politica&teatro
   Uma homenagem a Leonel Brizola, nesses tempos tristes de corrupção no PT





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Escrito por christian theodore às 12h57
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   Deixem as meninas trabalharem.

Sobre a reportagem abaixo, ninguém ainda enfrentou com coragem a profissionalização da prostituição no Brasil. Isso daria segurança aos trabalhadores do sexo e ainda a seus clientes, buscando afastar os traficantes que frequentemente frequentam esse meio e os usa para a venda de drogas.

Eu sou completamente a favor ainda de um espaço público seguro para que os trabalhadores do sexo da rua exerçam sua profissão, onde exista ainda segurança policial sem que isso afaste os clientes e ainda sem que esses possam extorquir e explorar prostitutas, prostitutos e travestis!

Defendo ainda um debate aberto sobre a legalização da maconha e de espaços definidos para a venda controlada da droga!

através de um debate amplo a população de Brasília. Considero que a capital do Brasil deve retomar sua função vanguardista e ter a coragem de deixar a sua população decidir se quer legalizar a maconha ou não!

Não sou contra nem a favor antes do debate, o que sei é que o tráfico tem feito viciados e destruído a saúde de muitos ao misturar a droga com porcarias como resíduos de bateria, ácidos entre outras coisas completamente sem qualquer garantia de procedência.

Sábado, 27 de Agosto de 2005
Hotel não deve barrar garotas de programa




 

Por decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, o Bonaparte Hotel não poderá impedir o acesso de garotas de programa. O tribunal manteve a sentença da 5ª Vara Cível de Brasília que julgou improcedentes os pedidos do Condomínio do Edifício Bonaparte Hotel Residence, para que as atividades do american bar fossem encerradas e o condomínio indenizado por perdas e danos, por causa da reclamação de hóspedes e moradores queixosos do volume de som e da presença de prostitutas no local.

Também afirmaram que a presença das garotas atrai outros problemas de marginalidade, o que já ocasionou reclamações de moradores e hóspedes e desvalorização dos flats.

No entanto, os locatários do espaço contestam as alegações, afirmando que cumprem a convenção e o regulamento interno do condomínio, que permitem a utilização do bar, tanto pelos hóspedes e seus visitantes, quanto pelo público externo.

Eles também relatam que o próprio hotel admite o acesso de pessoas não-hóspedes mediante pagamento de valor excedente. "Não é verdadeiro que os eventos musicais perturbem o sossego. Quanto aos limites de ruído, estão dentro dos limites fixados pela ABNT", sustentam. A 5ª Vara acatou essa justificativa.



Escrito por christian theodore às 12h42
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   A melhor análise que já li do Governo Lula

Mauro Santayana: Os intelectuais e o poder político


Intelectuais - disse-me certa vez, em Roma, José Guilherme Merquior - somos todos nós humanos, os que pensamos, que intelectuamos''. Discutíamos, como era de hábito em nossos encontros, sobre as idéias contemporâneas, respeitadas as divergências ideológicas que tínhamos, e que não me impedia admirar o grande estudioso que ele foi. Naquele encontro, precisamente, conversávamos sobre os trabalhadores intelectuais e a política e partíamos das famosas cartas de Platão aos tiranos de Siracusa. O filósofo fora preceptor de Dione, a pedido de Dionísio de Siracusa, assim como, mais tarde, Aristóteles seria preceptor de Alexandre. A presença dos pensadores gregos fora essencial naquele período criador do Ocidente. Sócrates já havia sido denunciado por mal orientar Alcibíades, e por esta e outras acusações, condenado à morte. Antes disso, Anaxágoras fora preceptor de Péricles.

Mas aquele era um tempo em que o pensamento e a ação caminhavam juntos. Por isso, em contundente resposta a Einstein, que o cumprimentara pela sua atuação no processo de reconstrução da Itália depois de Mussolini, e exaltava a chegada dos intelectuais ao poder, Benedetto Croce disse que os filósofos só podiam pretender o mando político se fossem também homens de ação. Lembrou o caso de Sócrates, que discutira as questões políticas, mas lutara como hoplita, em Potideia; e de Dante, que lutara na cavalaria dos guelfos, contra os guibelinos, em Florença. Sem essas credenciais, resumia Croce, o filósofo deveria contentar-se em apenas expor as suas idéias. Mas havia momentos de crise em que os homens de inteligência deviam intervir, se fossem também assistidos de autoridade moral, como era o caso da Itália no pós-guerra. Croce, como se sabe, atuou decisivamente na articulação política e na propaganda republicana e democrática naqueles anos, embora tenha passado o período do fascismo em sua mansão de Sorrento, sem sofrer pessoalmente as conseqüências da Ditadura.

Os intelectuais e o PT

Admitindo-se que caiba aos professores universitários, aos escritores e artistas a identificação como intelectuais, sua presença foi decisiva na criação do PT. No fundo, essa aliança entre as massas trabalhadoras, senhoras dos votos, e os pensadores já fora sonhada por alguns intelectuais do antigo PTB, como Alberto Pasqualini e, depois, Santiago Dantas. O PTB, que fora criado por Vargas, dispunha das massas, mas era jejuno de idéias. Idéias, tinha-as Pasqualini e sobravam em Santiago Dantas. Mas, as circunstâncias haviam impedido a aliança. Na verdade, o PTB, salvo algumas figuras ilustradas e sensatas, era conduzido por notórios pelegos e conservadores oportunistas. Não entendiam a linguagem dos intelectuais, e os intelectuais - vindos da elite, como era o caso de Santiago - a custo conseguiam com eles conviver.

A situação mudou no caso do PT, porque houve a mediação dos intelectuais católicos, o que não ocorrera, de forma mais nítida, antes de 1964, entre a inteligência não-marxista e a classe operária. A Igreja, com seus prelados, como D. Paulo Evaristo Arns, e pensadores conhecidos, como é o caso de Plínio de Arruda Sampaio, pôde orientar a aliança que poderia ter dado certo. Não quero tratar aqui dos rumores de que o PT fora invenção de Golbery, a fim de esvaziar a liderança dos comunistas nos meios sindicais de São Paulo. Houvesse ou não Golbery, o espaço estava aberto para que a vanguarda da aristocracia operária que, em todos os países industriais, é formada pelos metalúrgicos, procurasse formar seu próprio partido. Esse tem sido um vezo histórico, nas horas de reconstrução política, como ocorreu na Alemanha do início dos anos 20, com o Deutsche Arbeiterpartei (Partido dos Trabalhadores Alemães), fundado pelo serralheiro Anton Drexler e depois transformado no Partido Nacional Socialista por Hitler, ao dele apossar-se logo no início.

O PT nasceu em busca de uma ideologia. Os católicos de esquerda não conseguiram construir corpo doutrinário que fosse aceito por todos. Os marxistas, tampouco: assim, o PT se tornou uma espécie de protestantismo, com suas várias seitas. Com as idéias dispersas, foi possível o surgimento de um grupo, mal chamado de pragmáticos, que decidiu administrar o carisma de Lula e dominar o partido, dentro da chamada Corrente Majoritária. Esse grupo, conscientemente ou não, resolveu reduzir o papel dos intelectuais junto ao presidente. A corrente sindicalista ocupou as posições de poder, afastando os homens de pensamento que poderiam ter dado continuidade à influência, ainda que secundária, dos intelectuais sobre Lula.

Nem sempre os chamados intelectuais são bons conselheiros, a menos que se orientem por aquela sadia desconfiança com relação a seu próprio saber. O bom conselheiro não é aquele que recomenda essa ou aquela decisão ao poderoso, mas o que lhe aponta todas as dúvidas. O convívio do intelectual com os homens de poder é sempre difícil, sobretudo quando ele pretende mandar, em lugar de aconselhar. Como dizia Ortega y Gasset, já nos anos 50, o mal do poder contemporâneo é que os que mandam querem pensar, e os que pensam, querem mandar.

O sinal de que a intelligentsia era considerada dispensável ao governo já havia sido claro, quando o cantor Gilberto Gil foi nomeado para o Ministério da Cultura. Com todo o respeito devido ao grande artista, que tem contribuído como poucos para o conhecimento do Brasil no exterior, a administração política da cultura é outra coisa. Quando nos lembramos que André Maulraux foi o ministro da Cultura da França, e temos aqui homens como Chico de Oliveira e Plínio de Arruda Sampaio, entre outros, podemos entender que o governo estava mais preocupado com o seu marketing nessa área, da mesma forma que o governo passado se preocupara em nomear Pelé para o Ministério dos Esportes.

Erasmo de Rotterdam - que viveu um dos momentos mais dramáticos da História Política, com a execução de seu amigo Thomas More por ordem de Henrique VIII - dizia que os intelectuais são naturalmente acovardados diante do poder. Mas há aqueles que, conforme os identificou Croce, conquistam na ação o seu direito ao mando. Ou que, com sua resistência em nome da liberdade, levada ao martírio, conquistam a santidade, como o próprio More.

O fato é que o velho sonho de aliança entre a intelligentsia e os trabalhadores malogrou-se diante da prática política. O que realmente ''deu certo'' foi a aliança anterior, de outro grupo da intelligentsia paulista, com as elites nacionais.



Escrito por christian theodore às 12h26
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   Começa a debandada ao barco afundando do PT

Baixa federal no PT

Deputado da bancada do Rio é o primeiro a sair

O deputado federal André Costa desligou-se ontem do Partido dos Trabalhadores. É o primeiro parlamentar do Congresso a deixar o PT desde o início da crise política. Segundo ele, sua decisão foi pautada pelo ''descaminho ético-político'' de integrantes do partido e o distanciamento do governo das propostas de esquerda.

- São duas grandes frustrações: o desvio ético do partido e a estratégia de poder adotada pelo governo, e não uma estratégia para o País - afirmou o deputado que, nos últimos dias, aproximou-se da esquerda do partido.

Até então ligado ao Campo Majoritário, sob o domínio do deputado José Dirceu, Costa explicou que ficou decepcionado com a estratégia do bloco de tentar ''blindar suspeitos e barrar a investigação pelas CPI's''. Ainda sem destino definido, Costa sugeriu a criação de um movimento supra-partidário para o próximo ano ''para superar a dicotomia PT-PSDB''.

Costa era suplente do prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, e assumiu a vaga em dezembro do ano passado.



Escrito por christian theodore às 12h18
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   Por um Lago Paranoá preservado e aberto ao público! Fora invasores da elite podre de Brasília!

Duas semanas para deixar orla

Secretaria dá prazo para 22 moradores dos Lagos saírem

Moradores do Lago Sul e Lago Norte que ocupam ilegalmente a orla do lago terão duas semanas para retirarem as construções. Na próxima semana, a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) notificará 22 residências que construíram a menos de 30 metros da margem do Lago Paranoá. Segundo o subsecretário de Recursos Hídricos, Pedro Celso Antonieto, as irregularidades vão desde muros, cercas e grades a píeres de concreto e casas de cachorro.

- As residências que receberão esse ultimato já foram notificadas e multadas e não tomaram providências. Agora, se as construções não forem retiradas em 15 dias, a secretaria terá de fazê-lo - garante.

Antonieto acrescenta que, além de retiram as construções, os moradores terão que pagar multas que variam de R$ 2.800 a R$ 70 mil. O subsecretário afirma que o decreto que garante a construção de muros de arrimo, que são usados para deter desabamentos, não pode ser usado como desculpa por esses moradores, já que tais construções não são as previstas no decreto.

A briga da Semarh com os moradores que ocupam áreas irregulares começou em 2004, quando a secretaria convocou 185 proprietários para discutir a situação. Desse total, 120 compareceram, mas apenas 32 retiraram as construções irregularidades.

- Os 22 dois que nós estamos notificando agora são aqueles cujos processos de irregularidade foram concluídos. Todas as pessoas que construíram em local proibido terão que regularizar sua situação ou serão notificados posteriormente - afirma.

Antonieto explica que os 30 metros deixados entre as edificações e a água são essenciais para a preservação do Lago Paranoá.

- A manutenção da margem impede a impermeabilização do solo, que causa infiltração e assoreamento do lago, além de permitir o trânsito de animais silvestres. As pessoas têm que lembrar de que o lago, além de ser uma marca de Brasília, é também responsável por gerar parte da energia elétrica gerada na cidade, por isso é dever de todos ajudar a preservá-lo - aponta.




Escrito por christian theodore às 12h15
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   Não posso deixar de homenagear pessoas com as quais convivi. Parabéns Catarina Accioly

Primeiro curta de Catarina

Atriz se torna beneficiária do Fundo de Arte

Danyella Proença

Uma questão de tempo. Esse é o título do primeiro curta-metragem a ser dirigido pela atriz Catarina Accioly, uma das beneficiadas pelo último Fundo da Arte e da Cultura (FAC). Mas o nome bem poderia ser usado para descrever a trajetória artística da própria autora na cidade.

Basta um exame rápido nas últimas produções locais - tanto em cinema quanto em teatro - para constatar que Catarina não pára. Somente no ano passado, foram sete filmes. Esse ano, a atriz comemora a façanha de ter dois roteiros aprovados em editais da Secretaria de Cultura.

A chancela do tempo foi mesmo uma grande aliada de Catarina. O trabalho de direção em cinema vem depois de 12 anos de uma sólida carreira de atriz.

Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, ela se destaca pela entrega e intensidade com que dá vida às personagens. Foi atuando nos palcos e diante das câmeras que Catarina Accioly passou a sentir necessidade de partir para um trabalho mais autoral:

-Chega um momento em que, por mais que você esteja satisfeita com os convites como atriz, você quer colocar as suas mensagens para o público. Descobrir que eu poderia escrever e dirigir me deu uma grande motivação, no sentido de suprir o que eu quero dizer como criadora - conta.

Aos poucos, Catarina foi acumulando funções: além de atuar, enveredou-se nas áreas de roteiro, preparação de elenco e assistência de direção. O objetivo era, segundo ela, desenvolver aptidões que lhe possibilitassem dirigir seus próprios projetos.

As experiências ao longo do tempo, somadas ao incentivo dos amigos e colegas de profissão, deram fôlego para que Catarina botasse suas histórias no papel e as inscrevesse em editais.

Em uma tacada só, a atriz emplacou dois roteiros de curtas-metragens. O primeiro deles, Uma Questão de Tempo, foi aprovado no FAC e já teve R$ 30 mil liberados. O filme mostra 24 horas na vida de Ana Vitória e Levi. É a possibilidade do encontro entre os dois que move a narrativa, tendo como cenário uma Brasília que aos poucos troca a seca pela primavera. A própria Catarina dará vida à fotógrafa Ana Vitória, papel meio ''autobiográfico'', segundo ela. O início das filmagens está marcado para o dia 17 de setembro.

Catarina Accioly conta que o filme será bastante plástico. A fotografia e a direção de arte valorizarão as cores que tingem a cidade nessa época do ano. A preocupação sensorial vai além da imagem: o som peculiar das cigarras e das primeiras chuvas da primavera serão trabalhados de forma especial.

- Dizem que as pessoas não se encontram em Brasília. Eu quis mostrar o momento que geralmente não se revela, que é o do florescimento dessa cidade. O filme traz uma Brasília bela e pulsante - diz a atriz e agora diretora.

Para a equipe, Catarina escolheu velhos amigos - profissionais com quem já havia trabalhado em produções anteriores. O co-diretor Gustavo Galvão, por exemplo, já dirigiu Catarina em dois filmes (Danae e Uma Noite com Ela). O diretor de fotografia, André Carvalheira, também já dirigiu a atriz.

O outro projeto aprovado de Catarina Accioly foi Entre Cores e Navalhas, dessa vez pelo Pólo de Cinema e Vídeo Grande Otelo. Rodado em 16 mm. e com verba de R$ 35 mil, o filme é uma história de amor que não se atrela a convenções de nomenclaturas. Tanto Entre Cores e Navalhas quanto Uma Questão de Tempo estão sendo produzidos pela Dharma Filmes.




Escrito por christian theodore às 12h11
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   LUla está mais para Jango

 

Está mais para Jango do que para Juscelino

De O Globo, hoje:

 

Para o historiador Marco Antonio Villa, da Universidade Federal de São Carlos, Lula foi infeliz não só ao se comparar com Juscelino Kubitschek e Getúlio Vargas, mas também ao fazer referência a Jânio Quadros. No primeiro caso, por não ter a grandiosidade dos dois e, no segundo, por falar em renúncia. “Joga água no moinho da oposição.” 

* O que o senhor achou das comparações históricas feitas pelo presidente?

 

MARCO ANTONIO VILLA: A comparação com Juscelino Kubitschek e Getúlio Vargas é absolutamente infeliz. Lula não tem a grandiosidade dos dois. Quando se fala em Juscelino, lembramos de Brasília. Getúlio nos lembra o nacionalismo e o trabalhismo. Daqui a 20 anos, quando alguém falar de Lula, vai se lembrar de Marcos Valério.

 

* E quanto a Jango?

 

VILLA: Aí a comparação foi perfeita. São dois incapazes que passaram pela Presidência. E a relação de Jango com o poder também era promíscua.

 

* O tom usado por Lula foi adequado?

 

VILLA: Não, foi equivocado. Na situação em que ele está, não pode fazer qualquer referência à idéia de renúncia. Ele joga água no moinho da oposição.

 

* Juscelino também foi acusado de corrupção?

 

VILLA: Houve acusações a ministros, em torno da construção de Brasília, e muitas lendas, como a de que JK teria a quarta fortuna do mundo. Mas ele morreu na pindaíba, vivia a política 24 horas por dia. Num período de muitas obras, é inevitável que ocorram desvios. Mas como comparar os governos? José Dirceu passou dois anos e meio conspirando, em dois anos e meio Juscelino fez Brasília.

 

* A paciência era uma grande virtude de JK?

 

VILLA: Ele enfrentou a oposição violenta da UDN, com duas tentativas de golpe militar. Sobreviveu graças ao marechal Lott, seu ministro da Guerra. Juscelino tinha grande habilidade política, mas não a usava só para se manter no poder. Ele tinha um projeto, que executou. E era um homem muito corajoso, basta lembar que foi o único governador (de Minas Gerais) a comparecer ao velório de Getúlio Vargas, além de Amaral Peixoto, que era genro do presidente. Também foi em Minas que Getúlio fez sua última aparição pública, convidado por JK para a inauguração de uma fábrica. Qual o projeto de Lula? Continuar as políticas econômica e social de governos anteriores e manter-se no poder."

Enviada por: Ricardo Noblat


Escrito por christian theodore às 21h18
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   LUla no Divã

26/08/2005 ¦ 02:23

De porre (no bom sentido...)

De Ciça Guedes em O Globo, hoje:

 

"O psicanalista Luís César Ebraico, autor do livro “A nova conversa ? o poder da palavra em sua vida” (Ediouro), afirma que Lula está tão inebriado com a realização de seu sonho de chegar à Presidência que não gosta de ouvir sobre os problemas em seu governo nem quer falar claramente sobre eles. “Não querer ver é o primeiro passo para o caos”.

 

* Como o senhor avalia o discurso do presidente (o que ele cita Getúlio, Juscelino, Jânio e Goulart)?

 

EBRAICO: Lula está inebriado de grandeza, quer ficar na lista dos grandes presidentes. Parece tão preocupado com isso que não quer ouvir o que de fato acontece em seu governo.

 

* O senhor acredita que o presidente não ouviu mesmo a história do mensalão?

 

EBRAICO: Não dá para dizer se ele ouviu ou não ouviu falar sobre o mensalão, mas dá para dizer: Lula não quis saber, não agüenta ouvir. Ele está tão inebriado, tão encantado com seu brinquedo, a Presidência, que não quer ser aporrinhado com essa coisa de mensalão. Ele disse outro dia que com a economia não se pode brincar. E com a política, pode? A economia ele deixou com o Palocci e não brinca com ela? Lula tem se mostrado imaturo.

 

* É por isso que ele se recusa a falar claramente sobre as denúncias, não dá entrevistas?

 

EBRAICO: Ele está vivendo o sonho do proletário que chegou ao poder, e não quer que esse sonho se estrague. Lula está ébrio, mas não é pelo álcool. Ele lutou e chegou ao poder, foi à ONU, disse que faria o Fome Zero mundial, não quer se aborrecer com minudências quando se sente no ápice da glória. Mas o presidente deveria ser o primeiro a fazer algo para que a verdade prevaleça. Ele tem resposabilidades. Não se pode tolerar a omissão.

 

* Quais as conseqüências que esse tipo de comportamento pode acarretar?

 

EBRAICO: Não querer ver é o primeiro passo para o caos, ensina a psicanálise. O pior cego é o que não quer ver, diz a Bíblia. Mas esta crise pode ter ao menos um resultado positivo: acabar com a ilusão que está contaminando a política brasileira desde quando se desenhou a perspectiva de que Lula venceria as eleições. Vivemos desde então entre as ilusões do conservadorismo, de que o governo petista seria uma catástrofe do ponto de vista econômico, e, à esquerda, de que seria a salvação. Talvez ao fim de tudo isso a política possa voltar a ter pontos de contato com a realidade."

Enviada por: Ricardo Noblat


Escrito por christian theodore às 21h17
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   cheguei ao primeiro lugar em atualização. Obrigado Uol!


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10. Pão e Poesia por Vera Barbosa
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Escrito por christian theodore às 21h02
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   Um Bom Motivo!

 
 
TONY WINSTON
 
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2005
Comércio e cultura unem-se no Lago Sul
Academia de música funciona em subsolo de supermecado

O Lago Sul ganha hoje mais uma opção educativa e, acima de tudo, artística: a quinta unidade da Academia BSB Musical. Ela funcionará no subsolo do supermercado Bom Motivo, da QI 13, uma idéia inovadora que pretende unir mercado e cultura num só espaço.

No coquetel de inauguração, na própria escola, a partir das 19 horas, alguns professores farão um recital. Dois cantores, uma pianista e um violinista animarão a noite dos convidados, enquanto eles terão a oportunidade de conferir uma guitarra gigante feita sob encomenda para a entrada da academia. Serão sorteados um violão, uma bicicleta e alguns vales-compra do Bom Motivo.

A iniciativa de abrir a escola de música nessa região veio do diretor comercial e financeiro do supermercado, Edinho Bittencourt, um dos donos, também, do Centro Cultural de Capoeira Raízes do Brasil, que já existe há 20 anos na cidade. Sempre muito ligados à arte, ele e seu sócio, Ralil Salomão, desde o ano passado já pensavam em comprar uma franquia da BSB Musical. Tanto pela vontade de levar mais arte à comunidade do Lago Sul e também por conhecerem bem o padrão da escola, que tem os seus 22 cursos reconhecidos pela Secretaria de Educação do Distrito Federal.

"Só não sabíamos exatamente onde instalar a filial. Então, pensei em usar um espaço do subsolo do supermercado, destinado a lojas, que nunca havia sido alugado", conta Edinho. Por mês, cerca de 60 mil pessoas vão até lá fazer compras. O diretor acredita que a clientela ajudará a academia a crescer. Segundo ele, muitos já aprovaram a idéia e provavelmente se matricularão nas aulas. Estima-se que a academia consiga 500 alunos em um ano.

Por falar em matrícula, quem for hoje à festa de inauguração e quiser se inscrever em algum curso, não pagará a taxa, que nos outros dias custará em torno de R$ 50,00. Quem possui o cartão VIP do Bom Motivo, não paga a matrícula em nenhum dia do ano e em nenhuma das unidades. O sócio-fundador da Academia BSB Musical e diretor financeiro da matriz, Flávio Machado, feliz em conquistar mais um ponto da cidade, explica que, mesmo não sendo dono das filiais, exige que toda a metodologia adotada em 1986 seja aplicada a elas para manter o padrão. "Eu dou assistência nas contratações de professores e participo dos seus treinamentos", conta.

Quem quer seguir a carreira de músico em Brasília não precisa ir muito longe de casa. Com unidades na Asa Norte, Asa Sul, Sudoeste e as recém-inauguradas, no Lago Norte e no Lago Sul, a Academia BSB Musical oferece 22 cursos, além de aulas de canto, coral e teorias, entre as quais, História da Música. Ao se formar, o aluno recebe a carteira profissional. A idade mínima para se matricular é 3 anos e o preço da mensalidade varia de R$ 109,00 a R$ 164,00, a exemplo de todas as outras unidades.



Escrito por christian theodore às 21h00
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   Salve Villar, meu professor de teatro da UnB

 
 
MINERVINO JúNIOR
 
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2005
Diretor participou da vanguarda do teatro candango dos anos 80

O diretor Fernando Villar está de volta à cena teatral brasiliense. Na década de 80, ele participou do movimento de vanguarda do teatro de Brasília com montagens divisoras de águas, como Vidas Erradas e Você Tem uma Caneta Azul para a Prova?. Mais de 20 anos depois, Villar apresenta um novo trabalho na cidade que serviu de berço para sua arte: o espetáculo Ventiras y Merdades. As apresentações serão hoje e amanhã, às 21h, e domingo, às 20h, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional Cláudio Santoro. A peça discute como as verdades e mentiras interferem no cotidiano das pessoas. A montagem conta a história de uma produtora internacional que traz a Brasília diretor e elenco do Rio de Janeiro e de São Paulo. Eles montam o espetáculo Contemporaneidade Empacotada e, depois de algumas temporadas, voltam ao Teatro Nacional para gravar um DVD da peça. Ventiras y Merdades mostra as duas noites de gravação, que revelam o dia-a-dia do grupo às voltas com os temas contemporaneidade, verdade e mentira. Os ingressos custam

R$ 20 (inteira).



Escrito por christian theodore às 20h55
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   A vendedora negra no belo rio antigo. Saudades desse Brasil que se foi!

Marc Ferrez
"Vendedora no Mercado" (1875)


Escrito por christian theodore às 20h45
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   Uma homenagem a minhas origens!

language=JavaScript src="http://noticias.uol.com.br/functions_album1.js"> > if (dropdown_file != ""){ document.write (''); } language=JavaScript src="dropdown_diversao.js"> type=text/javascript> credito = new Array() legenda = new Array() tamanho = new Array() // creditos / legendas / tamanho // x=y=z=0; credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 1 legenda[y++] = "\"Cinema Pathé\" (1918)"; // Foto 1 tamanho[z++] = "300x390"; // Foto 1 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 2 legenda[y++] = "\"Vendedora no Mercado\" (1875)"; // Foto 2 tamanho[z++] = "440x320"; // Foto 2 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 3 legenda[y++] = "Largo do Paço e rua Primeiro de Março (1890) "; // Foto 3 tamanho[z++] = "300x390"; // Foto 3 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 4 legenda[y++] = "\"Índios Bororo\" (1880)"; // Foto 4 tamanho[z++] = "440x320"; // Foto 4 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 5 legenda[y++] = "\"Paisagem da ilha de Paquetá\" (1885)"; // Foto 5 tamanho[z++] = "440x320"; // Foto 5 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 6 legenda[y++] = "Entrada da baía de Guanabara, vista
da fortaleza de Santa Cruz (1885)
"; // Foto 6 tamanho[z++] = "440x320"; // Foto 6 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 7 legenda[y++] = "\"Paquetá\" (1885)"; // Foto 7 tamanho[z++] = "440x320"; // Foto 7 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 8 legenda[y++] = "Capa do catálogo da exposição"; // Foto 8 tamanho[z++] = "300x390"; // Foto 8 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 9 legenda[y++] = "Vista de fora da baía de Guanabara, do lado de Niterói (1890)"; // Foto 9 tamanho[z++] = "440x320"; // Foto 9 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 10 legenda[y++] = "\"Ilha de Paquetá\" (1885)"; // Foto 10 tamanho[z++] = "440x320"; // Foto 10 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 11 legenda[y++] = "\"Canal do Mangue\" (1905)"; // Foto 11 tamanho[z++] = "440x320"; // Foto 11 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 12 legenda[y++] = "\"Menino Índio\" (1880)"; // Foto 12 tamanho[z++] = "300x390"; // Foto 12 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 13 legenda[y++] = "\"Jornaleiros\" (1899)"; // Foto 13 tamanho[z++] = "300x390"; // Foto 13 credito[x++] = "Marc Ferrez"; // Foto 14 legenda[y++] = "\"Amolador\" (1899)"; // Foto 14 tamanho[z++] = "300x390"; // Foto 14 language=JavaScript> onload = startAlbum;
Marc Ferrez
I. Moreira Salles (RJ)
de 26/07 a 23/10
Marc Ferrez
"Menino Índio" (1880)


Escrito por christian theodore às 20h43
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Divulgação
Fotografia da série "Gula"


Escrito por christian theodore às 20h41
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Divulgação
Fotografia da série "Orgulho"


Escrito por christian theodore às 20h40
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Divulgação
Fotografia da série "Gula"


Escrito por christian theodore às 20h39
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Fotografia da série "Orgulho"


Escrito por christian theodore às 20h38
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   Exposição digital - Rafael Costa em Os 7 Pecados

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Fotografia da série "Gula"


Escrito por christian theodore às 20h37
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Escrito por christian theodore às 20h35
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Still do vídeo "Diana - The Rose Conspiracy"


Escrito por christian theodore às 20h34
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Still do vídeo "Diana - The Rose Conspiracy


Escrito por christian theodore às 20h34
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Fantastic
Martin Sastre
Galeria Leme
de 26/08 a 01/10
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Still do vídeo"Diana - The Rose Conspiracy


Escrito por christian theodore às 20h33
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Still do vídeo "Diana - The Rose Conspiracy"


Escrito por christian theodore às 20h33
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Escrito por christian theodore às 20h32
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   Uma homenagem a Lady Di, no Uruguay. Saudade daquela época!

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Fantastic
Martin Sastre
Galeria Leme
de 26/08 a 01/10
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Still do vídeo "Diana - The Rose Conspiracy


Escrito por christian theodore às 20h31
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   Viva as Vacas!

Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem
A artista plástica Thais Costa pinta a "Vaca Resfriada", que integrará a Parada das Vacas, evento beneficente suíço que estréia em São Paulo no dia 4 de setembro. Com 150 vacas espalhadas pela cidade, a parada terá renda revertida para a Abrinq
 


Escrito por christian theodore às 20h27
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   Viva os palhaços!

Fernando Donasci/Folha Imagem
Manifestantes fantasiados de palhaços protestam contra a corrupção e apóiam o presidente Lula em São Paulo
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Escrito por christian theodore às 20h23
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   Protestos teatrais

Fernando Donasci/Folha Imagem
Manifestante fantasiada de palhaço protesta contra a corrupção política e apóia o presidente Lula; passeata saiu da av. Paulista e terminou no centro de São Paulo, prejudicando o trânsito na cidade
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Escrito por christian theodore às 20h21
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Ney Latorraca na novela Da Cor do Pecado
GOSTO DAS COISAS SIMPLES

UOL - Você prefere comédia ou drama?
Ney Latorraca - Comédia é a arte mais difícil. Para fazer uma pessoa chorar, você coloca uma música triste ao fundo e conta uma desgraça. Nesse momento ruim que vivemos no Brasil e no mundo, qualquer um se emociona. Difícil é colocar um riso ou uma gargalhada num rosto que está longe, em um outro momento depois da gravação. Acho que a arte de rir e a comédia são mais nobres que o drama e só os atores de teatro, com uma bagagem de peças de Shakespeare e grandes clássicos, podem partir para a comédia.

UOL - O que você acha da situação política atual?
Ney Latorraca - Estou torcendo para que não acabe em pizza, nem em impeachment. Estou muito triste, uma das poucas vezes em que me senti pra baixo e deprimido. Essa corrupção toda já ficou cansativa, mas pelo menos a gente está vendo tudo pela televisão. Essa coisa da "democracia ao vivo" é muito saudável.

UOL - O que faz para manter o bom humor e a atitude positiva em relação à vida?
Ney Latorraca - Acho que o humor é uma grande arma para você sobreviver. No meu caso, não é uma coisa esculachada para magoar as pessoas: humor é uma coisa sábia.

UOL - Você é religioso?
Ney Latorraca - Sou católico e respeito a religião e a fé de cada pessoa. Mas o que mais me dá impulso para viver é acreditar no ser humano como pleno da sua generosidade e sabedoria, apesar dos seus erros.

UOL - O que a profissão te deu de mais importante?
Ney Latorraca - Poder mudar a sociedade através do meu trabalho. O ator é um eleito da sociedade e tem várias vidas: posso fazer um jornalista, médico, engenheiro, político, bruxo, uma árvore ou um bebê. E o ator é visionário, porque a arte vem na frente pra mudar. E ao mesmo tempo me muda também, me rejuvenesce porque estou sempre na ativa.

UOL - Você faz análise?
Ney Latorraca - Não tenho nada contra, mas não faço porque acho que essas coisas tirariam minha naturalidade. Tenho de conviver com a minha loucura, que é ser bom profissional e amigo das pessoas. Sou um bom brasileiro, uma pessoa tensa que paga tudo em dia.

UOL - Como é seu relacionamento com a imprensa?
Ney Latorraca - Ótimo. Acho que faz parte da profissão receber as pessoas, dar entrevistas, fazer fotos e ser gentil. Ou isso, ou você diz logo que não vai fazer nada. Também não tenho nada contra quem age assim.

UOL - Você tem algum projeto ou meta?
Ney Latorraca - Me aproximar cada vez mais do universo das crianças. Quando falo crianças me refiro a todo mundo, porque acho que em cada pessoa há uma criança.

UOL - Como manter a espontaneidade da criança e ao mesmo tempo seguir regras de conduta?
Ney Latorraca - Acho que tenho isso desde pequeno. Sou filho único de um casal pobre e no meio da pobreza aprendi a viver e a descobrir todos os códigos da vida. Tudo que veio pra mim foi lucro: o lápis de cor, o cenário, o aplauso, o figurino, a viagem de classe econômica e agora a de primeira classe.

UOL - Foi difícil encontrar seu caminho?
Ney Latorraca - Acho que é uma questão de sorte. Nasci ator e desde pequeno já queria representar. Fiz escola de teatro na USP, em São Paulo. E se fosse um jornalista ia querer brilhar também. Como diz o Caetano: gente nasceu para brilhar.

UOL - Como é sua relação com crianças?
Ney Latorraca - Sou meio linha dura: não gosto de criança que bate na cara da avó, que se não ganhar um tênis enforca o pai ou tenta furar o olho da mãe. Gosto de criança educada e de criança levada, só não gosto de criança grosseira - acho feio. Aprendi com minha mãe uns códigos que ficaram comigo, uma questão de caráter. Trato criança como criança. Eu brinco de estátua quando preciso que elas fiquem quietas para eu poder decorar o texto.

UOL - Você não teve filhos. Pensa em adotar uma criança?
Ney Latorraca - Eu já pensei e tenho pensado nisso. Conversando com minha mãe Nena, que morreu em 1994, e com o Boni, eu pensei nessas coisas. Mas na verdade tenho vários filhos "de consideração" e até fiz um testamento.

UOL - Para quem você deixou seus bens?
Ney Latorraca - Deixei uma parte para o Retiro dos Artistas (RJ), para a ABBR (Associação Beneficente de Reabilitação), para o GAPA de Santos (Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS) e para a Hanseníase, de Campo Grande. É uma coisa da qual nunca falei muito, mas acho que a função do artista é essa, tem uma hora em que a gente não pertence mais a si mesmo. Meu ego já está muito alimentado e eu tenho uma missão a cumprir, não estou aqui a passeio. É o meu lado Jane Fonda.

UOL - O que te faz feliz?
Ney Latorraca - As coisas simples da vida: passear na Lagoa e tomar água de côco. Adoro ganhar presentes e falar ao telefone com os amigos.

UOL - O que gosta de ganhar?
Ney Latorraca - Coisas de cozinha, material de papelaria e jóias - tem um lado interesseiro nisso.

UOL - Fale sobre suas imitações.
Ney Latorraca - Andei grilado com essa coisa da minha voz, porque houve uma época em que todo mundo me imitava. Mas uma vez o Chico Buarque me disse "Pode reparar uma coisa, eles imitam Caetano, Pelé, Roberto Carlos, Romário e os Presidentes da República". Acaba sendo uma grande homenagem.

UOL - Do que você mais se orgulha de ter feito?
Ney Latorraca - O famoso musical "Hair", com Sônia Braga, em 1970.

UOL - Qual foi sua maior vitória?
Ney Latorraca - Ter deixado de fumar há dois anos e quatro meses, depois de ter fumado por mais de 40 anos. Eu vi que estava me prejudicando e resolvi dar este presente para mim e para meu público, porque o ator tem que estar bem para seus fãs. Agora estou com a pele boa, com fôlego, estou um gato.

UOL - Como vai a vida de solteiro?
Ney Latorraca - Está ótima... (risos)

UOL - O que faz para manter a forma?
Ney Latorraca -Faço oito quilômetros por dia, em uma hora e cinco minutos. Também faço acupuntura e meu próximo passo será musculação. Mas tem que ser numa academia ao ar livre. Aquela esteira e todo mundo ouvindo música é triste.


Escrito por christian theodore às 20h09
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Ney Latorraca na novela Da Cor do Pecado
GOSTO DAS COISAS SIMPLES

UOL - Você prefere comédia ou drama?
Ney Latorraca - Comédia é a arte mais difícil. Para fazer uma pessoa chorar, você coloca uma música triste ao fundo e conta uma desgraça. Nesse momento ruim que vivemos no Brasil e no mundo, qualquer um se emociona. Difícil é colocar um riso ou uma gargalhada num rosto que está longe, em um outro momento depois da gravação. Acho que a arte de rir e a comédia são mais nobres que o drama e só os atores de teatro, com uma bagagem de peças de Shakespeare e grandes clássicos, podem partir para a comédia.

UOL - O que você acha da situação política atual?
Ney Latorraca - Estou torcendo para que não acabe em pizza, nem em impeachment. Estou muito triste, uma das poucas vezes em que me senti pra baixo e deprimido. Essa corrupção toda já ficou cansativa, mas pelo menos a gente está vendo tudo pela televisão. Essa coisa da "democracia ao vivo" é muito saudável.

UOL - O que faz para manter o bom humor e a atitude positiva em relação à vida?
Ney Latorraca - Acho que o humor é uma grande arma para você sobreviver. No meu caso, não é uma coisa esculachada para magoar as pessoas: humor é uma coisa sábia.

UOL - Você é religioso?
Ney Latorraca - Sou católico e respeito a religião e a fé de cada pessoa. Mas o que mais me dá impulso para viver é acreditar no ser humano como pleno da sua generosidade e sabedoria, apesar dos seus erros.

UOL - O que a profissão te deu de mais importante?
Ney Latorraca - Poder mudar a sociedade através do meu trabalho. O ator é um eleito da sociedade e tem várias vidas: posso fazer um jornalista, médico, engenheiro, político, bruxo, uma árvore ou um bebê. E o ator é visionário, porque a arte vem na frente pra mudar. E ao mesmo tempo me muda também, me rejuvenesce porque estou sempre na ativa.

UOL - Você faz análise?
Ney Latorraca - Não tenho nada contra, mas não faço porque acho que essas coisas tirariam minha naturalidade. Tenho de conviver com a minha loucura, que é ser bom profissional e amigo das pessoas. Sou um bom brasileiro, uma pessoa tensa que paga tudo em dia.

UOL - Como é seu relacionamento com a imprensa?
Ney Latorraca - Ótimo. Acho que faz parte da profissão receber as pessoas, dar entrevistas, fazer fotos e ser gentil. Ou isso, ou você diz logo que não vai fazer nada. Também não tenho nada contra quem age assim.

UOL - Você tem algum projeto ou meta?
Ney Latorraca - Me aproximar cada vez mais do universo das crianças. Quando falo crianças me refiro a todo mundo, porque acho que em cada pessoa há uma criança.

UOL - Como manter a espontaneidade da criança e ao mesmo tempo seguir regras de conduta?
Ney Latorraca - Acho que tenho isso desde pequeno. Sou filho único de um casal pobre e no meio da pobreza aprendi a viver e a descobrir todos os códigos da vida. Tudo que veio pra mim foi lucro: o lápis de cor, o cenário, o aplauso, o figurino, a viagem de classe econômica e agora a de primeira classe.

UOL - Foi difícil encontrar seu caminho?
Ney Latorraca - Acho que é uma questão de sorte. Nasci ator e desde pequeno já queria representar. Fiz escola de teatro na USP, em São Paulo. E se fosse um jornalista ia querer brilhar também. Como diz o Caetano: gente nasceu para brilhar.

UOL - Como é sua relação com crianças?
Ney Latorraca - Sou meio linha dura: não gosto de criança que bate na cara da avó, que se não ganhar um tênis enforca o pai ou tenta furar o olho da mãe. Gosto de criança educada e de criança levada, só não gosto de criança grosseira - acho feio. Aprendi com minha mãe uns códigos que ficaram comigo, uma questão de caráter. Trato criança como criança. Eu brinco de estátua quando preciso que elas fiquem quietas para eu poder decorar o texto.

UOL - Você não teve filhos. Pensa em adotar uma criança?
Ney Latorraca - Eu já pensei e tenho pensado nisso. Conversando com minha mãe Nena, que morreu em 1994, e com o Boni, eu pensei nessas coisas. Mas na verdade tenho vários filhos "de consideração" e até fiz um testamento.

UOL - Para quem você deixou seus bens?
Ney Latorraca - Deixei uma parte para o Retiro dos Artistas (RJ), para a ABBR (Associação Beneficente de Reabilitação), para o GAPA de Santos (Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS) e para a Hanseníase, de Campo Grande. É uma coisa da qual nunca falei muito, mas acho que a função do artista é essa, tem uma hora em que a gente não pertence mais a si mesmo. Meu ego já está muito alimentado e eu tenho uma missão a cumprir, não estou aqui a passeio. É o meu lado Jane Fonda.

UOL - O que te faz feliz?
Ney Latorraca - As coisas simples da vida: passear na Lagoa e tomar água de côco. Adoro ganhar presentes e falar ao telefone com os amigos.

UOL - O que gosta de ganhar?
Ney Latorraca - Coisas de cozinha, material de papelaria e jóias - tem um lado interesseiro nisso.

UOL - Fale sobre suas imitações.
Ney Latorraca - Andei grilado com essa coisa da minha voz, porque houve uma época em que todo mundo me imitava. Mas uma vez o Chico Buarque me disse "Pode reparar uma coisa, eles imitam Caetano, Pelé, Roberto Carlos, Romário e os Presidentes da República". Acaba sendo uma grande homenagem.

UOL - Do que você mais se orgulha de ter feito?
Ney Latorraca - O famoso musical "Hair", com Sônia Braga, em 1970.

UOL - Qual foi sua maior vitória?
Ney Latorraca - Ter deixado de fumar há dois anos e quatro meses, depois de ter fumado por mais de 40 anos. Eu vi que estava me prejudicando e resolvi dar este presente para mim e para meu público, porque o ator tem que estar bem para seus fãs. Agora estou com a pele boa, com fôlego, estou um gato.

UOL - Como vai a vida de solteiro?
Ney Latorraca - Está ótima... (risos)

UOL - O que faz para manter a forma?
Ney Latorraca -Faço oito quilômetros por dia, em uma hora e cinco minutos. Também faço acupuntura e meu próximo passo será musculação. Mas tem que ser numa academia ao ar livre. Aquela esteira e todo mundo ouvindo música é triste.


Escrito por christian theodore às 20h09
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   UOL - O que te atraiu em Aquarius?
Ney Latorraca
- O universo do personagem. Ele é caricato, como a criança e o adolescente que existe em cada adulto. Aquarius é genro da Joana Fomm, pai da Alinne Moraes e casado com a Graziela Moreto. Ele vive mexendo em sua máquina e inventando inúmeras coisas, mas não sabe que nome dar a elas: espelho retrovisor, torradeira, etc. É tipo o personagem de Christopher Lloyd em "De volta para o Futuro": lembra a figura de um cientista maluco, mas é muito ingênuo. É uma pessoa muito boa, uma verdadeira criança.

UOL - Aquarius busca uma invenção específica?
Ney Latorraca - Acho que ele quer inventar a máquina do tempo. E pode acontecer, porque televisão é uma obra aberta. Televisão é uma loucura.

UOL - Você gosta de sugerir figurinos, trejeitos e outros aspectos do personagem?
Ney Latorraca - Eu troco idéias sobre texto e roupas, mas só no início, depois embarco. Não fico censurando porque o trabalho tem de deslanchar.

UOL - Como você faz para encontrar o tom do personagem?
Ney Latorraca - É o exercício de ator. Quando começo a gravar, sinto o que vou fazer com o material que tenho. Porque na verdade o que há ali sou eu mesmo, um ator, com meu físico, minhas vontades, minha memória emotiva e o que imagino para o meu personagem. Depois eu vejo como isso chega ao público.

UOL - Você gosta da linha faroeste de "Bang Bang"?
Ney Latorraca - Muito. Acho que é uma homenagem que o Mario Prata vai fazer ao Cassiano Gabus Mendes, de "Que Rei Sou Eu". A história se passa no começo do século XIX e é possível falar tudo o que se quer, porque é em outra época e você pode fazer qualquer tipo de crítica. Essa coisa de época é boa pra isso.

UOL - O que você espera de Bang Bang?
Ney Latorraca - A chance de conhecer mais o Ricardo Waddington e outros novos colegas.

UOL - Como é o seu relacionamento com o autor da novela, Mario Prata?
Ney Latorraca - É uma relação ótima. Eu já o conhecia de São Paulo e em 1976 fizemos "Estúpido Cupido", que foi um grande sucesso.

UOL - O que você está fazendo atualmente fora da TV?
Ney Latorraca - Estou no cinema com o filme "O Diabo a Quatro", em que interpreto o marido da Marília Gabriela. Fiz também o curta-metragem do Joaquim Pedro e estou em "O Mistério de Irma Vap", com Marco Nanini, filmado e dirigido por Carla Camurati e que está em fase de finalização. Ele deve estrear no final deste ano ou no início de 2006. Eu escrevi o roteiro e interpreto 12 personagens - no teatro, fiz oito.

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Ney Latorraca caracterizado como Barbosa, do TV Pirata
UMA CARREIRA BRILHANTE

UOL - Você acha legal fazer novela no horário das 19h?
Ney Latorraca - Claro. É um segmento que pega mais a dona de casa, quem está chegando do colégio, as pessoas de idade e as crianças. A novela das 19h é mais voltada pra essas pessoas, para as quais você pode interpretar sem ficar tão tenso.

UOL - Tem algum personagem que sonhe interpretar?
Ney Latorraca - Não, porque acho que sou um eleito. Estou há 32 anos na Globo e fiz todas as minisséries do Walter Avancini: "Anarquistas Graças a Deus" (de Zélia Gattai), "Rabo de Saia" (de Condé), "Memórias de um Gigolô" e "Grande Sertão - Veredas". Participei da "TV Pirata", um programa importante para a comédia, do mesmo grupo que faz "Casseta e Planeta". Depois fiz o Vlad, na "Vamp", e o "Beijo do Vampiro", de Calmom. Também fui o Cornélio de "O Cravo e a Rosa", que é uma história de João Manoel Carneiro, roteirista de "Central do Brasil".

UOL - Depois de tantos anos fazendo sucesso no teatro, você está gostando de ser Irma Vap no cinema?
Ney Latorraca - Ser um sucesso de 11 anos no teatro, com dois milhões e meio de espectadores, e ainda virar filme é uma grande vitória. Poucos atores têm isso no currículo. Este foi um grande presente dos deuses do teatro, do cinema e da televisão.

UOL - Depois de tantos anos de carreira, você ainda fica nervoso nas estréias?
Ney Latorraca - Acho que quando a gente vai envelhecendo, vai se exigindo mais. Quando é jovem você abraça as coisas. Este é um ato bonito. É bom trabalhar com atores jovens porque você aprende mais com eles do que eles com você. Dei um curso de teatro no Rio e aprendi bem mais com os alunos do que eles comigo.

UOL - Como faz a composição de seus personagens?
Ney Latorraca - Acho que no teatro esta é uma arte feita pelo ator. No cinema, os personagens vêm do diretor - é a arte do diretor. Na televisão eles vão chegando aos poucos, aparecem nos ensaios. O primeiro público de um ator de TV são os câmeras, técnicos, camareiros e maquiadores.

UOL - Algum personagem já te incomodou?
Ney Latorraca - Já, um do Mario Prata. Foi na novela "Sem lenço, Sem Documento", que foi um fracasso. Eu fazia um jornalista e estava muito mal. Sabe quando a coisa não dá certo? E olha que estava cercado por Christiane Torloni, Bruna Lombardi e Maitê Proença, pessoas que amo. Com estréia de direção do Dennis Carvalho, em 1977, a coisa simplesmente não aconteceu. Não sei se era porque eu tinha de segurar um bebê de mentira, aquilo começou a me dar um nervoso.

UOL - Qual seu veículo favorito?
Ney Latorraca - O que me interessa são as pessoas que estão envolvidas no trabalho. Desde o cara da limpeza até a alta direção, me interessa o núcleo. A essa altura do campeonato só faço o que quero, com quem eu quero e na hora em que quero.

UOL - É legal trabalhar com quem você admira?
Ney Latorraca - Com certeza. Sempre quis trabalhar com o Antunes Filho e com o Ruy Guerra. Com o Walter Avancini, além de conseguir trabalhar eu acabei virando seu "pé de coelho".

UOL - Do que você mais gosta na TV?
Ney Latorraca - Gosto de ver e prestigiar meus amigos que estão fazendo novelas, quando posso assistir. Gosto de ver propaganda de anel quando durmo, aquela mão parada com o dedo...

UOL - Você acha positivo ver tantos atores novos na TV?
Ney Latorraca - Acho que essa renovação é positiva. Caso contrário a TV acaba virando um museu. Além disso, eu também já fui jovem. É preciso apostar nestes novos atores, eles são bonitos e talentosos.

UOL - Beleza é importante na TV?
Ney Latorraca - Beleza com talento, porque a beleza medíocre termina rápido. A beleza que eu gosto de ver é a que está no Louvre, ou na capivara da Lagoa de Freitas, no Rio, olhando pra mim. Eu gosto de ficar observando a natureza, gosto das cores - nenhum verde se repete.



Escrito por christian theodore às 20h08
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   La torraca

/2005 - 17h25
"Só faço o que quero, com quem eu quero e na hora em que quero", diz Ney Latorraca em entrevista

ELLEN SOARES
Especial para o UOL, do Rio de Janeiro

> makePhoto('Ana Ottoni/Folha Imagem|http://tv.i.uol.com.br/notas/ney1.jpg|Ney Latorraca estará na novela Bang Bang, de Mario Prata'); makeBox(); BBhide();
Ana Ottoni/Folha Imagem
Ney Latorraca estará na novela Bang Bang, de Mario Prata

O próximo personagem de Ney Latorraca na TV será Aquarius Lane, um cientista ingênuo que quer inventar a máquina do tempo. Ele é uma das principais atrações de "Bang Bang", novela da Globo que já está sendo gravada e deve estrear em outubro, no lugar de "A Lua me Disse", às 19h.

Para entrar no espírito do personagem, o ator está literalmente "fazendo laboratório". Ney Latorraca virou aluno de química da Universidade Católica do Rio de Janeiro. "Como vou ter um laboratório na novela, um professor de química me ensina todas as técnicas. Além disso, já experimentei todas as comidas de faroeste e fiz workshops. Estou pronto pra começar", garante o ator.

Além de ter uma sólida carreira no teatro, Ney viveu personagens inesquecíveis na televisão: Barbosa, do humorístico "TV Pirata", Seu Quequé, da minissérie "Rabo de Saia", e Cornélio, da novela "O Cravo e a Rosa".

O ator, que acaba de fazer um curta-metragem de Joaquim Pedro, está em cartaz nos cinemas com o filme "O Diabo a Quatro". Ele também está em "Quem tem medo de Irma Vap?", sob direção de Carla Camurati e com Marco Nanini. Ney interpreta 12 personagens no filme, que tem estréia prevista para o fim deste ano.

UM CIENTISTA MUITO LOUCO

"Bang Bang" foi escrita há 20 anos por Mario Prata. Leia entrevista com o autor. No entanto, a produção só irá ao agora, e já tem no elenco os nomes de Giulia Gam, Mauro Mendonça, Fernanda Lima, Kadu Moliterno, Evandro Mesquita e Alinne Moraes. Algumas cenas serão gravadas no Chile, no Deserto do Atacama

A parceria entre Ney e Prata é antiga. Juntos, eles fizeram o sucesso "Estúpido Cupido", em 1976. A novela foi um marco na carreira do ator, que interpretou o personagem Mederix. Na seqüência, em 1977, os dois gravaram "Sem Lenço, Sem Documento".

Numa entrevista exclusiva para UOL Televisão, Ney Latorraca falou da carreira e do desejo de adotar uma criança:

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Em O Beijo do Vampiro, Ney viveu o personagem Nosferatu
UOL - Em "Bang Bang", inicialmente você seria o Zorroh. Por que decidiu trocar de personagem?
Ney Latorraca - Achei que ele estava muito próximo de coisas que já fiz na televisão. Zorro era meio parecido com o Vlad, da novela "Vamp". E como conheço o autor, Mario Prata, e o diretor, Ricardo Waddington, achei melhor fazer o Aquarius Lane.





Escrito por christian theodore às 20h07
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   Obrigado pelos textos criativos turma do Highlanders

OLHA QUEM ANDA DANDO LIÇÃO DE MORAL NOS DEPUTADOS...PODE?!!!!!!



Escrito por christian theodore às 09h57
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   Uma cortesia do Blog highlanders.zip.net

 


Escrito por christian theodore às 09h55
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   O Governador mais honesto do Brasil, duas vezes inocentado pelo STF pode ser presidente!

Roriz para presidente

Sob as luzes da nova L4 Norte inaugurada ontem, o senador Gerson Camata (PMDB-ES) pediu licença ao governador Joaquim Roriz para inscrevê-lo como candidato do partido à Presidência da República. Roriz, que já quis ser até mesmo candidato a vice-presidente e vem aproximando laços com caciques peemedebistas, recebeu com humildade o pedido de Camata. Disse que não se sentia habilitado para o cargo, mas se essa for a sua missão dentro do partido, não fugirá do desafio de disputar o Palácio do Planalto em 2006. Na cerimônia, Camata exaltou a capacidade empreendedora do governador Roriz, tomando como exemplo a duplicação da via L4. Segundo o senador capixaba, em qualquer outro estado, uma construção daquele porte levaria, no mínimo, quatro anos, mas Roriz conseguiu conclui-la em quatro meses. O governador do DF retribuiu os elogios, falando da trajetória política de Camata que foi governador do Espírito Santo, deputado federal e está em seu terceiro mandato como senador.

O problema é que não podemos nem criticar!



Escrito por christian theodore às 08h47
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   Getúlio e o trabalhismo

O paraíso da concórdia
Nessa mesma toada, ao dirigir-se a Vargas, quando das comemorações de 1o de maio de 1942, o ministro Marcondes Filho não deixava dúvidas quanto a quem se deveria render homenagens em tal data: "Não recordamos os nossos mártires.

Consagramos um apóstolo". E prosseguia: "Por isso aqui estamos, os trabalhadores do Brasil, para fazer das festas do nosso trabalho a consagração de V. Excia., porque, no Brasil, 1o de Maio é um dia do povo, por ser um dia eminentemente presidencial".

Intimamente ligado ao mito da doação, o combate ao liberalismo, com a conseqüente apologia da intervenção estatal, adquiriu enorme importância na ideologia do trabalhismo. Afinal, para que a "doação" se materializasse, impôs-se a ação de um Estado intervencionista que ultrapassava os limites estreitos da ortodoxia liberal. As falas dos governantes e dos ideólogos do autoritarismo que imperava no pós-1930 equivaliam, com freqüência, a um grito de guerra contra o liberalismo. Marcondes Filho relembrava, a todo momento, a situação de "desamparo" a que se via relegado o trabalhador brasileiro antes de 1930. O tom preponderante de seus discursos consistia em imputar responsabilidade por isso às instituições e às idéias liberais.

Azevedo Amaral, um intelectual a serviço do Estado Novo, era igualmente taxativo: "A origem do mal não estava nos homens, mas nas instituições".

Esse estado de coisas não poderia, de maneira alguma, subsistir. Se, de acordo com o ministro do Trabalho, a balança continuasse a pender unicamente para um dos lados, tal fato acarretaria um alargamento dos fossos divisórios entre as classes, fermentando futuras agitações, em prejuízo da ordem e da segurança nacional.

Caberia ao Estado, logicamente, agir como potência disciplinadora, o que também era preconizado pelo ministro da Justiça Francisco Campos ao propor a substituição do "governo dos particulares" pelo "governo do público", já que, para ele, "no regime liberal organizou-se um novo feudalismo econômico e político".

Fora da intermediação e da intervenção do Estado não existiria solução. E Vargas, concebido na ideologia do trabalhismo como um artista que esculpiu a política de congraçamento entre as classes, tinha plena consciência disso. Nessa mesma linha de raciocínio, ele alardeava que "o Estado, entre nós, exerce a função de juiz nas relações entre empregados e empregadores, porque corrige excessos, evita choques e distribui, equitativamente, vantagens". Nisso se resumia, em larga medida, o sentido da hipertrofia do Estado sustentada pelos ideólogos do autoritarismo estatal e encampada pelos trabalhistas.

Segundo o pensamento oficial, o "Estado Autoritário" estava predestinado a ser - e o era, na visão de Marcondes Filho e Getúlio Vargas - o artífice que plasmaria o paraíso da concórdia e da conciliação de classes. Nestes alegres trópicos se produzira um "milagre político". Para isso concorrera a "outorga" da legislação social, que afastara do horizonte político brasileiro a perspectiva das lutas de classe. Sem leis trabalhistas não se teriam solucionado os problemas da "unidade, ordem e disciplina", frisava Segadas Viana, ocupante de alto posto no Ministério do Trabalho.

Em qualquer levantamento que se faça dos pronunciamentos oficiais no pós-30, destaca-se a proposta de colaboração de classes. Em nome da "lei de simetria" ou do "princípio geral da equivalência", lembrava-se que o Ministério do Trabalho também era, por igual, da Indústria e do Comércio (MTIC). Nem de longe se procuraria, conforme a versão governamental, favorecer uma das partes, fosse o capital, fosse o trabalho. A própria regulamentação estatal dos fatores de produção era sistematicamente defendida como imprescindível à grandeza do país, sem colidir com a liberdade de iniciativa empresarial.

Em janeiro de 1942, na cerimônia de apresentação de seu programa à frente do MTIC, Marcondes Filho esclarecia à burguesia o alcance do intervencionismo do Estado: "Para beneficiar o capital é necessário tornar eficiente o trabalho, e esta eficiência se obtém melhorando todas as condições do trabalhador. Elevar o nível do empregado, portanto, é um pensamento pelo capital". Em seguida, ele exibia o outro lado da moeda, aquele que mais brilhava aos olhos do empresariado: "Mas para beneficiar o trabalhador é preciso que prosperem a indústria e comércio, o que depende, em grande parte, do capital. Evitar os inúteis sacrifícios deste, portanto, é um pensamento pelo trabalhador".

Essa fala veio a ser uma espécie de emblema da gestão Marcondes Filho no MTIC e ecoou em muitas outras manifestações do ministro, nas quais ele enaltecia o "senso de proporção" de Getúlio Vargas, simultaneamente alçado à condição de pai dos pobres e dos ricos (empresários paulistas chegaram a saudá-lo como o "apóstolo da ordem"). No entanto, a teoria, na prática, era muito diferente. Em inúmeros casos, o cumprimento da legislação trabalhista guardava relação direta com o poder de fogo dos trabalhadores: sem pressão destes, aquela tendia, freqüentemente, a virar letra morta. Como se não bastasse essa realidade, sob o pretexto de o país enfrentar circunstâncias excepcionais durante a Segunda Guerra Mundial, direitos fundamentais dos operários foram expressamente anulados (da jornada de trabalho de oito horas até o direito à mobilidade de emprego) por conta da "segurança nacional". Nesse contexto, o governo Vargas não se fez de rogado: atendendo ao que pleiteavam os poderosos capitalistas do setor têxtil, concedeu-lhes facilidades a ponto de enquadrar esse ramo da economia como militarmente essencial, o que implicava mais cerceamentos aos direitos dos trabalhadores.

Seja como for, o Estado, na ideologia do trabalhismo, era reverenciado como um Estado-Providência, obra de um homem tido e havido como providencial ("um novo Menino Jesus", ironizaria Marques Rebelo), a quem caberiam as glórias pelo "milagre político" de conciliar classes que, no período pré-30, viveram divorciadas, quando não em atrito. A "proteção" aos mais fracos, aos deserdados da fortuna - chamados de "hipossuficientes" - decorreria de um projeto maior voltado para a unidade da nação e a ordem social, pré-condição, no entendimento dos governantes, para a decolagem do país rumo ao progresso capitalista.

O trabalhismo varguista se constituía igualmente num movimento destinado a recolher os dividendos políticos advindos da consolidação da legislação social.

Notadamente a partir de 1942, com a tomada de posição do Brasil pró-Aliados, na Segunda Guerra Mundial, a meteorologia política previa chuvas e trovoadas para a ditadura estado-novista. Ao investir na pregação trabalhista e nos apelos à sindicalização massiva, fazendo-os acompanhar de providências no campo legislativo, o governo Vargas objetivava, no mínimo, formar uma "reserva de mobilização". Em função do "dever de gratidão" dos trabalhadores para com seu "protetor", esperava-se dessa "força-tarefa" que, se convocada a intervir politicamente sob as ordens do ditador, ela saísse na defesa do regime e/ou de seu representante-mor.

Paralelamente, entretanto, o governo mergulhava numa contradição insolúvel. Nessa conjuntura, como já foi ressaltado, muitos direitos sociais caíram por terra, na prática, o que servia de combustível para a propagação do descontentamento entre diferentes setores dos trabalhadores. Os sindicatos, encarados como uma tábua de apoio ao governo, sofreram novas restrições à época da guerra: novos apertos no parafuso dificultavam, concretamente, seu trabalho de representação das classes trabalhadoras, o que se exprimia nos escassos índices de sindicalização alcançados durante o Estado Novo.



Escrito por christian theodore às 22h36
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   Getúlio Vargas e o Trabalhismo

Edição Nº 22 - agosto de 2005
Antídoto para a luta de classes

As origens e os mitos do trabalhismo de Getúlio Vargas, concebido como instrumento de conciliação e dique para impedir levantes contra o capital.

por Adalberto Paranhos
O trabalhismo domado: manifestação comemorativa do Dia do Trabalho no estádio São Januário, 1940.

Quando, em 24 de agosto de 1954, uma bala de revólver atravessou o peito de Getúlio Vargas, em pleno Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, ele, segundo sua famosa carta-testamento, deixava a vida para entrar na história. O gesto trágico do suicídio forneceu munição para alimentar o mito que se construiu em torno desse líder político, uma esfinge a desafiar permanentemente o esforço de decifração dos que tentam aproximar-se dela. A figura mítica de Vargas não brotou do nada. No que diz respeito, particularmente, à ressonância que alcançou junto às massas trabalhadoras do Brasil, seu ponto de apoio se acha na legislação trabalhista, cuja implantação foi acelerada ao longo dos anos 30 e 40 do século passado. Ao redor dela montou-se todo um aparato ideológico que, no campo simbólico, buscava lançar uma ponte entre o presidente da República (de fato, um ditador, na maior parte do período 1930-1945) e as classes trabalhadoras, como peça da política de conciliação de classes em favor do desenvolvimento capitalista do país.

Fiel escudeiro de Vargas, um dos ministros do Trabalho da ditadura do Estado Novo (1937-1945), Marcondes Filho, desempenhou papel decisivo nesse processo. Durante suas palestras semanais no programa oficial "Hora do Brasil" - transmitido em cadeia obrigatória de emissoras de rádio -, ele não economizava elogios ao "estadista insigne", "excelso presidente", "chefe incomparável", dono "de uma vontade de aço, a serviço de um coração de veludo". Ao difundir aos quatro cantos do Brasil a pregação trabalhista, Marcondes Filho estabelecia um corte histórico, algo muito comum não somente entre os ideólogos do regime estado-novista como também a um grande número de historiadores e cientistas sociais. Para ele, 1930 despontava como um divisor de águas. A seu ver, os trabalhadores deveriam dividir a história do Brasil em dois capítulos: antes e depois da "revolução de 30", antes e depois de Getúlio Vargas. Daí para a frente, tudo aqui teria sido diferente. As temíveis lutas de classe teriam encontrado na legislação social patrocinada pelo governo Vargas um dique que impediria seu transbordamento para a sociedade brasileira. Para tanto se procurava mostrar a todos os brasileiros que as leis trabalhistas "outorgadas" por Getúlio Vargas foram um marco sem igual na nossa história, ao criarem condições propícias à convivência pacífica das classes sociais, por mais que, sobretudo na época do Estado Novo, a paz social que se buscava implantar, a ferro e fogo, em terras brasileiras, significasse a paz dos cemitérios para os que ousavam contestar o regime.

O mito da doação
O bê-á-bá da cartilha trabalhista, freqüentemente transformada em verdadeiro catecismo, está no mito da doação da legislação social. Ao contrário do que geralmente se afirma, antes mesmo da instauração da ditadura estado-novista já se assistia ao nascimento da ideologia do trabalhismo, que se consolidaria na etapa final do Estado Novo. O mito da outorga, seu elemento nuclear, foi formulado no início da década de 1930. Ele apareceu, de corpo inteiro, talvez pela primeira vez, pela boca do pelo primeiro governo Vargas para dobrar a resistência dos setores organizados da classe operária descreviam um movimento pendular. Iam da repressão aos militantes mais politizados à aproximação paternalista das classes populares como um todo. Aí é que entrava a política trabalhista em curso. A ação governamental promoveu, por assim dizer, um "roubo da fala" dos trabalhadores.

Apropriou-se de muitas de suas reivindicações (como a jornada de trabalho de oito horas, a regulamentação do trabalho de mulheres e crianças, o direito ao descanso remunerado etc.) e de suas instituições (os sindicatos, até então autônomos, foram progressivamente enquadrados numa camisa-de-força que os tornou dependentes do Estado).

Nem os símbolos das classes trabalhadoras ficaram imunes a essa contra-ofensiva. Em meio a esse processo de apropriação e reformulação de determinadas bandeiras de luta, o 1o de maio, por exemplo, acabou perdendo bastante do seu sentido original e readquiriu novo significado. O clima de festa o contagiou definitivamente em 1940.

O cenário não era outro senão o maior estádio de futebol do Rio de Janeiro naquela época, o de São Januário, pertencente ao Vasco da Gama. Tendo a tiracolo o ministro do Trabalho Waldemar Falcão, Vargas se converteria no centro da ovação popular e marcaria um gol de placa. Para esse dia ele reservara um comunicado especial: a implantação do salário mínimo.



Escrito por christian theodore às 22h34
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   A história e as fotos de Sebastião Salgado

25/08/2005 - 17h51
Sebastião Salgado quer colocar o meio ambiente no debate global
MARIA PIA PALERMO

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Sebastião Salgado/Amazonas/Reprodução
Uma das incursões do projeto Genesis, de Salgado, foi pela Antártida

PARQUE INDÍGENA DO XINGU, Mato Grosso (Reuters) - O fotógrafo Sebastião Salgado fez sua estréia num Quarup, uma importante cerimônia indígena que aconteceu no início de agosto, no Alto Xingu. Integrado à vida da aldeia e aos índios, como se fosse um velho convidado, Salgado veio fotografar para seu novo projeto internacional, chamado "Genesis".

"Eu tinha um sonho de vir aqui. O Xingu tem um significado muito grande para minha geração, que viu os relatos dos irmãos Villas Bôas e as grandes reportagens publicadas", disse o fotógrafo de 61 anos, sentado sobre a rede que lhe serviu de cama nos dez dias em que esteve na aldeia waurá, uma das nove etnias da região.

O novo projeto de Salgado representa, de certa forma, um retorno às origens, com o olhar voltado para a natureza, tribos remotas e formas de comunidades antigas, que ele denomina de antropologia planetária. Mas "Genesis" também traz um novo elemento para sua carreira: "Pela primeira vez decidi fotografar outro animal, além do homem", disse em entrevista à Reuters.

De máquina em punho, a harmonia com os animais não tem sido um grande desafio para ele, pois logo sentiu que a aproximação pode ser feita da mesma forma que com os humanos.

"Se você chega na altura deles, eles te aceitam e você pode se aproximar", disse. Com entusiamo, lembra como abordou as tartarugas gigantes em Galápagos. "Se você chegar em pé, elas saem, se você chegar de joelhos, na altura delas, te aceitam."

Com o mesmo carinho fala da baleia franca austral, que fotografou na Península Valdez (Patagônia), ou do albatroz, em Galápagos, locais para onde o projeto já o levou, como a Antártida ou a África (Congo, Ruanda e Uganda), continente para onde voltará depois da passagem pelo Parque Indígena do Xingu.

No fim do mês que vem, ele parte para a Namíbia e seus olhos azuis, e sempre atentos, estarão voltados para os himbas e bushmen, considerado o grupo étnico mais antigo do país.

O projeto está planejado para durar oito anos e deve render livros e exposições.


EM BUSCA DO EQUILÍBRIO

Salgado, que nasceu em Minas Gerais e vive atualmente em Paris, já fotografou a fome na África, os carvoeiros do Centro-Oeste brasileiro, campos de refugiados e migrantes de 43 países que trocaram o campo pelas cidades. Agora, com "Genesis", Salgado quer tentar reconectar essa humanidade com o seu planeta.

"Numa sociedade urbana, em que tentamos nos sentir cada vez mais racionais, nós perdemos o equilíbrio", afirmou. "Vivemos em desarmonia com o universo, como se nós não fôssemos parte dele."

A preocupação com o meio ambiente, que motivou o projeto, já deu frutos no Brasil, onde o fotógrafo criou o Instituto Terra, que está promovendo o replantio de 160 espécies diferentes na região da Mata Atlântica.

Ao mesmo tempo, o atual projeto envolve um programa educacional que será lançado, com a Unesco, em escolas brasileiras em março. "Acho que vai dar certo levar esse assunto à escola. A megadiversidade do planeta é uma questão global. O que se fizer aqui no Xingu, pode se refletir na China", disse.

No meio dos índios, vestidos para o Quarup, a cerimônia dos mortos, Salgado era identificado facilmente com seu chapéu e camisa brancos, maculados pela inevitável poeira da aldeia.

Com calma, buscava o melhor momento e posição, enquanto os índio dançavam, choravam pelos mortos ou, no fim do ritual, lutavam como destemidos guerreiros.

Mesmo enquanto trabalhava, não perdia os movimentos dos que estavam à sua volta e no centro de sua atenção. "Você é um ótimo lutador", disse a um dos índios, que acabara de apresentar passos e movimentos ancestrais, ainda preservados e passados de geração a geração no Xingu.


Escrito por christian theodore às 22h25
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   Eu odeio o Ortiz ( contém erros)

Reportagem
Contradições
Antônio de Castro

Hélio Ortiz depõe na CPI do Tráfico de Armas
Depoimento de Hélio Ortiz não convence CPI do Tráfico de Armas

O primeiro a falar foi o delegado Celso Ferro. Ele repetiu que gravações telefônicas indicam suposto envolvimento de Hélio Ortiz com organizações criminosas, e com o advogado do cantor Belo, condenado por associação ao tráfico.

“Em vários momentos Hélio conversa com advogados oferecendo esquemas de concessão de habeas corpus para soltura de presos. Em uma gravação, ele conversa com o advogado de São Paulo, Airton, que oferece para ele facilitação de habeas corpus para o traficante Belo. Uma outra situação, ele conversa com Jorge Dutra, um grande estelionatário”, conta Celso Ferro, delegado.

Em seguida, Hélio Ortiz negou envolvimento com o tráfico, e foi confuso ao responder as mesmas perguntas, em momentos diferentes. Primeiro disse que não conhecia o advogado do cantor Belo. “Ele se apresentou para mim como advogado do Belo”, afirmou Hélio Ortiz. Depois, disse que eles tinham uma relação. “Fui eu quem disse que tinha uma relação com o advogado do cantor Belo. Fui eu”, garantiu o depoente.

Ortiz também negou qualquer ligação com Jorge Dutra, condenado por fraudes em vestibulares.
“É invenção excelência. Não existe ligação minha pessoal ou telefônica com Jorge Dutra”, afirmou Hélio

Mas em seguida afirmou que eles conversaram. “Ele atendeu num orelhão e usou meu telefone, inclusive isso está gravado. Ele me disse: Hélio você faça o que a Divina está pedindo para você”, conta Hélio. Divina é a mulher de Jorge Dutra.

“As contradições são criadas por eles próprios. Eles começam numa linha de raciocínio e sem mais mudam para uma outra, e não permitem que ele conclua o que estava falando inicialmente”, protesta Carlos Alves de Souza, advogado de defesa.

Ortiz disse que conversou com advogados de Belo e de Jorge Dutra apenas para levá-los aos tribunais em Brasília, como guia. Explicação considerada ingênua pelos deputados.

Sobre concursos públicos, Ortiz disse que só confessou as fraudes porque apanhou da polícia.
Admitiu apenas que fraudou vestibulares.

Os deputados avaliaram que Hélio Ortiz pouco acrescentou à investigação. Na próxima reunião, a CPI decide se quebra ou não os sigilos telefônico, bancário e fiscal de Ortiz, dos últimos dez anos.
Ele começa a ser investigado também pela CPI, por casa da suposta ligação com as facções criminosas envolvidas com tráfico de armas.

“Os indícios são fortes. Claro que a CPI vai buscar a comprovação. Nessa devassa, a CPI vai descobrir outras ligações que vão corroborar esses indícios”, garante Moroni Torgan, presidente da CPI.

No depoimento Hélio Ortiz disse ainda que delegados pediram ajuda dele para fraudar o concurso da Polícia Civil, em 2002. Ele não apresentou nomes, nem provas. O diretor de comunicação da Polícia Civil, Miguel Lucena, negou e disse que Ortiz está tentando se vingar da polícia, que fez uma investigação completa e colocou a quadrilha, chefiada por ele, na cadeia.

Imagens: Emerson Soares e Almir de Queiroz DFTV



Escrito por christian theodore às 21h22
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   Cheiro de Abadia no ar!

Abadia e Filippelli, uma dobradinha para 2006


Mariana Santos

Houve, da platéia de feirantes, quem pensasse que a chapa para 2006 já estava consolidada. Em plena sintonia, a vice-governadora Maria de Lourdes Abadia e o deputado-secretário da Agência de Infra-Estrutura e desenvolvimento Urbano, Tadeu Filippelli, participaram ontem de um café da manhã na Feira dos Importados em homenagem ao Dia do Feirante, comemorado hoje. Em tom de campanha, a dupla trocou elogios entre si, contabilizou os feitos do governo do qual fazem parte e prometeram atender pedidos que surgiram na hora. Sempre em nome do governador Joaquim Roriz.

O trabalho com vistas às próximas eleições foi escancarado pelo secretário de Obras, Rôney Nemer. ''Essa dobradinha é perfeita para Brasília'', disse ao microfone, fazendo as vezes de cabo eleitoral dos dois pré-candidatos ao Palácio do Buriti. Ao descer do palanque, confirmou a opção.

- Trabalho incansavelmente para que concorram juntos. Essa dupla é o futuro do DF. Mas é claro, estarei com quem o governador indicar - disse Nemer.

Tudo indica que Abadia assumirá o governo em abril do ano que vem, caso Roriz se desincompatibilize para concorrer a outro cargo eletivo. Com o trunfo da chave administrativa nas mãos, a tucana só poderá concorrer a governadora. Junto com Filippelli - que mantém laços familiares com Roriz - são considerados pelos palacianos, dentre os concorrentes ao posto de ''indicado'' por Roriz para o GDF, os mais fiéis ao governador. Seria ''a chapa dos sonhos de Roriz'', arriscam alguns.

O único obstáculo a ser vencido pela dupla, no entanto, é o fraco desempenho em pesquisas de opinião - juntos, não alcançam o índice de nenhum dos dois pefelistas que também estão no páreo: o senador Paulo Octávio e o deputado José Roberto Arruda. A resposta dos aliados, porém, está na ponta da língua: o atual governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB0, reeleito em 2002, começou nas pesquisas com ínfimos 2%.

- Esta parceira [Abadia], se Deus quiser, vai caminhar ainda por muito tempo com a gente. Ela é leal e companheira - afirmou Filippelli sobre Abadia, que devolveu:

- Ele é o braço direito de Roriz.

Filippelli fez um balanço das realizações do governo nas 58 feiras permanentes do DF. Em obras e serviços foram investidos R$ 20 milhões. E ontem, na Feira do Paraguai, o secretário prometeu atender a um velho pedido dos feirantes, de transformar os canteiros laterais em estacionamentos. Abadia ficou ainda de avaliar a possibilidade de se implantar uma creche por lá. O peemedebista e a tucana saíram de lá com um diploma de ''amigo dos feirantes'' debaixo do braço.

E lembrar  que na época que ela era adversária de Roriz era chamada por ele e seus militantes de "VAGABUNDA", COISAS DA POLÍTICA!


Escrito por christian theodore às 21h06
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   Carta na Manga de Roriz

Carta na manga

Ao menos dois dos pré-candidatos da ala governista ao Palácio do Buriti mostraram uma nova preocupação, de uma semana para cá. É a de que à última hora o governador Joaquim Roriz lance um novo nome à sua sucessão, alguém que esteja fora de todas as listas que hoje circulam. Todos os pré-candidatos registram que Roriz até hoje não deu uma só palavra que sinalizasse preferência entre eles. Compromissos, nem pensar. E, ainda por cima, a crise atual contribui para elevar ainda mais o cacife do governador do Distrito Federal. É só verificar as projeções políticas. Embora ainda não comprovado em pesquisas locais, o desgaste sofrido pelo PT sugere até que, pela primeira vez em 15 anos, o partido possa ficar fora do segundo turno. Por outro lado - e isso as pesquisas mostram - a proporção de eleitores que dizem votar em quem Roriz indicar basta para colocar seu candidato como um dos finalistas. Basta fazer as contas. O governador pode, é claro, apoiar um dos cinco postulantes assumidos. Mas, nas condições atuais, pode também tirar uma carta da manga, à última hora.



Escrito por christian theodore às 21h02
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   Vem aí o pacote da repressão em Londres

Londres ataca 'conduta inaceitável'


O ministro do Interior inglês, Charles Clarke, anunciou ontem lista de ''condutas inaceitáveis'' que passam a reger o Reino Unido. As medidas, que já haviam sido apresentadas este mês pelo premier Tony Blair, estabelecem a extradição para quem ''fomentar, justificar ou glorificar a violência terrorista''. Ao pacote anterior foram acrescentadas novas definições de comportamento suspeito.

É ''inaceitável''acessar sites que ''estimulem o terroristmo'' e escrever ou pregar mensagens com esse propósito.

As medidas são uma respos ta aos ataques de 7/7, que mataram 56 pessoas e deixaram mais de 700 feridos.

Enquanto muçulmanos e ativistas condenam o pacote, pesquisas mostram que a operação antiextremista tem apoio dos britânicos, mesmo podendo limitar direitos civis.

Segundo o ministro, a aplicação das novas diretrizes será comedida:

- Reconhecemos o caráter sensível desses poderes e pretendemos usá-los de forma calculada - disse. - O Reino Unido orgulha-se de sua abertura e não deixará que extremistas destruam essa tradição.

Para a Anistia Internacional, a vaga ''definição de 'conduta inaceitável' ameaça enfraquecer a proteção dos direitos humanos ''. A organização preocupa-se com a possibilidade os extraditados serem torturados em seus países. Tony Blair alarmou os ativistas ao afirmar, no dia 5, que poderia emendar o Ato de Direitos Humanos se for necessário para a expulsão dos extremistas.

O governo, por sua vez, disse negociar com cerca de dez países, entre eles Jordânia, Egito e Argélia, garantias de que os suspeitos receberão tratamento digno. As autoridades britânicas especulam a extradição de dez nomes, incluindo Abu Qatada, importante nome da rede Al Qaeda na Europa.

Para o prefeito de Londres, Ken Livingstone, as medidas poderiam ter expulsado, por exemplo, Nelson Mandela ou o falecido Yasser Arafat.

A imprensa britânica divulgou que Hassib Hussain, terrorista de 7/7, ligou para os outros homem-bombas antes de se explodir. O motivo seria a mudança de planos, já que a estação que pretendendia atacar estava fechada. Minutos depois, detonou a bomba no ônibus 13, matando 14 pessoas.




Escrito por christian theodore às 20h56
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   Comissão diplomática luta por justiça no caso do brasileiro morto no metrô de Londres

Brasil muda o tom e exige culpado

Delegação pediu respostas a governo britânico. Comissão independente diz ter imagens cruciais para a investigação

LONDRES - A delegação brasileira enviada à capital britânica para esclarecer a morte de Jean Charles de Menezes abandonou ontem a postura diplomática cautelosa de terça-feira - quando afirmou, ''à essa altura'', não ter razões para acreditar que a polícia tenha montado uma farsa - e adotou um tom mais crítico.

- Um brasileiro foi morto e acreditamos que alguém deva ser culpado - declarou o representante do Ministério das Relações Exteriores, Manoel Gomes Pereira, em entrevista coletiva na Embaixada brasileira, após a reunião com a Comissão Independente para Queixas contra a Polícia (IPCC).

O embaixador ressaltou que a família pode processar o governo britânico:

- Discutimos a questão ontem (terça-feira) e sabemos que o governo inglês ofereceu uma quantia à família. Mas isto não a impede de processar o governo em um tribunal e de receber uma indenização - afirmou. - Chegamos a uma situação na qual o governo do Brasil merece respostas - completou.

Na terça-feira, entretanto, Pereira disse confiar no inquérito independente e não endossou as críticas à Scotland Yard, apesar de estar clara a tentativa da corporação de encobrir os erros de sua equipe:

Neste ponto das investigações, não temos nenhuma razão para acreditar nisso - afirmou.

Ao contrário do que afirmara a polícia anteriormente, documentos vazados há uma semana para a tevê ITV revelaram que desde 22 de julho, quando ocorreu o assassinato, as equipes chefiadas por Ian Blair sabiam que o comportamento de Jean não era suspeito: não usava casaco pesado nem carregava uma mochila, onde caberia uma bomba. Além disso, diferentemente dos terroristas, tinha pele clara.

A Scotland Yard foi acusada ainda de atrasar em cinco dias a entrada da IPCC nas investigações. A última denúncia explosiva veio dos funcionários do metrô, que sugeriram que os policiais apagaram as fitas das câmeras da estação onde o brasileiro foi morto.

Ontem, no entanto, a IPCC anunciou que possui imagens ''cruciais'' para o inquérito. O diretor da comissão, Nick Hardwick, acredita ter todas as imagens relevantes capturadas na estação de Stockwell em 22 de julho. Segundo Hardwick, ''não há razão'' para crer que cenas foram cortadas.

Hardwick desconfia que ainda haja informações ocultadas. O diretor se reuniu com a delegação do Brasil, que perguntou pelas imagens do metrô:

- Estou confiante que temos todas cenas registradas pelo circuito interno de tevê, mas como já disse, não acreditaremos em nada até que as tenhamos verificado independentemente - ponderou.

A IPCC se recusou a esclarecer se as imagens mostram os últimos momentos de Jean. Perguntado se essas cenas existem, respondeu que não iria ''detalhar'' a ''lista de evidências'' que possuem.

A polícia também lançou o argumento de que tanto as câmeras da plataforma da estação quanto a do vagão em que Jean foi baleado - sete vezes na cabeça e uma no ombro - não estavam funcionando.

Segundo o diretor da comissão, as primeiras pessoas a verem as imagens serão os parentes do brasileiro:

- Lidaremos com a família da forma como agiríamos com qualquer um de luto. Sentaremos com eles e conversaremos sobre o que querem e a melhor forma de apoiá-los - garantiu.

No entanto, destacou que ''parte do material não será revelado por motivos de segurança nacional'':

- Sou londrino e uso o metrô todos os dias. Não farei nada que prejudique a ação antiterrorista - disse, enfatizando que a IPCC busca a verdade.



Escrito por christian theodore às 20h55
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   Chavez faz a Reforma Agrária

Reforma agrária incomoda


CARACAS - A reforma agrária na Venezuela, proposta pelo presidente Hugo Chávez, está esbarrando em um dos homens mais ricos da Grã-Bretanha. Lorde Vestey, dono do grupo empresarial de carnes Vestey, é um dos grandes proprietários agrários que prometem lutar para impedir que camponeses tomem suas terras.

A desapropriação, segundo Chávez, faz parte de um pacote de medidas para ajudar os pobres. Na Venezuela, 80% das terras estão nas mãos de 5% da população, e 83% do povo estão abaixo da linha de pobreza. O rancho El Charcote – próximo à capital Caracas – faz parte do projeto.

O latifúndio pertence a família Vestey há quase um século. Há quatro anos, no entanto, os primeiros camponeses ocuparam as terras. Hoje, já são centenas que alegam terem direitos sobre a propriedade. Afirmam não serem invasores, mas trabalhadores honestos.

– Estamos reivindicando o que nos devem: a terra de nossos ancestrais – disse à BBC, José Pena, de 67 anos, em El Charcote.

José faz parte de um grupo de cerca de 1500 pessoas que moram em casas provisórias no rancho. O latifúndio de 13 mil hectares tem um rebanho de 6.400 cabeças de gado.

Como parte da reforma, o governo da Venezuela promete pagar uma indenização para compensar a família Vestey, se esta conseguir provar legalmente que é dona da terra.

O administrador, Tony Richards, mantém o argumento de que aquela é uma propriedade particular comprada “de forma justa e honesta” há mais de um século. Para ele, os camponeses devem ir embora.

– A quantidade de sangue, suor e lágrimas que já foi usada nessa fazenda... Vê-la destruída em frente aos meus próprios olhos, todos os dias, e não poder fazer nada quanto a isso é de partir o coração – comenta. – Acho que a propriedade privada deveria ser respeitada em todo o mundo.

Mas Johnny Yanez, governador da província onde fica o rancho El Charcote, discorda:

– Temos que transformar nosso país, e a reforma agrária é um importante passo nesse processo – diz o político que se tornou um herói, desde que, esse ano, distribuiu documentos oficiais autorizando os camponeses a se mudarem para El Charcote. O governo está agora de olho em duas outras fazendas de Lorde Vestey.




Escrito por christian theodore às 20h52
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   Olha eu aí travez!


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7. Pensando no futuro
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8. politica&teatro
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9. EXOTIC TUR
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10. Mais que amigos
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Escrito por christian theodore às 20h50
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   Viva Chavez!

Chávez capitaliza ameaça em votos

Para analistas, declaração de pastor americano a favor de assassinato do líder venezuelano vai exacerbar nacionalismo

AFP
O presidente venezuelano e Chirac em homenagem às vítimas do acidente aéreo de Machiques

O presidente venezuelano e Chirac em homenagem às vítimas do acidente aéreo de Machiques

WASHINGTON - “Fui mal interpretado”. Essa foi a desculpa dada ontem de manhã pelo pastor evangélico americano Pat Robertson, que, na terça-feira, causou mais um desconforto diplomático entre Venezuela e Estados Unidos, ao sugerir, em programa de televisão, que Washington deveria assassinar o presidente Hugo Chávez.

– Disse que nossas forças deveriam “tirá-lo”. E “tirá-lo” pode significar várias coisas, entre elas, seqüestrá-lo. Existem várias formas de remover um ditador do poder além de matá-lo – explicou Robertson, tornando a emenda quase tão ruim quanto o soneto.

Mas o que o pastor disse na terça-feira está gravado e foi ao ar em seu programa, “The 700 Club”:

– Se Chávez acha que estamos tentando assassiná-lo, penso que devemos fazê-lo. Não precisamos de outra guerra de US$ 200 bilhões para nos livrarmos de um ditador. É muito mais fácil usar agentes secretos.

À tarde, depois de outro dia de repercussão negativa, Robertson acabou pedindo desculpas em seu site.

Há anos Chávez vem afirmando que é alvo de um plano de assassinato por parte de agentes da CIA, o qual Washington nega veementemente. Até Robertson se tornar inimigo público declarado, o líder venezuelano tinha poucos motivos concretos para sustentar sua suspeita. Aparentando satisfação pela confirmação de suas denúncias, Chávez assumiu um tom blasé ao comentar a sugestão do pastor americano, durante a visita a Havana, onde se reuniu com o presidente Fidel Castro, outro desafeto histórico dos EUA:

– Não sei quem é esta pessoa, a desconheço. Tomaremos cuidado quando tivermos que ter cuidado. Estou aqui para falar da vida, estas coisas são mais importantes – declarou o venezuelano na terça-feira, antes de viajar para a Martinica, onde ontem participou com o presidente francês, Jacques Chirac, da cerimônia em memória às 160 vítimas do acidente aéreo de Machiques, na semana passada.

A reação do alvo deixa claro que, antes de ser um perigo evidente, a ameaça de morte representa capitalização eleitoral. Segundo o Datanalisis, o principal grupo de pesquisas da Venezuela, a declaração de Robertson vai levar mais venezuelanos a acreditar que o governo de George Bush tenta matar Chávez. Este apoio extra pode ajudar a coalizão chavista a ampliar sua maioria no Congresso, nas eleições de dezembro.

– A fala do evangélico foi terrível para os EUA e maravilhosa para Chávez. É algo que ressoa entre os mais pobres – explicou Luis Vicente León, diretor do Datanalisis.

De acordo com a mais recente pesquisa do instituto de Caracas, realizada com 1.300 pessoas entre 6 e 14 de maio, 71% dos venezuelanos apóiam o líder populista. León, entretanto, ainda não sabe o quanto esse número pode aumentar, agora que a “ameaça americana” ganhou um rosto.

Luis Christiansen, presidente-executivo do instituto Consultores 21, concorda: “a retórica o ajuda nas pesquisas”:

– Contribui para exacerbar sentimentos nacionalistas e distrai os eleitores da discussão de outras questões.

Tais sentimentos nacionalistas vêm sendo alimentados desde 2002, quando um golpe de Estado arquitetado pela classe empresarial falhou em depor o presidente. Desde então, Chávez sustenta que quem está por trás das tentativas de desestabilizar seu governo são os EUA, que, de olho nas reservas de petróleo, financiariam a oposição

– Há anos Chávez martela na tecla de Washington como inimigo e está gradualmente mudando a percepção do povo. Os EUA eram admirados por aqui. Mas agora as pessoas dizem que não gostam dos americanos – disse Robert Bottome, do grupo de pesquisa Veneconomy, de Caracas.



Escrito por christian theodore às 20h48
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   Enfim Palestinos receberão o que lhes é de direito

AFP
Soldados israelenses escalam muro para retirar colonos de assentamento de Homesh, na Cisjordânia; as tropas foram recebidas com uma barricada em chamas no portão principal, que foi derrubado por uma escavadeira
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Escrito por christian theodore às 20h44
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EFE
Hugo Chávez (esq.) e Fidel Castro gesticulam com a imprensa durante a visita do presidente venezuelano ao líder cubano, em Havana; os EUA consideram inadequado um pedido de um evangélico para matar Chávez
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Escrito por christian theodore às 20h38
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AFP
Colonos queimam bandeira de Israel durante a desocupação do assentamento de Homesh, na Cisjordânia; as tropas foram recebidas com uma barricada em chamas no portão principal, que foi derrubado por uma escavadeira.


Escrito por christian theodore às 20h37
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   Cristóvam no PDT?

Cristovam perto do PDT

Senador mantém alternativas, mas Corrêa é problema

Os flertes do senador Cristovam Buarque com o PDT ganharam força nas últimas semanas. Atraído com a possibilidade de entrar para uma legenda ainda sem representatividade no DF e com chances de ser apontado como possível concorrente à presidência da República em 2006, Cristovam teria, no entanto, um grande obstáculo à frente: a possível filiação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Maurício Corrêa.

Apesar de garantir que não tem dificuldades com o magistrado, o senador é categórico ao afirmar que não entraria em uma legenda alinhada com o governador Joaquim Roriz. Corrêa deve se filiar até o final de setembro, a fim de entrar na disputa pelo apoio de Roriz na corrida ao Palácio do Buriti.

Cristovam anunciou sua saída do PT há duas semanas, mas recuou na decisão após reunião da bancada petista no Senado. O objetivo era evitar que mais fatos alimentassem a crise que hoje assola a legenda. No entanto, conforme metáfora utilizada pelo próprio Cristovam, ''o casamento já acabou'' e seu fim, já está anunciado.

- O PT não é o melhor lugar para recompor as esquerdas - afirma o ex-governador do DF, ainda sem dizer qual será seu destino político. Além do PDT, Cristovam mantém conversas com o PPS e PSB.

Pedetistas garantem que intensificaram as negociações com a legenda. Segundo o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, as conversas, que começaram há um mês, envolvem a possibilidade do lançamento de uma candidatura alternativa de esquerda à presidência de 2006. Objetivo que se encaixa perfeitamente nas intenções do senador, que internamente disputaria a indicação, a priori, com o senador Jefferson Peres (PDT-AM).

- Cada sofrimento a seu tempo, até porque o senador ainda não se definiu. Mas é claro que essa conversa passará por Corrêa, nosso candidato ao GDF - afirma o presidente, contando que o magistrado teria afirmado que não teria dificuldades em conviver sob a mesma sigla que Cristovam. Segundo pessoas próximas ao ainda petista, porém, sua intenção é apoiar a candidatura do PT ao Palácio do Buriti no ano que vem.




Escrito por christian theodore às 22h46
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   Pesquisa para eleição presidencial

23/08/2005 - 21h58
Serra venceria Lula no segundo turno, segundo o Ibope

Da Redação
Em São Paulo

O atual prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), vence Luiz Inácio Lula da Silva na intenção de votos de segundo turno para a Presidência da República em pesquisa do Ibope divulgada na noite desta terça-feira pelo Jornal Nacional.

O tucano tem 44%, nove pontos percentuais de vantagem sobre o petista. O número de brancos e nulos foi de 17%, enquanto os que não souberam ou não opinaram foram 4%.

Serra, derrotado por Lula nas eleições de 2002, seria o único a superar o atual presidente em um eventual segundo turno. Em simulação com ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PMDB), Lula venceria com 40%, contra 31%. Já o também tucano Geraldo Alckmin, governador paulista, perderia por 42% a 31%.

No primeiro turno, Serra e Lula aparecem empatados tecnicamente. O prefeito teria 30% das intenções de voto, um ponto percentual a mais -dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Garotinho ficaria com 10%, e Heloísa Helena (PSOL-AL), 4%.

Em um cenário com o PSDB sendo representado por Alckmin, Lula teria 32%, contra 17% do rival fluminense e 11% do paulista. César Maia (PFL-RJ) e Heloísa Helena ficariam com 5% cada um.

O levantamento ouviu 2002 pessoas em 143 municípios, entre os dias 18 e 22 deste mês, período em que o governo federal enfrentou o pior momento da crise política, com o envolvimento do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, por seu ex-assessor Rogério Buratti.

Desde o início do escândalo de corrupção, a aprovação do presidente Lula caiu de 55% (junho) para 45%. Os que desaprovam saltaram de 38% para 47%. A confiança do eleitor brasileiro também despencou. Há dois meses, 56% diziam acreditar em Lula. Agora, apenas 43%. Já os incrédulos saltaram de 38% em junho para 52% em agosto.

Segundo a amostragem, 29% dos entrevistados consideram o governo bom ou ótimo (era 36% no mês passado), 31% consideram ruim ou péssimo (contra 24% em julho) e 38%, regular (contra 40%).

Os maiores culpados pela crise são o PT (29%), os deputados federais (28%), Lula (22%), os partidos aliados (19%), o sistema político-eleitoral brasileiro (16%) e os senadores (15%).



Escrito por christian theodore às 22h38
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   Exposição digital

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   Exposição digital

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Escrito por christian theodore às 11h02
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   Al quaeda quer destruir Londres

Londres frustra ataque da al-Qaeda contra Parlamento

LONDRES - A polícia britânica Scotland Yard acredita ter frustrado um ataque químico da rede terrorista al-Qaeda contra o Parlamento britânico, segundo um memorando policial interno obtido ontem pelo jornal "The Sunday Times". O plano, desbaratado no ano passado, foi descoberto em e-mails codificados e achados em computadores de supostos terroristas, apreendidos no Reino Unido e Paquistão, informou o diário.

A Polícia e o MI5, o serviço de espionagem interior britânico, identificaram então uma célula da al-Qaeda que tinha feito gravações de vídeo e diversas indagações para a missão. Segundo o documento interno, as forças de segurança puderam decodificar os e-mails com a ajuda de um "delator" da rede terrorista, o que serviu para abortar outros planos de ataque.

Um alto dirigente policial relacionado com o memorando declarou ao jornal que os terroristas "estavam planejando usar agentes químicos, uma bomba suja e gás sarin" para realizar o atentado não apenas contra o Parlamento, mas também contra o metrô de Londres. "A Câmara dos Comuns era um de seus alvos, da mesma forma que o metrô", disse a fonte, ao agregar que os terroristas "examinaram todas as atitudes de praticá-lo (o ataque)".

O memorando contém o resumo das deliberações de uma reunião de altos dirigentes policiais que aconteceu no mês passado na Unidade de Operações Especializadas 17 (SOB17), encarregada da proteção do Parlamento. A conspiração para atentar contra o Parlamento obrigou a reforçar neste verão a segurança em torno ao edifício, embora algumas autoridades policiais considerem que essas medidas de proteção continuam sendo "inaceitáveis". (EFE)



Escrito por christian theodore às 21h56
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   Colégio do Bosque

Estou novamente emocionado e cheio de vida, espero trabalhar muito para realizar os meus projetos no Colégio do Bosque

Escrito por christian theodore às 21h52
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   A Escrava Isaura é líder de audiência na Venezuela


A Escrava Isaura é recorde de audiência na Venezuela

10/08/2005 - 10h11

Da TV Press


A Record tem motivos de sobra para comemorar. A versão de A Escrava Isaura escrita por Tiago Santiago faz sucesso internacional e acaba de conquistar novos mercados. A novela foi vendida para a Guatemala, Peru, República Dominicana e Nicarágua.

Atualmente, a trama é líder de audiência na Venezuela, onde é transmitida pela Venevision, às 22 h. Já em Portugal, a novela estréia no dia 5 de setembro na RTP.




Escrito por christian theodore às 21h16
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   O sonho não acabou!

Nelson Antoine/Futura Press
Série A
O sonho não acabou
Goiás cede empate para o Corinthians aos 40 minutos do 2º tempo e deixa escapar título simbólico do 1º turno
22/08/2005
Wilton Vieira
Da editoria de Esportes


O Goiás joga bem, é valente, sai na frente, perde chances para definir a partida, cede empate (1 a 1) no final do confronto e perde para o Corinthians o título de campeão simbólico do primeiro turno do Brasileirão. Apesar do empate com sabor de derrota, de consolo, o Verdão não perde há quatro jogos no Brasileiro, continua em segundo, com 37 pontos ganhos – dois a menos que o Timão – e mantém a regularidade em busca do sonho de ser campeão. O gol do Goiás foi do atacante Souza, artilheiro do time no campeonato, com sete, aos 10 minutos. O volante Marcelo Mattos empatou aos 40, no segundo tempo. Os rivais voltam a se encontrar no Pacaembu, em São Paulo, no próximo dia 31, quando os goianos terão outra chance de vencer o Coringão e vingar-se da derrota de 2 a 0, no Serra Dourada, pela Copa Sul-Americana.

Ao contrário do que se esperava, o Goiás começou no ataque e o Corinthians recuado. O Timão sentia a falta de sua estrela, o atacante argentino Tevez, suspenso. Já o Goiás, reforçado, ganhou força com Souza, um dos destaques do time, não só pelo gol, mas também pela obediência tática e criação de jogadas. Os melhores momentos do Verdão no início do jogo foram com o ala esquerda Jadílson. Paulo Baier, no outro extremo, porém, perdeu boa chance para ampliar, aos 21.

Ainda no primeiro tempo, o Goiás ficou sem o volante Cléber Gaúcho, que saiu de campo com uma contratura muscular. Marcelo Silva entrou no lugar do titular, e, embora esforçado, mas sem ritmo de jogo, o time perdeu. Entretanto, o outro Cléber, o Goiano, teve atuação destacada. Já o Corinthians perdeu Roger, machucado, mas ganhou com a entrada de Carlos Alberto, que deu boa dinâmica ao seu time alvinegro.

PRESSÃO – No segundo tempo o Goiás desperdiçou outra chance para ampliar com Baier, e a partir daí o Coringão passou a pressionar, tanto que Harlei voltou a ser outra peça importante do Verdão, como aconteceu em outros jogos, mas não pôde evitar o gol de empate no final da partida.

O Goiás volta a jogar na próxima quarta-feira contra o Paraná, no Serra Dourada, na estréia no returno do campeonato. Para este jogo, que pode dar a liderança aos goianos, o técnico Geninho não poderá contar com quatro titulares: André Leone e o atacante Souza, suspensos, além do volante Cléber Gaúcho e Roni (atacante), contundidos. Em contrapartida, o volante Danilo Portugal, após suspensão, volta ao time esmeraldino.



Escrito por christian theodore às 20h42
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Meu perfil
BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, CAMPUS UNIVERSITARIO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Spanish, Sexo, Arte e cultura
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