politica&teatro
   Resultado da mistura das raças na mulher

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      Escrito por christian theodore às 14h19
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         Uma foto de Brizola com Arraes

       

      Embora tenham escolhido partidos diferentes depois de voltar do exílio em 1979, Arraes (PMDB e depois PSB) e Brizola (PDT) estiveram juntos no apoio ao governo de Jango Goulart, na oposição à ditadura militar que durou 21 anos, e no apoio a Lula - seja logo no primeiro turno da eleições presidenciais ou somente no segundo. Brizola disputou com Lula em 1989 e em 1994, e foi vice dele em 1998.

       

       

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      Escrito por christian theodore às 14h11
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         O texto

      Cantora brasileira de maior sucesso no exterior, que apresentou ao mundo o talento de compositores como Ary Barroso, Dorival Caymmi e Assis Valente; atriz que chegou a ser um dos maiores salários de Hollywood; criadora de modismos; musa dos balangandãs e turbantes que, como bem disse um samba-enredo campeão do Império Serrano, "tornou a baiana internacional"; Carmen Miranda, hoje, dia do cinqüentenário de sua morte, parece sofrer do mesmo descaso com que foi tratada no Cassino da Urca, em 1940, acusada de ter voltado americanizada dos Estados Unidos.

      A criação de uma coleção primavera-verão da grife Salinas inspirada na cantora, um dos destaques do último Fashion Rio, e uma série de filmes estrelados por ela (no canal Telecine Classic, que se encerra hoje com "Copacabana", mas será toda reprisada no domingo), além de dois shows, são as únicas homenagens das muitas que foram programadas a sair do papel. Apesar de não estar passando totalmente em branco, a data ficou um tanto esvaziada pelo adiamento de dois grandes projetos: o livro "Carmen", do jornalista e escritor Ruy Castro, deve ser lançado em outubro, e a exposição "Carmen Miranda" no Museu de Arte Moderna, programada para novembro, esbarra na falta de patrocínio. "Pretendo entregar os originais para a editora em 20 dias. Estou vivendo há anos em função da Carmen e cada vez mais apaixonado pela artista e pela personagem", conta ele. O jornalista entrevistou pessoas que conviveram com Carmen antes de ela ir para os Estados Unidos. Ou seja, reconta, corrigindo possíveis erros históricos, a trajetória da cantora em quatro cenários: Portugal, país onde nasceu; Rio de Janeiro, Nova York e Hollywood.

      O Globo copiado do Blog pão e poesia de vera Barbosa



      Escrito por christian theodore às 13h19
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         Carmem Miranda

      Notável, mas não lembrada

      João Pimentel



      Escrito por christian theodore às 13h18
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         Os últimos blogs atualizados.

      . Felicidade é poder estar com quem vc gstah em algum lugar...É difícil fazer alguém feliz,assim como é fácil fazer alguém triste..
      http://justgabi.zip.net

      2. Jonatas Artur, Naum sei c vc Acredita em Amor a Primeira Vista...
      http://injonatasartur.zip.net

      3. Cadela vira-gata
      http://cadelaviragata.zip.net

      4. °°°Bë(\/)*\/!nDö§*£!nD!n}{ô§°°°
      http://lele_cute.zip.net

      5. pOKEmIX
      http://pokemix.zip.net

      6. Blog da Lila
      http://lilakitty.zip.net

      7. ~b~o~h~a~h~a~ ò.ó
      http://nara_ishida.zip.net

      8. politica&teatro
      http://politicateatroeeu.zip.net

      9. www.ximplixmenti_pink.com
      http://ximplixmenti_pink.zip.net

      10. ABOBORAL
      http://aboboral.zip.net

      Estou contente de pela primeira vez que verifico os Blogs o meu está aí entre os últimos atualizados. Obrigado uol blog.



      Escrito por christian theodore às 13h06
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         A minha homenagem a pais como eu!

      Pais de coração

      Homens generosos ajudam a criar os filhos das companheiras, adotam órfãos e são anjos da guarda de jovens carentes

      Juliana Valentim

      Sergio Jr.
      Depois de assumir as filhas da mulher Maria Lúcia, o advogado João Carlos  acaba de ganhar um neto

      Depois de assumir as filhas da mulher Maria Lúcia, o advogado João Carlos acaba de ganhar um neto

      Numa tarde de agosto de 1998, um casal recebe um telefonema sobre um bebê com poucas horas de vida que havia sido abandonado no centro de Valença, interior do Estado do Rio. Eles correm para o hospital da cidade para conhecer a criança e, a partir daí, começa o processo de adoção. “Quando a pediatra colocou no meu colo aquela bebezinha linda, mulata, ocorreu um fenômeno maravilhoso que criou um vínculo para sempre entre nós. Aquele foi um dia de muita mágica”, conta o pai.

      Essa foi a história de amor instantâneo que uniu a pequena Ana ao promotor de Justiça Sávio Renato Bittencourt, 38 anos, e à sua mulher, a advogada Maria Bárbara Toledo. Desde os tempos da faculdade de Direito, onde se conheceram, eles alimentavam um desejo pouco comum: serem pais adotivos.

      O sentimento acolhedor que moveu a atitude do casal tem uma explicação, segundo a psicanalista Sonia Bromberger, integrante da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro. È preciso estar dotado de uma boa dose de generosidade para incluir e amar efetivamente a criança que chega nessas condições a uma família. “As pessoas se imaginam eternas através de uma descendência, por isso têm filhos”, afirma Sonia.

      No caso do pai de coração, a escolha pelo filho é sincera e parte do desejo movido pelo amor. Dessa maneira, a figura paterna nos novos relacionamentos se dispõe a incluir e receber esses filhos. “Por isso, a diferença entre o pai adotivo e o biológico é basicamente a generosidade, pois ele se torna um ser provedor de carinho. O pai é aquele que exerce a função de lei da ordem, figura transmissora da cultura, que estrutura o eu de uma criança. O amor pelo filho deve incluir esse papel, pois patrocina desenvolvimento e crescimento”, ressalta.

      Mas nem só de filho adotivo vive o pai de coração. Ele também pode estar escondido por trás da figura do padrasto, ou do novo namorado da mãe, como muitos enteados costumam se referir a eles. Esse foi o caso do advogado João Carlos Ribeiro, 37 anos, que apesar de ter sofrido com as crises de aceitação iniciais, decidiu estabelecer uma relação de amor e companheirismo com suas enteadas desde o primeiro contato.

      Quando começou a paquerar Maria Lúcia Couto, sua colega do curso de Direito numa faculdade do Rio, foi avisado, de antemão: “Para namorar comigo, tem que saber que o esquema é o três em um: eu e minhas duas filhas”. O que poderia ser um problema ou empecilho para muitos relacionamentos em fase inicial, para ele tornou-se um grande prazer. “Ganhei uma nova família, com minha mulher e suas duas filhas, que considero como minhas também”, assume.

      O início foi um pouco conturbado, por causa do ciúme natural que Ana Beatriz, a mais nova, sentia do novo namorado da mãe, quase 15 anos mais jovem. Mas nada que muita paciência e conversa não pudessem resolver. A tática da amizade foi usada com sucesso, como explica a própria Ana Beatriz: “Estávamos muito fragilizadas com a separação quando o João Carlos apareceu.



      Escrito por christian theodore às 13h02
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         Artilheiros do Campeonato Brasileiro até hoje.

      Artilharia
      TOTAL DE GOLS: 626
      12 GOLS
      Cruzeiro
      Fred
      Vasco
      Alex Dias


      Escrito por christian theodore às 12h54
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         A história de Arraes

      13/08/2005 - 11h54

      Miguel Arraes governou Pernambuco três vezes

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      da Folha Online
      da Agência Folha

      Cearense de nascimento, Miguel Arraes construiu sua carreira política em Pernambuco e se tornou um dos maiores expoentes da esquerda brasileira.

      Foi deputado estadual e governador do Estado por três vezes.

      Em seu primeiro mandato como governador, foi deposto pela ditadura militar. Exilou-se na Argélia, em 1965, e só retornou ao Brasil 14 anos depois, beneficiado pela Lei da Anistia.

      Arraes nasceu no dia 15 de dezembro de 1916, em Araripe, Ceará, onde freqüentou os primeiros anos de escola. Em 1932, concluiu o curso secundário no Colégio Diocesano, no Crato, também no Ceará, e em seguida mudou-se para o Recife.

      Em Recife, Miguel Arraes prestou concurso público para IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool), onde conheceu Barbosa Lima Sobrinho, antigo presidente do IAA, que o levou para a vida pública.

      Carreira

      Miguel Arraes iniciou-se na vida pública em 1948 como secretário estadual da Fazenda na gestão do então governador de Pernambuco, Barbosa Lima Sobrinho.

      Disputou sua primeira eleição em 1950, quando se elegeu suplente de deputado estadual. Foi só em 1958 que conquistou uma vaga titular na Assembléia Legislativa de Pernambuco.

      Foi secretário da Fazenda no governo Cid Sampaio em 1959, mesmo ano em que se elegeu prefeito do Recife. Em 1962, Miguel Arraes foi eleito pela primeira vez governador de Pernambuco.

      Exílio

      No seu governo (que não chegou a concluir), Miguel Arraes desencadeou um programa nacionalista, com ações voltadas para os trabalhadores rurais.

      Foi deposto em 1º de abril de 1964 pelo regime militar. Saiu do Palácio do Governo diretamente para a prisão. Permaneceu onze meses presos na ilha de Fernando de Noronha.

      Conseguiu um habeas corpus no STF (Supremo Tribunal Federal) somente em 25 de maio de 1965 e decidiu se exilar na Argélia.

      Depois de viver 14 anos no exílio, Miguel Arraes retonou para o Brasil em 1979, beneficiado pela Lei da Anistia concedida pelo governo brasileiro a todos os banidos pelo regime.

      De volta a Recife, Arraes retomou sua trajetória política, se filiando ao PMDB ( Partido do Movimento Democrático Brasileiro). Foi eleito deputado federal em 1982.

      Em 1986, ainda pelo PMDB, Miguel Arraes foi eleito pela segunda vez governador de Pernambuco. Em 1990, já pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), do qual foi fundador e presidente nacional, Arraes foi eleito, novamente, deputado federal.

      Em 1994, foi eleito pela terceira vez governador de Pernambuco, derrotando Gustavo Krause (PFL) por uma diferença de mais de 300 mil votos.

      Em 1998, ainda no cargo de governador, Arraes decidiu disputar a reeleição contra Jarbas Vasconcelos, seu antigo aliado, mas foi derrotado. Em 2002, mais uma vez elege-se deputado federal.



      Escrito por christian theodore às 12h49
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         Morre MIguel Arraes aos 88 anos.

      13/08/2005 - 11h50

      Deputado Miguel Arraes morre aos 88 anos em Recife

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      da Folha Online

      O presidente nacional do PSB (Partido Socialista Brasileiro), deputado federal Miguel Arraes, morreu neste sábado aos 88 anos, em Recife (PE). Ele estava internado há 59 dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Esperança, em Recife (PE).

      Arraes sofria de infecção pulmonar e respirava com a ajuda de aparelhos. Seus rins não funcionavam normalmente e ele estava sendo submetido a sessões diárias de hemodiálise.

      De acordo com o assessor de imprensa do PSB, Evaldo Costa, a causa do falecimento foi um choque séptico causado por infecção respiratória, agravada por insuficiência renal.

      Folha Imagem
      Deputado Miguel Arraes morre aos 88 anos
      Deputado Miguel Arraes morre aos 88 anos
      Nascido em 16 de dezembro de 1917 em Araripe (CE), Arraes teve forte atuação na política regional pernambucana. Foi para o Rio de Janeiro estudar direito em 1932. Iniciou sua vida pública em 1947, indicado para a chefia da Secretaria da Fazenda pernambucana pelo ex-presidente do IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool).

      Apesar de ser cearense, Arraes construiu sua carreira política em Pernambuco, onde elegeu-se para cargos no Legislativo e Executivo. Foi deputado estadual e governador do Estado por três vezes.

      Em seu primeiro mandato como governador, foi deposto pela ditadura militar. Exilou-se na Argélia, em 1965, e só retornou ao Brasil 14 anos depois, beneficiado pela Lei da Anistia. Já foi eleito três vezes deputado federal. É avô do ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos.

      Arraes era o caçula, e único homem, entre os sete filhos de José Almino Alencar e Maria Benigna Arraes. Casou em 1945 com Célia de Souza Leão, que faleceu após 16 anos deixando oito filhos pequenos. O deputado se casou pela segunda vez no ano seguinte, com Magdalena Fiúza, com quem teve mais dois filhos.

      O político cearense é pai do economista José Almino e do diretor e produtor de TV Miguel [Guel] Arraes Filho. Também é avô do ex-ministro da Ciência e Tecnologia e deputado federal Eduardo Campos (PSB-PE).



      Escrito por christian theodore às 12h48
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         Goiás rumo ao campeonato brasileiro.

      01/08/2005
      Série A
      Para entrar na história
      Vitória diante do Flamengo e tropeços de Fluminense e Corinthians podem levar o Goiás à ‘decisão’ do 1º turno
        
      13/08/2005
      Victor Rezende
      Da editoria de Esportes


      A partida contra o Flamengo pode garantir ao Goiás não apenas um lugar na luta pela Libertadores e o título nacional. A vitória dá ao alviverde a chance de conseguir algo inédito na história do clube. O campeonato de um turno. A melhor colocação em brasileiros foi no ano de 2003, nas mãos do técnico Cuca. No segundo turno daquela competição, a equipe da Serrinha chegou brilhantemente ao vice-campeonato do returno.

      Outro detalhe chama a atenção. Desde que se começou a disputar o Brasileirão no sistema de turno e returno, o campeão do primeiro sagrou-se também campeão do segundo. Para chegar com chances neste ano, o Goiás deve vencer o Flamengo amanhã e torcer para o Fluminense não ganhar do Juventude em Caxias do Sul. Independentemente do resultado do Corinthians contra a Ponte Preta em Campinas, o Periquito decide quem é o melhor da primeira fase contra o Timão.

      Hoje o Periquito ocupa a terceira colocação no certame com 33 pontos, mas a diferença dele para o 10º colocado, São Caetano, é de apenas dois pontos. Aliás, os dez primeiros clubes do Nacional ainda podem conquistar o caneco do turno.

      Para o goleiro Harlei, o mais importante é passar para a liderança da competição. “Depois a gente pode manter a nossa colocação, mas a gente sabe que título de turno não vale nada. O importante é chegar na primeira colocação e não perder a competitividade”, disse.

      Sobre a sina de os campeões do turno se sagrarem campeões nacionais, ele desconversa. “Cada ano tem a sua história e esse deve ser o campeonato mais disputado de todos os tempos, que deve ser decidido apenas nas rodadas finais”, conta. O arqueiro completa que o Goiás não deve privilegiar nenhuma competição, já que o time tem um sonho de disputar uma competição internacional.

      O ala-direita Paulo Baier é comedido. Ele acredita que o time está indo “passo a passo”. “A gente quer ganhar quando joga em casa. Se vier o título, logicamente que é bom. Mas a gente sabe que não vai fazer muita diferença. Precisamos manter os pés no chão e manter a humildade”, explica. “O retrospecto ajuda, mesmo porque o ânimo aumenta. O mais difícil é se manter no topo. Só não podemos priorizar nenhuma competição. Temos que manter o 100% de disposição”, esclarece.

      O volante Cléber Gaúcho vê vantagens em ganhar o primeiro turno. “Acho que serve de incentivo. Com muita humildade, temos que fazer um grande jogo contra o Flamengo, mas por que não pensar nisso?”, indaga. Segundo o atleta, o time não pode priorizar nenhum jogo, já que o Goiás tem um bom elenco. “A coisa tá bem equilibrada, não podemos priorizar”, finalizou.


      Ricardo Rafael 01/08/2005
       
        


       


      Escrito por christian theodore às 12h42
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         Dá-lhe Cidinha Campos!

      Nitroglicerina
      A deputada Cidinha Campos (PDT-RJ) vai depor como testemunha na CPI dos Bingos. Vai dizer o que sabe do esquema de Waldomiro Diniz e da malsinada CPI da Loterj. Espera convite para a CPI do Mensalão.
       


      Escrito por christian theodore às 12h35
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         Fora Lula começa pela UnB

      UnB: ‘Fora, Lula’
      A Universidade de Brasília resgata a sua tradição de vanguarda: quarta (17), um dia após a manifestação chapa-branca da UNE, alunos da UnB pedirão na Esplanada dos Ministérios o impeachment do presidente Lula.
       


      Escrito por christian theodore às 12h34
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         medo do 11 de Setembro


       
      SETH MCALLISTER/AFP
       
      Sábado, 13 de Agosto de 2005
      Gravações mostram pânico de vítimasGravações dramáticas feitas durante os ataques de 11 de setembro de 2001 contra o World Trade Center foram reveladas ontem, depois que uma ordem judicial derrubou a tentativa da prefeitura de Nova York de não divulgar os relatos
      As fitas de áudio, transcrições de comunicações por rádio dos serviços de resgate e histórias contadas por quem trabalhou na tragédia relembram os momentos de horror vividos pelas vítimas que ficaram presas e morreram em decorrência das chamas ou do desabamento das torres gêmeas
      "Alguém está ouvindo? Sou um civil. Estou preso", diz uma voz em pânico numa fita de rádio do Departamento dos Bombeiros. "Não vou conseguir respirar muito mais tempo. Salvem-me. Não tenho muito ar. Por favor, me ajudem. Quase não consigo respirar."
      Em outra fita, um funcionário do resgate grita: "O World Trade Center desabou. Urgente, urgente. Todo mundo para fora".
      15 horasO corpo de bombeiros da cidade divulgou cerca de 15 horas de transmissões de rádio e relatos orais feitos por mais de 500 bombeiros e paramédicos logo depois dos ataques, que mataram quase 3 mil pessoas, entre elas 343 bombeiros.
      Familiares das vítimas haviam manifestado a esperança de que as transcrições e fitas pudessem ajudar a determinar se os bombeiros que morreram não ouviram as ordens de desocupar o prédio ou se preferiram ficar e salvar as pessoas presas, apesar das possíveis conseqüências.
      A prefeitura não queria divulgar grande parte das transcrições, alegando que alguns dos relatos foram feitos sob a condição de confidencialidade e que alguns detalhes poderiam angustiar os familiares das vítimas.
      Depois de um processo movido pelo jornal The New York Times e por várias famílias das vítimas, uma Corte de Apelações estadual ordenou a divulgação da maior parte das informações.
      em vãoAlgumas fitas detalham os esforços frustrados de unidades de emergência para se comunicar entre si. Já houve polêmica sobre a incapacidade de comunicação entre bombeiros e policiais e sobre possíveis falhas nos rádios.
      Numa gravação, em meio a um forte ruído de estática e sirenes, um oficial diz: "Não dá para entender. Seu rádio não está chegando".
      "Fizemos tudo o que podíamos", diz outra voz, em fita do corpo de bombeiros. "O segundo prédio caiu. Não consigo ver nada, portanto não temos contato com ninguém neste momento."
      Chamados para outras unidades eram recebidos pelo silêncio, e outros com gritos e reclamações de que a fumaça era espessa demais para chegar ao local do ataque.
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      > var formObj for(z =0; z < document.forms.length; z++) { if(document.forms[z].name.indexOf("maestro") != -1) { formObj = document.forms[z] break; } } src="http://www.adserver.com.br/466/dests.js"> > function setSelectedOption(cp,pos) { return eval('formObj.'+cp+'.options['+pos+'].selected = true') } function getSelectedByPos(cp,pos) { return eval('formObj.'+cp+'.options['+pos+']').value } function getFieldLength(cp) { return eval('formObj.'+cp).length } meses = ["Jan","Fev","Mar","Abr","Mai","Jun","Jul","Ago","Set","Out","Nov","Dez"] today = new Date() thisDay=today.getDate() thisMonth = (today.getMonth() +1) _fN_ = document.getElementsByTagName("select"); if(today.getDate() < 10 && today.getDate() != 9) { thisDay="0"+today.getDate() } if(today.getMonth() < 10 && today.getMonth() != 9) { thisMonth="0"+(today.getMonth() +1) } thisMonthYear = thisMonth+""+today.getFullYear() setSelectedOption('sector_1_d',(today.getDate() -1)) for(i = 1; i < 12; i++) { newMonth = today.getMonth() newY = today.getFullYear() returnMonth = newMonth+1 if(newMonth < 10 && newMonth != 9) { returnMonth = "0"+(newMonth+1) } yyReturn = new String(newY).substr(2,2) leap = false if((newY % 4 == 0) || (newY % 100 == 0) || (newY % 400 == 0)) { leap = true } label = meses[newMonth] + " " + yyReturn labelValue = returnMonth+""+newY formObj.sector_2_m.options.add(new Option(label,labelValue)) formObj.sector_1_m.options.add(new Option(label,labelValue)) newD = today.getDate() if(newD == 31 || (newMonth == 1 && newD == 28 || newD == 29)) { today.setDate((newD+1)) if(leap) { today.setDate((today.getDate()+1)) } } else { today.setMonth((newMonth+1)) } }
       

       


       


      Escrito por christian theodore às 12h30
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         O discurso de Lula sobre a crise

      Sábado, 13 de Agosto de 2005
      Confira a íntegra do discurso de lula
      Estou consciente da gravidade da crise política. Ela compromete todo o sistema partidário brasileiro

      "Minhas companheiras ministras e ministros, que participam desta reunião.





      Fiz questão de que as minhas palavras neste encontro de trabalho fossem abertas à população brasileira. Temos assuntos importantes a discutir que dizem respeito a toda sociedade. Mas antes de mais nada, quero saudar em especial os novos ministros que vêm reforçar a nossa capacidade de ação nesta segunda metade do meu mandato. Vocês estão entrando num governo que, apesar de todas as dificuldades, fez o Brasil retomar o caminho do progresso e da justiça social.







      Voltamos a crescer, mas desta vez de maneira sustentável, com a inflação baixa e, o que é mais importante, gerando milhões de empregos no campo e nas cidades. Tenho certeza de que o povo sente a diferença, o País está mudando para melhor.







      A inflação é a menor dos últimos cinco anos, a produção industrial registra aumentos sucessivos. Na balança comercial, as exportações ultrapassam a casa dos 110 bilhões de dólares nos últimos doze meses. É o melhor resultado da nossa história.







      Mas o que mais me orgulha, pela minha história e pelo compromisso que tenho com a gente humilde da nossa terra, é a forte retomada da oferta de trabalho. Em 30 meses já criamos 3 milhões, 135 mil novos empregos com carteira assinada. Isso significa 104 mil novas vagas formais por mês, 12 vezes mais que a média dos anos 90, sem falar nos postos de trabalho no mercado informal e na agricultura familiar.







      Criamos um ambiente favorável para a volta dos investimentos. Projetos no valor de mais de 20 bilhões de dólares já estão programados para entrar em operação na nossa economia. Novas frentes de expansão em energia elétrica, transportes, novas fábricas e construções fizeram a produção de bens de capital crescer 10% nos últimos dois meses. Na área social, 7 milhões e 500 mil famílias de brasileiros mais humildes têm garantido o acesso a uma renda mínima através do programa Bolsa Família. Até o final do ano, 8 milhões e 700 mil lares serão beneficiados pelo programa.









      Uma revolução está em marcha no mercado de consumo popular no nosso País. Expandimos o crédito com desconto em folha e muitos trabalhadores puderam pagar as suas dívidas e comprar uma geladeira, um fogão ou outro bem desejado por suas famílias.



      Por isso, as vendas nesse setor cresceram 21% no segundo trimestre, comparado ao mesmo período de 2004. Este País não pode parar. Tenho certeza de que este é o desejo da sociedade brasileira.







      Companheiros, ministros e ministras,









      Estou consciente da gravidade da crise política. Ela compromete todo o sistema partidário brasileiro. Em 1980, no início da redemocratização, decidi criar um partido novo que viesse para mudar as práticas políticas, moralizá-las e tornar cada vez mais limpa a disputa eleitoral no nosso País.







      Ajudei a criar esse partido e, vocês sabem, perdi três eleições presidenciais e ganhei a quarta, mantendo-me sempre fiel a esses ideais, tão fiel quanto sou hoje. Quero dizer a vocês, com toda a franqueza, eu me sinto traído. Traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tive conhecimento. Estou indignado pelas revelações que aparecem a cada dia, e que chocam o País. O PT foi criado justamente para fortalecer a ética na política e lutar ao lado do povo pobre e das camadas médias do nosso País. Eu não mudei e, tenho certeza, a mesma indignação que sinto é compartilhada pela grande maioria de todos aqueles que nos acompanharam nessa trajetória.







      Mas não é só. Esta é a indignação que qualquer cidadão honesto deve estar sentindo hoje diante da grave crise política. Se estivesse ao meu alcance, já teria identificado e punido exemplarmente os responsáveis por esta situação. Por ser o primeiro mandatário da Nação, tenho o dever de zelar pelo estado de direito. O Brasil tem instituições democráticas sólidas. O Congresso está cumprindo com a sua parte, o Judiciário está cumprindo com a parte dele. Meu governo, com as ações da Polícia Federal, está investigando a fundo todas as denúncias. Determinei, desde o início, que ninguém fosse poupado, pertença ao meu partido ou não, seja aliado ou da oposição. Grande parte do que foi descoberto até agora veio das investigações da Polícia Federal.







      E vamos continuar assim até o fim, até que todos os culpados sejam responsabilizados e entregues à Justiça. Mesmo sem prejulgá-los, afastei imediatamente os que foram mencionados em possível desvio de conduta para facilitar todas as investigações. Mas isso só não basta. O Brasil precisa corrigir as distorções do seu sistema partidário eleitoral, fazendo urgentemente a tão sonhada reforma política. É necessário punir corruptos e corruptores, mas também tomar medidas drásticas para evitar que essa situação continue a se repetir no futuro.







      Quero dizer aos ministros que é obrigação do governo, da oposição, dos empresários, dos trabalhadores e de toda a sociedade brasileira não permitir que esta crise política possa trazer problema para a economia brasileira, para o crescimento deste País, para a geração de empregos e para a continuidade dos programas sociais. Temos que arregaçar as mangas e redobrar esforços. Peço que aumentem, ainda mais, a sua dedicação. Se atualmente vocês, ministros e ministras, trabalham até 11h da noite, trabalhem um pouco mais, até meia-noite, uma hora da manhã, porque nós sabemos que muito já fizemos, mas muito mais temos que fazer porque o Brasil precisa de nós.







      Queria, neste final, dizer ao povo brasileiro que eu não tenho nenhuma vergonha de dizer ao povo brasileiro que nós temos que pedir desculpas. O PT tem que pedir desculpas. O governo, onde errou, tem que pedir desculpas, porque o povo brasileiro, que tem esperança, que acredita no Brasil e que sonha com um Brasil com economia forte, com crescimento econômico e distribuição de renda, não pode, em momento algum, estar satisfeito com a situação que o nosso País está vivendo.

      Quero dizer a vocês: não percam a esperança. Eu sei que vocês estão indignados e eu, certamente, estou tão ou mais indignado do que qualquer brasileiro. E nós iremos conseguir fazer com que o Brasil consiga continuar andando para frente, marchando para o desenvolvimento, para o crescimento da riqueza e para a distribuição de renda. E eu tenho certeza que posso contar com o povo brasileiro.

      Muito obrigado."



      Escrito por christian theodore às 12h18
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         Cristóvam deixa Pt seu destino? PPS ou PDT

      Sábado, 13 de Agosto de 2005
      Cristovam anuncia que vai deixar o PT
      Senador deve anunciar segunda-feira seu novo partido

      As reações dos parlamentares do PT-DF diante da divulgação da entrevista do ex-deputado Valdemar Costa Neto foram radicais. O senador Cristovam Buarque anunciou que irá deixar o partido. Segundo palavras dele, "não há mais afinidade política. Apenas, ligação afetiva". O senador deve anunciar na segunda-feira a qual partido se filiará.

      A deputada federal Maninha foi incisiva, mas em defesa do presidente Lula. "O Valdemar é um rato. Um rato que está abandonando o navio, agora que a água está entrando", disse a deputada. "Ele precisa provar o que disse. Não entendo por que só agora fez essa afirmação", completou.

      Para Maninha, as denúncias de Valdemar não têm credibilidade. "Porém, isso não significa que a crise acabou. Nossa luta interna continua ser para dar uma resposta à sociedade brasileira", concluiu Maninha.

      Wilmar Lacerda, presidente do PT-DF, acredita que Lula jamais praticou atos ilícitos. "A aliança com o PL ocorreu depois de uma série de debates internos com a base do PT em todo o Brasil. Aqui no DF, por exemplo, aprovamos a coligação", relembra.

      Wilmar Lacerda é um dos integrantes do partido que esteve na agência do Banco Rural do Brasília Shopping, local apontado pela CPI dos Correios como fonte de pagamento do mensalão. Wilmar reconheceu a ida à agência e vários saques, mas continua dizendo que desconhecia a origem do dinheiro.

      cartaGeraldo Magela, ex-candidato ao governo do DF, irá protocolar, segunda-feira, no Senado, uma carta ao senador Garibaldi Alves, relator da CPI dos Bingos, solicitando a ida dele à CPI.

      "Hoje (ontem) completa um ano e meio que fui acusado de receber dinheiro ilícito e até hoje não pude fazer uma defesa oficial", disse Magela. "Por isso, gostaria de prestar esclarecimentos na CPI", completou o ex-deputado.

      A carta diz: "Solicito a marcação de minha participação nessa Comissão para o prazo mais rápido possível, a fim de permitir que eu possa prestar todos os esclarecimentos". A expectativa de Magela é de comparecer à CPI já na próxima semana.



      Escrito por christian theodore às 12h16
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         Pesquisa Data-Folha para presidente

      Nas tabelas abaixo encontram-se os resultados para os três cenários hipotéticos para a eleição de 2006 investigados pelo Datafolha:



      Falta acrescentar nomes como Denise Frossard, Eduardo Suplicy, Cristóvam Buarque, Jefferson Perez, Ronaldo Lessa, Roberto Requião, Germano Riggotto e ainda Pedro Simon.

      Escrito por christian theodore às 12h13
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         PDT, PV e PPS falam sobre a crise

      PPS, PDT e PV defendem consenso na oposição para solução da crise
           PPS, PDT e PV estão conclamando os líderes da oposição a buscar “um caminho único, apesar das diferenças entre os vários partidos” que se opõem ao governo. A proposta foi apresentada nesta sexta-feira durante encontro dos três partidos em Brasília. Depois de assistir ao pronunciamento do presidente Lula na televisão, os partidos divulgaram nota conjunta, na qual afirmam não defender o impeachment, mas querem que o Congresso e o país estejam preparados para aplicá-lo, caso seja necessário.
           
           “É preciso que a oposição esteja em comum acordo sobre a forma de enfrentar a crise e evite a disputa de vanguardas nas soluções, porque o momento exige responsabilidade”, disse o presidente nacional do PPS, Roberto Freire. O deputado ressalvou que PPS, PDT e PV não defendem a precipitação do impeachment “não por medo, mas por decisão política”. Ele não concorda que líderes oposicionistas “fiquem defendendo intervenções bruscas”, como a interrupção do mandato do presidente, de forma “solta”.
           
           Freire acha que a sociedade brasileira está tão perplexa com o desenrolar da crise que é preciso consenso para fazer intervenções nela. Por isso, a nota propõe uma reunião das direções nacionais do PSDB, PFL e PMDB para a próxima segunda-feira na Câmara dos Deputados. Leia, abaixo, a íntegra da nota pública emitida pelo PPS, PDT e PV.
           
           Nota Pública
           
           “Tendo em vista a gravidade que vai assumindo a crise política, agora se aproximando da figura do Presidente da República, e considerando que uma situação de anormalidade possa engolfar o país num precipício extraconstitucional, PDT, PPS e PV, após reunião de seus dirigentes, resolvem:
           
           1) Reafirmar a postura de que a oposição não tem contribuído para a crise e não deseja soluções extremistas. No entanto, ela não descarta as possibilidades previstas na Constituição;
           
           2) Chamar para a discussão os partidos que não compõem a base aliada do atual governo - PSDB, PFL e PMDB -, com o objetivo de encontrar caminhos consensuais para superar esta grave crise republicana;
           
           3) Sugerir uma reunião das Direções Nacionais desses Partidos para a próxima segunda-feira, às 15 horas, na Câmara dos Deputados.
           
           Brasília, 12 de agosto de 2005
           
           Partido Democrático Trabalhista (PDT)
           Partido Popular Socialista (PPS)
           Partido Verde (PV)

           
      PPS, PDT e PV defendem consenso na oposição para solução da crise
           PPS, PDT e PV estão conclamando os líderes da oposição a buscar “um caminho único, apesar das diferenças entre os vários partidos” que se opõem ao governo. A proposta foi apresentada nesta sexta-feira durante encontro dos três partidos em Brasília. Depois de assistir ao pronunciamento do presidente Lula na televisão, os partidos divulgaram nota conjunta, na qual afirmam não defender o impeachment, mas querem que o Congresso e o país estejam preparados para aplicá-lo, caso seja necessário.
           
           “É preciso que a oposição esteja em comum acordo sobre a forma de enfrentar a crise e evite a disputa de vanguardas nas soluções, porque o momento exige responsabilidade”, disse o presidente nacional do PPS, Roberto Freire. O deputado ressalvou que PPS, PDT e PV não defendem a precipitação do impeachment “não por medo, mas por decisão política”. Ele não concorda que líderes oposicionistas “fiquem defendendo intervenções bruscas”, como a interrupção do mandato do presidente, de forma “solta”.
           
           Freire acha que a sociedade brasileira está tão perplexa com o desenrolar da crise que é preciso consenso para fazer intervenções nela. Por isso, a nota propõe uma reunião das direções nacionais do PSDB, PFL e PMDB para a próxima segunda-feira na Câmara dos Deputados. Leia, abaixo, a íntegra da nota pública emitida pelo PPS, PDT e PV.
           
           Nota Pública
           
           “Tendo em vista a gravidade que vai assumindo a crise política, agora se aproximando da figura do Presidente da República, e considerando que uma situação de anormalidade possa engolfar o país num precipício extraconstitucional, PDT, PPS e PV, após reunião de seus dirigentes, resolvem:
           
           1) Reafirmar a postura de que a oposição não tem contribuído para a crise e não deseja soluções extremistas. No entanto, ela não descarta as possibilidades previstas na Constituição;
           
           2) Chamar para a discussão os partidos que não compõem a base aliada do atual governo - PSDB, PFL e PMDB -, com o objetivo de encontrar caminhos consensuais para superar esta grave crise republicana;
           
           3) Sugerir uma reunião das Direções Nacionais desses Partidos para a próxima segunda-feira, às 15 horas, na Câmara dos Deputados.
           
           Brasília, 12 de agosto de 2005
           
           Partido Democrático Trabalhista (PDT)
           Partido Popular Socialista (PPS)
           Partido Verde (PV)

           


      Escrito por christian theodore às 12h05
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         É o Tas mesmo!

      O ET SOU EU

      O ET SOU EU



      Escrito por christian theodore às 20h20
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         Os Gêmeos da Casa dos Artistas entram no rolo da CPI

      05/08/2005 ¦ 16:01

      Em homenagem a Silvinho Land Rover

      Deliciosa história publicada ontem pelo jornal O Estado de São Paulo na sua primeira edição. Nas edições seguintes foi substituída para outra.

       

      "As 23 moças eram muito formosas e atraentes, atesta quem as viu naquela tarde/noite de outubro de 2003, uma terça-feira, pegando um vôo de fim de tarde, em Congonhas, no rumo de Brasília. Ao desembarcarem na capital, o séquito de belas podia parecer uma matilha de modelos a caminho de um desfile de modas; mas não pareceu. Tanto foi assim que o condutor das moças, incomodado com a atenção que elas atraíam no aeroporto, tentou levá-las rapidamente para o micro-ônibus fretado.

       

      No caminho, o grupo se encontrou com o advogado Antônio Carlos Almeida Castro, o Kakay, amigo dileto do então poderoso ministro José Dirceu. Contam que um constrangido Kakay cumprimentou uma por uma e, ao final, bateu em retirada.

       

      As moças foram conduzidas à suíte presidencial do Hotel Gran Bittar, como a principal atração de uma comemoração especial em homenagem ao então secretário-geral do PT, Silvio Pereira.

      A festa tinha dois estilos, cada uma delas postado num andar da suíte presidencial.

       

      No andar de baixo, o 13º do hotel, funcionava a festa light, que contava, inclusive, com a presença de circunspectas petistas do sexo feminino, onde eram servidos drinques e se falava de poder, de política e do partido; no de cima, a cobertura do prédio, rolava a festa heavy, com as 23 formosas e atraentes moças, indicadas pelos gêmeos Gustavo e Flávio, que se notabilizaram no programa Casa dos Artistas, do SBT. Na porta da escada para o 14º andar, um segurança filtrava quem podia passar.

       

      A festa ameaçava ir bem mais longe do que prometia uma modorrenta terça-feira brasiliense. O formalismo do 13º andar foi quebrado repentinamente pelo toque do telefone celular do homenageado, o então secretário-geral Silvio Pereira. Era um chamado urgente do 4º andar do Palácio do Planalto. "O ministro vai falar", disse a secretária. Quem estava perto de Silvio não ouviu a parte de lá do curto diálogo, mas conta que o interlocutor gritava e que o secretário ficou roxo.

       

      Incontinenti, Silvinho pegou pelo braço o então tesoureiro Delúbio Soares, obrigou-o a deixar o charuto Cohiba no primeiro cinzeiro, e voou com ele da festa, elevador abaixo. Para eles, a festa, mal começada, chegava ao fim. A versão "de dentro" conta que, tão logo constatou a presença das formosas e atraentes 23 convidadas, Kakay dedurou tudo a quem de direito. E "quem de direito" ligou para Delúbio e pôs o trem nos trilhos: "Saiam daí já, seus malucos".

      Enviada por: Ricardo Noblat

      05/08/2005 ¦ 16:01

      Em homenagem a Silvinho Land Rover

      Deliciosa história publicada ontem pelo jornal O Estado de São Paulo na sua primeira edição. Nas edições seguintes foi substituída para outra.

       

      "As 23 moças eram muito formosas e atraentes, atesta quem as viu naquela tarde/noite de outubro de 2003, uma terça-feira, pegando um vôo de fim de tarde, em Congonhas, no rumo de Brasília. Ao desembarcarem na capital, o séquito de belas podia parecer uma matilha de modelos a caminho de um desfile de modas; mas não pareceu. Tanto foi assim que o condutor das moças, incomodado com a atenção que elas atraíam no aeroporto, tentou levá-las rapidamente para o micro-ônibus fretado.

       

      No caminho, o grupo se encontrou com o advogado Antônio Carlos Almeida Castro, o Kakay, amigo dileto do então poderoso ministro José Dirceu. Contam que um constrangido Kakay cumprimentou uma por uma e, ao final, bateu em retirada.

       

      As moças foram conduzidas à suíte presidencial do Hotel Gran Bittar, como a principal atração de uma comemoração especial em homenagem ao então secretário-geral do PT, Silvio Pereira.

      A festa tinha dois estilos, cada uma delas postado num andar da suíte presidencial.

       

      No andar de baixo, o 13º do hotel, funcionava a festa light, que contava, inclusive, com a presença de circunspectas petistas do sexo feminino, onde eram servidos drinques e se falava de poder, de política e do partido; no de cima, a cobertura do prédio, rolava a festa heavy, com as 23 formosas e atraentes moças, indicadas pelos gêmeos Gustavo e Flávio, que se notabilizaram no programa Casa dos Artistas, do SBT. Na porta da escada para o 14º andar, um segurança filtrava quem podia passar.

       

      A festa ameaçava ir bem mais longe do que prometia uma modorrenta terça-feira brasiliense. O formalismo do 13º andar foi quebrado repentinamente pelo toque do telefone celular do homenageado, o então secretário-geral Silvio Pereira. Era um chamado urgente do 4º andar do Palácio do Planalto. "O ministro vai falar", disse a secretária. Quem estava perto de Silvio não ouviu a parte de lá do curto diálogo, mas conta que o interlocutor gritava e que o secretário ficou roxo.

       

      Incontinenti, Silvinho pegou pelo braço o então tesoureiro Delúbio Soares, obrigou-o a deixar o charuto Cohiba no primeiro cinzeiro, e voou com ele da festa, elevador abaixo. Para eles, a festa, mal começada, chegava ao fim. A versão "de dentro" conta que, tão logo constatou a presença das formosas e atraentes 23 convidadas, Kakay dedurou tudo a quem de direito. E "quem de direito" ligou para Delúbio e pôs o trem nos trilhos: "Saiam daí já, seus malucos".

      Enviada por: Ricardo Noblat

      Escrito por christian theodore às 21h52
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         Goiás rumo ao campeonato nacional !


      Goiás afunda o São Paulo
      O Goiás bateu ontem por 1 a 0, no Morumbi, o atual campeão da Libertadores


      clique para ampliar

      Goiás afunda o São Paulo
      O Goiás bateu ontem por 1 a 0, no Morumbi, o atual campeão da Libertadores


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      Escrito por christian theodore às 14h53
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         Nu com a mão no bolso!

      dia
      29.jul.2005
      Reuters
      Visitantes olham a exposição "A Verdade Desnuda" no museu Leopold, em Viena, Áustria; a exibição mostra obras relacionadas ao nu e a escândalos eróticos na capital austríaca em 1900; os visitantes que forem ao museu pelados ou em trajes de banho não precisam pagar ingresso


      Escrito por christian theodore às 14h44
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         Salve Marilyn e Warhol

      Imagens do dia
      04.ago.2005
      EFE
      Obras de Andy Warhol em homenagem a Marilyn Monroe são expostas em Cádiz, na Espanha em homenagem aos 43 anos da morte da atriz norte-americana.
      Reação palmeirense
      Lula chora no Piauí
      Jefferson depõe à CPMI da compra de votos
      Os 43 anos da morte de Marilyn
      Tartaruga tenta chegar ao mar
      Chinês pinta máscaras em cabaças
      Ronaldo e Figo treinam com o Real
      60 anos da bomba de Hiroshima
      Desfile de beldades
      Metrô de Londres volta ao normal
      type=text/javascript>document.write(' name=albx src="050804_album-hit.htm" width="0" height="0" frameborder="0" style="background-color:#e5e8eb">'); style="BACKGROUND-COLOR: #e5e8eb" name=albx src="050804_album-hit.htm" frameBorder=0 width=0 height=0>

      Escrito por christian theodore às 14h43
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         Tripulação do submarino russo desta vez é salvo!

      Reuters
      A tripulação russa do minissubmarino AS-28 deixa a embarcação após três dias presa a uma profundidade de 190 m no oceano Pacífico. Os sete marinheiros já realizaram exames médicos e passam bem

      Leia mais
      SLIDE SHOW
      Reuters
      A tripulação russa do minissubmarino AS-28 deixa a embarcação após três dias presa a uma profundidade de 190 m no oceano Pacífico. Os sete marinheiros já realizaram exames médicos e passam bem.


      Escrito por christian theodore às 14h41
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         Entrevista com Unger

      – No governo, Lula contradisse seu discurso de campanha?

      – Houve em 2002 uma imensa confusão entre retórica e pensamento. Constatamos depois que eles nunca tinham um projeto. Só tinham retórica. O projeto de país foi preenchido apenas pelo projeto de poder. Isso aproxima petistas e tucanos. Ambos pretenderam representar o moderno e acabaram se transformando no atraso. Nada mais atrasado do que a subordinação dos interesses do trabalho e da produção ao financismo. Nada mais atrasado do que essa redução da política social a um açúcar compensatório. Nada mais atrasado do que essa aceitação dos arranjos entre endinheirados e governantes. Durante anos se difundiu a idéia de que qualquer alternativa representaria uma aventura irresponsável, salto no escuro, caos econômico. A verdade é que existe uma alternativa moderada, realista, viável com os meios disponíveis e por isso mesmo transformadora.

      – Como sintetizaria essa alternativa?

      – Enumero quatro pontos que, no conjunto, teriam um efeito revolucionário. Primeira iniciativa: construir um modelo de desenvolvimento calcado na valorização e não no aviltamento do trabalho e do salário. Um governo não pode gerar milhões de empregos, como geralmente se promete. Mas pode criar um ambiente propício à reativação da economia. A primeira medida é abolir todos os encargos sobre a folha de salário. Essa é a melhor razão para persistir com o grande sacrifício fiscal que o povo brasileiro está fazendo. Não se pode castigar quem emprega o trabalhador. O segundo campo de iniciativas é enquadrar os interesses financeiros, subordinando-os aos interesses da produção e do trabalho. Um governo novo deve convocar os 20 senhores que de fato conduzem o mercado financeiro e dizer que, no dia seguinte, eles vão receber a metade.

      – Não seria um grande escândalo?

      – Não. Nada ocorreria. Essa metade já é muitas vezes mais do que se paga em qualquer lugar.

      – Se é tão simples, por que os últimos governos não fizeram isso?

      – Pela colonização mental. É preciso usar a força de barganha do Estado para propagar práticas produtivas mais avançadas. Isso não ocorre espontaneamente. É resultado de uma ação coletiva. O Estado cria condições para um novo mercado existir.

      – As avaliações de risco não estremeceriam?

      – Se há um país que desafia ortodoxias financeiras desse tipo é a China, de longe o maior destino dos investimentos estrangeiros. A médio prazo, nem os mercados financeiros vão para onde se cultua a religião deles. Vão para onde há vigor econômico.

      – E as outras iniciativas?

      – Uma política social como capacitação e não como compensação. Isso implica a definição da melhoria da qualidade do ensino público como prioridade suprema da política social. Dizer que a educação é prioridade suprema significa dizer que não será possível ter os mesmos avanços dramáticos em outros setores.

      – Em todas as eleições, ouvimos os candidatos dizerem que educação é prioridade. Não é um lugar-comum?

      – Vamos ao ponto. Dizer que educação será prioridade significa dizer que a saúde, por exemplo, não vai ser a prioridade. Não vou dizer que criarei 10 milhões de empregos, como não vou dizer que vamos resolver tudo. Vou dizer o contrário. Vou falar da situação dramática e que se a educação for prioridade, a saúde não será. O brasileiro ouvirá verdades desagradáveis.

      – E a quarta prioridade?

      – Melhorar a democracia brasileira. Não nos interessa uma democracia sonolenta. Precisamos de práticas e instituições que facilitem a resolução rápida dos impasses, o engajamento da cidadania e a combinação de traços da democracia direta com traços da democracia indireta. Por exemplo, o direito dos eleitores de cassar os mandatos de mandatários infiéis.

      – Qual a proximidade entre seu pensamento teórico e suas idéias como pré-candidato?

      – Nossa vida intelectual está dominada por fatalismos. Minha obra teórica é uma guerra declarada contra esses fatalismos. Reconheço que o livro que estou lançando é uma obra teórica, aparentemente distante dessas preocupações que foram o objeto da nossa conversa. Mas há muitos elos. É preciso esclarecer que a proposta programática que faço como pré-candidato não é a repetição de uma doutrina teórica. Eu jamais transformaria uma candidatura presidencial no veículo de minhas idéias teóricas. Tenho consciência de que uma candidatura presidencial é um projeto coletivo. Meus interlocutores são menos os intelectuais e mais os grupos organizados da sociedade. E estou tendo uma experiência assombrosa.

      – Está sendo compreendido?

      – Nem sempre. Mas há uma ânsia de buscar um caminho. Há uma grande abertura. Sou alguém estranho para eles. Não sou um político profissional. Sou uma pessoa cerimoniosa, formal. Sou desajeitado, falo com sotaque de estrangeiro. É duro. Mas quando sou perguntado sobre o sotaque, digo que é melhor falar com sotaque do que pensar com sotaque. O Brasil é uma grande confusão anárquica e criadora. A dificuldade é uma só: acender as luzes. Comunicar a mensagem.


      JB

      Escrito por christian theodore às 14h26
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         Mangabeira Unger também é pré-candidato pelo PDT

      'Sou uma alternativa para o Brasil'

      Entrevista: Mangabeira Unger

      Rodrigo de Almeida

      O próprio admite. Não é um político profissional. É cerimonioso, formal, desajeitado. Fala com sotaque de estrangeiro. Um estranho no ninho nos palanques brasileiros, dotado de credenciais aparentemente díspares do perfil de um candidato em eleições habitualmente emocionais. Pois o cientista social Roberto Mangabeira Unger quer ser candidato à Presidência da República no próximo ano. Vai enfrentar com o senador Jefferson Perez a preferência do PDT. Para tanto, tem percorrido o Brasil para defender suas idéias, certo de que o desconhecimento do mensageiro e de sua mensagem não é problema. Diz ter sido o escolhido de Leonel Brizola, meses antes de este morrer, em junho de 2004. Está convicto de que o Brasil deseja uma alternativa ao que considera um modelo seguido por tucanos e repetido por petistas. Professor da Universidade de Harvard, de onde está licenciado, este carioca de 57 anos garante que sua candidatura, caso se confirme, representa uma alternativa confiável, moderada, realista e, por isso mesmo, transformadora. Já apareceu na tevê, referendado pelo cantor e compositor Caetano Veloso. Como diretriz, um “projeto produtivista nacional e democratizante”, capaz de romper o que chama de “subordinação do país aos interesses financeiros”. Com novo livro chegando às livrarias (Necessidades falsas , lançado pela Boitempo, ensaio introdutório a uma de suas obras teóricas), Mangabeira Unger garante que o palanque não será uma extensão de sua teoria. Mas os elos entre ambos parecem evidentes, conforme se vê a seguir.

      – Por que ser candidato à Presidência da República?

      – Esse meu desejo vem das minhas experiências no engajamento na vida pública brasileira e das minhas conversas constantes com Leonel Brizola. O que vem ocorrendo agora no Brasil fortaleceu meu dever de postular essa candidatura no meu partido, o PDT. O Brasil precisa de alternativa ao projeto ao qual se converteram PSDB e PT. Quer uma alternativa e não a tem. Portanto, essa é uma tarefa que, por mais difícil que seja, é inescapável.

      – Quais são os indícios de que a população deseja uma alternativa? O presidente Lula ainda é visto como o favorito em 2006. Depois aparecem tucanos.

      – A população votou maciçamente em 2002 por uma mudança de rumo no país. Há uma convergência de forças políticas dominantes rumo a um projeto financista-negocista que subordina os interesses do trabalho e da produção às exigências da confiança financeira. Que vê a política social como estratégia para dourar a pílula do modelo econômico. Que legitima acertos corruptos entre poder e dinheiro. Todos esses fatores têm o efeito de negar ao povo brasileiro o espaço republicano para a virada econômica e social. O Brasil tem hoje um juro real muito superior à taxa média de retorno dos negócios. Com isso, toda atividade produtiva é, a rigor, irracional. Em segundo lugar, temos um modelo de desenvolvimento baseado no aviltamento do trabalho e do salário e na condenação de 70% dos nossos trabalhadores ao mercado informal. Há mais de 40 anos a participação do trabalho na renda nacional decresce. A terceira característica, esta sim me deixa esperançoso: é o surgimento de uma multidão empreendedora, que está construindo uma nova cultura de auto-ajuda e iniciativa. A grande revolução brasileira será instrumentalizá-los. Para tanto, é preciso ter um Estado que descortina um outro caminho e que não esteja no bolso dos endinheirados. É a grande tarefa para uma candidatura presidencial alternativa.

      – Mas além das dificuldades programáticas, há uma dificuldade pessoal. O senhor é um intelectual, desconhecido, nunca exerceu mandato...

      – São duas ordens diferentes de dificuldades. O caminho programático me parece muito claro. Há um conjunto de iniciativas singelas e práticas que mudaria dramaticamente a vida dos brasileiros. Mas, para chegar lá, o Brasil precisa vislumbrar uma proposta nova. É muito difícil tornar conhecidos novas mensagens e novos mensageiros no sistema partidário e midiático. Esse sistema estabelece uma barreira muito densa em torno do poder central. Por outro lado, quando se fura essa barreira, tudo é possível. Nosso eleitorado está à busca da porta da saída nessa escuridão que é a política brasileira. Quando as muralhas desabam, desabam com rapidez espetacular.

      – E qual sua estratégia para derrubar essa muralha?

      – A primeira tarefa é consolidar a candidatura no meu partido e, a partir daí, construir uma aliança. Minha segunda prioridade é começar a debater em todo o país, propondo, discutindo, revendo o conjunto de ações necessárias para construirmos um novo rumo. Por isso estou andando pelo Brasil, debatendo com as organizações de classe média e dos trabalhadores, ocupando espaços na mídia local, que constato estarem inteiramente abertos, ao contrário dos espaços da mídia nacional, ocupados com os escândalos de corrupção. A terceira prioridade é recrutar um quadro de jovens ativistas. Por enquanto, vejo frustração, desencanto, desilusão com a política.

      – Mas essa desilusão com a política não é nova.

      – Não é nova, mas agora se agrava. E tenho insistido que não podemos nos dar ao luxo de nos entregar a esse desencanto. Tudo no país depende de encaminhamento de soluções coletivas para resolver problemas coletivos. Portanto, precisamos desesperadamente de política. Ao lado desse desencanto, há um enorme idealismo frustrado. Por isso constato a existência de centenas e centenas de jovens que aparecem querendo trabalhar nessa iniciativa. Não menosprezo as dificuldades, mas não subestimo a teimosia com que o Brasil procura uma alternativa. Por isso estou disposto a persistir.

      – As denúncias de corrupção tiram o presidente Lula do páreo?

      – Não. Estou certo de que, se ele for candidato, será forte. E é natural que seja assim num país tão vulnerável quanto o nosso e dada a imensa esperança que a candidatura Lula depositou no povo brasileiro. É natural que a população relute em abandonar essa esperança nele e no governo dele.

      – Lula fala bem para as massas, o senhor. não. Ele é conhecido, o senhor não. Como lidar com isso?

      – Muitos que simpatizam com minha candidatura me tratam como um Quixote. Dizem, de forma benevolente, que vou ajudar a qualificar o debate. Eles não entendem como funciona a eleição presidencial. É errado imaginar que uma candidatura como a minha esteja condenada apenas a desempenhar o papel de qualificador. O difícil é tornar-se conhecido. Mas, tornando-se conhecido, com um projeto consistente e confiabilidade moral, é possível mudar o quadro em muito pouco tempo. Você falou no aspecto do discurso. Ele tem que ser emocional. Mas não pode contradizer a proposta programática. O povo precisa, nesse lusco-fusco de mentiras, identificar quem está dizendo a verdade.



      Escrito por christian theodore às 14h25
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         Lessa é pré-candidato a presidente pelo PDT

      Lessa é lembrado como pré-candidato à Presidência

      O PDT Nacional reuniu a sua cúpula em Alagoas em um hotel da orla da capital para fazer uma discussão sobre o Projeto Brasil Trabalhista, que é a formulação de um programa de governo para a Presidência da República, ouvindo vários estados. A proposta é que isso aconteça até o final do ano, quando o partido define um candidato para disputa a vaga em 2006.
      Pelo menos um nome circula nos bastidores do PDT: o do senador Jefferson Peres (AM), visto com boa atuação na CPI dos Correios.
      O presidente estadual do PDT, Geraldo Sampaio, apesar de estar confirmado no encontro, acabou não indo. Segundo seu filho, Juca Sampaio, Geraldo está em São Paulo fazendo check-up. O presidente do PDT teve uma infecção no fígado, causada por esquistossomose há quatro meses.
      Presidente, mas nem tanto
      No encontro, o governador Ronaldo Lessa foi lembrado como possível candidato a presidente da República. À Gazeta, Lessa disse que aceitaria: "Aceito, sim. Mas não coloco isso como decisão agora. Estou apenas sendo lembrado", afirmou o governador.
      Membros do Palácio Floriano Peixoto acreditam que essa possibilidade é descartada dos planos políticos de Lessa, que é candidato ao Senado em 2006. A hipótese é encarada como "suicídio político", já que a eleição ao Senado é vista como "mais simples" que uma "complexa" candidatura à Presidência da República. Atualmente, a concorrente mais direta de Lessa é a senadora Heloísa Helena (P-Sol).

      Além disso, o governador deveria assumir um discurso de oposição ao governo Lula, o que não aconteceu ontem no encontro do PDT. Lessa foi vaiado na semana passada, em um ato contra a corrupção na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, por membros do P-Sol, que lembraram que o governador, apesar de estar em um partido de oposição ao presidente da República, configura-se como "aliado" do Palácio do Planalto.

      No plano nacional, o PDT tenta uma aliança com membros do PPS e PV. PPS e PDT não se afinam politicamente em Alagoas. "Uma coisa é a realidade estadual, outra a nacional", analisou o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que, em discurso, lembrou que o PDT era aliado do presidente Lula, mas em 2003 se afastou da Presidência da República. "Ele traiu a sua biografia", afirmou Lupi, ao lembrar de Lula, falando ainda em "epidemia" de denúncias, envolvendo parlamentares em um suposto esquema de "mensalão" no governo federal.

      "Até agora, não há comprovação direta de responsabilidade do presidente. Está muito nos arredores: está na sala, na cozinha, no banheiro, mas não chegou ao quarto. Acho muito difícil não chegar", resumiu Lupi. Apesar da sucessão de escândalos nacionais, ele evitou falar em impeachment do presidente Lula, apesar de, nos bastidores, uma ala do PDT defender a idéia. "O processo de impeachment não depende do partido, tem que se comprovar com responsabilidade".|OR

      Lessa é lembrado como pré-candidato à Presidência

      O PDT Nacional reuniu a sua cúpula em Alagoas em um hotel da orla da capital para fazer uma discussão sobre o Projeto Brasil Trabalhista, que é a formulação de um programa de governo para a Presidência da República, ouvindo vários estados. A proposta é que isso aconteça até o final do ano, quando o partido define um candidato para disputa a vaga em 2006.
      Pelo menos um nome circula nos bastidores do PDT: o do senador Jefferson Peres (AM), visto com boa atuação na CPI dos Correios.
      O presidente estadual do PDT, Geraldo Sampaio, apesar de estar confirmado no encontro, acabou não indo. Segundo seu filho, Juca Sampaio, Geraldo está em São Paulo fazendo check-up. O presidente do PDT teve uma infecção no fígado, causada por esquistossomose há quatro meses.
      Presidente, mas nem tanto
      No encontro, o governador Ronaldo Lessa foi lembrado como possível candidato a presidente da República. À Gazeta, Lessa disse que aceitaria: "Aceito, sim. Mas não coloco isso como decisão agora. Estou apenas sendo lembrado", afirmou o governador.
      Membros do Palácio Floriano Peixoto acreditam que essa possibilidade é descartada dos planos políticos de Lessa, que é candidato ao Senado em 2006. A hipótese é encarada como "suicídio político", já que a eleição ao Senado é vista como "mais simples" que uma "complexa" candidatura à Presidência da República. Atualmente, a concorrente mais direta de Lessa é a senadora Heloísa Helena (P-Sol).

      Além disso, o governador deveria assumir um discurso de oposição ao governo Lula, o que não aconteceu ontem no encontro do PDT. Lessa foi vaiado na semana passada, em um ato contra a corrupção na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, por membros do P-Sol, que lembraram que o governador, apesar de estar em um partido de oposição ao presidente da República, configura-se como "aliado" do Palácio do Planalto.

      No plano nacional, o PDT tenta uma aliança com membros do PPS e PV. PPS e PDT não se afinam politicamente em Alagoas. "Uma coisa é a realidade estadual, outra a nacional", analisou o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que, em discurso, lembrou que o PDT era aliado do presidente Lula, mas em 2003 se afastou da Presidência da República. "Ele traiu a sua biografia", afirmou Lupi, ao lembrar de Lula, falando ainda em "epidemia" de denúncias, envolvendo parlamentares em um suposto esquema de "mensalão" no governo federal.

      "Até agora, não há comprovação direta de responsabilidade do presidente. Está muito nos arredores: está na sala, na cozinha, no banheiro, mas não chegou ao quarto. Acho muito difícil não chegar", resumiu Lupi. Apesar da sucessão de escândalos nacionais, ele evitou falar em impeachment do presidente Lula, apesar de, nos bastidores, uma ala do PDT defender a idéia. "O processo de impeachment não depende do partido, tem que se comprovar com responsabilidade".|OR



      Escrito por christian theodore às 14h23
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