conjunto. Trabalhei acompanhando grupos aqui de 1949 até 1977. Naquela época não tinha esse negócio de retorno do som. Hoje a acústica é perfeita, o som sai sequinho, é possível ouvir todos os instrumentos. Além disso é quente, o público está pertinho. O bandolinista Bruno Rian, que toca com Jorginho, tem apenas 24 anos mas se sente muito à vontade no programa. - Conhecia o trabalho do conjunto por causa do meu pai, o bandolinista Deo Rian. Mas nunca imaginei que fosse tocar com o Época de Ouro, ainda mais aqui na Rádio Nacional - conta Bruno, que toca ao lado do veterano César Farias, pai de Paulinho da Viola. - Estamos tocando muitas composições novas, de gente experiente e de jovens talentos. A revitalização não é uma volta ao passado. O auditório, hoje batizado de Radamés Gnatalli, em homenagem ao compositor e antigo maestro da Nacional, tinha capacidade para 496 pessoas sentadas. Foi reconstruído e atualmente tem 150, mais os 80 lugares do estúdio. Em programas como o Época de Ouro, o Dorina ponto samba, apresentado pela cantora Dorina, e Sempre sucessos, de Gerdal dos Santos, a lotação dos espaços é garantida. - É uma pena o auditório ser pequeno. Freqüento a rádio desde o ano passado, o que para mim é uma realização. Quando eu era jovem, papai não deixava vir. Ouvia pelo rádio e imaginava, depois conhecia os artistas pelas revistas. Era muito melhor que a TV - diz Vera Castro, 64 anos. A cantora Dorina, que apresenta um programa só de samba, acrescenta que a Nacional é uma das poucas emissoras que cumprem um dos papéis sociais do rádio: divulgar da cultura brasileira através da música. - Aqui todo mundo pode assistir a excelentes shows de música brasileira, e de graça. Não tem essa de jabá, ninguém precisa se preocupar em usar a roupa de determinada grife nem ser um rostinho bonito. O que importa é a música e a voz. A coordenação da programação musical da Nacional é do compositor e poeta Sérgio Natureza. Ele explica que não foi difícil obedecer a nenhum dos parâmetros da Radiobrás - que não permite a veiculação de música estrangeira, por exemplo - e que o fato de a emissora ser pública amplia muito as possibilidades do repertório. - A tônica da rádio é a diversidade. É claro que não conseguimos contemplar tudo, mas o fato de não existir um esquema comercial com gravadoras nos permite tocar música de qualidade que não costuma ter lugar na mídia paga - explica Sérgio. A programação está preenchida 24 horas por dia pelo esquema música e informação. O dia começa com Manhã Nacional, ancorado por Marco Antônio Monteiro, em seguida vem o Redação Nacional, com Neide Marçal. O noticiário, entretanto, está muito preso ao conteúdo da Agência Brasil. Cristiano Menezes, que começou a fazer rádio em 1977, na Roquete Pinto, com passagens em emissoras como a Globo FM, Rádio JB e Cultura de Brasília, espera poder ampliar a redação da Nacional: - Não estamos dando conta de cumprir toda a pauta do Rio e ainda faltam aqui departamentos de marketing, informática, assessoria de imprensa. Brasília é muito longe. Peça, livro e digitalização [02/JUL/2005] | jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 10h37
[] [envie esta mensagem]


 
   Adolescente filma transa com a própria namorada e divulga na internet

Brasil Sexta, 1 de julho de 2005, 17h18 Atualizada às 20h28 Jovem que filmou sexo com namorada pode ser detido Últimas de Brasil » Vazamento de gás deixa 9 internados em BH » Trens terão horário especial no RS » Mulher comandava tráfico da cadeia no RS » Recapeamento fecha rua por dois dias no Rio Busca Saiba mais na Internet sobre: Oriente Médio Emigração Imigração União Européia Turismo Faça sua pesquisa na Internet: Um jovem de 17 anos que filmou a relação sexual com a namorada pode ser detido no Rio de Janeiro. A gravação foi realizada em fevereiro do ano passado num quarto cedido por um amigo do rapaz, onde havia uma webcam instalada no computador. O amigo que cedeu a casa também pode ser detido. A denúncia foi feita ao Ministério Público do Rio de Janeiro no dia 20 de junho, onde a garota dizia não ter conhecimentos da filmagem e que só ficou sabendo porque colegas de escola debocharam dela. A Coordenadoria de Investigações Eletrônicas do Ministério Público, através de um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça, foi nesta manhã a casa do estudante, onde apreendeu todo tipo de material de informática e descobriu que no computador do garoto havia outros filmes de relações sexuais com outras garotas. Segundo o chefe dos assistentes técnicos da Coordenadoria de Investigações Eletrônicas, Wanderley Abreu Junior, o vídeo já circula em vários países. O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê pena de dois a seis anos de prisão para o crime de produção e divulgação de pornografia infantil. Como os dois acusados são menores, caberá ao juiz decidir se eles serão ou não submetidos a regime de privação de liberdade. Os adolescentes vão responder pelo crime no Juizado da Infância e da Adolescência. Redação Terra

Escrito por christian theodore às 23h10
[] [envie esta mensagem]


 
   Escola

Sexta-feira, 01 de Julho de 2005 Estudantes agridem porteira -------------------------------------------------------------------------------- Uma briga entre alunos da Escola Classe da Quadra 425, em Samambaia Norte, terminou com agressões a uma funcionária. A porteira Joana D'Arc Tenório de Lima Ribeiro, 40 anos, foi praticamente linchada pelos estudantes quando tentava apartar uma briga entre dois alunos da quarta série, na quarta-feira. A confusão, no recreio, à tarde, envolveu crianças entre 12 e 14 anos. Dois alunos teriam começado a brigar e os outros acompanhavam. Joana, que vigiava os estudantes, correu até o grupo para tentar acabar com a briga. Foi quando ela foi derrubada no chão e agredida por vários alunos. "Não foi nada pessoal, não queriam me machucar. Começou com uma brincadeira, mas, na bagunça, caí no chão e virei alvo dos mais exaltados", disse a porteira, que trabalha há 12 anos na escola. Joana foi cercada por quase 200 alunos. Ela foi pisoteada, levou chutes, puxões de cabelo e foi atingida por uma bola de gude. "Quando a bolinha me atingiu pensei que fosse um tiro", contou Joana, que não teve chances de defesa. "Fui cercada por uma multidão e atingida principalmente pelos maiores." Ela só conseguiu se livrar quando outra funcionária, que observava os alunos, correu para socorrê-la. Na hora das agressões, mesmo cercada, Joana tentava proteger o rosto, escondendo a cabeça. "Na hora, só consegui pensar em proteger minha cabeça, o resto não importava", disse. suspensãoPor não ter sido visto pela diretoria como relevante, o caso não foi registrado na delegacia. Três alunos foram advertidos e suspensos: os dois envolvidos na briga e outro identificado pela porteira como um dos agressores. Ele teria puxado seu cabelo. Joana não sofreu lesões visíveis, mas garante que nunca imaginou que isso pudesse acontecer. "Pensei que pelo tempo que trabalho aqui eles tivessem respeito." Segundo ela, outros quatro alunos a teriam agredido, mas ela prefere não falar sobre os autores. Ela recebeu pedidos de desculpas de algumas crianças e teve o apoio de mães de alunos que foram à escola e telefonaram para sua casa. "Me procuraram para saber se eu estava bem", disse. Para a porteira, o que deve ser levado em conta é a sede de violência dos alunos. "Poderia ter sido uma professora ou criança", diz preocupada. O alerta, segundo ela, vale para a escola, onde estudam crianças da pré-escola até a 4ª série, entre 3 e 14 anos. jornal de brasília

Escrito por christian theodore às 22h35
[] [envie esta mensagem]


 
   Roriz enfim vai deixar o governo do DF

Roriz deixará o governo em março Governador avisa que a vice Abadia assumirá e só não diz que cargo eletivo pretende disputar no ano que vem Adriana Bernardes O governador Joaquim Roriz (PMDB) anunciou, ontem, que em março do ano que vem passará o cargo à vice-governadora Maria de Lourdes Abadia, para disputar as eleições. Só não adiantou qual cargo político pretende disputar. A presunção é de que tentará eleger-se senador. Mais uma vez, Roriz recomendou à população que ''olhe bem e grave os nomes daqueles que estão ao meu lado''. Em tom de despedida, declarou que o ''tempo dele terminou'', mas que deixará a sua filosofia de governo impregnada na equipe. - Eu não escolho ninguém por acaso. A Maria Abadia é uma mulher extraordinária, que tem demonstrado fidelidade ao governo e feito excelente trabalho. Tem o Filippelli (Tadeu Filippelli, do PMDB, secretário da Agência de Infra-estrutura e Desenvolvimento Urbano) e outros companheiros que não citei o nome porque estão ausentes. Mas daqui a um tempo eu voltarei pra dizer quem eu quero que vocês apoiem - avisou Roriz. Inauguração - As declarações foram durante o lançamento das obras de implantação da rede de água do setor de indústria e materiais de construção de Ceilândia. A obra avaliada em R$ 1,6 milhão deverá atender a 10 mil pessoas e terá 21 quilômetros de rede e 1,3 mil ligações prediais. É mais uma etapa do projeto Água Nossa II e tem como meta levar água potável, coleta e tratamento de esgotos para 100% da população do DF até o fim de 2006. Segundo o balanço apresentado pelo presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Fernando Leite, o DF tem hoje 98% de água potável, 90% de esgoto tratado e 95% de esgoto coletado. - O investimento total do projeto é de R$ 400 milhões e ainda temos R$ 150 milhões que serão investidos neste, e no próximo ano, quando concluiremos a meta do governo de levar água potável, coleta e tratamento de esgoto para todas as famílias do DF - afirmou Leite. O Administrador Regional de Ceilândia, Rogério Rosso, ressaltou que a rede de água é uma reivindicação antiga dos empresários do setor de indústrias que existe de 1985. Rosso adiantou que o próximo passo será concluir a iluminação e asfaltamento do local. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 22h28
[] [envie esta mensagem]


 
   Eliana pedrosa brizolou?

Brizola, o estadista da educação Eliana Pedrosa Deputada distrital pelo PFL Um ano após a sua morte, gostaria de reverenciar um dos mais lúcidos políticos que esse Brasil já conheceu: o ex-governador Leonel de Moura Brizola. E porque falo em lucidez. Porque o Brasil não é um país de lúcidos. Se o fosse, teria feito o maior investimento que qualquer nação séria tem que fazer: Educar seu povo. Brizola pensava assim. Eu penso assim. Muita gente pensa assim. Candidatos em campanha falam muito em investir na educação. Mas, infelizmente, o que fica são discursos, nada mais. Com Brizola não foi assim. Com Brizola foi diferente. Não é à-toa que o ex-governador é chamado de estadista da educação. Já na década de cinqüenta, jogava todos os recursos do Estado em ambiciosos programas de educação pública. Implantou mais de seis mil escolas em quatro anos de governo no Rio Grande do Sul. Brizola semeou a mais consistente das bandeiras políticas. Assegurar a educação para todos. Em 1983 Brizola assumiu o governo do Rio de Janeiro e iniciou uma ação verdadeiramente maior e transformadora no campo da Educação, de amplitude e profundidade jamais alcançadas na história do país. Escolas foram restauradas, a rede de ensino foi ampliada, além do intenso esforço de participação e aperfeiçoamento do magistério. Mas o grande sonho estava para se realizar. Brizola deu o tom de seu governo: Educação integral para todas as crianças e adolescentes do estado. Trouxe o professor Darcy Ribeiro, trouxe o arquiteto Oscar Niemeyer. Trouxe o sonho de formar brasileiros plenos. O sonho da igualdade. Nasceram, então,os Centros Integrados de Educação Pública - Os CIEPs. Utopia ou algo perfeitamente possível? Perfeitamente possível. Uma escola em tempo integral. Nela as crianças passariam o dia inteiro. Lá estudariam. Lá teriam alimentação balanceada, esporte, cultura e lazer. O transporte até a escola seria feitosem o tão complicado passe estudantil. Uniformizados, os meninos e meninas do Rio entrariam nos ônibus pela porta da frente. Nos fins de semana, a escola aberta eservindo a comunidade com suas quadras de esporte, suas bibliotecas, seus teatros e seu complexo aquático. Muitos foram contrários à idéia. Muitos criticaram o governador Brizola. Para que uma escola em tempo integral? Custa muito caro aos cofres públicos. Uma criança no CIEP custa 45 dólares ao mês. É muito caro. No sistema de turnos, custa a metade. E os meninos e meninas do Brasil ficam mesmo é nas ruas. Ignorância e descaso. Descaso e insensatez. Egoísmo. Afinal, a maioria daqueles que criticavam as ações do ex-governador não precisavam de escola integral. Podiam pagar por ela. Essa gente não percebeu e não percebe que o nosso sistema educacional finge que ensina, finge que educa. Nossas crianças não aprendem, repetem o ano e, depois, abandonam a escola. Façamos as contas. O que é que custa mais caro? Mas o governador Brizola fez 500 CIEPs e o sonho virou realidade. E não fez para esses que o criticaram. Fez para a população que precisava, para a periferia, para os de baixa renda ou renda nenhuma. Brizola fez sua revolução no Rio de Janeiro! Darcy Ribeiro disse: ''Tive muitas alegrias na vida. A maior delas, de conduzir o Programa Especial do Rio de Janeiro, devo a Leonel Brizola, um estadista da educação com a coragem de investir um bilhão e duzentos milhões de dólares em Educação''. Pena que aqueles que o sucederam não deram continuidade ao projeto. Pena que o resto do país não copiou o projeto. Pena que o Brasil não se importa com os nossos jovens. Perdemos mais de 20 anos. Se tivéssemos acompanhado o governador Brizola no seu sonho, a verdadeira revolução já teria sido feita nesse país. Um povo educado produz mais, um povo educado cria mais. Um povo educado vota melhor. Um povo educado vota com a cabeça, não com o estômago. O exemplo do governador Brizola deve ser seguido por todos aqueles que se preocupam com o presente e com o futuro desse país. Eu, de minha parte, ainda aprendiz, tenho me espelhado no legado do ex-governador. Tenho norteado minhas ações parlamentares para a educação e, creio como ele, que devemos ter o compromisso sagrado com a disseminação do conhecimento em todos os níveis e por todos os meios. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 22h23
[] [envie esta mensagem]


 
   teatro

Afro-descendentes encenam sua diáspora A peça Os Negros estréia hoje, às 21h, no CCBB Aproveitando este momento de discussão da igualdade racial, a Companhia Black e Preto traz a Brasília o espetáculo teatral Os Negros, com texto do autor francês Jean Genet e direção do carioca Luiz Antônio Pilar. No elenco estão 13 atores negros que se dividem em dois grupos para fazer uma peça dentro da peça. Para representar os personagens brancos - rainha, governador, juiz, missionário e criado - os atores usam máscaras. A Companhia é uma produtora que atua desde 1994, sempre trabalhando com elenco de afro-descentes e com a temática da diáspora dos negros. A proposta do grupo é propiciar aos atores afro-descendentes opções de trabalho no campo das artes cênicas. - Durante a temporada no Rio de Janeiro, que durou três meses, a soma dos atores negros de todas as peças em cartaz na cidade era inferior ao número de atores do meu elenco - afirma Luis Antônio Pilar. No espetáculo, estão nomes de peso como Maria Ceiça, Sérgio Menezes, Romeu Evaristo e Maurício Gonçalves (filho de Milton Gonçalves). A brasiliense Nívia Helen também está entre os atores. A peça usa a metalinguagem para contar a história de um grupo de revolucionários negros de um país africano cujo líder é preso e está sendo julgado. Para desviar a atenção do julgamento - que acontece fora de cena - a comunidade negra faz uma encenação sobre o assassinato de uma mulher branca. - Já tinha vontade de montar esta peça e a seleção do CCBB propiciou isso. É uma história dentro da história - diz Pilar. Os Negros concorre ao prêmio Shell de figurino e iluminação e fará a abertura do 1º Festival Internacional, em Porto Alegre. O grupo apresenta-se também em São Paulo e na França. A temporada em Paris durará uma semana. Serviço: Os Negros. Direção e produção de Luis Antônio Pilar. Com Maria Ceiça e Maurício Gonçalves. De hoje ao dia 7 no Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, Trecho 2). De terça a sábado às 21h e domingo às 20h. Ingressos: R$ 15 e R$ 7,5 (meia entrada). Censura: 16 anos. [01/JUL/2005] jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 22h19
[] [envie esta mensagem]


 
   Brasil mostra a sua cara!

Estou reflexivo, muitos amigos sumiram, uns estão desempregados, outros talvez melhores que eu. Eu sou professor da educação pública no DF, e já começa a faltar alimento em minha casa por conta de uma prestação de R$500,00 tenho um salário de R$1.700,00 e a situação está ficando difícil para criar 2 filhos e uma esposa com esse salário, não tenho plano de saúde e nem casa própria, vivo em uma boa casa cedida por meus pais. Faço pós-graduação e espero aos poucos a vida melhorar. Tem 5 anos que espero, tento, e as coisas voltam a ficar difíceis, minha esposa ainda não conseguiu emprego e não temos dinheiro para inscrevê-la em um cursinho ou pagar uma universidade! É difícil para mim, se defendo tanto a inclusão de meus alunos, não conseguir incluir do ponto de vista social e econômico minha própria esposa! Isso para mim é um dilema, o dinheiro curto, a vida sem cinema, sem teatro, sem férias! A política corrupta do país, a decepção do Pt, os concursos que são fraudados. Como fazer? O jeito é esperar! Esperar meus pais chegarem! Estão no Caribe! Eles merecem! Não tem culpa de minha pobreza!

Escrito por christian theodore às 22h00
[] [envie esta mensagem]


 
   Pt tenta barrar cpi?

Partidos divulgam nota de repúdio a manobra governista para barrar CPMI Os líderes do PPS, PSDB, PFL, PDT e PV divulgaram nesta quinta-feira (30) nota suprapartidária em defesa da CPI Mista do Mensalão. No texto, os cinco partidos afirmam que o presidente Lula deu um exemplo de que não pretende apurar nada sobre o mensalão ao editar, no dia 29, medida provisória, em Diário Oficial extraordinário, cancelando a MP do Timemania, que trancava a pauta, com a clara intenção de liberar os trabalhos da Câmara em favor da aprovação de uma comissão "chapa branca" na Câmara, cujo deputados estão sob suspeita de receberem mesada do PT. A manobra, segundo a nota foi "destinada unicamente a atropelar a instalação da CPI mista do mensalão em favor de uma comissão controlada pela base governista". Leia abaixo a íntegra. NOTA SUPRAPARTIDÁRIA "O presidente da República que "estende a mão", promete investigações e diz ter "certeza que o Congresso Nacional saberá apurar todas as denúncias" demonstrou, ontem, que não deseja investigar nada das suspeitas que assolam seu governo. A atuação de sua base de apoio no Congresso, tanto ontem quanto nesta quinta-feira, reforçam essa constatação. O presidente agiu diretamente contra a transparência das investigações, com a publicação de uma esdrúxula edição do Diário Oficial da União destinada unicamente a atropelar a instalação da CPI mista do mensalão em favor de uma comissão controlada pela base governista. Restringir a investigação do mensalão à Câmara pode representar risco de os objetivos não serem alcançados, visto que caberá a alguns dos principais suspeitos do esquema indicar quem comporá a Comissão Parlamentar de Inquérito que apurará as denúncias. O PT e seus aliados no Congresso atuam firmemente para erguer um cordão de isolamento em torno de suspeitos inequívocos de corrupção. Buscam restringir punições àquele que rompeu o pacto de silêncio e denunciou a podridão instalada no círculo de poder da República, do qual fazia parte. A oposição quer, sim, investigar o mensalão. E considera que a CPI mista formalizada no Congresso, onde cumpriu todos os preceitos legais para ser instalada, é o melhor instrumento para tanto. A oposição quer, também, investigar denúncias de irregularidades na aprovação da emenda da reeleição. Apóia, por isso, a criação de uma CPI exclusiva para este fim. O presidente da República, seu governo, o PT e seus aliados no Congresso demonstram preferir o acobertamento. O Palácio do Planalto sabe onde as investigações sobre o mensalão podem chegar. E não quer que mais ninguém tenha conhecimento disso. Mas a Nação exige e irá saber de tudo. Brasília, 30 de junho de 2005 Alberto Goldman Líder da bancada do PSDB na Câmara dos Deputados Dimas Ramalho Líder da bancada do PPS na Câmara dos Deputados Marcelo Ortiz Líder da bancada do PV na Câmara dos Deputados Rodrigo Maia Líder da bancada do PFL na Câmara dos Deputados Severiano Alves Líder da bancada do PDT na Câmara dos Deputados VISUALIZAR PARA IMPRESSÃO | VOLTAR | ENVIAR site pps

Escrito por christian theodore às 19h07
[] [envie esta mensagem]


 
   Salve a Patuscada!

Sessão Solene na Câmara Legislativa em homenagem a Brizola A Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza nesta quarta-feira(29) Sessão Solene em homenagem a Brizola. Por ocasião da cerimônia os deputados irão se deslocar para a Sede do PDT, atrás do Itamaraty. A sessão acontece às 19h, na Sede do PDT. Essa sessão foi uma patuscada!

Escrito por christian theodore às 18h59
[] [envie esta mensagem]


 
   Prêmio Brizola de Educação

Prêmio Brizola de Educação A Executiva Nacional do partido designou os educadores Ézio Cordeiro, ex-reitor da UERJ, Maria Amélia, ex-subsecretária do Programa Especial de Educação do Governo Brizola (Cieps) e o professor Aurélio Fernandes, como integrantes da comissão julgadora do Prêmio Leonel Brizola de Educação - que tem por objetivo premiar um estudante e um professor que se destacarem. O estudante escolhido terá seus estudos financiados pelo partido até a sua diplomação e o professor será distinguido com o mérito Brizola de Educação.

Escrito por christian theodore às 18h57
[] [envie esta mensagem]


 
   Antes tarde do que nunca!

Parceria deve beneficiar 66 mil alunos -------------------------------------------------------------------------------- O GDF e o Yahoo! anunciaram uma parceria para o funcionamento do Projeto "Busca Educação", dirigido a educadores dos ensinos Fundamental e Médio da rede pública, para ensinar aos alunos como tornar mais fácil e eficiente o uso da internet na sala de aula e nas pesquisas escolares. Estima-se que o projeto, sem custos para o GDF, alcance 66 mil alunos. Com a presença da secretária de Educação, Vandercy Camargos, e do presidente do Yahoo! Brasil, Bruno Fiorentini Jr, o projeto, iniciado em novembro de 2004, em escolas de São Paulo, contemplará 130 das 610 escolas de ensinos Médio e Fundamental do Distrito Federal que possuem laboratórios de informática com acesso à internet. Estuda-se a sua aplicação nas bibliotecas escolares. Até o fim do ano, outras 80 escolas terão laboratórios de informática. blogAinda este ano, Rio e Recife receberão o projeto. Além de 2 mil exemplares de um guia de uso das ferramentas de busca do ponto de vista educacional, preparado por uma equipe de educadores e pedagogos para distribuição aos professores, o projeto também conta com o blog Yahoo! (www.yahoo.com.br/buscaeducacao), uma ferramenta interativa destinada a professores e alunos com informações sobre como utilizar pesquisas on-line nas atividades escolares, além de notícias, artigos, sugestões de atividades e troca de idéias entre educadores de todo o País. Tanto no manual quanto no blog será ensinado desde como definir um tema, a usar palavras-chave e até como filtrar e refinar a pesquisa. INTERCÂMBIONo blog, por sua vez, a empresa espera incentivar a troca de informações e experiências entre educadores de todo o País, além de fornecer dicas de aulas e sites recomendados para pesquisa. Indiretamente, outro tema ressaltado foi o uso indevido da internet pelos estudantes para copiarem pesquisas prontas. Segundo Valdir Mozinho, responsável por auxiliar a Secretaria de Educação sobre tecnologias que podem ser usadas na Educação, há muitas informações erradas na internet, e com o auxílio correto dos professores, os alunos aprenderão a pesquisar e selecionar o conteúdo disponível e não somente copiarem as respostas apresentadas. O programa foi anunciado na terça-feira. jornal de brasília.

Escrito por christian theodore às 18h49
[] [envie esta mensagem]


 
   José Edmar pode ser cassado por TSE

Destino do deputado nas mãos do TSE -------------------------------------------------------------------------------- O destino do distrital José Edmar (Prona) poderá ser definido hoje pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele é acusado de compra de votos, nas últimas eleições. Se condenado, poderá perder o mandato e os direitos políticos até 2014. O Recurso Especial Eleitoral, que deverá entrar na pauta do TSE, foi apresentado pela Procuradoria Regional do DF contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que manteve o mandato. Pelo processo, cabos eleitorais distribuíram fichas, nas quais os eleitores pediam favores, como dinheiro, emprego, lotes, em troca de votos. As fichas tinham foto e número eleitoral de Edmar. O caso foi apurado pela PF e o inquérito encaminhado ao Ministério Público Eleitoral. Foram encontradas, no comitê do candidato, carteiras de sócios do movimento. O vice-procurador-geral eleitoral, Roberto Gurgel, emitiu parecer favorável à cassação. Para ele, há provas da negociação. Já o TRE entendeu que Edmar não sabia da distribuição de fichas de cadastro do movimento, que apoiava a candidatura. A Assessoria de Imprensa do TSE não confirmou a votação hoje. O deputado não retornou as ligações da reportagem. Sua assessoria disse que o julgamento foi marcado para 2 de agosto, após o recesso do Judiciário. jornal de brasília

Escrito por christian theodore às 18h43
[] [envie esta mensagem]


 
   Ciro Gomes está no PSB

Ciro começa inchaço do PSB -------------------------------------------------------------------------------- Antes mesmo da filiação do ministro Ciro Gomes (Integração Nacional), o PSB já começou a inchar na Câmara. Pela manhã, três parlamentares, todos ligados a Ciro, filiaram-se à legenda. Dois deles vêm do PPS, o antigo partido do ministro: Júlio Delgado (MG), que era líder da bancada até cinco meses atrás, e B. Sá (PI). Já o deputado Ariosto Holanda (CE) veio do PSDB, onde era considerado "dissidente" em razão de sua proximidade com o governo federal. O PSB agora cresce de 17 para 20 deputados federais, número ainda inferior ao obtido nas eleições de 2002, 22 parlamentares. A legenda negocia com pelo menos outros cinco deputados federais, além de deputados estaduais e prefeitos, na esteira da chegada de Ciro. A direção do partido trata do assunto com cuidado, principalmente em razão do clima político no Congresso Nacional, marcado pela crise do "mensalão". "Estamos crescendo com qualidade e baseado em ideologia, não fisiologismo ", disse o líder do PSB na Câmara, Renato Casagrande (ES). jornal de brasilia

Escrito por christian theodore às 18h41
[] [envie esta mensagem]


 
   Cpi para investigar FHC

Governo garante a CPI da Compra de Votos -------------------------------------------------------------------------------- Manobras foram também para esvaziar a Comissão Mista do Mensalão O governo usou todos os meios que pode ontem para garantir a instalação da CPI da Compra de Votos (que abrange os governos Lula e FHC), e, ao mesmo tempo, esvaziar a CPI Mista do Mensalão (para apurar as denúncias de pagamento de mesada a compra de deputados). Nesse sentido, a principal manobra do Palácio do Planalto veio no meio da tarde de ontem, numa iniciativa considerada inédita. Como está restrita à Câmara, a CPI da Compra de Votos interessa ao governo porque seu controle sobre os deputados é bem maior do que sobre os senadores. O plenário da Câmara discutia a Medida Provisória 249, editada no último dia 4 de maio, para criar a Timemania, loteria cujo intuito era socorrer os clubes de futebol para que estes pudessem saldar suas dívidas tributárias e com o FGTS. Foi quando os líderes (do governo e da oposição) começaram a ser avisados de que o Planalto editara outra MP (a 254), revogando a Timemania. Uma edição extra do Diário Oficial, com apenas uma página e repleta de anúncios governistas, foi publicada com a nova MP. A MP da loteria trancava a pauta do plenário. Além da MP, outros três projetos de lei que tramitavam em regime de urgência também obstruíam as votações. Ou seja, nada mais poderia ser votado enquanto a MP e os projetos não fossem apreciados. O governo, então, teve outra ação e retirou a urgência desses três projetos. Sem urgência, eles deixaram de trancar a pauta. Revogada a MP, ficou livre o caminho para que a CPI só da Câmara pudesse ser votada. jornal de brasilia

Escrito por christian theodore às 18h37
[] [envie esta mensagem]


 
   O vexame veio do STJ

Quinta-feira, 30 de Junho de 2005 Suzane está livre até o julgamento -------------------------------------------------------------------------------- A estudante Suzane Louise von Richthofen, acusada de envolvimento no planejamento e execução do assassinato dos pais, em 2002, deixou, ontem, o Centro de Ressocialização de Rio Claro-SP, por força de um habeas corpus A acusada estava presa desde novembro de 2002, quando, aos 19 anos, ao lado do então namorado, Daniel Cravinhos de Paula e Silva, e do irmão dele, Cristian, confessou o crime. O habeas corpus foi concedido ontem, por três votos a dois, pela 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça. Os desembargadores consideraram "insuficiente" a fundamentação apresentada nas ordens de prisão expedidas contra Suzane. Com isso, ela aguardará em liberdade o julgamento – ainda sem data prevista. Os outros dois acusados, Daniel e Cristian Cravinhos, permanecem presos. Suzane foi transferida da Penitenciária Feminina da capital para o Centro de Ressocialização em agosto de 2004, após uma rebelião. O promotor que acompanha o caso, Roberto Tardelli, afirmou que a concessão do habeas corpus o deixou triste e que se sentia "como se tivesse acabado de bater o carro". Ele apresentou, ontem – após coletiva no Fórum da Barra Funda – um revólver encontrado num urso de pelúcia de Suzane. De acordo com Tardelli, o bicho de pelúcia foi entregue a ele em junho do ano passado por Miguel Abdalla, então tutor de Andreas von Richthofen (irmão de Suzane) e tio dos jovens. Andreas já completou 18 anos e não tem mais tutor. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 18h36
[] [envie esta mensagem]


 
   Rondônia e a corrupção

Quinta-feira, 30 de Junho de 2005 Pedido o afastamento dos deputados de Rondônia -------------------------------------------------------------------------------- A comissão externa do Senado encarregada de apurar denúncias de corrupção em Rondônia decidiu, ontem, pedir o afastamento de 22 dos 24 deputados estaduais e anunciou que pode recomendar intervenção federal no Estado. O relator, Demóstenes Torres (PFL-GO), disse que existe uma "quadrilha" agindo na Assembléia Legislativa. "Temos provas inequívocas contra esses deputados. São bandidos. Esses delinqüentes precisam ser afastados", afirmou. Torres esteve na Polícia Federal (PF), no Ministério Público (MP) e no Tribunal de Justiça (TJ) de Rondônia. Ele disse que os órgãos existentes no Estado têm condições de afastar os deputados. "Se isso não acontecer, vamos ter de agir em Brasília mesmo", acrescentou. Torres requisitou que o procurador-geral de Justiça de Rondônia, Abdiel Ramos Figueira, interponha na Justiça Estadual uma medida cautelar propondo o afastamento dos 22 deputados. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 18h35
[] [envie esta mensagem]


 
   Gays vão poder casar no Brasil

União civil de homossexuais pode ser votada em agosto BRASÍLIA - O projeto que institui a união civil entre pessoas do mesmo sexo (PL 1151/95), de autoria da ex-deputada Marta Suplicy, pode ser votado em agosto, informou a Agência Câmara. A informação foi dada pela coordenadora da Frente Parlamentar Mista pela Livre Expressão Sexual, deputada Iara Bernardi (PT-SP), durante o 2º Seminário Nacional GLBT - Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros (Travestis e Transexuais), realizado na última terça-feira na Câmara. Segundo Bernardi, a votação da união civil e de seu projeto que criminaliza a discriminação contra a sexualidade é um compromisso do presidente da Casa, Severino Cavalcanti. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 18h30
[] [envie esta mensagem]


 
   Teatro

Capital vira palco das artes cênicas A partir de amanhã, até dia 10, oito companhias vão ocupar os tablados candangos para mostrar seu trabalho Danyella Proença O mês de julho será agitado para as artes cênicas em Brasília. Logo na primeira semana, o festival do Movimento de Teatro de Grupo do DF trará espetáculos dos mais variados gêneros ao público, traçando um panorama da produção teatral na cidade. O evento é focado nas companhias locais e levará ao Conjunto Cultural da Caixa oito espetáculos, sob o respaldo da Cooperativa Brasiliense de Teatro. De amanhã até o dia 10, oito companhias terão a oportunidade de mostrar seu trabalho. A primeira peça será a infantil O que os olhos não vêem, da Cia. Ossos do Ofício. O espetáculo é baseado no livro homônimo da escritora Ruth Rocha e conta a conta a história de um rei que, subitamente, não consegue mais enxergar os súditos pequenos. A intenção é passar para as crianças, de forma lúdica, noções de democracia e liberdade. Para isso, os atores utilizam objetos de cena que fazem parte do cotidiano infantil. A atriz Amara Hurtado, uma das organizadoras do evento, conta que Movimento de Teatro de Grupo do DF existe desde 2001. O festival surgiu de uma inquietação da classe artística brasiliense, que se incomodava em não saber o que os colegas estavam produzindo. Segundo ela, sete companhias um dia resolveram sentar para discutir políticas culturais. A partir daí, os artistas saíram decididos a criar o Movimento. O entusiasmo com a troca de experiências levou à fundação da Cooperativa, que hoje já conta com mais de cem associados, entre companhias e artistas independentes. Para selecionar as peças que fazem parte do festival, os membros da Cooperativa realizaram uma série de reuniões. A preocupação principal é não concentrar as atrações em somente um gênero ou temática. Oito grupos participam dessa edição, embora a Cooperativa conte com outros integrantes. Cada companhia escolhe uma peça de seu repertório e propõe à comissão, formada por colegas também associados. Essa edição trará espetáculos infantis, circenses, teatro de mamulengos e até uma peça que propõe um mergulho no universo feminino. Além da infantil O que os olhos não vêem, o festival contará com as peças Era uma vez...Chapeuzinho Vermelho, do Celeiro das Antas (dia 2, às 20h); Terezinha e o Mar, da Cia. Piramundo (dia 3, às 16h); Mateus da Lelé Bicuda, do grupo Mamulengo Presepada (dia 3, às 20h); Hoje tem espetáculo? Tem, sim senhor!, do Circo, Boneco e Riso (dia 8, às 21h); Catirina, da Cortejo Cia. de Atores (dia 9, às 21h); Circo Mulambo, da Bagagem Cia. de Bonecos (dia 10, às 16h); e A Estação, da Mistura Íntima Del'Arte (dia 10, às 21h). Para a atriz Amara Hurtado, que coordena a Cia. Teatral Piramundo, a diversidade é um dos pontos fortes do projeto: - A idéia é juntar grupos de teatro e refletir sobre o fazer teatral em Brasília. Cada companhia tem espaço dentro da sua linguagem e da sua vivência. Os espetáculos são ecléticos e formam um mosaico da produção teatral na cidade - diz a atriz. Além das apresentações realizadas até o dia 10 de julho, no Teatro da Caixa, o Movimento de Teatro de Grupo do DF levará os espetáculos para o Gama, Taguatinga e Planaltina no fim do mês. Apresentar-se nas cidades satélites é um dos focos de atuação da Cooperativa Brasiliense de Teatro, que costuma realizar oficinas cênicas no DF e Entorno. De acordo com Amara Hurtado, esses trabalhos têm dado bons resultados e formado multiplicadores no teatro brasiliense. Ela lamenta, no entanto, que esse ano as oficinas não possam ser realizadas por falta de verbas. Os recursos do Fundo da Arte e da Cultura (FAC), ainda do edital passado, cobriram apenas as apresentações nas cidades satélites: - Com esse projeto, começamos a perceber como é importante nos unirmos, até para ganhar força diante dos patrocinadores. Nosso desafio ainda é a construção de uma política cultural - destaca a atriz Amara Hurtado. Serviço Movimento de Teatro de Grupo do DF. Apresentações de amanhã ao dia 10 de julho, no Teatro do Conjunto Cultural da Caixa (SBS, quadra 4). Entrada gratuita. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 18h23
[] [envie esta mensagem]


 
   Irã

Nova revolução islâmica a caminho Em discurso passional, o presidente eleito Mahmoud Ahmadinejad afirma que em breve 'o mundo inteiro' será atingido TEERÃ - Enquanto o presidente americano, George Bush, assumiu seu segundo mandato pregando a expansão da democracia americana pelo Oriente Médio, o presidente eleito do Irã, o ultraconservador Mahmoud Ahmadinejad, previu ontem que a comoção gerada por sua eleição colocará em marcha a resposta, uma ''nova revolução islâmica'', que ''em breve alcançará o mundo inteiro''. - Isso está acontecendo graças ao sangue dos mártires e à revolução de 1384 [o ano atual no calendário iraniano]que, se Deus quiser, extirpará a injustiça do mundo - afirmou o governante eleito na sexta-feira passada, durante uma reunião com as famílias das vítimas de um atentado realizado em 1981, segundo a agência oficial Irna. - A era da opressão, do regime hegemônico, da tirania e da injustiça terminou. Em uma noite, os mártires percorreram um caminho de 100 anos - acrescentou, em alusão aos EUA. O passional discurso lembrou os primeiros anos da Revolução, cuja ''pureza'' foi louvada por Ahmadinejad, que adotou uma posição que causa inquietude nos países ocidentais. Há anos a República Islâmica renunciara às iniciativas para exportar sua revolução, que contribuíram para que muitas nações, inclusive árabes, apoiassem Saddam Hussein durante a guerra entre o Irã e o Iraque (1980-1988). Coincidentemente, na noite anterior às declarações de Ahmadinejad, Javier Solana, o alto representante da União Européia para a política externa, disse que pretendia aguardar para ver o que vai acontecer antes de julgar o novo governo de Teerã, mas insistiu que o posicionamento do bloco europeu em relação ao país é claro: - Faço questão de destacar a importância que a União Européia atribui às reformas políticas e econômicas do Irã, bem como aos progressos alcançados em áreas como direitos humanos, não-proliferação de armas nucleares e de combate ao terrorismo. Tal progresso é necessário para as relações Teerã-Bruxelas, inclusive para que negociações comerciais e acordos de cooperação alcancem todo o seu potencial - disse Solana. - Nada fora desses termos será aceito. Temos que esperar para ver como a nova liderança reagirá a essas idéias. No domingo, na primeira entrevista coletiva depois do pleito, Ahmadinejad havia tentado acalmar a comunidade internacional, prometendo um governo ''moderado'': - Não haverá lugar para o extremismo - afirmou na ocasião. O discurso de ontem, no entanto, assumiu um claro viés revolucionário. Ahmadinejad fez o pronunciamento a parentes das vítimas de um atentado que deixou mais de 70 mortos, entre eles o chefe de Justiça, o aiatolá Mohamed Hosseini Beheshti, dezenas de deputados e vários ministros, na sede do Partido da República Islâmica, em 28 de junho de 1981. O ataque, atribuído ao grupo Mujahedins do Povo, foi um dos episódios que motivaram a fundação da República Islâmica. Dias depois do incidente, em 30 de agosto, o presidente Mohamed Ali Rejaie e seu primeiro-ministro, Mohamad Javad Bahonar, foram assassinados em outra ação terrorista. Durante sua campanha, Ahmadinejad, o primeiro laico a chegar à Presidência desde Rejaie, disse várias vezes que pretende seguir o exemplo do governante assassinado, que gozava de uma reputação de integridade e simplicidade. A polêmica declaração foi feita no mesmo dia que o Conselho dos Guardiães, instituição ultraconservadora que supervisiona o processo eleitoral, ratificou o resultado do pleito - marcado por denúncias de fraude. - Não recebemos qualquer recurso oficial - alegou o chefe do Conselho, o aiatolá Ahmad Janati, ao ministério do Interior. Com isso, o presidente eleito assumirá o cargo no dia 3 de agosto e já começou as consultas para formar seu governo. - Quero pessoas competentes e fortes - disse, sem fornecer mais detalhes. jornal do Brasil

Escrito por christian theodore às 18h17
[] [envie esta mensagem]


 
   Confesso que estou a mil!

Estou com um pouco de depressão, mas às vezes fico animado. Me sinto só, sinto falta de minha tia Lêda e de minha avó Judith, não tenho com quem conversar nos momentos de maior aflição! Amo minha Dyhane, principalmente depois do curso casados para sempre da igreja presbiteriana. Tenho alguma preocupação com o relacionamento dos dois christian e Bryan se eu partir antes. E como a Dyhane irá resolver essas questões sem mim! Só serei feliz quando conseguir fazer com que a Dyhane tenha seu próprio emprego e seja independente! não sossego antes e não sei se sossegarei depois! Estou ouvindo sonífera ilha, ouvi tambem o nenhum de nós, e tudo me dá tristeza, lembro-me de todos como se virasse as costas e pudesse vivenciar de novo os momentos felizes, as pessoas, a casa de taguatinga! vou parar por aqui tenho muito o que estudar, corregir provas!

Escrito por christian theodore às 20h13
[] [envie esta mensagem]


 
   Tristes dias

Não sei não, às vezes acho que a depressão um dia me vencerá, como o câncer vence sempre no final do ponto de vista físico. Do ponto de vista da alma vencemos sempre enquanto estamos vivos. A vida é uma vitória. Mas confesso estar um pouco cansado de guerra, a luta tem sido incessante nesses 5 anos, poucas vitórias. Vi o quanto a educação foi importante na vida de pessoas pobres, mas na minha própria casa ainda não consgui milagres. Não desisti, ainda luto! e só deixarei de lutar quando morrer, enquanto conseguir afastar a depressão profunda estarei vivo! Mas às vezes temo que ela me pegue de jeito em qualquer esquina! christian theodore agora resolvi falar de minha vida mesmo. Afinal o nome do blog é politicateatroeeu. De política está repleto, tenho colocado umas dicas sobre filmes e peças de teatro aqui em Brasília e algumas de destaque no Rio e em São Paulo. Resolvi escrever da minha vida, minhas alegrias, minhas tristezas, tudo! aos poucos vou perdendo um pouco o pudor!

Escrito por christian theodore às 19h48
[] [envie esta mensagem]


 
   Memorial a Prestes, Brizola, Getúlio e Jango

Projeto de Niemeyer aos "Caminhantes da Soberania" Publicada em 28 de junho de 2005 “Caminho da Soberania” é o nome sugerido pelo arquiteto Oscar Niemeyer para o trecho da avenida Beira-Rio, em Porto Alegre, onde serão erguidos quatro monumentos em homenagem aos líderes gaúchos Getúlio Vargas, João Goulart e Luiz Carlos Prestes. O projeto foi apresentado a uma comitiva que foi recebida pelo arquiteto em seu escritório, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (27/06). A proposta será agora detalhada e remetida ao deputado Vieira da Cunha (PDT) para execução dos cálculos estruturais e elaboração do orçamento. Niemeyer afirmou que seu trabalho “é uma colaboração em razão da amizade que tinha com os homenageados”. O prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, agradeceu e observou que a cidade ainda não conta com obra do famoso arquiteto. A localização exata dos monumentos será definida por uma equipe técnica da Prefeitura de Porto Alegre. A obra será composta de quatro bustos de cerca de quatro metros de altura, sobre bases de igual medida, totalizando em torno de oito metros. Cada monumento contará com espaço para exposição sobre a vida e obra dos homenageados. Assim que receber o projeto detalhado, Vieira da Cunha providenciará uma reunião de trabalho com o prefeito José Fogaça e o governador do Estado, Germano Rigotto. Integraram a comitiva recebida por Oscar Niemeyer, além de José Fogaça e Vieira da Cunha, o vereador do Rio de Janeiro Brizola Neto (neto do ex-governador), o presidente Nacional do PDT, Carlos Lupi, o secretário-geral da sigla, Manoel Dias, e o arquiteto da Assembléia Legislativa do RS Hermes Teixeira da Rosa, representante da comissão para construção do Memorial Leonel Brizola. Imprensa PDT

Escrito por christian theodore às 19h33
[] [envie esta mensagem]


 
   LUla ainda vence fhc

Seu País Busca: CONFRONTO DE NÚMEROS Comparação de 100 indicadores vê diferenças entre governos Lula e FHC Por Maurício Dias O governo Lula é melhor do que o governo de Fernando Henrique Cardoso? Parece que sim, para 48% da população brasileira, conforme mostrou o Ibope divulgado em 17 de junho. A série histórica da pesquisa – encomendada desde setembro de 2003 pela Confederação Nacional da Indústria – indica que esse resultado positivo não é uma situação ocasional registrada agora, quando Lula atravessa, por sinal, uma tormenta política. A vantagem do governo petista sobre o tucano tem sido freqüente. Já foi maior (55% em setembro de 2003) e menor do que agora (em junho de 2004 baixou para 42%). Política econômica. Os juros altos prejudicam o desempenho do governo petista na cesta de índices pesquisados Seria essa uma percepção positiva advinda de falsos milagres atribuídos aos marqueteiros? Afinal, Lula tem usado bastante a publicidade para anunciar alguns de seus feitos administrativos. Parece que não, a julgar pela comparação de 100 indicadores de desempenho governamental medidos nos dois primeiros anos dos dois governos. Nesse confronto direto – Lula vs. FHC – a vitória do petista sobre o tucano é incontestável. Assim, os números sustentam o retrato feito pelas pesquisas. “Nos 100 indicadores de desempenho, os dois primeiros anos do governo Lula bateram os do primeiro biênio FHC em 56 deles, contra 44 médias de FHC superiores às de Lula”, afirma o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, em texto publicado na revista Insight Inteligência, que, por mala direta, circulará a partir da terça-feira 28 para um seleto número de autoridades, políticos e intelectuais. O objetivo de Wanderley Guilherme dos Santos é o de oferecer um cardápio capaz de atiçar um debate que vá além das suposições feitas até agora. Estabelecida a comparação entre as variações dos dois primeiros anos do governo Lula – a fase que já possui séries completas – com as variações dos dois anos do primeiro e do segundo mandato de FHC, surge o governo que apresenta os melhores resultados. A consolidação dos indicadores em três categorias – “economia”, “produção” e “social” – pode ser o começo de uma reflexão sobre “qual tem sido o melhor governo”. Não havia, até então, um conjunto de informações tão grande como o que foi reunido por ele. Os números permitirão um julgamento mais consistente dos dois governos. Um que já acabou (FHC) e outro ainda em andamento. Para Wanderley Guilherme, o resultado tira o argumento martelado pelas vozes de oposição: “É falsa a propaganda de que a gestão do atual governo inexiste ou é inepta”, disse ele a CartaCapital. Wanderley Guilherme não entra na avaliação das políticas executadas, que, em alguns casos, são iguais ou bastante próximas. Ele convoca os “sérios investigadores” a imaginar e a pesquisar as razões pelas quais “o desempenho do primeiro biênio do governo Luiz Inácio Lula da Silva foi largamente superior ao desempenho dos dois mandatos da era FHC nos dois biênios considerados”. Os resultados da pesquisa Ibope guardam uma relação expressiva com os indicadores. No ranking do instituto, a sondagem de junho mostra que o governo tem maus resultados no capítulo do “combate ao desemprego”. Para o Ibope, “as menções a esse tema, que chegaram a 17% em março, a melhor posição no ranking desde o início do governo, recuaram para 13%”. Há um crescimento na desaprovação quanto ao combate ao desemprego. Ou seja, uma condenação implícita à política de juros altos, considerada pelos especialistas como o principal entrave ao “espetáculo do crescimento”. Isso está refletido na planilha dos indicadores sociais e pesa contra Lula. A pesquisa confronta indicadores de todo tipo, desde dados de desemprego e concessão de crédito até mesmo consumo de carne. Na rubrica “desemprego aberto”, o governo de Fernando Henrique supera o de Lula nos dois biênios. FHC ganha também no consumo de carne e há um empate no indicador “Operações de crédito do sistema financeiro – Habitação”, considerada a média dos três biênios. O governo tucano foi melhor, igualmente, na manutenção do salário mínimo real. O governo Lula tem nítida vantagem sobre o “salário real médio – indústria”, no preço do pão francês e no preço do botijão de gás. Assim como vence, na média dos biênios, em relação ao número de famílias assentadas e no custo da cesta básica. Ao final, consideradas as 16 rubricas sociais da planilha, o governo Lula supera o de FHC por 10 a 6 (quadro Melhores Indicadores por Gestão – consolidado). Quadro. Na categoria “economia” – em cima de uma política herdada de FHC –, a administração Lula é melhor na balança comercial, em bens de capital, na contribuição da formação bruta de capital fixo para as riquezas do País (o Produto Interno Bruto, PIB). O governo do PT leva vantagem sobre o do PSDB na diminuição da dívida interna e, por conseqüência, na relação da dívida líquida com o PIB. É melhor, na média, o desempenho de Lula na redução da dívida externa. Os tucanos estão melhores na arrecadação de IPI. Lula vence na diminuição dos índices de inflação. No capítulo da “produção”, a taxa de juros de longo prazo (TJLP) favorece Fernando Henrique Cardoso. Mas a Taxa Selic favorece o petista. O governo FHC foi melhor na “produção física – bebidas” e nas vendas de máquinas agrícolas. Lula ganha na produção de caminhões e em “máquinas e equipamentos”. No confronto dos dois primeiros anos de Lula com os dois primeiros do segundo biênio de FHC, a vantagem de Lula aumenta para 59 resultados favoráveis, em 100, contra 40 de FHC, sobrando um empate, analisa Wanderley Guilherme. Na média geral, segundo ele, o desempenho dos dois primeiros anos de Lula é superior ao dos dois mandatos de FHC em 64 dos 100 indicadores comparados. Há duas semanas, em entrevista a CartaCapital , Wanderley Guilherme dos Santos denunciou a possibilidade de um “golpe branco”, pretendido por adversários de Lula, e que seria apoiado pelos tucanos, em particular. Hoje, o cientista político revê parte de sua posição – acha que o ímpeto golpista foi amainado –, mas não deixa de fazer blague, ao considerar o resultado comparativo dos números, a popularidade que Lula ainda mantém e a eleição presidencial de 2006: “Esses números explicam as razões do golpe”. Clique aqui e confira a tabela completa Carta Capital

Escrito por christian theodore às 19h28
[] [envie esta mensagem]


 
   Mãe e filha matam esposo e pai

Mãe e filha trocam acusações Na audiência sobre assassinato de analista do BB Melissa Medeiros A primeira audiência, no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, dos acusados pelo assassinato do bancário José Eduardo Vasques, ocorrido dia 10 de abril, no Guará, foi marcada por troca de acusações. A ex-mulher do analista de sistema, Maria Cleusa de Almeida Vasques, culpou a filha Daniele de Almeida Vasques de ter mandado matar o pai. Daniele devolveu a acusação para a mãe. Os outros denunciados pelo Ministério Público do DF - Joseane de Souza Porto, Rogério Varela Santiago Patrocínio e Arlindo Pereira de Souza (conhecido como Beto) - negaram participação no crime e disseram não saber quem pode ter encomendado e quem foi o autor do homicídio. O pai-de-santo José Carlos de Oliveira não compareceu ao Tribunal. Os depoimentos de ontem começaram com Maria Cleusa dizendo não ter dúvida de que sua filha é a autora intelectual do homicídio. Ela considerou que o medo de ser deserdada levou a menina a arquitetar a morte do pai. A ex-mulher do bancário contou que Daniele lhe telefonou diversas vezes dizendo que José Eduardo tinha de morrer. - Tenho certeza que foi a Daniele. Eu não tinha razões para matar ele. Eu não tinha. Éramos amigos - afirmou Maria Cleusa, que também negou ter qualquer problema psiquiátrico e disse ter apenas epilepsia. Ao contrário da denúncia do MP, Joseane negou ter arquitetado o crime com Maria Cleusa e ter contratado seu cunhado Rogério e Arlindo para matarem o bancário. Joseane também explicou que sua relação com Maria Cleusa era de amizade e que ela nunca foi cuidadora da ex-mulher de José Eduardo. O advogado de Joseane, Emersón Nóbrega, considerou que os depoimentos de ontem provam a inocência de sua cliente. - Ninguém acusou Joseane. Exceto a Daniele que quer incriminá-la para tirar sua culpa - afirmou o advogado. Denunciando a mãe, Daniele nega ser beneficiária do seguro de vida do pai. Para ela, só a mãe lucraria com a apólice. - Tenho certeza que minha mãe mandou matar meu pai. Ela é muito violenta e ganharia muito com isso. Já tinha tentado matar ele com uma tampa de bueiro - afirmou Daniele. Os depoimentos de ontem, não mudaram em nada as denúncias do MP sobre o assassinato de José Eduardo. De acordo com o promotor Luciano Coelho Ávila, Maria Cleusa e Joseane continuam sendo suspeitas de autoras intelectuais do homicídio. Rogério o autor dos disparos com o apoio de Arlindo e Dudu (foragido). Daniele e José Carlos permanecem denunciados por instigarem a mãe a cometer o crime. - A mãe imputa responsabilidade a filha. Daniele culpa a mãe. Logo, ninguém matou a vítima. Como já era esperado pelo Ministério Público - disse Luciano Ávila. Segundo o juiz João Egmont Leôncio, há um pedido de prisão preventiva do pai-de-santo José Carlos. Mas só será considerado se ele continuar sem comparecer aos inquéritos. Sexta-feira serão ouvidas oito testemunhas indicadas pelo MPDFT. Outras 15 devem depor posteriormente. jornal do Brasil.

Escrito por christian theodore às 19h23
[] [envie esta mensagem]


 
   Cinema Latino-Americano

Festival reunirá filmes inéditos da América Latina Dez longa-metragens estão na disputa da mostra competitiva, entre eles um brasileiro, e as mostras paralelas trazem 89 filmes, divididos em seis categorias Danyella Proença De hoje até o dia 10 de julho, o sonho de uma América Latina unida parecerá menos distante por meio da telona. O Cinesul 2005– Festival Latino-Americano de Cinema e Vídeo chega a Brasília pelo segundo ano consecutivo e traz obras de diversos países. Dessa vez, o público poderá ver a mostra competitiva de longas-metragens na íntegra, além de votar no melhor filme. Outra novidade são as exibições paralelas, que chegam com força renovadora e grande diversidade temática. Abrindo espaço para gêneros distintos e múltiplos olhares sobre a América Latina, o festival Cinesul firma-se como um importante espaço de integração entre vizinhos. Os filmes poderão ser vistos a partir de hoje, em quatro opções de horário, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Embora faça parte do circuito cultural de Brasília há pouco tempo, o Cinesul já tem 12 anos de estrada. Desde sua criação, em 1994, o audiovisual latino-americano passou por transformações relevantes. O festival surgiu por iniciativa dos pesquisadores Ângela José do Nascimento e Leonardo Gavina. As exibições começaram de maneira menos ambiciosa, como uma mostra de cinema e vídeo dentro do CCBB do Rio de Janeiro. Desde então, o evento foi ganhando corpo e consolidou-se como um importante espaço de reflexão sobre a identidade da América Latina. A intenção é colocar em pauta os desafios para impulsionar a produção audiovisual de maneira mais uniforme, já que alguns países ainda tem uma participação ínfima no mercado. A quantidade de filmes selecionados para essa edição dá uma idéia do peso que o festival conquistou. Dez longas-metragens estão na disputa da mostra competitiva – sendo um deles o brasileiro Noite de São João, de Sérgio Silva. As mostras paralelas trazem 89 filmes, divididos em seis categorias: Mostra Ciro Duran, que homenageia o diretor colombiano; Mostra Gardel e o Tango, com filmes de sete países lembrando os 70 anos sem o ícone argentino do tango; Videosul, com 70 trabalhos realizados em vídeo, explorando variados gêneros e linguagens; Fora de Concurso, com dois longas inéditos que não estão na mostra competitiva; Franceses no Brasil, destacando a relação entre os dois países; e Doc Latino, voltado exclusivamente para documentários, com quatro longas inéditos. O boom do gênero foi a grande surpresa dessa edição do Cinesul. Tanto que foi preciso criar uma mostra paralela especialmente para o cinema documental. Dos quatro filmes que serão exibidos na mostra Doc Latino, dois são brasileiros: Helena Meirelles - a dama da viola, de Francisco de Paula; e Ferreira Gullar - a necessidade da arte, com direção conjunta de Zelito Viana, Vera de Paula, Aruanã Cavalleiro e Claudia Duarte. O produtor Leonardo Gavina, um dos criadores do festival, conta que se surpreendeu com o aumento das inscrições de documentários nos últimos anos: – Os realizadores estão tendo uma preocupação maior em resgatar memórias e costumes de suas comunidades. Acredito que as pessoas estão percebendo que não se pode mais deixar isso se perder. Com a popularização do vídeo digital, está ótimo. Estamos diante de uma mini revolução interna do olhar documental e isso é ótimo – diz. O CineSul irá até o dia 10 de julho, com programação diária. Além das exibições, também será realizado um debate, no dia 5, sobre a Produção do Audiovisual Latino-Americano. Na ocasião, estarão presentes o Cônsul Geral do México no Rio de Janeiro, Jorge Sánchez Sosa; o diretor do filme cubano Tres Veces Dos, Lester Hamlet; e a produtora Gisele Hiltl, de Noite de São João, representante brasileiro da mostra competitiva. A mediação ficará por conta de Antonio Amancio, professor e pesquisador de Cinema da Universidade Federal Fluminense (UFF). O debate está marcado para as 21h e tem entrada franca. Serviço Cinesul 2005 - Festival Latino-Americano de Cinema e Vídeo. De hoje a 10 de julho, no Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, trecho 2). Sessões às 15h, 17h, 19h e 21h. Ingressos: R$ 4 e R$ 2 (meia-entrada). Política e cultura dominam as produções jornal do Brasil

Escrito por christian theodore às 19h22
[] [envie esta mensagem]


 
   Afro Brasileiros podem receber indenização por escravidão

Afro-brasileiros poderão receber indenização pela escravidão SÃO PAULO - O Ministério Público Federal de São Paulo realiza amanhã audiência pública para colher informações e debater um possível pedido de indenização aos afro-brasileiros pelos danos materiais e morais causados durante a escravidão de negros no Brasil, que só teve fim em 1888, informou a Procuradoria Geral da República. A questão está sendo apurada em procedimento instaurado pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo, Sergio Gardenghi Suiama, a partir de representação da vereadora paulistana Claudete Soares (PT), protocolada no último dia 13 de maio. Claudete pede que o Ministério Público Federal entre com uma ação civil pública contra a União pelos danos materiais e morais causados pela escravidão. Como a questão é polêmica dentro do próprio movimento negro, a audiência pública servirá para colher a opinião de entidades e outras pessoas interessadas numa eventual compensação judicial. Diversos especialistas estarão presentes para debater a questão. Douglas Martins de Souza representará a Secretaria Especial de Políticas de Promoção de Igualdade Racial (Seppir). Também foram convidados o jornalista Fernando Conceição, professor da Universidade Federal da Bahia e doutor em comunicação, histórico defensor da política de reparações; o professor Hélio Santos, doutor em administração de empresas pela Universidade de São Paulo e a antropóloga Eloísa Pires Lima, doutoranda pela USP. jornal do brasil

Escrito por christian theodore às 19h17
[] [envie esta mensagem]


 
   Apoio do PMDB custa caro ao Governo

Apoio do PMDB vai custar muito caro ao governo Além de seis lugares na Esplanada, partido cobra liberação de R$ 6 bilhões Sérgio Pardellas e Sérgio Prado BRASÍLIA - Não há rosário nem argumento que una o PMDB em torno da proposta do presidente Lula de participação no Ministério em troca de uma aliança sólida no Congresso. Enquanto deputados e senadores desfiavam um rosário de argumentos políticos para sustentar sua posição, emissários dos sete governadores peemedebistas e da cúpula do partido fizeram chegar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aos ministros da Fazenda, Antonio Palocci, e da Coordenação Política, Aldo Rebelo, a fatura do desembarque da legenda na Esplanada: seis pastas e a liberação de pelo menos R$ 6,29 bilhões, referentes a demandas represadas aos estados pela União. Como num primeiro momento, Palocci travou a liberação da verba, os governadores endureceram o discurso. Enviaram ao presidente nacional do partido, Michel Temer (SP), um documento em oposição à maior participação da legenda no primeiro escalão. - Os governadores afirmam que o PMDB não quer participar do governo Lula. Quer assegurar a governabilidade, mas não tem necessidade de ocupar cargos, para ter a liberdade de votar como achar conveniente - informou o secretário de Governo do Rio, Anthony Garotinho. O Planalto, convencido da importância do partido para a sustentação política no Congresso, não fechou a porta às negociações. Haverá um novo encontro de Lula com os principais líderes do PMDB ainda esta semana. A maior conta é cobrada pelo governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos. Embora deixe passar a idéia de que está cada vez mais afinado com o presidente Lula e com os projetos do Planalto para 2006, Jarbas tem como alvo a construção da refinaria da Petrobras no estado. A obra é avaliada em R$ 2,3 bilhões, numa associação entre a estatal brasileira e a venezuelana PDVSA. A fatura do Rio Grande do Sul também é alta: R$ 1,9 bilhão. Do total, R$ 900 milhões como compensação das perdas da desoneração das exportações - 10% dos R$ 9 bilhões prometidos pelo governo no início do ano -, e R$ 1 bilhão como ressarcimento de obras em rodovias federais realizadas com recursos do estado. A reivindicação do Rio é antiga. Um dos críticos mais cáusticos da ocupação na estrutura administrativa federal pelo PMDB, Garotinho pleiteia a liberação de R$ 350 milhões das contas B do Banerj e a antecipação de R$ 1 bilhão de pagamentos dos royalties do petróleo para o estado. Da lista de pedidos do governador de Santa Catarina, Luiz Henrique, constam 40 itens. Chegaram ao conhecimento do ministro Aldo Rebelo nos últimos dias. A exemplo do Rio Grande do Sul, a maior demanda relaciona-se à compensação das perdas com a Lei Kandir. Soma R$ 600 milhões. O Paraná cobra a mudança na Lei dos Portos que permitirá a modernização do porto de Paranaguá, o maior exportador de grãos do mundo. No Orçamento da União estão previstos apenas R 3 milhões, valor considerado irrisório pelo governador Roberto Requião. O peemedebista agradeceria se o governo soltasse pelo menos R$ 140 milhões. Os seis ministérios criaram uma saída política para contemplar o PMDB como um todo. Seria uma saída para agradar todas as alas de um partido dividido. As fatias atenderão os grupos da Câmara, do Senado, dos governadores e do ex-presidente do Congresso, senador José Sarney. O partido acalenta o sonho de controlar os Ministérios de Minas e Energia, Cidades, Integração Nacional e Saúde; E manter -se nas Comunicações e na Previdência. Colaborou Renata Moura christian theodore

Escrito por christian theodore às 19h15
[] [envie esta mensagem]


 
   Purificação Socialista

Ainda criei uma mamadeira azul, para criticar o governador Roriz! No final me lasquei, pois o PDT não me ajudou, fui perseguido, tive a família demitida. Só voltei para São Sebastião no ano seguinte após muita briga na secretaria de educação, lá existe um pit bull da Eurides e do Roriz de nome Neder, ou Pit Neder! Cansado dos desmandos do PdT local que emprega todo mundo nos gabinetes menos gente do próprio pdt, fui para o pps onde talvez seja o mais comunista de todos! Mas pelo menos tenho alguns colegas no sindicato! o que mais me interessa é construir um caminho socialista sem ser modista, quero ser denso, com conteúdo!

Escrito por christian theodore às 20h19
[] [envie esta mensagem]


 
   Purificação Socialista II

Depois de ser militante do PdT, junto com o meu pai, entrei na Juventude Socialista aos 17 anos. Fui candidato a deputado distrital por essa mesma juventude aos 30 anos. Sem grana nenhuma, na garra, em São Sebastião. Tive uma merreca de uns 300 votos espalhados em São Sebastião, Plano Piloto, Taguatinga e Ceilândia. Mas conseguimos impedir a vitória dos outros candidatos. Os principais candidatos da cidade eram Dorvalino, que comprou vários de meus cabos eleitorais além de aparecer com as urnas falsificadas que ensinavam o povo a votar! Júnior Carvalho, que em seguida demitiu o meu irmão que era engenheiro da administração de São Sebatião e meu pai que era médico da família pelo Instituto Candango. Além disso me impediu de voltar para São Sebastião no mesmo ano. Tive que ir trabalhar em Sobradinho depois de ser expulso da Escola Parque 210, por reivindicar a saída do diretor Julio César, cabo eleitoral declarado de Roriz e Eurides Brito. Tive o apoio de Lauro Campos e ainda de Pedreira que ajudava com um impactante caminhão! Além disso montamos uma barraquinha para divulgação, colamos cartazes em boa parte da cidade e no final divulgamos a campanha em uma pequena moto com auto falante! perdemos feio mas confundimos o eleitor que acabou não elegendo ninguém! os votos foram divididos entre Rogério Ulysses do PSB, Dorvalino do PP, e Júnior Carvalho, do sei lá o quê, aliado do Roriz e administrador da época, cada um com média de 5.000 votos.

Escrito por christian theodore às 20h15
[] [envie esta mensagem]


 
   Purificação Socialista

Esse curso que realizei serviu e muito para que me purificasse em direção ao socialismo. Sou filho de Médico e dona de casa, mas tive uma infância de alguma forma confortável. Sempre estudei em escola particular, fui aluno do Colégio Dom Bosco e do Objetivo. Além de ter frequentado a Escola de Música de Brasília e ainda vários conservatórios particulares. Na adolescência meu pai comprou para mim um Fiat velho para que pudesse frequentar a UnB, em seguida a situação melhorou e ganhei um presentão um Suzuki Swift, um carro importado e caro para a época, na mesma época me formei em Espanhol no Instituto Cultura Hispânica após ter iniciado meus estudos de Espanhol na UnB. De presente ganhei dos meus pais um curso de aperfeiçoamento em Salamanca na Espanha. Mas depois disso tive uma forte depressão e precisei concluir aos poucos meu curso de Artes Cênicas da UnB. Vários parentes queridos falesceram nesse período, enfrentamos doenças curáveis e outras não. Foi muito difícil! Depois disso eu precisei casar e ter um filho, casei e tive 2 o Christian e o Bryan, meu enteado-filho! além de minha esposa Dyhane. Hoje após 5 anos de luta, consegui trabalhar perto de minha casa. Sou professor em São Sebastião e concluí o curso de licenciatura, atualmente sou militante político do Sinpro, e faço pós-graduação dem arte-educação e novas tecnologias na UnB, depois de ter desistido desse curso no UniCeub, por falta de recurso e por não me encaixar na concepção neoliberal daquela escola.

Escrito por christian theodore às 19h44
[] [envie esta mensagem]


 
   Fui para o curso de formação da cut centro-oeste

Esse fim de semana estive no curso de formação da Cut centro-oeste representando o Sinpro, com 33 professores de Brasília, foi o segundo curso realizado com o objetivo de formar representantes sindicais em suas escolas. Foi muito importante, pela primeira vez podemos discutir política em todos os âmbitos, desde a escola até a política internacional. Parabéns ao sindicato dos professores que pela primeira vez depois que se reelegeram realiza um evento de grande importância para contribuir com a evolução do pensamento dos professores e sua formação sindical. Foi ainda recolhido um documento de reivindicações apresentado aos dirigentes sindicais do SINPRO.

Escrito por christian theodore às 19h35
[] [envie esta mensagem]


 
  [ ver mensagens anteriores ]  
 
 



Meu perfil
BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, CAMPUS UNIVERSITARIO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Spanish, Sexo, Arte e cultura
MSN - christiantheodore2004@yahoo.com.br


HISTÓRICO
 26/09/2010 a 02/10/2010
 19/09/2010 a 25/09/2010
 06/06/2010 a 12/06/2010
 30/05/2010 a 05/06/2010
 23/05/2010 a 29/05/2010
 16/05/2010 a 22/05/2010
 25/10/2009 a 31/10/2009
 04/10/2009 a 10/10/2009
 20/09/2009 a 26/09/2009
 13/09/2009 a 19/09/2009
 30/08/2009 a 05/09/2009
 23/08/2009 a 29/08/2009
 16/08/2009 a 22/08/2009
 09/08/2009 a 15/08/2009
 02/08/2009 a 08/08/2009
 19/07/2009 a 25/07/2009
 12/07/2009 a 18/07/2009
 07/06/2009 a 13/06/2009
 31/05/2009 a 06/06/2009
 08/02/2009 a 14/02/2009
 17/08/2008 a 23/08/2008
 11/05/2008 a 17/05/2008
 09/12/2007 a 15/12/2007
 02/12/2007 a 08/12/2007
 18/11/2007 a 24/11/2007
 04/11/2007 a 10/11/2007
 28/10/2007 a 03/11/2007
 21/10/2007 a 27/10/2007
 14/10/2007 a 20/10/2007
 07/10/2007 a 13/10/2007
 30/09/2007 a 06/10/2007
 16/09/2007 a 22/09/2007
 26/08/2007 a 01/09/2007
 08/07/2007 a 14/07/2007
 27/05/2007 a 02/06/2007
 13/05/2007 a 19/05/2007
 29/04/2007 a 05/05/2007
 22/04/2007 a 28/04/2007
 25/03/2007 a 31/03/2007
 18/03/2007 a 24/03/2007
 04/03/2007 a 10/03/2007
 18/02/2007 a 24/02/2007
 04/02/2007 a 10/02/2007
 31/12/2006 a 06/01/2007
 17/12/2006 a 23/12/2006
 03/12/2006 a 09/12/2006
 26/11/2006 a 02/12/2006
 12/11/2006 a 18/11/2006
 30/04/2006 a 06/05/2006
 01/01/2006 a 07/01/2006
 25/12/2005 a 31/12/2005
 11/12/2005 a 17/12/2005
 04/12/2005 a 10/12/2005
 27/11/2005 a 03/12/2005
 20/11/2005 a 26/11/2005
 13/11/2005 a 19/11/2005
 06/11/2005 a 12/11/2005
 30/10/2005 a 05/11/2005
 23/10/2005 a 29/10/2005
 16/10/2005 a 22/10/2005
 09/10/2005 a 15/10/2005
 02/10/2005 a 08/10/2005
 25/09/2005 a 01/10/2005
 18/09/2005 a 24/09/2005
 11/09/2005 a 17/09/2005
 04/09/2005 a 10/09/2005
 28/08/2005 a 03/09/2005
 21/08/2005 a 27/08/2005
 14/08/2005 a 20/08/2005
 07/08/2005 a 13/08/2005
 31/07/2005 a 06/08/2005
 24/07/2005 a 30/07/2005
 17/07/2005 a 23/07/2005
 10/07/2005 a 16/07/2005
 03/07/2005 a 09/07/2005
 26/06/2005 a 02/07/2005
 19/06/2005 a 25/06/2005
 12/06/2005 a 18/06/2005
 05/06/2005 a 11/06/2005
 29/05/2005 a 04/06/2005
 22/05/2005 a 28/05/2005
 15/05/2005 a 21/05/2005
 08/05/2005 a 14/05/2005
 01/05/2005 a 07/05/2005
 24/04/2005 a 30/04/2005
 17/04/2005 a 23/04/2005


CATEGORIAS
Todas as mensagens
 Link
 política
 arte e teatro
 eu
 grattapersona
 Blogdobosque



OUTROS SITES
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis


VOTAÇÃO
 Dê uma nota para meu blog!