politica&teatro
   O choro de Maurício

Sábado, 24 de Setembro de 2005
Sem mágoa, mas com tristeza


Maurício só

tem até a semana que

vem para se filiar a alguma legenda e concorrer a cargos eletivos em 2006







Perguntado sobre as chances de se filiar ao PMDB, Maurício Corrêa disse não saber a resposta, porque o convite ainda não foi oficialmente feito. "Se houver um convite, eu aceito", declarou. O deputado Tadeu Filippelli, presidente licenciado, já o teria convidado informalmente, quando o ex-ministro recebeu o título de Cidadão Honorário de Brasilia, na Câmara Legislativa.

Maurício declarou não sentir mágoa do PDT ou de seus dirigentes, mas não escondeu que está triste. "Gosto do pessoal de lá, eles são meus amigos. Eu lamento o fato de Leonel Brizola não estar aqui, vivo, nesse momento", disse. Segundo Corrêa, foi Brizola quem iniciou a aproximação entre ele e Roriz.

"Éramos grandes amigos, sempre recebia a visita de Brizola quando ele vinha a Brasília. Ele elogiava o Roriz por ver nele um homem preocupado com as questões sociais", relembra o ex-ministro. "Em uma das últimas vezes que Brizola esteve em Brasília, ficou combinado que ele se encontraria com Roriz. Não foi possível e o governador prometeu oferecer a ele um churrasco na próxima oportunidade", acrescenta Corrêa. "Era um sonho de Brizola que eu fosse aliado de Roriz", concluiu.

Na coletiva, Maurício disse que ele é atualmente um homem sem partido. E ele só tem até a semana que vem para se filiar a alguma legenda e concorrer a cargos eletivos nas eleições de 2006. "Eu não posso entrar em um partido impondo condições", disse. "Eu não vou entrar em um partido para ser candidato a governador. Essa é uma hipótese que pode surgir se eu for convidado para isso. Depende das circunstâncias. Posso ser candidato a deputado federal, distrital ou até a nada", analisou. Entre os possíveis partidos para o qual iria, ele citou, além do PMDB, o PSDB e o PTB. "São todos partidos da mesma base. Se houver um convite nesse sentido, estará envolvido aí o sistema que apóia o governador", ressaltou.

A história de Maurício Corrêa com o PDT começou há muitos anos, quando ele foi eleito senador pelo partido, em 1986. Aliás, nessa legislatura, ele foi o único senador da legenda. A atual sede do PDT, próximo ao Palácio do Itamaraty, existe graças a ele. "Fui eu quem conseguiu o terreno para o PDT, com o maior sacrifício", lembra.

Ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Corrêa trabalha no seu escritório de advocacia desde que se aposentou do Supremo Tribunal Federal, há cerca de dois anos. Aos 71 anos, ele acredita que o homem não pode parar. "Me aposentei, mas acredito que o homem não deve parar. A cabeça não deve ficar parada. Por isso estou advogando. Mas quanto mais a cabeça ficar cheia, tanto melhor", declarou.

 
Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão. Os militantes do PDT, tenho certeza que Brizola vivo faria um acordo maior, com mais habilidade mas jamais descartaria Cristóvam, e essa história dele ter amizade com Roriz não há uma foto sequer para comprovar isso, o governador Roriz nunca sequer acenou para o projeto de educação do PDT, quem ocupou os cargos no governo Roriz estava afastado do partido há mais de 10 anos e entrou sem dizer nada atropelando decisões intertas. Isso é falta de respeito. Mas tudo que é ruim um dia também acaba!

Escrito por christian theodore às 14h48
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   Maurício será o candidato de Roriz? Agora é bem possível! Fora do PDT, graças a Deus!

Saiu o nome

A opção partidária anunciada hoje pelo ex-ministro Maurício Corrêa tem um significado. É ele o candidato do governador Joaquim Roriz para sucedê-lo no Palácio do Buriti. A decisão está tomada, ainda que Roriz possa demorar a formalizá-la. O timing aí pertence ao governador, que escora a candidatura de Maurício Corrêa em sua inegável popularidade. Embora tenham sido adversários nos idos dos anos 90, Roriz e Corrêa sempre mantiveram canais de comunicação e bom relacionamento pessoal. Sua aproximação se acentuou nos tempos, bem mais recentes, em que Roriz enfrentou problemas na Justiça Eleitoral. A idéia original era integrar o PDT à frente rorizista, para montar um amplo arco partidário que iria da direita à esquerda não-petista. O ingresso do senador Cristovam Buarque no partido, respaldado por seu comando nacional, atrapalhou esse jogo. Mesmo assim, o governador confia na possibilidade de unir PMDB, PSDB, PFL, PTB e legendas menores, inclusive na esquerda, em torno de seu candidato. O passado de Maurício facilita os entendimentos.



Escrito por christian theodore às 14h42
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   Augusto Carvalho na CPI da Educação

Ex-secretária lava as mãos

Professora diz que movimentação saía de seu controle

A professora Fátima Guerra, que ocupou a cadeira de secretária de Educação por apenas 56 dias - entre janeiro e fevereiro de 2003 - prestou depoimento ontem à CPI da Educação da Câmara Legislativa. Durante mais de três horas, Fátima pouco acrescentou sobre as suspeitas de fraudes em licitações de transporte escolar, alvo das investigações dos parlamentares. No entanto, a professora deixou clara a profunda influência que a hoje deputada Eurides Brito (PMDB) tem sobre a pasta, ao dirigir nomeações a atribuições de funcionários.

- Não sei por que aconteceram coisas na Secretaria sem eu saber, como a demissão de funcionários, reformas, mudanças de cargo. Havia uma estrutura de poderes paralelos - disse Fátima, contando ter sido indicada a partir de uma lista recheada de sugestões, apresentada por Eurides para o governador Joaquim Roriz, logo após sua reeleição.

Em um dos episódios narrados pela ex-secretária aos distritais, ela contou que às vésperas do início do ano letivo circulou um ofício nas escolas de que haveria ''rodízio de professores''. No entanto, segundo Fátima, os documentos foram distribuídos diretamente pela diretoria de recursos humanos, e nada passou pelo seu gabinete. Para a professora, ela foi exonerada por ter contrariado interesses na secretaria.

Para o relator da CPI, deputado Paulo Tadeu (PT), esta ''movimentação política'' na pasta confirma o poder de Eurides sobre a Secretaria de Educação.

Contratos - Denunciado pelo ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação (CPL) Antônio Ferreira César, o programa Professor Nota 10 também será investigado pelos distritais. Segundo o presidente da CPI, deputado Augusto Carvalho (PPS), há suspeitas de desvio de dinheiro e superfaturamento. Contrato pelo programa firmado com a UnB custou R$ 800 mil, e com o UniCeub, meses depois, R$ 30 milhões. Augusto afirma que o teor e o número de beneficiados com o projeto são semelhantes. Ele quer entender os motivos de valores tão divergentes.




Escrito por christian theodore às 14h38
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   Cristóvam rumo ao planalto

Cristovam em ritmo de campanha

Senador troca a estrela do PT pela rosa PDT em clima de candidatura presidencial, mas adota postura cautelosa

No lado esquerdo do paletó, o broche com o desenho da mão segurando a rosa já era ostentada no mesmo lugar por onde 15 anos esteve a estrela do Partido dos Trabalhadores. De cima do palco que dividia com os principais nomes do Partido Democrático Trabalhista, o senador Cristovam Buarque foi recebido como ''o renascer da esperança'', como disse o presidente regional do PDT de Pernambuco, José Queiroz. O clima era de lançamento de candidatura à Presidência da República em 2006.

O ex-governador do DF, no entanto, preferiu ser cauteloso. A idéia, segundo ele, é começar a trabalhar em uma ampla frente de esquerda - aglomerando PPS, PV, PHS, PMN, PSol e até mesmo PCdoB e PSB, que hoje fazem parte da base aliada do governo Lula. A frente deverá ser repetida no DF.

- Se o PT quiser vir não haverá nada contra. Mas, para isso, deve trazer um projeto nacional não apenas de continuidade sobre o que vem do passado - disse o senador, já apresentando proposta para viabilizar a união suprapartidária: construir uma ponte entre os trabalhadores sindicalizados e a população socialmente excluída.

Ele destaca que, neste projeto, seu nome pode não necessariamente emergir em uma das chapas.

- O nome de Roberto Freire [presidente nacional do PPS]é mais conhecido no Brasil do que o meu - avaliou. Ao ser perguntado sobre uma possível chapa conjunta, desconversou: ''aí é pernambucano demais na mesma chapa'', brincou.

Além de Cristovam, filiaram-se ontem ao partido os deputados federais André Costa (RJ), ex-PT, Sérgio Miranda (MG), ex-PCdoB, e Wagner lago (MA), ex-PP, e outras lideranças. Ao lado das diversos pedetistas que eram convidados pelo presidente Carlos Lupi para subir no palco, um quadro com a foto do ex-líder gaúcho Leonel Brizola fazia presente o ex-governador do Rio Grande do Sul. Falecido há pouco mais de um ano, Brizola esteve nos discursos de todos os que apostavam na nova fase do partido.

A solenidade contou com a presença de parlamentares de outras legendas, como o senador Paulo Octávio, presidente regional do PFL que passou rapidamente por lá, e o deputado distrital Chico Floresta, do PT. A presença do petista aguçou as especulações sobre uma possível filiação ao PDT, mas ele prontamente garantiu que estava no evento representando a Câmara Legislativa, onde é vice-presidente. Há poucas semanas o grupo de apoio a Floresta ameaçou abandonar o PT, mas por enquanto ele diz que fica.

Carlos Lupi reafirmou a proposta de uma grande chapa unificada de esquerda como a maior arma para derrubar o PT do Palácio do Planalto. Com a filiação de dois ex-petistas, a cúpula do PDT sentiu-se à vontade para soltar duras críticas ao presidente Lula e ao partido a quem, agora, fazem oposição.



Escrito por christian theodore às 14h36
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   PPS sonha em crescer

Sábado, 24 de Setembro de 2005
PPS pretende eleger três distritais e dois federais


O PPS, partido de Roberto Freire, está costurando sua estratégia para 2006, no DF. Quem acaba de se filiar à legenda é Cláudio Abrante, que viveu durante sete anos (até 2002) o papel de Jesus Cristo na Via-Sacra de Planaltina, a mais famosa do DF.

Os planos do partido incluem a eleição de, pelo menos, três deputados distritais. Os nomes mais cotados são o do ex-deputado Alírio Neto, cuja base é o Guará; José Antônio Reguffe, jovem que recebeu mais votos que alguns dos deputados eleitos, mas não conseguiu cadeira por causa do coeficiente eleitoral; e alguém dentre os novos filiados, como Cláudio Abrante.

Para a Câmara dos Deputados, o partido pensou em uma dobradinha com o PSB, de Rodrigo Rollemberg: eleger o próprio Rollemberg e Augusto Carvalho, atual representante do PPS na Câmara Legislativa. "O Rodrigo gostou dessa idéia", disse o presidente do PPS no DF, Amauri Pessoa.

O plano mais audacioso para 2006, porém, envolve uma parlamentar petista. O PPS quer a filiação da deputada federal Maninha para que ela seja a candidata do partido ao GDF.

Entre as novas filiações, quatro novidades. Lula Marques, ex-PSD e morador do Cruzeiro; Evandro Soares, de Samambaia, que já foi ligado a Maninha; Eustáquio José Ferreira, ex-presidente da antiga Shis; e Neto Sampaio, representante de corretores de imóveis, líder comunitário de Ceilândia.



Escrito por christian theodore às 10h28
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   As mazelas da mente humana

 
 
RENATO ARAúJO
 
Sábado, 24 de Setembro de 2005
Acusada de mandar matar marido e amante
Marido de Nádia Siqueira foi morto em janeiro e amante em fevereiro

Aobsessão pelo amante levou uma mulher a planejar a morte do próprio marido, segundo a polícia. Chamada de Viúva-negra pelos policiais que estavam há sete meses em seu encalço, Nádia dos Santos Siqueira, 25 anos, é acusada de ter arquitetado a morte do marido, o carroceiro João Batista de Lima. Nádia também teria envolvimento na morte de seu amante, o comerciante Agnaldo Ferreira da Silva, 36.

Ela foi presa por policiais da 26ª DP (Samambaia) ontem, na zona rural de Alexânia (GO). E confessou que, mesmo com três filhos – de um a oito anos de idade – com João, desejava sua morte. "Ele me batia. Aceitei a proposta do meu amante para matá-lo", disse.

Após oito anos casada, Nádia se apaixonou por Agnaldo. Em 27 de janeiro, ela foi avisada por telefone que seu marido iria morrer. Do outro lado da linha, Agnaldo contou como o crime iria ocorrer.

Às 19h, Agnaldo e dois comparsas, Márcio de Moura, 27, e outro homem – não identificado – chegaram à casa do casal, na QR 419, em Samambaia. João levou o primeiro tiro, nas costas. Ferido, tentou fugir, mas levou mais três tiros.

Os três filhos estavam em casa. Ela ligou o aparelho de som e se trancou no banheiro com eles. O sogro, João Ximenez, que mora ao lado, escutou os tiros. Quando chegou era tarde. O filho estava morto.

Após o crime, Nádia começou a viver com Agnaldo. Dias depois, ela conheceu o agricultor Waldir Souza Porto, 36. Ele transformou-se no novo amante. O triângulo causava ciúmes em Waldir. Desta vez, o algoz de João seria a vítima. Agnaldo foi executado a tiros no meio da rua, em 25 de fevereiro.

Ela disse que não queria que Agnaldo fosse morto. "Queremos saber se ela mandou matar o primeiro amante", disse o delegado Cláudio Magalhães. Waldir está foragido. Ela irá para o presídio feminino do Gama, e responderá por homicídio qualificado, com pena de 12 a 30 anos de prisão. Os filhos ficaram sob a tutela dos pais de João Batista.



Escrito por christian theodore às 10h23
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   Graças a Deus Rita perde força!

24/09/2005 - 09h59
Furacão Rita atinge Estados Unidos e perde força

Da Redação
Em São Paulo

Depois de atingir a costa sul dos Estados Unidos com ventos de até 195 km/h, por volta das 4h40 (horário de Brasília), o Furacão Rita perde força e causa menos estragos do que o esperado. Às 9h40, os ventos eram de, no máximo, de 160 km/h, o que o rebaixou para a categoria 2, em uma escala que vai até 5.

Na TV americana, no entanto, autoridades seguiam dizendo que o Rita ainda pode causar estragos. O prejuízo avaliado é de US$ 8 bilhões, relatou o canal de TV CNN.

Às 10h da manhã (sempre conforme o horário de Brasília), um repórter da rede de TV dizia que os danos do Rita ao Texas eram "insignificantes comparados ao que se viu antes", referindo-se ao furacão Katrina, que atingiu o sul dos EUA no fim de agosto.

Com a diminuição da velocidade dos ventos, os maiores estragos ficam por conta dos efeitos secundários do furacão -como incêndios e enchentes.

Na cidade de Galveston, no litoral do Estado do Texas, um prédio comercial e dois edifícios residenciais históricos pegaram fogo. Uma dessas construções ficou completamente destruída. Os ventos de 112 km/h que atingiam a cidade dificultavam o trabalho dos bombeiros.

Imagens de televisão mostravam que diversas cidades dos Estados do Texas e da Louisiana (sul dos Estados Unidos) sofriam com enchentes. Os serviços de metereologia mostram que as chuvas devem persistir, o que deve aumentar os estragos.



Escrito por christian theodore às 10h02
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   Curréia esquece PDT e leva a urucubaca para outra morada!

Maurício esquece PDT e busca PMDB

Filiação de Cristovam faz ex-ministro rever opção partidária e ingresso no partido de Roriz ajuda sua candidatura ao Buriti

Mariana Santos

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Maurício Corrêa anunciou ontem que não se filia mais ao PDT. Seu ingresso no partido estava marcado para o próximo dia 28, mas ele recuou assim que foi confirmada a filiação do senador Cristovam Buarque ao partido de Leonel Brizola. Corrêa alega que não pode entrar em um partido impossibilitado de manter-se alinhado com o grupo do governador Joaquim Roriz em âmbito do DF. Até o final da próxima semana, prazo limite para filiações, o ex-ministro deve ingressar no PMDB.

Com um possível lançamento do senador à presidência da República pelo PDT no ano que vem, a grande dificuldade seria colocar Cristovam e Roriz em um mesmo palanque. Os dois são históricos inimigos políticos.

Outra preocupação de Maurício Corrêa é a verticalização. Caso se mantenha a regra de que as alianças em âmbito nacional devem nortear as coligações regionalmente, Roriz seria obrigado a fazer uma coligação branca com o ex-ministro sob a hipótese real de PMDB e PDT lançarem candidatos próprios ao Palácio do Planalto - no caso, é claro, de ser Maurício o escolhido para a sucessão ao GDF.

Cresce entre os aliados do governador a idéia de que, maior cabo eleitoral do DF, ele abrace a candidatura de Corrêa, fora da política desde que terminou seu mandato de senador, em 1994, pelo PDT. A sinalização vem dos trabalhos nos bastidores, iniciado há meses, para vitaminar o então partido destino de Maurício Corrêa. Fiel integrante do grupo rorizista, o ex-presidente da Terracap Eri Varella passou a coordenar as articulações. Ele próprio se filiaria ao PDT e, segundo fontes, o ex-deputado federal Jofran Frejat, recém-saído do PP, também entraria na legenda.

No início do ano, em um encontro entre o governador Joaquim Roriz e os presidentes nacional, Carlos Lupi, e regional, Georges Michel, intermediado por Corrêa, ficou acertada a participação do PDT no governo. Segundo o próprio Maurício, a sigla já tem aproximadamente 10 cargos na máquina, e negociava duas administrações e uma secretaria.

Em seu escritório, no Lago Sul, Maurício justificou ontem que não entrará no PDT pela impossibilidade de permanecer em um partido onde houvesse obstáculos para apoiar Roriz. Afirmou que está sem partido e que ''aceita'' um possível convite do PMDB.

No entanto, a entrada do ex-ministro deverá contrariar os planos do secretário da Agência de Infra-Estrutura e Desenvolvimento Urbano, Tadeu Filippelli, atual presidente regional do PMDB. Filippelli também disputa a indicação de Roriz pela candidatura ao GDF. Ele afirma que não foi consultado sobre a possível filiação.

Questionado sobre a disputa interna que pode ser travada com sua filiação, Corrêa afirmou que pretende se filiar pelo menos para ter a chance de disputar o Buriti.

- Se a hipótese ocorrer é um problema do PMDB. Eu me filiaria sem impor condições - disse.

O Maurício nunca foi um pedetista autêntico chegou a dar um pito público no Governador Brizola para continuar sendo ministro da justiça do Itamar, sem contar que estava do lado do Itamar no caso da Lílian Ramos sem calcinha no Sambódromo. Na eleição do Brizola em 89 ajudou muito pouco, em 92 acabou perdendo a eleição sendo o terceiro colocado, perdeu para o inexpressivo Médico Saraiva e SAraiva! Teve momentos brilhantes no STJ, infelizmente demorou a entrar no PDT, Brizola morreu e ele não veio ficou cozinhando o partido, na estratégia de ninguém ocupar o seu lugar, participou do programa de televisão sem ser filiado ao partido, usou o partido para entrar na mídia e deu um chute na bunda dos pedetistas que acreditavam em sua fidelidade. Poderia ter vindo sim, antes do Cristóvam e assumir o partido e seus órfãos de Brizola, não o fez, perdeu o bonde da história e da dignidade!



Escrito por christian theodore às 10h00
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   Dá-lhe titia do Rock

Rita Lee dispara contra Zezé Di Camargo e Glória Perez
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LAURA MATTOS
da Folha de S.Paulo

Ex-apresentadora do "Saia Justa", Rita Lee não abandona as polêmicas. Em entrevista à Folha sobre seu novo programa, que estréia no domingo (25), às 21h, no GNT, ela criticou Zezé Di Camargo, por defender os rodeios, e Glória Perez, que os incluiu em "América".

Disse que a novela que acompanha é a do "mensalão". "Dirceu é o vilão. No fim, ele se casa com a mulher do Buani [dono do restaurante da Câmara que afirma ter pago 'mensalinho' a Severino Cavalcanti] e foge para Cuba."

Na TV, Rita comandará "Madame Lee" com Roberto de Carvalho. Fã de "remedinhos", ela será uma espécie de "teleterapeuta" dos convidados. Leia abaixo.

Folha - Por que só responde entrevistas por e-mail? Agora que será uma "teleterapeuta", não acha que a internet "esfria" a conversa?

Rita Lee - Querida, acho um saco quando seus colegas me perguntam porque dou entrevistas por e-mail... Essa coisa cara a cara é uma intimidade que eu não dou mais. Já dei bastante, e hoje não posso dispensar as modernidades que facilitam nossas vidas.

Folha - Você já fez psicanálise?

Rita Lee - Estou me tratando com uma psiquiatra ótima. Acho a homeopatia bacana, mas no meu caso só com muita química, até porque adoro um remedinho.

Folha - O que "Madame Lee" terá de técnicas de psicoterapia?

Rita Lee - "Madame" tem bom coração mas não entende muito de nada. Ela e seu melhor amigo, Roberto, estarão lá para ouvir o que o cliente tem a dizer do fundo da alma. Não vai rolar jabá, o convidado não será obrigado a nada. Sabemos o mico que é lançar um trabalho e ser obrigado a fazer peregrinação em rádios e TVs.

Folha - Será mais fácil apresentar um programa com o marido do que com a mulherada do "Saia Justa"?

Rita Lee - Nunca foi difícil conviver com as minas do "Saia Justa". Com Roberto, a coisa é mais telepática, a palhaçada é diferente.

Folha - Você superou os problemas com estresse do ano passado?

Rita Lee - Querida, acho que tenho estresse desde que nasci. No meu tempo, se chamava estafa, até fiz uma música com Paulo Coelho, "Superestafa". Lido com problemas físicos, mentais e espirituais com ajuda do meu anjo da guarda, que é bastante competente.

Folha - Toparia fazer um debate para a Folha com o Zezé Di Camargo, que defende rodeios? Ele topa.

Rita Lee - Não vou fazer da defesa dos animais nenhuma plataforma para promover minha figura como artista. Se Zezé defende os rodeios, pior pra ele. Eu odeio rodeio! Tenho vasto material comprovando os maus-tratos que acontecem nos bastidores desses eventos. Se Zezé conhece os abusos e acha normal, sinto muito pela sua ignorância espiritual. Se desconhece, está na hora de conhecer.

É uma pena o glamour que Glória Perez está dando aos rodeios. Ela, que conhece o que é violência, atrapalhou bastante o trabalho de entidades de defesa dos animais. Cheguei a conversar com ela sobre a possibilidade de também mostrar o outro lado, afinal Glória sempre divulga em suas novelas algumas causas importantes, e rodeios são um lixo cultural americanizado. Abaixo John Wayne! Viva Jeca Tatu!

Folha - Assiste a "América"?

Rita Lee - Não, aquela estética faroeste de araque me incomoda, é a primeira de Glória que não gosto. Acho porém que "Bang Bang", de Mario Prata, vai ser divertida porque trata do mesmo assunto, mas de um jeito esculachado.

Folha - Chico Buarque diz que não fará o "samba do mensalão". Você vai compor o "rock do mensalão"?

Rita Lee - Essa novela acompanho desde o começo. Meus atores favoritos são Heloisa Helena, Roberto Jefferson e um senhor de cabelos pintados, que cita sempre passagens de livros, chamado Mão Santa. Às vezes gosto de Arthur Virgílio falando da tribuna e dos ACMs. Suplicy é sempre o conde da novela. Dirceu é o vilão, no fim ele se casa com a mulher do Buani e foge para Cuba.


Escrito por christian theodore às 08h39
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   Goiás no páreo

Carlos Costa
Brasileirão
Goleada em ritmo de treino
Goiás passa fácil pelo Paysandu (4 a 1), continua no encalço dos líderes e joga o Papão para a lanterninha
22/09/2005
Wilton Vieira
Da editoria de Esportes


O Goiás não precisou se esforçar muito para golear o Paysandu por 4 a 1 ontem à noite, no Serra Dourada, e manter-se entre os primeiros colocados do Campeonato Brasileiro. Melhor: com 47 pontos ganhos, continua na faixa de classificação para a próxima Copa Libertadores. Destaque do jogo, o atacante Souza, artilheiro do time na competição, marcou duas vezes e chegou a 11 gols. O meia Rodrigo Tabata e o ala direita Paulo Baier também se sobressaíram, mas os outros gols foram do atacante Roni e do meia Jorge Mutt. O Verdão devolveu ao Papão com juros e correção monetária a derrota (1 a 0) do primeiro turno, em Belém. Os paraenses, com 23 pontos, pioraram sua situação e agora estão na lanterna.

Logo a um minuto, com Baier e Tabata, o Verdão já levava perigo. Até os 10 minutos era só pressão dos goianos, com destaque também para o atacante Roni, que abriu o placar aos 15, depois de falta cobrada pelo meia esmeraldino. Em ritmo de treino, o Alviverde dominava. Aos 33, Tabata fez lançamento para Souza marcar o segundo.

GOLEADA – No segundo tempo, o Goiás voltou no mesmo ritmo e não demorou para marcar o terceiro, com o artilheiro Souza. Tranqüilo na frente do placar, o Verdão chegou a se acomodar em campo, mas ainda levou perigo com Roni, que por pouco não marca o segundo dele no jogo ao acertar a trave do goleiro Alexandre Fávaro.

Num contra-ataque, o Paysandu descontou com o meia Rodrigo. Mas era mesmo o dia do Verdão golear. O goleiro paraense salvou um gol de Roni, mas não pôde evitar o placar elástico. O meia Jorge Mutt, que entrou no final, ainda encontrou tempo para fechar a goleada: Goiás 4 X Paysandu 1. O Goiás volta a jogar pelo Brasileirão contra o Palmeiras no próximo domingo, em São Paulo.



Escrito por christian theodore às 21h36
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   Viva Goiás rumo a Hollywood

Vantoen Pereira Jr./Divulgação
"2 Filhos de Francisco" é escolhido para representar o Brasil no Oscar de filme estrangeiro. Veja trailer do filme.
Leia mais


Escrito por christian theodore às 21h34
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   Outro do PPS!

Notícia velha
Os nossos leitores souberam muito antes das escandalosas nomeações do governador Eduardo Braga, no Amazonas, que só ontem chegaram aos jornais. É Braga se agarrando ao Erário para tentar sua difícil reeleição.
 


Escrito por christian theodore às 21h32
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   Augusto precisa ir ao STF para pedir quebra de sigilo na CPI da Educação

Quinta-feira, 22 de Setembro de 2005
Augusto Carvalho vai ao STF pela quebra de sigilos
CPI da Educação quer acelerar as investigações sobre sete suspeitos

O presidente da CPI da Educação, deputado Augusto Carvalho (PPS), em audiência, ontem, com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio de Mello, disse que espera uma resposta positiva ao pedido para que o Supremo apresse as quebras de sigilos bancário e fiscal das empresas e das pessoas investigadas pela CPI. O ministro Marco Aurélio é relator da liminar, concedida à Ação Civil Originária, da Procuradoria da Câmara Legislativa, que pediu a quebra de sigilos fiscal e bancário dos investigados pela CPI da Saúde. Em virtude da audiência com o ministro Marco Aurélio, o deputado Augusto Carvalho cancelou a audiência com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Nelson Jobim.

"Tivemos acesso, no final da manhã de ontem (terça-feira), do pedido da Procuradoria da Câmara, para estender a decisão do pedido da CPI da Saúde para a CPI da Educação. O pedido foi feito ao ministro Marco Aurélio de Mello, que foi o relator da ação da CPI da Saúde. Por ser o mesmo autor, a Câmara, e os mesmos réus, o Banco Central e a Receita Federal, o pedido da CPI da Educação também foi encaminhado ao ministro Marco Aurélio. Na audiência de hoje (ontem) procuramos sensibilizar o ministro Marco Aurélio sobre a importância das quebras de sigilos dos investigados pela CPI da Educação", explica Augusto Carvalho.

BC negouO pedido de quebra de sigilo bancário e fiscal foi negado pelo Banco Central e Receita Federal sob a alegação de que a legislação só prevê a quebra de sigilos para as CPIs do Congresso Nacional. Mas, com base em uma decisão do STF, que autorizou a quebra de sigilos para a CPI da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, Augusto Carvalho solicitou à Procuradoria da Câmara Legislativa que recorra da decisão ao STJ.

"As informações contidas nas quebras de sigilo são fundamentais para produzir as provas e averiguar quais agentes públicos se beneficiaram das licitações. O atraso no envio das quebras de sigilo pode atrasar o final das investigações da CPI, previsto para outubro, mas prorrogável por mais dois meses", explica Augusto Carvalho.

A CPI encaminhou pedido de quebra de sigilos bancário, fiscal e telefônico de Carlos Alberto de Oliveira, diretor-gerente da Jovem Turismo; Geraldo Moura e Celso Moura, da Moura Transporte; e Luis Lawal, da Juiz de Fora Limpeza e Conservação. Também foram pedidas as quebras de sigilos dos seguintes servidores da Secretaria da Educação: Gibrail Nabih Gebrin, diretor de Engenharia, Produção e Manutenção da Secretaria de Estado de Educação; Hélvia Miridan Paranaguá Fraga, assessora de Projetos Especiais da Secretaria de Estado de Educação; e Elizabeth Carvalho Marinini, diretora de Apoio Logístico.



Escrito por christian theodore às 21h29
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   Heloísa Helena demonstra desiquilíbrio!

PARLAMENTARES ABUSAM DA FALTA DE CIVILIDADE
ROBERTO STUCKERT FILHO / AGêNCIA O GLOBO

Quinta-feira, 22 de Setembro de 2005

Tumulto pára o depoimento

A sessão conjunta das CPIs dos Correios e do Mensalão, para ouvir o empresário Daniel Dantas, foi interrompida por quase 15 minutos por causa de um tumulto envolvendo os deputados João Fontes (PDT-SE) e Eduardo Valverde (PT-RO) e a senadora Heloísa Helena (PSol-AL). Fontes chegou a atingir a mão de Valverde com um tapa.

No momento em que o deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ) fazia ataques ao PT, Valverde, que estava sentado atrás do tucano, irritou-se, dizendo que nenhum ataque ao partido ficaria sem resposta. João Fontes e Heloísa Helena começaram a reclamar e Fontes disse que o PT "era um partido corrupto e quadrilheiro". Valverde reagiu mandando-o calar a boca e provocou: "Vocês não têm moral para falar porque foram expulsos do PT".

A senadora Heloísa Helena partiu para cima de Valverde com uma caneta na mão, sendo contida pelo petista. A deputada Laura Carneiro (PFL-RJ) apartou e tirou a colega, que estava alterada, do meio da confusão. João Fontes também entrou no tumulto e a segurança do Congresso teve que conter os ânimos. A sessão acabou suspensa, sendo reaberta alguns minutos depois.

PARLAMENTARES ABUSAM DA FALTA DE CIVILIDADE

ROBERTO STUCKERT FILHO / AGêNCIA O GLOBO


Quinta-feira, 22 de Setembro de 2005

Tumulto pára o depoimento

A sessão conjunta das CPIs dos Correios e do Mensalão, para ouvir o empresário Daniel Dantas, foi interrompida por quase 15 minutos por causa de um tumulto envolvendo os deputados João Fontes (PDT-SE) e Eduardo Valverde (PT-RO) e a senadora Heloísa Helena (PSol-AL). Fontes chegou a atingir a mão de Valverde com um tapa.

No momento em que o deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ) fazia ataques ao PT, Valverde, que estava sentado atrás do tucano, irritou-se, dizendo que nenhum ataque ao partido ficaria sem resposta. João Fontes e Heloísa Helena começaram a reclamar e Fontes disse que o PT "era um partido corrupto e quadrilheiro". Valverde reagiu mandando-o calar a boca e provocou: "Vocês não têm moral para falar porque foram expulsos do PT".

A senadora Heloísa Helena partiu para cima de Valverde com uma caneta na mão, sendo contida pelo petista. A deputada Laura Carneiro (PFL-RJ) apartou e tirou a colega, que estava alterada, do meio da confusão. João Fontes também entrou no tumulto e a segurança do Congresso teve que conter os ânimos. A sessão acabou suspensa, sendo reaberta alguns minutos depois.

Desse jeito a senadora pode agredir alguém e se valer de ser mulher para isso é no mínimo feio, gosto dessa mulher mas já começo a achar que ela gosta de um xilique, de um circo, de um escarcéu, de um bafafá, principalmente quando sabe que está sendo filmada! Mas ainda assim continuo a respeitá-la pois conviver naquela ninho de cobras deve desequilibrar qualquer cristão. Cuidado senadora, não é assim na porrada que resolvemos as coisas e para uma mulher isso fica feeeeiooo!



Escrito por christian theodore às 21h23
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   E o que será do Benedito?

Senador quer o PTB e Benedito, uma vice

Valmir Amaral deve deixar o PP após quatro meses filiado

Filiado ao Partido Progressista há pouco mais de quatro meses, o senador Valmir Amaral começa a refazer as malas. Respaldado na legenda pelo presidente nacional Pedro Corrêa (PE), e pelo líder na Câmara dos Deputados José Janene (PR) - ambos na corda bamba da cassação por envolvimento com o escândalo do mensalão - Amaral acabou sufocado na legenda. Seu provável destino é o PTB, com quem negocia

Desde que ingressou na sigla, Amaral troca farpas com o presidente regional Benedito Domingos. O senador foi indicado pela cúpula nacional para assumir a presidência do PP-DF, mas, indignado com o que considerou traição, Benedito resistiu à intervenção, convocou eleições no diretório regional, formado na maioria por aliados, e confirmou seu posto. Corrêa, à época, afirmou que a medida contrariava o estatuto do partido. A briga foi parar na Justiça Eleitoral. Culminou com a vitória de Benedito.

- O PP não cumpriu comigo o compromisso de me deixar na presidência. Escolher novo partido agora, de qualquer forma, é algo difícil - disse o senador, confirmando ser ''simpático'' ao convite do PTB. A definição sobre a nova filiação será feita em conjunto com as possibilidades eleitorais de Valmir no ano que vem.

Vice - Apesar da profunda crise por que passa o PP, e das dificuldades de reforçar a legenda para 2006, Benedito Domingos trabalha para conseguir emplacar a vaga de vice em alguma chapa que dispute o Palácio do Buriti. Ontem, em entrevista coletiva na Câmara Legislativa, o ex-vice de Roriz contou que se encontrou com o governador na semana passada, e acenou com um retorno ao grupo rorizista. Os dois romperam no último pleito, em 2002, quando Benedito deixou de apoiar Roriz para abraçar a campanha de Geraldo Magela, do PT, em segundo turno.

- Estamos bem machucados com tudo o que aconteceu. Mas temos dois minutos no horário de tevê, o que ajuda bastante. A noiva pode ser feia, mas tem dinheiro - brincou Benedito, apostando na manutenção da verticalização e na forçada separação de PSDB, PFL e PMDB em âmbito local.

Confiante de que seu nome ainda é forte entre lideranças evangélicas, ele pode até lançar candidatura própria. Ontem, o distrital Júnior Brunelli, aliado de Benedito, garantiu a colegas da base governista que o PP participará das eleições em chapa majoritária.

No entanto, o percurso será difícil e repleto de obstáculos. Além de carregar o vínculo com o mensalão e, mais recentemente, com o mensalinho - que culminou com a renúncia do presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti (PE) - o PP-DF não oxigenou os quadros. Pelo contrário. O ex-deputado Jofran Frejat anunciou que deixa a legenda até o fim do mês. Os distritais Wigão, Brunelli e João de Deus serão, novamente, apostas de mandatos pepistas em 2006.




Escrito por christian theodore às 20h53
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   Deu Bode na relação de Roriz com Zé Edimar! Até parcece que os dois não invadiram o itapuã no Paranoá nas últimas eleições, sem contar com a estrutural...

Roriz dispensa o apoio de deputado que invade

Governador abre fogo contra Edmar em reunião com distritais

As relações entre o governador Joaquim Roriz e o deputado distrital José Edmar (Prona) caminham para o abismo. Ontem, durante reunião com a base governista da Câmara Legislativa, Roriz não mediu palavras para desqualificar a atitude de Edmar, apontado como incentivador de invasão de áreas públicas em Planaltina. Bastante irritado, Roriz leu em voz alta as notas taquigráficas de um discurso proferido em plenário pelo até então aliado na última terça-feira. Da tribuna, Edmar disse que não quebraria seu compromisso com ''os humildes'' por causa de Roriz, quem teria classificado de ''populista''.

- Eu dispenso o apoio de José Edmar - teria dito o governador, em alto e bom tom para todos os presentes.

Esta não é a única dificuldade que Edmar deverá enfrentar. Ele será chamado pela Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco) para prestar esclarecimento sobre incentivo à invasão de áreas públicas. Por ser parlamentar, ele tem prerrogativa de marcar dia, local e hora para ser ouvido.

Três outros suspeitos do crime prestaram depoimentos ontem à Deco. Um deles, Carlos Alberto Panta, presidente da Associação dos Moradores da quadra 55 de Sobradinho II, admitiu que associações pretendem ocupar terras na cidade. Panta mencionou não apenas o nome de José Edmar, como também o da também distrital Anilcéia Machado. O líder declarou ao delegado Cícero Vasconcelos que a associação pretende pressionar pelo cumprimento de promessas de campanha dos dois distritais. Em 2002, Edmar e Anilcéia disseram que áreas agora sob ameaça de invasão seriam destinadas a moradias para a população local.

Anilcéia Machado negou qualquer relação com as ocupações e se disse indignada com a citação de seu nome. Admitiu, porém, que teve contatos com Carlos Alberto, já que Sobradinho constitui sua base eleitoral.

Os outros dois depoentes negaram, na delegacia, a intenção de invadir áreas públicas. Militante do Prona, partido de José Edmar, Severino Rogério Rodrigues disse que a ação seria apenas um protesto para pressionar o governo. Isso se faria com a instalação de um acampamento provisório em Planaltina.

O acampamento será precedido de uma marcha que partirá, na manhã de domingo, do subdiretório do Prona na invasão Arapoanga, passará pelo Jardim Roriz e seguirá até a Administração Regional, onde será armado um acampamento por tempo indeterminado.

- Não queremos entrar em confronto com a polícia nem com o governo. Queremos que o governo nos ouça, pois em 2002 apoiamos Roriz, José Edmar e Tadeu Filippelli [secretário de governo]- afirmou Severino, acrescentando que confia na sensibilidade do governador para que as reivindicações dos inquilinos de Planaltina - cerca de 7 mil - sejam atendidas.

Severino Rogério disse ainda que todas as autoridades foram comunicadas da marcha e do acampamento.

- Enviamos convite ao governador, ao administrador de Planaltina, Aguinaldo Lélis e a outras autoridades. Está tudo documentado - disse ele, que levou a documentação à Polícia. Ele disse ainda que se houvesse má-fé, essa providência não teria sido tomada.

Já José Paulino da Silva, presidente da Associação das Entidades Habitacionais do DF, negou todas as informações publicadas na mídia durante os últimos dias. Declarou que, ao contrário, combate toda e qualquer invasão no DF.




Escrito por christian theodore às 20h50
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   Essa não é a Rita Lee e é pior que cobra cascavel seu veneno é cruel será prima da Katrina!

Furacão Rita ganha força; 1 milhão de pessoas saem do Texas

AFP  
Moradores de Galveston são retirados com a chegada do Rita
GALVESTON (Reuters) - O Rita tornou-se um monstruoso furacão da categoria 5, o máximo da escala, enquanto seguia para o Texas na quarta-feira. As autoridades começaram a retirar mais de 1 milhão de pessoas do litoral do Estado de alguns bairros de Houston.

"Torcemos e rezamos para que o furacão Rita não seja uma tempestade devastadora, mas temos de nos preparar para o pior", disse o presidente George W. Bush, muito criticado pelas falhas na reação federal ao furacão Katrina.

O Centro Nacional de Furacões disse que os ventos do Rita atingiram 265 quilômetros por hora ao passarem sobre as águas quentes do golfo do México, depois de atingir as ilhas Key, na Flórida, na terça-feira. A tempestade provocou poucos danos no arquipélago, mas na manhã de quarta-feira tornou-se um furacão da categoria 4.

Horas depois, passou para a categoria 5 -- superando o poder de destruição do furacão Katrina, que devastou parte de Louisiana, Mississippi e Alabama em 29 de agosto e matou pelo menos 1.037 pessoas.

Os mercados reagiram imediatamente à ameaça do Rita, que pode provocar mais destruição e interrupções na produção de petróleo, cuja cotação subiu. Bolsas e o dólar caíram.

O Rita ainda deve ganhar força sobre o centro do golfo do México, mas perderá intensidade ao se deslocar para oeste, segundo nota emitida pelo Centro Nacional de Furacões na manhã desta quarta-feira. A tempestade deve chegar ao Texas até sábado "como um grande furacão, pelo menos da categoria 3", disse o centro. Uma tempestade da categoria 3 pode provocar danos extensos.

O alvo mais provável do furacão Rita é a cidade de Galveston, no litoral sudoeste do Texas. Nesse mesmo local pelo menos 8.000 pessoas morreram por causa de um furacão em 1900, o mais letal da história norte-americana. A cidade fica sobre recifes e começou a ser abandonada pelos moradores na terça-feira. Cerca de 80 quilômetros terra adentro, o prefeito de Houston, Bill White, determinou a retirada dos moradores de áreas que podem ser inundadas pelo mar ou pela chuva.

Até 1,2 milhão de pessoas podem começar a sair de Houston até a noite de quarta, segundo as autoridades. O Katrina desalojou cerca de 1 milhão de pessoas, entre elas quase todos os 450 mil habitantes de Nova Orleans. Houston foi o destino de muitas delas.

As lojas da cidade, a quarta mais populosa dos Estados Unidos, rapidamente ficaram sem lenha, comida e material de emergência.

O governador do Texas, Rick Perry, determinou a desocupação de um trecho de 480 quilômetros do litoral. "Se você está na costa entre Beaumont e Corpus Christi, agora é a hora de ir embora", disse Perry. Moradores de asilos já estão sendo retirados.

"Estão nos perseguindo"

"Todos estão assustados, por isso estamos saindo", disse Maria Stephens, de 29 anos, apesar do dia quente e ensolarado. "Eu tinha 7 anos quando [o furacão Alicia, de 1983] aconteceu, e lembro como se fosse ontem. Não quero que meus filhos vivam isso".

Stephens disse ter passado a manhã ajudando vizinhos a embarcarem nos ônibus que seguem para a cidade de Huntsville. Ela, o marido e os três filhos pretendem ir de carro para Palestine, também no Texas, bem longe da área de perigo.

"Definitivamente parece que [os furacões] estão nos perseguindo em todos os lugares", disse Stephen Travis, que fugiu com seus pais da litorânea Biloxi (Louisiana) quando a cidade foi inundada pelo Katrina. Encontrou refúgio em um hotel à beira-mar de Galveston.

A Nasa se preparou para desocupar o Centro Espacial Johnson, em Houston, e entregar o controle da Estação Espacial Internacional aos russos.

Aprendendo com os problemas do Katrina, o secretário de Segurança Doméstica, Michael Chertoff, disse que as autoridades prepararam seus estoques e estão verificando os sistemas de comunicação. O governo enviou o contra-almirante Larry Hereth, da Guarda Costeira, para coordenar a operação de emergência.

"Espero que, com isso que as autoridades estaduais e municipais estão fazendo agora -- retirar inválidos do caminho [da tempestade], incentivar as pessoas a saírem cedo --, quando a tempestade chegar haverá danos materiais, mas espero que não haja muita gente por resgatar", afirmou ele a uma TV.

O prefeito White pediu a quem tiver transporte próprio que deixe Houston, porque não haverá veículos do governo em número suficiente para todos.

A Louisiana declarou estado de emergência. A devastada Nova Orleans, novamente em situação vulnerável, não quer correr riscos. O prefeito Ray Nagin disse que dois ônibus já saíram lotados com moradores e que outros 500 estão prontos para fazer o mesmo. "Estamos muito mais espertos desta vez. Aprendemos muitas lições difíceis", disse Nagin.

Cerca de 1.100 vítimas do Katrina que ainda estavam em dois enormes abrigos montados em Houston foram transferidos para Fort Chaffee, no Arkansas.

Como Katrina

Às 12h (hora de Brasília), o centro do Rita estava 1.215 quilômetros a leste-sudeste de Corpus Christi (Texas) e se deslocava a 21 quilômetros por hora. Uma tempestade desse tipo pode provocar ondas de até seis metros sobre a costa do Texas.

As empresas de petróleo, que mal começam a se recuperar do Katrina, abandonaram as plataformas no golfo do México devido ao Rita. Sua rota passa logo ao sul de algumas importantes áreas de extração de petróleo, e a tempestade pode ameaçar também 18 refinarias do Texas, que respondem por 23 por cento da capacidade norte-americana, segundo o governo federal.

As autoridades afirmam que o risco de inundação nas refinarias texanas é menor em relação às instalações da Louisiana atingidas pelo Katrina, porque no Texas elas ficam em terreno mais alto.

O preço do petróleo bruto nos EUA teve alta de 1,15 dólar, cotado a 67,35. O dólar se desvalorizou 0,71 por cento frente ao euro, devido aos temores de que um novo furacão afete a economia norte-americana.

As ações norte-americanas também foram puxadas para baixo pelas preocupações com o preço da energia, que pode diminuir lucros e gastos de consumidores. O executivo-chefe da refinaria Valero Energy disse que o preço da gasolina ao consumidor dos EUA, que bateu recordes devido ao Katrina, pode novamente superar os 3 dólares por galão (cerca de 79 centavos de dólar por litro).

(Reportagem adicional de Erwin Seba em Houston, Adam Entous e Caren Bohan em Washington)



Escrito por christian theodore às 22h05
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   Viva Madame Lee! a rainha do Rock nacional

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Madame Lee
Estréia dia 25/09/2005
Divulgação/GNT
Rita Lee volta à programação do GNT, desta vez no comando da série "Madame Lee"
 
 


Escrito por christian theodore às 22h03
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   Lá vem o Brasil descendo a ladeira!

 

Ganhamos da Suazilândia, República Centro-africana, Botswana e Namíbia

De Fernando Canzian na Folha de S. Paulo, hoje:

 

"Mais uma vez, o Brasil recebeu destaque negativo em estudo do Bird (Banco Mundial). O país foi apresentado ontem como um dos mais desiguais do mundo e envolto no que a instituição chamou de "inequality trap" (armadilha da desigualdade).

 

Campeão da desigualdade social na América Latina, o Brasil só está melhor hoje do que quatro países africanos (Suazilândia, República Centro-africana, Botswana e Namíbia), segundo o Bird. Pior: o Brasil reúne quase todos os ingredientes possíveis citados pelo estudo "Eqüidade e Desenvolvimento" para continuar perpetuando essa situação.

 

No trabalho, o país ganhou destaque em texto sob o título "Oportunidades desiguais persistem por gerações no Brasil".

 

Nele, o Bird observa que não somente a renda dos mais pobres é um problema, ao lado da falta de bons serviços como saúde e educação, mas que não há no Brasil condições e mecanismos de interação entre ricos e pobres.

 

O Banco Mundial vê avanços nos últimos 12 anos, principalmente após a implantação do programa Bolsa-Família no governo FHC e sua ampliação no governo Lula, mas constata que eles são absolutamente insuficientes para mudar o quadro.

 

No trabalho, o Bird considera "eqüidade" como chances iguais a todos, independentemente de cor, raça ou nível social."

 



Escrito por christian theodore às 21h59
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   Adeus Severino!



Escrito por christian theodore às 21h55
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   PPS e PFL, Freire apoia nonô junto com PSDB

 

PSDB e PPS batalham por Nonô

O governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP) se reuniu longamente, esta manhã, com o senador Jorge Bornhausen, presidente nacional do PFL. Na conversa, reafirmou o apoio do PSDB à candidatura do deputado José Thomaz Nonô à presidência da Câmara.

 

Há pouco, no salão verde da Câmara, o deputado Roberto Freire, presidente do PPS, fazia uma acalorada defesa da candidatura de Nonô. "Neste momento, não interessa o que é melhor para o meu partido ou para qualquer outro. Não podemos repetir a trágica experiência de ter um novo Severino na presidência da Câmara", disse Freire. "Nonô é o vice e vice existe para substituir o presidente. É o candidato natural."



Escrito por christian theodore às 21h53
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   Dedo de Eurides?


 
JOSEMAR GONçALVES
 
Por Anna Halley

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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2005
Procurador vai processar José Edmar
Ministério Público Eleitoral decide agir após ameaça de invasões

Diante do apoio do deputado distrital José Edmar (Prona) ao Movimento dos Inquilinos de Planaltina – que no dia 25 pretende acampar em um terreno reivindicado pelo grupo –, o Ministério Público Eleitoral decidiu agir. O procurador regional eleitoral Osnir Belice afirma que, até sexta-feira, ajuizará uma ação contra o parlamentar. No entendimento do procurador, a atitude do deputado configura abuso do poder econômico, que pode levar à cassação de registro e à inelegibilidade por três anos.

O deputado está entre os organizadores do acampamento, previsto para começar com uma passeata. No fim de semana, o Prona-DF cedeu seu escritório no Setor Arapoanga para que pessoas em busca de um lote se filiassem ao Movimento dos Inquilinos de Planaltina, coordenado por Rogério Rodrigues do Nascimento, também presidente da seção do partido no local. Segundo José Edmar, cerca de dez mil pessoas se cadastraram, muito mais do que ele próprio esperava.

exagero

A idéia, segundo o parlamentar, não é invadir a área. "Não haverá barracos nem nada que caracterize invasão. Será um acampamento com faixas de ordem para chamar a atenção do governo", garante. Para o deputado, a reação do Ministério Público Eleitoral é exagerada, até porque não é período de campanha eleitoral. "Estou fazendo meu trabalho. A função de um partido é defender os anseios populares", justifica. Ele diz, ainda, que o movimento não foi iniciativa sua. "Já existe há muitos anos e estou dando meu apoio. Não se pode lutar por moradia?", questiona.

Em plenário, José Edmar aproveitou para falar sobre a questão. "Já fui preso indevidamente. Mas, desta vez, não vou me intimidar", declarou. O deputado garante que a mobilização não foi cancelada por causa da reação do MPE.

O procurador regional eleitoral insistiu que levará o caso ao Poder Judiciário. "Um deputado não pode fazer uma coisa dessas. Em 2002 ele fez a mesma coisa e não foi punido por isso. Mas se o Tribunal Superior Eleitoral entende que não houve abuso, paciência", lamenta. Na visão de Osnir Belice, o fato de não ser a primeira vez que José Edmar age dessa forma é agravante.

O procurador diz, ainda, que a Câmara Legislativa poderia abrir um processo no Conselho de Ética. Mas a deputada Erika Kokay (PT), que preside a comissão, afirma que ainda não é possível agir. "Não há uma representação contra José Edmar na Comissão de Ética. Precisamos disso para tomar alguma atitude", esclarece.

cautela

A deputada, que também é líder do PT na Casa, é cautelosa ao falar do assunto. "O PT ainda não conversou sobre a questão, mas precisamos analisar os fatos para não fazer pré-julgamento. De antemão, pensamos que ele não pode fazer uso do mandato de deputado distrital para esses fins. Devemos também ter cuidado para não criminalizar os movimentos sociais", diz Erika Kokay.

Já a deputada Eliana Pedrosa, corregedora da Câmara Legislativa, afirma que não tomou nenhuma atitude porque, assim como um juiz, precisa ser provocada. "Conversei pessoalmente com José Edmar e ele me explicou o que ocorreu. O Prona irá montar uma barraca com duas ou três pessoas de vigília para que consigam transformar essa área em espaço para assentamento no Plano Diretor Local (PDL) de Planaltina. É uma atitude legítima", analisa. Na opinião de Eliana Pedrosa, há uma perseguição ao deputado. "Percebo que, há duas semanas, existe uma ação articulada para a queda dele", diz.



Escrito por christian theodore às 21h50
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   Casa de Areia, o meu palpite ao oscar


Assista ao trailer
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Escrito por christian theodore às 22h12
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   Jardim Botânico

Em um dia seco, onde em São Sebastião, cidade pouco abaixo do Jardim Botânico, esteve extremamente quente, não adiantava vários copos de água para aliviar a secura da garganta. Em minha casa em frente ao Jardim Botânico existemvárias cinzas de mato,  um forte cheiro de fumaça pela casa,  além de pequenos insetos fugidos do fogo.

Ontem ligamos para o Corpo de Bombeiro porque o caminhão da carreata do PSDB da Maria de Lourdes soltou um foguete que caiu na grama em frente ao STJ, causando um pequeno incêndio. As pessoas precisam ter mais consciência nesse período quanto as pontas de cigarro e atitudes como essas.

EFE
Bombeiro combate fogo que destruiu metade do Jardim Botânico de Brasília, parque com tamanho equivalente a 6.000 campos de futebol


Escrito por christian theodore às 22h03
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   Outdoors com fotos eroticas são retiradas de São Paulo


Os "night clubs" Romanza e Café Millenium, pertencentes aos mesmos donos, tiveram suas entradas fechadas com blocos de concreto pela Prefeitura de São Paulo, nesta terça-feira.

Entre os motivos apresentados está a veiculação de outdoors pornográficos, em diversos pontos da cidade de São Paulo, com o objetivo de atrair turistas e mecânicos que vêm para a corrida de F-1 do próximo domingo, conforme denúncia divulgada pela Folha. Os 30 anúncios foram retirados.

Ontem, procurada pela reportagem, a Prefeitura de São Paulo informou que não tinha controle sobre as imagens mas, hoje, afirmou que elas infringem o artigo 234 do Código Penal, que proíbe a produção e aquisição de material obsceno, para fins de comércio, distribuição ou exposição pública.

A polêmica causada pelos anúncios fez com que o Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) expedisse uma liminar sugerindo a suspensão da exposição das peças publicitárias.

Márcio Diniz/Folha Imagem
Prefeitura de São Paulo retira outdoors pornográficos
Prefeitura de São Paulo retira outdoors pornográficos
Os anúncios haviam sido instalados estrategicamente, em pontos por onde deverão passar os espectadores da corrida. Uma das propagandas do Romanza estava instalada na avenida Interlagos, em frente a um motel, na altura do nº 3.200.

Um outdoor simulava uma cena de sexo oral entre uma garota de programa e um piloto. No cartaz do Romanza, uma loira ao lado de uma garrafa de champanhe aparecia aos pés de um piloto. Havia ainda outra foto, destacando as nádegas da mulher.

O texto do anúncio não deixava dúvidas sobre o convite: "Você sabe o que acontece depois do pódio? Venha descobrir no Romanza". Para facilitar a vida dos estrangeiros, estava tudo traduzido para o inglês. Completando a propaganda, algumas explicações importantes apareciam: a partir do meio-dia, garotas quentes, modelos e atrizes, nacionais e internacionais.

Outro outdoor, dos clubes Baco's, Connection e Café Millenium, mostrava uma mulher seminua em primeiro plano, com um carro de corridas no fundo. O texto era simples: "Emoção em cada curva".

Estrutura

De acordo com a Subprefeitura de Pinheiros, o Romanza foi fechado também por não ter alvará de funcionamento. O estabelecimento ainda teria sido reprovado durante vistoria do Contru (Departamento de Controle do Uso de Imóveis), realizada à tarde.

Entre as infrações estão falta de sinalização e iluminação das saídas de emergência, falta de alarmes e extintores de incêndio, instalações elétricas irregulares e falta de pára-raios, além da presença de um botijão de gás próximo a equipamentos elétricos.

De acordo com a Subprefeitura do Ipiranga, o Café Millenium também não tinha alvará de funcionamento.

Os "night clubs" Romanza e Café Millenium, pertencentes aos mesmos donos, tiveram suas entradas fechadas com blocos de concreto pela Prefeitura de São Paulo, nesta terça-feira.

Entre os motivos apresentados está a veiculação de outdoors pornográficos, em diversos pontos da cidade de São Paulo, com o objetivo de atrair turistas e mecânicos que vêm para a corrida de F-1 do próximo domingo, conforme denúncia divulgada pela Folha. Os 30 anúncios foram retirados.

Ontem, procurada pela reportagem, a Prefeitura de São Paulo informou que não tinha controle sobre as imagens mas, hoje, afirmou que elas infringem o artigo 234 do Código Penal, que proíbe a produção e aquisição de material obsceno, para fins de comércio, distribuição ou exposição pública.

A polêmica causada pelos anúncios fez com que o Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) expedisse uma liminar sugerindo a suspensão da exposição das peças publicitárias.

Márcio Diniz/Folha Imagem
Prefeitura de São Paulo retira outdoors pornográficos
Prefeitura de São Paulo retira outdoors pornográficos
Os anúncios haviam sido instalados estrategicamente, em pontos por onde deverão passar os espectadores da corrida. Uma das propagandas do Romanza estava instalada na avenida Interlagos, em frente a um motel, na altura do nº 3.200.

Um outdoor simulava uma cena de sexo oral entre uma garota de programa e um piloto. No cartaz do Romanza, uma loira ao lado de uma garrafa de champanhe aparecia aos pés de um piloto. Havia ainda outra foto, destacando as nádegas da mulher.

O texto do anúncio não deixava dúvidas sobre o convite: "Você sabe o que acontece depois do pódio? Venha descobrir no Romanza". Para facilitar a vida dos estrangeiros, estava tudo traduzido para o inglês. Completando a propaganda, algumas explicações importantes apareciam: a partir do meio-dia, garotas quentes, modelos e atrizes, nacionais e internacionais.

Outro outdoor, dos clubes Baco's, Connection e Café Millenium, mostrava uma mulher seminua em primeiro plano, com um carro de corridas no fundo. O texto era simples: "Emoção em cada curva".

Estrutura

De acordo com a Subprefeitura de Pinheiros, o Romanza foi fechado também por não ter alvará de funcionamento. O estabelecimento ainda teria sido reprovado durante vistoria do Contru (Departamento de Controle do Uso de Imóveis), realizada à tarde.

Entre as infrações estão falta de sinalização e iluminação das saídas de emergência, falta de alarmes e extintores de incêndio, instalações elétricas irregulares e falta de pára-raios, além da presença de um botijão de gás próximo a equipamentos elétricos.

De acordo com a Subprefeitura do Ipiranga, o Café Millenium também não tinha alvará de funcionamento.


Escrito por christian theodore às 20h33
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   Sociólogo fala de Hebe Camargo e da Televisão Brasileira

S
da Folha de S.Paulo

Hoje faz 55 anos que Assis Chateubriand quebrou uma garrafa de champanhe numa câmera para comemorar a estréia da televisão no Brasil. A primeira transmissão, em 18 de setembro de 1950, foi um caos batizado de "TV na Taba".

Hebe Camargo, convocada para o show, deu cano. Então com 26 aninhos, preferiu ir se encontrar com um namorado. Mas entrou no ar no segundo dia e está lá até hoje, com as jóias e marcas dos 76 anos. Por que o sofá ainda permanece no ar? Por que dá sinais de perder a força?

Essa é a base de estudo do sociólogo Sérgio Miceli, da USP, que relança "A Noite da Madrinha" (Companhia das Letras), ensaio de 1972 a respeito do sucesso de Hebe e do poder da TV. À Folha, fala de suas teses sobre a loira, Ratinho, monopólio da Globo, celebridades e outros rebentos televisivos.

Folha - Hebe entrou no ar na segunda transmissão de TV, em 50, foi objeto de seu livro, em 72, e tem programa até hoje. O que representa essa perenidade nos 55 anos da televisão brasileira?

Sergio Miceli - A Hebe é uma condensação de muitos atributos que o público valoriza. Tem um estilão interiorano urbanizado, coloquial e "intimista". Usa jóias, mas sem posar de ricaça, sem fazer panca. Inteligente, percebe que tudo está estribado na simplicidade, na dona-de-casa realizada. Possui um conservadorismo moral, ético. Assisti ao programa de debates que ela faz atualmente ["Fora do Ar", com Jorge Kajuru, Adriane Galisteu e Cacá Rosset] e fiquei impressionado com seu conservadorismo. Mas é um conservadorismo interessante, um pouco plástico. Num dos programas, sobre eutanásia, ela foi a única que não acabou a discussão com a mesma opinião com que começara. Ao se ver exposta a casos, repensou e mudou de idéia. Era contrária à eutanásia, mas se tornou mais flexível. Isso é notável do ponto de vista comunicativo, dá verdade à figura.


Escrito por christian theodore às 20h07
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   Folha - O fato de ela ter perdido audiência recentemente significa que o telespectador mudou?

Miceli -
Ela enfrenta uma situação de concorrência totalmente diferente e está mais velha. É claro que houve declínio, mas ela está no vídeo há 55 anos. É uma carreira notável para padrões internacionais. Na TV nacional não se conhece talento assim. É uma sobrevivência fenomenal, que corresponde a uma expectativa muito estabilizada. Mas está pegando um fim de festa. O público de classe média ainda existe, mas não com as mesmas características. E a mídia mudou radicalmente, caminhou para uma maior segmentação de público, com uma sociedade mais desenvolvida. A censura acabou, o analfabetismo caiu, os universitários aumentaram.

Folha - Luciana Gimenez e Adriane Galisteu são Hebes da nova era?

Miceli - Elas querem ser a Hebe, mas não sei quem sobreviverá. Todos esses programas atuais sofreram uma espécie de assepsia comunicativa, de limpeza visual, e estão impregnados com uma certa pretensão cultural. A Galisteu tem uma preocupação de correção na fala e expressão que a Hebe nunca teve. A Gimenez é mais próxima, do ponto de vista do desacerto. Produz no espectador a mesma coisa que a Hebe: a oportunidade de se sentir mais competente do que a apresentadora.

Folha - Em entrevista ao seu livro, em 70, um produtor disse que a fórmula de sucesso de programas de auditório era exibir "padre, bicha, desfile de moda e grande esportista". Parece que nada mudou.

Miceli - Você vê que ele sabia das coisas [risos]. Essa seleção mostra que a televisão sempre trabalhou e sempre vai trabalhar com estereotipias. Impõe que só é possível ter um rendimento comunicativo se as estereotipias forem nítidas. Do contrário, dá um "tilt".

Folha - O sr. avalia que a TV sempre mostrava a reconciliação das celebridades com a faceta familiar, o lado "família" do artista. Apesar de o "Faustão" ter um quadro assim, hoje os programas parecem preferir os deslizes, o pagodeiro que bate na mulher, a modelo que trai o namorado. O que mudou?

Miceli - Acredito que não tenha havido mudança. Aparentemente, poderíamos ler assim, que o público está atrás do desvio, da Vera Fischer, de figuras com comportamentos desviantes, drogas, adultério. Mas, por trás disso, há grandes operações de normalização ética. O casamento de Ronaldo e Cicarelli é uma legalização de união. No dia seguinte, ela pode destruir a casa, isso não tem a menor importância. Mas há sempre um resgate, uma tentativa de enquadrar, de disciplinar, de mostrar que a Vera Fischer esteve numa clínica de recuperação, está mais controlada, pode ver o filho. É uma anomia sempre processável, suportável, ou fica complicado, foge à demanda do público.

Folha - Há dez anos, o sr. definiu a Globo como "formuladora-mor da única política cultural de impacto em escala nacional". Isso mudou?

Miceli - Houve uma modernização de cenário do "Jornal Nacional", todo um "glitter", ternos prateados. Mas, do ponto de vista da construção do roteiro de cobertura e opinião, é escandaloso. Existe uma roupagem de franqueza, aqueles jornalistas lá atrás trabalhando, mas o "JN" é quase um órgão oficial do governo. Às vezes eles não conseguem implementar isso até o limite porque querem segurar a peteca de um tal jeito que ela começa a ser jogada por outros de outro jeito. Visto por milhões de pessoas, é uma domesticação ideológica notável.

Folha - É possível falar em evolução se compararmos a TV que editou o debate entre Lula e Collor, episódio que o sr. aborda no livro, e a que cobre a crise política atual?

Miceli - Sim. A Globo continua a ter audiência enorme, mas acabou o monopólio arrasador. O fato de Ana Paula Padrão ter ido para o SBT, de Boris Casoy estar na Record, entre outros exemplos, mostra uma competição impensável anteriormente. E não é uma concorrência momentânea, veio para ficar. A Globo tentará segurar a onda, mas o monopólio está estilhaçado em todos os sentidos, inclusive nas novelas. Isso tem muita importância no Brasil porque a TV alavanca tudo, negócios, política, formação de opinião.

Folha - O sr. descreve o episódio da "macumbeira" que bebeu pinga e fez o auditório entrar "em transe" no Chacrinha e Flávio Cavalcanti, em 1971. Analisou também o sucesso do Ratinho nos anos 90. Como o sensacionalismo persiste, pode-se dizer que é intrínseco à TV?

Miceli - Acho que sim. É um veículo para muita gente, permeável a esse tipo de situação e personagem. Esses programas, como o do Ratinho, dão uma reverberação completamente diferente ao mesmo material de base de todas as mídias. São os mesmos assuntos mostrados de outra forma.

Folha - O sr., então, considera positivo esse tipo de atração na TV?

Miceli - Não sei se a questão é ser positivo. Devemos ser mais atentos à variedade do mundo. A função da mídia é veicular as experiências. Seria outra? Organizar a opinião? Deus me livre. Já tenho isso toda noite às oito horas [no "Jornal Nacional"]. Tem de desorganizar um pouco [risos].


Escrito por christian theodore às 20h06
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   A Televisão de todos nós

Folha - A atual baixa audiência do Ratinho pode ser só uma fase?

Miceli -
Não sei se é só fase. O Ratinho parece não ser tanta novidade, está numa tradição da grosseria na televisão. Mas, com a tendência de segmentação, o veículo tende a ficar mais disciplinado.

Folha - Há 20 anos, o sr. parecia otimista com o fato de a televisão exibir conteúdo nacional em 75% da programação e exportar programas. Mantém esse otimismo?

Miceli - Falei sobre isso num congresso no exterior, para dizer a estrangeiros que a TV brasileira não estaria a reboque só da veiculação de conteúdo importado, que não era um país totalmente dependente culturalmente. Hoje sou otimista com o fato de estarmos rumando para a segmentação, que reflete em maior instrução. Meu otimismo é que a difusão da escolaridade, com mais gente lendo, acessando a net, reduzirá a força e o impacto da TV.

Folha - O sr. diz que o analfabetismo é o alicerce da TV no Brasil. Segundo o governo, o número de analfabetos diminuiu. Apesar disso, a audiência da TV cresceu. Sua avaliação está equivocada ou não devemos confiar no dado oficial?

Miceli - Vamos matizar um pouco. Eu disse que a televisão brasileira é integrada a uma função paraescolar, o que não se daria se houvesse um sistema de ensino mais desenvolvido. O analfabetismo é o alicerce nesse sentido, de uma audiência com essa qualificação. A TV não teria se montado no país da maneira que se montou, com tanto impacto, não fora essa situação. Mas, ainda que não tenhamos mais analfabetismo, vai se ver muita TV. Há uma variável independente do sistema de ensino, a TV tem essa empatia.

Folha - A televisão melhorou ou piorou ao longo desses 55 anos?

Miceli - Melhorou, mas no sentido de que está em uma trajetória que irá colocá-la num lugar mais contido, menos centrado.

Folha - Se estivéssemos aqui em 2060, de que TV falaríamos?

Miceli - Com o avanço da tecnologia, vai ser uma TV programada pelo telespectador. Mas com menor impacto. Nunca mais a televisão vai conseguir modelar o padrão de consumo cultural como o fez ao longo desses 55 anos.
Folha - A atual baixa audiência do Ratinho pode ser só uma fase?

Miceli -
Não sei se é só fase. O Ratinho parece não ser tanta novidade, está numa tradição da grosseria na televisão. Mas, com a tendência de segmentação, o veículo tende a ficar mais disciplinado.

Folha - Há 20 anos, o sr. parecia otimista com o fato de a televisão exibir conteúdo nacional em 75% da programação e exportar programas. Mantém esse otimismo?

Miceli - Falei sobre isso num congresso no exterior, para dizer a estrangeiros que a TV brasileira não estaria a reboque só da veiculação de conteúdo importado, que não era um país totalmente dependente culturalmente. Hoje sou otimista com o fato de estarmos rumando para a segmentação, que reflete em maior instrução. Meu otimismo é que a difusão da escolaridade, com mais gente lendo, acessando a net, reduzirá a força e o impacto da TV.

Folha - O sr. diz que o analfabetismo é o alicerce da TV no Brasil. Segundo o governo, o número de analfabetos diminuiu. Apesar disso, a audiência da TV cresceu. Sua avaliação está equivocada ou não devemos confiar no dado oficial?

Miceli - Vamos matizar um pouco. Eu disse que a televisão brasileira é integrada a uma função paraescolar, o que não se daria se houvesse um sistema de ensino mais desenvolvido. O analfabetismo é o alicerce nesse sentido, de uma audiência com essa qualificação. A TV não teria se montado no país da maneira que se montou, com tanto impacto, não fora essa situação. Mas, ainda que não tenhamos mais analfabetismo, vai se ver muita TV. Há uma variável independente do sistema de ensino, a TV tem essa empatia.

Folha - A televisão melhorou ou piorou ao longo desses 55 anos?

Miceli - Melhorou, mas no sentido de que está em uma trajetória que irá colocá-la num lugar mais contido, menos centrado.

Folha - Se estivéssemos aqui em 2060, de que TV falaríamos?

Miceli - Com o avanço da tecnologia, vai ser uma TV programada pelo telespectador. Mas com menor impacto. Nunca mais a televisão vai conseguir modelar o padrão de consumo cultural como o fez ao longo desses 55 anos.


Escrito por christian theodore às 20h06
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   filme sobre zuzu angel

20/09/2005 - 16h17

Luana Piovani exibe visual "alegórico" para viver Elke Maravilha

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da Folha Online

As gravações de "Zuzu Angel", filme de Sergio Rezende sobre a estilista brasileira que bateu de frente com o regime militar após a morte do seu filho Stuart, levaram às locações no Rio de Janeiro figurinos de época que prometem chamar a atenção do público nos cinemas.

Divulgação
Luana vive Elke Maravilha
Luana vive Elke Maravilha
Em fotografias divulgadas nesta terça-feira, Luana Piovani, que interpreta Elke Maravilha, aparece em visual alegórico. De botas longas, com salto plataforma e estampa de onça, uma infinidade de pulseiras, anéis e colares e bolsa com franja de meio metro, o figurino da atriz não dispensa um longo aplique nos cabelos, cílios postiços e batom forte. A própria Elke participa do filme, encarnando uma cantora de cabaré.

Divulgação
Patrícia como Zuzu
Patrícia como Zuzu
Já Patrícia Pillar, que vive a protagonista do filme, compõe o visual da estilista com peças também bastante coloridas, como uma camisa com estampas geométricas e peças floridas sem discrição. A maquiagem é marcada nos olhos, com o delineador (muito utilizado à época), e mais suave no restante da face.

Conhecida por destacar a moda brasileira no exterior, Zuzu entrou para a história brasileira ao travar uma batalha pública contra o governo militar, após a tortura e morte de seu filho Stuart (o ativista político Stuart Angel Jone, que será interpretado por Daniel de Oliveira). Ele foi tido como desaparecido por vários anos.

Zuzu foi morta em abril de 1976 em um suposto acidente de carro no Rio de Janeiro --as circunstâncias de sua morte, até hoje não totalmente esclarecidas, apontam para um assassinato planejado por militares.

Estão no elenco ainda Leandra Leal (Sônia, mulher de Stuart), Angela Vieira (Lúcia), Angela Leal (Elaine), Paulo Betti (Carlos Lamarca) e Antonio Pitanga (policial Gentil). As filmagens de "Zuzu Angel" acabam em novembro. O filme tem estréia prevista para o segundo semestre de 2006.


Escrito por christian theodore às 19h55
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   Evo Morales

20/09/2005 - 18h48
Morales legalizará cultivo da coca se vencer eleições na Bolívia

La Paz, 20 set (EFE).- O líder indígena boliviano Evo Morales afirmou nesta terça-feira que legalizará o cultivo da folha de coca, industrializará os hidrocarbonetos e garantirá a estabilidade macroeconômica se assumir a Presidência do país em janeiro.

Morales, que lidera as pesquisas mais recentes sobre as eleições de 4 de dezembro, com 28%, adiantou estes objetivos do seu plano de Governo, que será apresentado oficialmente em 12 de outubro, em La Paz.

Em entrevista coletiva, Morales afirmou que a política de combate à coca e aos cocaleiros, que segundo ele foi aplicada na Bolívia, mudará quando ele assumir o Governo, para uma política de combate ao narcotráfico.

O candidato tem como base eleitoral justamente os sindicatos dos camponeses produtores de coca da zona de Chapare, em Cochabamba, onde o cultivo é considerado crime porque se acredita que esteja destinado à produção de cocaína.

Os cocaleiros argumentam que seu produto é destinado a usos culturais e medicinais. Morales voltou a negar hoje a suposta vinculação dos camponeses com o tráfico de drogas.

O dirigente do Movimento Ao Socialismo disse ainda que está estudando "com responsabilidade" as políticas fiscal e monetária para manter a estabilidade macroeconômica da Bolívia, caso vença as eleições.

"Estou aprendendo o que são as políticas fiscal e monetária.

Coisas como estas nos ensinam a ser responsáveis", afirmou o líder sindical, de origem humilde e sem formação superior.

Morales afirmou que seu partido governará com base nas leis dos antigos povos andinos, que na língua quíchua falavam "ama sua" (não roubar), "ama lulla" (não mentir) e "ama kella" (não ser fraco).

"Alguns analistas e empresários perguntam 'como este índio e camponês vai governar?' Quero dizer que aqui estão nossos profissionais", para combinar "capacidade intelectual e consciência social", acrescentou Morales, ao apresentar o economista David Sánchez como seu candidato à Prefeitura de Chuquisaca, no sul do país.

As pesquisas mais recentes publicadas pela imprensa local mostram que atrás de Morales estão o ex-presidente Jorge Quiroga (2001-2002), com 22%, e o empresário Samuel Doria Medina, com 19%.



Escrito por christian theodore às 19h47
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   Fogo no Jardim Botânico muito prejuízo para Brasília

Reportagem
Destruição
Flávia Alvarenga

Incêndio destruiu quatro reservas

A reserva do IBGE e parte da fazenda da UnB voltaram a pegar fogo. De longe dava para ver a fumaça e as chamas. A vegetação da área é alta, por isso o fogo é mais intenso e difícil de combater.

As brigadas de incêndio do Jardim Botânico e do IBGE já estão no local combatendo o fogo. De acordo com os bombeiros, o incêndio que começou na segunda-feira destruiu três mil hectares do Cerrado.

O fogo no Jardim Botânico só foi controlado durante a madrugada. Ao todo, 177 homens do Corpo de Bombeiros trabalharam na operação. Cerca de 70% da reserva do Jardim Botânico foi atingida. O maior incêndio dos últimos sete anos. A área chamada de “Cristo Redentor” ficou coberta de cinzas. Não sobrou nada.

“Não podemos dizer ainda quais animais morreram. Mas sem dúvida alguma temos várias espécies ameaçadas de extinção, o que nos preocupa. Como é o caso do tamanduá-bandeira e do lobo guará. Com relação à flora, as principais vegetações atingidas foram os campos e o Cerrado. As matas ciliadas do Jardim Botânico ainda não foram atingidas. A área que corre mais risco é a que faz limite com a do IBGE”, conta Ana Júlia Sales, diretora do Jardim Botânico.


Imagens: Edgar Andrade



Escrito por christian theodore às 17h54
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   E no Iraque a democracia de Bush destrói diariamente mais de 100 vidas


Carro-bomba

A explosão em Bagdá na manhã desta quarta-feira, no bairro de Kadhimiya, atingiu operários de construção que costumam se reunir numa praça para conseguir trabalho.

Mais de uma centena de pessoas morreu, num dos mais violentos atentados em semanas.


Escrito por christian theodore às 17h48
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   Grave incêndio no Jardim Botânico, aqui perto de casa.

Incêndio florestal devasta metade do Jardim Botânico de Brasília- 20/Set - 07:45

Redação INFOTempo

Os três focos de incêndios que atingiram o Jardim Botânico de Brasília (Distrito Federal) na manhã de segunda-feira destruíram mais de dois mil hectares de mata nativa, o que representa cerca de 50% da área total.

O fogo teve início por volta das dez horas da manhã, e se alastrou rapidamente em função das condições meteorológicas na região (baixa umidade relativa, temperatura elevada, ausência de chuva e ventos intensos).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, mesmo com o trabalho de 89 bombeiros e de 65 brigadistas do Jardim Botânico, o fogo ainda não foi totalmente controlado, já que o terreno irregular e a baixa visibilidade têm dificultado os trabalhos na região.

A temporada de incêndios no Centro-Oeste teve início no final do outono (junho) e deverá terminar somente em outubro, tendo como principais características as elevadas temperaturas (acima de 30C), a baixa umidade (inferior a 40%), os ventos secos e a falta de chuva.

Nos próximos dias, o tempo permanecerá estável e seco em Brasília, mas a nebulosidade aumentará gradualmente até a quinta-feira, com a chegada de uma frente fria. A temperatura continuará elevada, com os valores máximos ficando entre 30C e 33C.




Escrito por christian theodore às 17h33
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   Benício precisa explicar sua pescaria

Terça-feira, 20 de Setembro de 2005
Pedida reabertura do Caso Benício


O Fórum do Distrito Federal de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes promoveu ontem, em frente à Câmara Legislativa, manifestação contra a impunidade no caso de turismo sexual no Amazonas. O Tribunal de Justiça do DF aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público em relação ao envolvimento do deputado distrital Benício Tavares (PMDB). Agora, representantes do Fórum cobram da Câmara a reabertura de processo disciplinar, por quebra de decoro parlamentar, contra Benício.

Foi realizado ato ecumênico em memória das vítimas. Em seguida, os manifestantes e a deputada Erica KoKay (PT) entregaram à representante do presidente da Casa, deputado Fábio Barcelos, abaixo-assinado com 16 mil assinaturas, pedindo a retomada do caso.

Novas provasSegundo Neide Castanha, coordenadora-geral do Fórum, já foram entregues à Comissão de Ética da Câmara, vídeos gravados com o depoimento de duas sobreviventes do naufrágio. "No vídeo, uma das menores afirma ter participado de programas sexuais com o deputado", explica. Com a apresentação do vídeo e a posição do Tribunal de Justiça, Neide acredita que a Câmara terá de abrir processo disciplinar na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. "O deputado já confirmou que estava no barco. Por que ele não foi o primeiro a denunciar?", questiona.

A deputada Erica Kokay, presidente da Comissão de Direitos Humanos, participou do ato. Segundo ela, a Câmara decidiu não investigar o caso. "Esta Casa assinou pacto em defesa de crianças e adolescentes, vítimas de qualquer forma de exploração. Não podemos simplesmente não investigar a responsabilidade de um parlamentar, supostamente envolvido com turismo sexual", afirma.

O assessor de imprensa do deputado Benício Tavares, Ivan Carvalho, disse que é errado usar a palavra impunidade. "O caso ainda está na Justiça, ninguém ganhou a causa", justifica. Segundo o assessor, o deputado acusado ainda não havia sido informado sobre os vídeos.

No dia 19 de setembro de 2004, o barco Princesa Laura naufragou no Rio Amazonas. Cinco mulheres morreram, sendo duas menores.



Escrito por christian theodore às 09h33
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   Cristóvam espanta a urucubaca no PDT

Terça-feira, 20 de Setembro de 2005
Cristovam já discute coligações
E diz que não há nenhuma chance de o PDT, com ele filiado, dar apoio ao governador Roriz

O convite já está circulando pela internet: a executiva nacional do PDT chama os filiados para participar do ato de filiação do senador Cristovam Buarque, sexta-feira, às 14h, na sede do partido. O senador confirma o compromisso. "Teremos reuniões esta semana, mas não para discutir se vou ou não me filiar. Isso já está decidido", afirmou. O teor das reuniões, explicou, são as coligações a serem feitas em 2006, os prováveis candidatos do partido e outros assuntos referentes às próximas eleições.

O senador se desfiliou do PT há duas semanas, por estar insatisfeito no partido, mergulhado em várias denúncias de corrupção. Mesmo antes de sua saída, já se especulava sobre o futuro destino de Cristovam. O PDT sempre esteve entre as legendas mais cotadas para recebê-lo.

Mas, de lá para cá, algumas coisas ocorreram que podem impedir a volta do ex-reitor da UnB ao seu partido de origem, mesmo com convite pronto circulando pela internet. O principal problema é o declarado apoio do partido ao governo de Joaquim Roriz. Cristovam e Roriz são declarados inimigos políticos e nenhum dos dois admite uma possível parceria eleitoral.

Na semana passada, dirigentes da executiva nacional – entre eles o presidente do partido, Carlos Lupi – estiveram na residência oficial de Roriz, em Águas Claras, para reiterar o apoio. Também participou do encontro o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Maurício Corrêa, que deve se filiar nos próximos dias ao PDT. Ele busca o apoio de Roriz para sair candidato ao GDF.

Perguntado se isso é mesmo um empecilho à sua filiação, Cristovam Buarque é enfático. "Não há a menor chance de o PDT apoiar Roriz se eu estiver no partido. Isso seria uma traição a Leonel Brizola, Darcy Ribeiro e Getúlio Vargas", disse o senador.



Escrito por christian theodore às 09h31
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   Pt junta os cacos e tenta se reorganizar após tsunami e Katrina

 
 
ROOSEWELT PINHEIRO/ABR
 
Terça-feira, 20 de Setembro de 2005
Segundo turno muda a história do PT
Pela primeira vez, em dez anos, Campo Majoritário não tem maioria

Embora seja um resultado parcial, os 115 mil votos apurados na eleição do PT apontam para uma mudança histórica: pela primeira vez, em dez anos, o candidato a presidente do Campo Majoritário não atingiu a maioria absoluta da votação e irá disputar o segundo turno, o que decreta o fim da hegemonia da corrente no partido.

Segundo boletim parcial divulgado, ontem, o candidato do Campo, Ricardo Berzoini, liderava a contagem com 41,6% dos votos (45.619). A disputa para o segundo turno continuava embolada.

Com mais chances, aparece o candidato da Articulação de Esquerda, Valter Pomar – 16,8% (18.405 votos), seguido de perto por Plínio de Arruda Sampaio, com 14,9% (16.347 votos), da Ação Popular Socialista.

Em quarto lugar, está Maria do Rosário, do Movimento PT, com 12,7% dos votos, e em quinto, Raul Pont, da Democracia Socialista, com 11,9%. Segundo cálculos da cúpula petista, o já apurado representa metade dos votantes, que eles estimam alcançar 248 mil, num universo de cerca de 820 mil filiados aptos da votar.

Embora não haja ainda parciais oficiais, na eleição da chapa – que é independente da disputa para presidente – a tendência é que o resultado de Berzoini se repita, ou seja, que o Campo Majoritário deixe de ser majoritário.

Como os cargos no PT se distribuem conforme as chapas, o Campo também perderia a maioria no Diretório Nacional e na Executiva Nacional, as instâncias máximas do partido. A aposta dos petistas é que o grupo que controla o PT – que em 2001 saiu das urnas com 52% dos votos – obtenha 45% do Diretório Nacional.

tarso genroPara o presidente do PT, Tarso Genro, o resultado "enterra" o Campo Majoritário. "Está absolutamente claro que nenhuma chapa ou nenhum campo a ser formado terá maioria absoluta. Como não haverá maioria absoluta, as decisões que o partido vai tomar não serão decisões automáticas por maioria quantitativa, serão decisões mais dialogadas, mais fundamentadas", disse.

No resultado parcial, é grande o peso do Estado de São Paulo, que já havia apurado cerca de 56 mil votos (o total estimado em pouco mais de 60 mil). Oito estados ainda não haviam enviado nenhum dado à direção nacional (AM, AP, DF, GO, MA, PE, RR e TO).

Ontem, dirigentes avaliavam que a totalização em Minas, no Rio Grande do Sul e no Ceará será decisiva para definir o oponente de Berzoini. Partidários de Pont e Sampaio apostavam que o segundo colocado, Pomar, não conseguiria repetir sua performance paulista em outros estados. Dos 18,4 mil votos de Pomar, 11,7 mil (64%) são de São Paulo, onde ele teve apoio de grupos ligados à ex-prefeita Marta Suplicy, como a família Tatto, influente na Zona Sul.

Na disputa estadual, o resultado parcial apontava a vitória de Paulo Frateschi (57% dos votos), do Campo Majoritário.



Escrito por christian theodore às 09h27
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   Sartre no CCBB

Pensamento de Sartre volta ao debate no DF

Centro Cultural Banco do Brasil dedica dez dias a atividades culturais relacionadas ao criador do existencialismo

Soraia Costa

A filosofia de Jean-Paul Sartre invadirá o Centro Cultural Banco do Brasil nos próximos dez dias. A partir de hoje haverá uma série de atividades culturais relacionadas ao filósofo francês considerado criador do existencialismo. O projeto Sartre: As Razões da Liberdade comemora o centenário de nascimento do pensador. Na programação estão espetáculos teatrais, filmes e seminários com entrada gratuita.

O pensamento de Sartre provoca questões relacionadas à liberdade, às escolhas e às relações entre o indivíduo e o sistema capitalista. Ele acreditava no poder de escolha dos indivíduos, apesar de pensar o ser em um contexto mais amplo, diferente do individualismo. O pensador deixou uma obra vasta, escrita ao longo de 50 anos e apresentou questões que continuam atuais, principalmente com relação ao marxismo.

– Sartre procura com o marxismo uma saída social e histórica para o indivíduo. Assim se concretiza a pergunta fenomenológica sobre a liberdade. Discutir o marxismo é importante porque o sistema de hoje continua sendo o capitalismo. Após Sartre fica a dúvida se o comunismo realizou este projeto de liberdade – afirma Miroslav Milovic, professor do Departamento de Filosofia da Universidade de Brasília que fará palestra sobre a política e o marxismo no pensamento sartreano no dia 27, às 19h.

Sartre defende que o sujeito é sempre ativo e faz as escolhas do presente de acordo com seus projetos futuros. Para o pensador “o essencial não é aquilo que se fez do homem, mas aquilo que o homem fez daquilo que fizeram dele“.

– A liberdade não é fazer aquilo que se quer, mas ter que escolher entre as possibilidades do contexto. Mesmo não escolher passa a ser uma escolha e isso gera responsabilidade. Omitir-se e alienar-se também é escolher. É a liberdade de estar comprometido com as próprias decisões – diz Daniela Scneider, resumindo o pensamento existencialista de Sartre.

Daniela é coordenadora de Pós Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina. Ela participará da palestra Imaginário, psicanálise e fenomenologia, ao lado de Luiz Damon Moutinho e Tania Rivera. A discussão acontecerá na sexta-feira, às 19h, após a exibição da segunda parte do filme Temos razão de nos revoltar, de André Waksman.

O documentário francês de 1991 é uma biografia crítica de Sartre que mostra as batalhas intelectuais enfrentadas pelo escritor após a publicação de O Ser e o Nada, sua obra mais conhecida. O filme é dividido em duas partes de 52 minutos. A primeira é denominada Em direção ao engajamento e será exibida nos dias 22 e 28. A segunda é chamada Do comunismo ao maoísmo e a exibição acontece nos dias 23 e 29.

A liberdade e as relações entre o ser e o nada. O marxismo e o sua ligação com a individualidade. A existência e a essência. Estas são as principais questões levantadas pelo autor ao longo de 50 anos de carreira alternando entre a filosofia e a literatura. Seu primeiro livro foi uma novela (A Náusea). Clarisse Fukelman, curadora do evento, é professora de Literatura da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mas sempre foi grande admiradora de Sartre. Ela é autora do monólogo Situações, que será interpretado pelo ator Luiz Melo, às 21h de domingo. O espetáculo mostra situações de vida de Sartre. Na peça, 25 anos após sua morte, ele relembra seu enterro e faz um balanço de sua vida e obra.

– Gosto do texto de Sartre. Das críticas mordazes que ele faz à natureza humana, ao dinheiro. Sartre tinha coragem para defender suas idéias e para convocar as pessoas a se lançarem a seus projetos. Isto está no existencialismo e está na prática dele como pessoa engajada – afirma Clarisse Fukelman, explicando porque decidiu realizar a mostra.



Escrito por christian theodore às 09h22
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   Fora do AR está Fora do AR

   Fora do ar está fora da programação do SBT, parece que nesse canal não pode ter vida inteligente mesmo!Tomara que o Sílvio respeite a vontade dos seus telespectadores e coloque de novo no ar o atual programa mais inteligente e chic da televisão.

Escrito por christian theodore às 09h17
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   O preconceito e a injustiça social de FHC

 

"Para o mercado a melhor política é não ter política"

"Essa questão da inflação funciona como uma espécie de muro, que encobre. Se não tem inflação, está tudo bem. Está tudo bem para quem? Para o mercado, é claro. Mas para o mercado a melhor política é não ter política. Quando se governa para o mercado, e não para a sociedade, não existe mais política.

 

No meu entender, a política acabou no Brasil, enquanto política para o País, quando Fernando Henrique Cardoso, no final do primeiro mandato, confessou que algo como uns 30 milhões de brasileiros não teriam condições de ser incluídos na sociedade globalizada."

 

O trecho acima é da entrevista concedida a Ivan Carvalho Finotti pelo sociólogo Laymert Garcia dos Santos, professor da Universidade de Campinas. Foi publicada, hoje, no caderno Aliás, de O Estado de S. Paulo. Acabei de postá-la aí ao lado na seção Entrevistas.

"Para o mercado a melhor política é não ter política"

"Essa questão da inflação funciona como uma espécie de muro, que encobre. Se não tem inflação, está tudo bem. Está tudo bem para quem? Para o mercado, é claro. Mas para o mercado a melhor política é não ter política. Quando se governa para o mercado, e não para a sociedade, não existe mais política.

 

No meu entender, a política acabou no Brasil, enquanto política para o País, quando Fernando Henrique Cardoso, no final do primeiro mandato, confessou que algo como uns 30 milhões de brasileiros não teriam condições de ser incluídos na sociedade globalizada."

 

O trecho acima é da entrevista concedida a Ivan Carvalho Finotti pelo sociólogo Laymert Garcia dos Santos, professor da Universidade de Campinas. Foi publicada, hoje, no caderno Aliás, de O Estado de S. Paulo. Acabei de postá-la aí ao lado na seção Entrevistas.



Escrito por christian theodore às 19h14
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   filme sobre alienação de sociedade americana emplolga franceses

Filme sobre alienação nos EUA entusiasma festival na França

05/09/2005 - 18h49

Da France Presse


DEAUVILLE (França) – O filme norte-americano Crash, uma dura crítica aos Estados Unidos, foi ovacionado na exibição desta segunda-feira na mostra competitiva do Festival de Cinema Americano de Deauville. A reação ao filme, que conta com Sandra Bullock, Don Cheadle, Brendan Fraser, Matt Dillon, Chris Bridges e Thandie Newton no elenco, rendeu bons prognósticos ao longa-metragem. A fita integra a mostra competitiva do festival, celebrado na cidade normanda de Deauville, que anualmente faz o lançamento de filmes de Hollywood.

Além disso, a resposta gerada na França e em outros lugares em que foi exibido claramente coloca o filme entre os concorrentes ao Oscar. O diretor, o canadense Paul Haggis, disse aos jornalistas que embora os prêmios sejam "importantes, a recompensa que conta é trabalhar com atores extraordinários".

O filme acompanha vários personagens comuns, alguns deles policiais, enquanto solucionam ou sofrem crimes e discriminações raciais em Los Angeles, onde seu cotidiano está entrelaçado com fatos redentores ou sangrentos. Seu mundo inseguro e violento, repleto de compaixão e, às vezes, de um hiper-realismo deprimente, é contrabalançado por coincidências quase milagrosas.

Ao contrário de muitos filmes comerciais, o longa se baseia em fortes caracterizações interpretadas por atores conhecidos que trabalharam por menos que seu salário normal, nas quais o bem e o mal coexistem em cada uma das personagens. "Nós lhes damos para interpretar personagens que nos sentiríamos muito confortáveis em julgar e então dizemos, 'Ah, é? Veja isso'", explicou Haggis.

Haggis contou que a idéia do roteiro surgiu do roubo de um carro que ele sofreu em 1991 na cidade de Los Angeles e que o filme se desenvolveu com a formação dos personagens. "Foi muito importante para mim falar sobre os meus medos", disse ele, acrescentando que a ambientação do filme em Los Angeles foi decidida para representar a alienação que muitas pessoas sentem em cidades modernas nas quais sofrem uma crescente separação umas das outras. “O medo se dissemina por causa da ignorância. Em um nível profundo, celular, nós precisamos do contato com estranhos”, filosofa o cineasta.

Dillon, o único membro do elenco a apresentar o filme em Deauville, disse que suas próprias idéias mudaram enquanto fez laboratório para o papel de oficial da polícia de Los Angeles: uma personagem que ele pensava ser abusiva, em relação a seu poder sobre os cidadãos. “Eu tinha meus próprios preconceitos e agora eu os vejo como humanos”, disse o ator, radicado em Nova York.

O astro refletiu sobre como alguns dos temas tratados no filme – notadamente as difíceis relações na América entre brancos e negros e a insegurança urbana – emergiu na vida real no sul do país, após a devastação causada pelo furacão Katrina. Ele comparou a Louisana, estado mais afetado pelo furacão, a "um país pobre do Caribe" e disse ser "desconcertante estar aqui e ver o que está acontecendo lá".

Crash foi o primeiro filme da mostra competitiva de Deauville a ser apresentado. Outros nove filmes de produtores independentes serão exibidos, junto com outras grandes produções de Hollywood, apresentadas em seções hors-concours. A entrega dos prêmios será celebrada na noite de domingo.



Escrito por christian theodore às 18h54
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   ÀS VEZES SÓ ASSIM PARA DAR JEITO NAS AUTORIDADES CORRUPTAS E OMISSAS

População queima sete prédios no interior do Pará

Da Agência Estado

18/09/2005
19h00
-Sete prédios públicos e 18 veículos oficiais da cidade de Goianésia, no sudeste do Pará, foram destruídos e incendiados por uma multidão na sábado à noite. O motivo da revolta seria a omissão da polícia na apuração de 15 estupros, um deles praticado contra uma professora, morta depois com vários tiros na vagina, além do seqüestro de uma criança, na sexta-feira.

Os alvos foram a delegacia de polícia, a prefeitura, a residência do prefeito, o quartel da Polícia Militar e as secretarias de obras, educação, saúde e assistência social. Os presos que estavam na delegacia foram todos soltos, inclusive assassinos e traficantes de drogas.

A calma só voltou no começo da manhã deste domingo, após a chegada de 60 homens do pelotão de choque da Polícia Militar de Belém, que se uniram a outros 34 policiais de Marabá, Breu Branco e Tailândia. Quinze pessoas foram presas acusadas de participação nos distúrbios. Por medida de segurança, elas foram transferidas para Belém, a 310 km de Goianésia.

Um dos presos é o madeireiro conhecido na cidade por Fernando, que seria um dos líderes da revolta. Outras dez pessoas estão sendo procuradas. O chefe da Polícia Civil, delegado Luís Fernandes, disse tudo terá de ser reconstruído. "Nada justifica uma atitude dessas. A maior prejudicada será a própria população que ficará privada de serviços essenciais", lamentou Fernandes. Ele adiantou que os envolvidos serão processados por crime contra o patrimônio público e formação de quadrilha.


Escrito por christian theodore às 18h51
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   Pais e filhos

Da Redação

Ter filhos pequenos e trabalhar fora: um drama para os filhos ou para as próprias mães? Se a sua resposta foi "para os filhos" saiba que essa concepção pode estar, na maioria das vezes, errada. No "Momento Família" desta terça-feira, a psicóloga Rosely Sayão disse que esta ausência é hoje mais forte para as mães que para os próprios filhos.

"Nós [mães] é que não suportamos muito essa ausência deles porque todo o nosso amor está dirigido aos filhos. Eles querem mais, às vezes, é se verem um pouco longe, mas reagem a essa nossa dor insuportável da separação. Você dá o celular e diz "ligue a hora que você quiser", então eles ligam de cinco em cinco minutos mesmo... Eles respondem mais à nossa demanda do que a uma necessidade deles. A presença dos pais em casa é que é importante, mas não precisa ficar grudada", disse.

Pais e filhos, na opinião da colunista do UOL News, são "a única relação que dá certo mesmo terminando em separação". "A gente traz filhos ao mundo para se separar deles", lembra Rosely.

Tapa não educa, humilha

A psicóloga comentou ainda sobre a função da palmada na educação dos filhos. Questionada por um internauta _que disse agradecer sua educação a palmadas que levou na infância_ Rosely disse que "nós temos a mania de pintar com cores lindas o nosso passado, principalmente aquele que está lá atrás".

"Certamente você deve agradecer a educação, a autoridade que recebeu dos pais, menos os tapas. Tapa não educa, tapa humilha. É autoridade física, quando já não há autoridade moral. Essa intimidação física, além de ser humilhante para a criança e para nós (bater num ser pequeno) tem um efeito efêmero", disse a psicóloga, que lembrou que o uso de tortura durante regimes de ditadura se mostrou ineficaz.

Trabalho de criança é brincar

Em resposta a outra internauta que perguntou se a criança que brinca muito se desenvolve melhor, Rosely Sayão disse que até os 6 anos de idade, o "trabalho" da criança é brincar. "É assim que ela pesquisa o mundo, se desenvolve, aprende. Por isso me dá uma certa implicância com as escolas que ficam dizendo para criança "agora é hora disso", "agora é hora daquilo"... Isso não é brincar", afirma.

No bate-papo com os internautas (Clique aqui para ler as perguntas e respostas), a psicóloga comentou ainda sobre o relacionamento de um casal, cuja mulher afirma brigarem constantemente por "motivos desnecessários". Segundo Rosely, muitas vezes nós criamos teorias a nosso respeito para explicar um acontecimento _o que só nos afasta de uma solução.

"Tente trabalhar com os fatos. Sente-se com o marido e diga: 'Estamos brigando desnecessariamente. Como vamos resolver isso?'. Um dos grandes desafios dos relacionamentos é ceder. Deixe ele ficar com aquela opinião, já que você gosta dele assim mesmo", disse.

Essa é para mim pai que dei uma palmada em meu filho em um momento de raiva e descontrole e quase morri de arrependimento!


Escrito por christian theodore às 18h46
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   Pedro Dom

Bandido não se intimidava


Estar na lista de bandidos mais procurados pela polícia do Rio não intimidava o assaltante Pedro Dom. Segundo o primo Gustavo Almeida, apesar dos nove mandados de prisão, todos por assalto a mão armada, o assaltante não deixava de freqüentar boates da Zona Sul e do Centro. Há 15 dias eles se encontraram em uma casa noturna de Copacabana frequentada por jovens .

- Ele era bonito, tinha olhos claros e andava bem-vestido. Passava pelos seguranças desapercebido e ainda era paquerado por muitas mulheres - controu.

Em 2001, Pedro Dom foi preso após furtar o carro da mãe e por portar uma arma. No julgamento, ela implorou que o filho fosse encaminhado para tratamento. O assaltante ficou um ano internado no Hospital Penitenciário Heitor Carrilho, em Niterói.

- O Estado não oferece condições para um dependente se tratar. Depois de cheirar por mais de 10 anos, ele passou apenas um ano no hospital e foi solto antes de estar curado - critica o pai, Victor Lomba.

Nas interceptações telefônicas, a polícia flagrou diversas conversas do bandido com a família. Ele falava principalmente com a mãe, que pedia que ele deixasse o crime e o Rio. De acordo com o delegado Eduardo de Freitas, o assaltante dizia que nunca iria se entregar à polícia e que preferia morrer.

O corpo de Pedro Dom foi sepultado às 17h de ontem no Cemitério do Caju, na Zona Portuária. O velório foi restrito a cerca de 15 pessoas, entre parentes e poucos amigos. Incomodados com a presença dos jornalistas, o pequeno grupo que velava o bandido fechou portas e janelas da capela mortuária durante a cerimônia.

A mãe de Pedro Dom era a mais consternada no velório. Na única coroa de flores, a inscrição ''Ao querido Pedro Machado Lomba Neto, saudades da família que te ama''. A irmã e a namorada de Pedro Dom, com quem tinha um filho de cinco meses, também participaram do cortejo.

O chefe de Polícia Civil, delegado Álvaro Lins, e o titular da 22ª DP (Penha), Eduardo Freitas, acreditam que o índice de assaltos a residência vai diminuir no Rio com a morte de Pedro Lomba Neto, o Pedro Dom. Segundo a polícia, a quadrilha que ele comandava está desarticulada.



Escrito por christian theodore às 18h34
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   Viciado desde a infância

Viciado desde a infância


Ricardo Albuquerque

Para os policiais, ele era calculista e perigoso. Para a família, um rapaz inteligente e viciado em drogas. Pedro Machado Lomba Neto, o Pedro Dom, costumava invadir apartamentos com uma granada na mão e, durante os assaltos, ameaçava até crianças que cruzassem seu caminho.

Filho do ex-policial Victor Lomba - um dos homens de ouro do grupo do policial Mariel Mariscot, na década de 70 -, Pedro Dom amargou a separação dos pais na mesma época em que mudou-se de Brasília para Niterói, quando tinha 6 anos de idade. Os problemas financeiros da família obrigaram o menino a viver a menos de 200 metros de uma boca-de-fumo no bairro Santa Rosa.

Aos 12 anos, o primeiro problema familiar ligado ao consumo de drogas. Uma de suas irmãs flagrou o adolescente cheirando cocaína no banheiro de casa. A partir daí, foi internado 14 vezes em clínicas de recuperação. Em sua história , Pedro Dom se manteve do lado do crime.

- Sempre preferi vê-lo preso a encontrar seu corpo perfurado por tiros - admitiu Victor Lomba.

Segundo o advogado Rogério Rocco, a timidez da adolescência de Pedro Dom deu lugar à agressividade, conseqüência do uso excessivo de cocaína. De acordo com as investigações policiais, o assaltante mais procurado do Rio consumia drogas antes de entrar em ação.

O advogado recordou ainda que, quando os objetos de valor da família foram escondidos, Pedro Dom começou a arrombar carros na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, e a revender os toca-fitas. O garoto problemático completou apenas a 4ª série do ensino fundamental, e passou a integrar a quadrilha de Mauricinho Botafogo - preso em Bangu 3 -, assaltante de classe média que comandava um grupo especializado em roubar prédios.

A namorada de Pedro Dom, Jaqueline Rodrigues, foi detida em 2000, após assaltar um edifício em Porto Alegre. Mas Pedro Dom, aos 17 anos, namorou Bibiana Roma Correia, que também integrava o bando de Mauricinho Botafogo. Com as instruções e apoio de Bibiana, começou a invadir prédios até ser morto.




Escrito por christian theodore às 18h32
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   Pedro Dom, o exemplo errado

O fim de Pedro Dom

Assaltante mais procurado do Rio morre dentro de prédio de classe média alta na Lagoa, ao tentar escapar de um cerco policial

Ana Paula Verly, Duilo Victor e Gisele Saporito

Fotos de Rafael Andrade
Moradores se assustaram com a quantidade de sangue no prédio; Ex-policial, o pai do assaltante integrou o grupo de Mariel Mariscot

Moradores se assustaram com a quantidade de sangue no prédio; Ex-policial, o pai do assaltante integrou o grupo de Mariel Mariscot

O assaltante mais procurado do Rio, Pedro Machado Lomba Neto, o Pedro Dom, 24 anos, foi morto ontem em um edifício de classe média alta da Lagoa, semelhante aos prédios que costumava invadir para render e roubar moradores. O bandido tentava chegar à Favela da Rocinha, na garupa de um moto-táxi, por volta das 2h, quando foi interceptado por um cerco montado por policiais da 22ª DP (Penha). Houve troca de tiros e um delegado e um policial ficaram feridos na explosão de uma granada lançada por Pedro Dom, que levou um tiro de fuzil no tórax. Segundo a polícia, ele morreu a caminho do hospital Miguel Couto.

A operação para prender Pedro Dom foi deflagrada depois de policiais terem gravado um conversa telefônica em que ele pedia para o moto-taxista Sandro Soares Tavares levá-lo da Vila dos Pinheiros, na Maré, onde estava escondido, para a Favela da Rocinha.

Dez policiais ficaram à espera do bandido na saída do Rebouças, na Zona Sul. Segundo informações da polícia, Sandro costuma servir a traficantes. Poucas horas antes de morrer, Pedro Dom teria participado do assalto a um prédio de classe média no bairro Jardim Guanabara, na Ilha do Governador.

Depois de furar o bloqueio montado na Lagoa, Pedro Dom lançou uma granada contra os policiais. Os estilhaços do explosivo feriram o delegado da 22ªDP (Penha), Eduardo de Freitas, e outro policial. Houve confronto e a moto em que os bandidos estavam foi atingida. O condutor da moto foi preso no local e o assaltante fugiu a pé e atirando com uma pistola contra a equipe.

Pedro Dom conseguiu entrar no prédio 3.607 da Avenida Borges de Medeiros, a cerca de 400 metros. Ele pulou o muro e invadiu o edifício vizinho, número 181 da Rua Alexandre Ferreira. Perseguido, o bandido subiu as escadas e tentou se esconder na lixeira do terceiro andar. Ao perceber que estava encurralado, ainda atirou com sua pistola duas vezes contra os policiais, antes de ser atingido por um tiro do fuzil no tórax. Ele foi ferido por estilhaços no pé, mão, braço e ombro direitos.

- Acordei com o barulho de carros em alta velocidade, tiros e gritaria na rua. Quando a perseguição passou para dentro do prédio, me escondi no quarto. Logo depois ouvi os gritos de ''Não tem jeito. Perdeu. Tá preso''. Em seguida, mais disparos - contou a tradutora Cristina Bazan, 60 anos, moradora do prédio.

O corpo do assaltante foi arrastado até a calçada. Na manhã de ontem, moradores e funcionários do prédio se diziam impressionados com a quantidade de sangue empoçado no local. Apesar do tiroteio que assustou a vizinhança, moradores elogiaram a operação.

- Foi uma ação planejada, de uma equipe grande e organizada. Senti segurança de que eles estavam fazendo a coisa certa - relatou Cristina.

Na porta do necrotério do Miguel Couto, o pai do assaltante, o ex-policial civil Luiz Victor Lomba, culpava a polícia pela morte do filho e acusava a imprensa de sensacionalismo.

Viciado em drogas desde os 11 anos, Pedro Dom, segundo a família, foi mais uma vítima da dependência química.

- Ele era bom. Nunca matou ninguém. Foi internado 14 vezes, mas não conseguiu se livrar do vício. Toda vez que a polícia o prendia, tinha que correr atrás de grana. Isso aconteceu pelo menos três vezes. Pediram R$ 30 mil, R$ 40 mil, até 50 mil, além de ouro. Tudo para ele ser solto - disse um primo, o corretor de imóveis Gustavo Almeida, 35 anos.

Em entrevista coletiva na Secretaria de Segurança, o chefe de Polícia Civil, delegado Álvaro Lins, atribui as acusações ao ''desespero de um pai que perde um filho''.

Com o bandido foram apreendidas jóias que, segundo a polícia, podem ter sido roubadas no prédio da Ilha do governador, na noite de quarta-feira. Os objetos foram levados para a 15ª DP (Gávea), para que as vítimas possam resgatá-la.

A investigação que culminou com a morte do assaltante foi iniciada há dois meses pelas delegacias da Penha e da Gávea. Em 3 de setembro, um comparsa preso em Copacabana revelou à polícia que o bandido estava escondido na Maré.



Escrito por christian theodore às 18h31
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   Espetáculo de Marília Pera agora sobre Carmem Miranda

Mito: A volta da garota do It

No 50º ano de sua morte, Carmen Miranda é tema de musical, peça de teatro e livros

Solange Bagdadi

Quando se ouve falar em Carmen Miranda logo se pensa em bananas e balangandãs, não é? Mas a artista de múltiplos talentos, cuja morte completa 50 anos em 2005, deve ser lembrada além dos estereótipos. Para homenagear, celebrar e refletir, o Rio vai ganhar um musical com Marília Pêra, uma biografia assinada por Ruy Castro e um espetáculo-cabeça de Antunes Filho, além do lançamento de outro livro O it verde e amarelo de Carmen Miranda (1930-1946), (ed. Anablumme/Fapesp) - adaptação da tese de doutorado da professora de História Contemporânea da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Tânia da Costa Garcia.

A atriz Marília Pêra, que estréia dia 24, no Teatro João Caetano, Marília Pêra canta Carmen Miranda, com direção de Maurício Sherman, já encarnou outras vezes o papel de Carmen Miranda ao longo de sua carreira. Na nova montagem, Marília será acompanhada pelo dançarino Carlinhos de Jesus, duas coristas, e uma réplica do conjunto Bando da Lua, composto por cinco atores-cantores, e uma orquestra de nove músicos. A atriz revela que fazê-la novamente, depois de 33 anos, traz a mesma emoção, mas agora tem mais subsídios para montar a personagem.

- Em 1972, quando fiz o musical com Sherman, quase não havia memória sobre a vida da Carmen. Era época da ditadura militar e vigorava a idéia que ela tinha se americanizado. O pessoal da esquerda achava a figura dela alienante. Havia fotos, mas pouca possibilidade de vê-la em movimento. Ela foi trabalhar nos Estados Unidos porque tinha um talento inigualável. Mas foi vaiada aqui e ficou muito magoada. Para mim, Carmen sofreu um assassinato cultural - opina a atriz, que sempre interpretou mulheres fortes, como Maria Callas, Dalva de Oliveira, Coco Chanel e se prepara para fazer Sarah Kubitschek, em minissérie da TV Globo.

- Essas figuras tinham um fogo, uma chama tão grande que acabaram se consumindo. Também sofreram assassinato cultural. Em certo aspecto, eram frágeis, mas infinitamente maravilhosas - diz Marília.

Com o objetivo de discutir o imaginário popular a respeito de Carmen e estimular a reflexão sobre fetichismo, estereótipos e arquétipos, sem entrar nas questões políticas que estiveram próximas à artista, o diretor teatral Antunes Filho, montou Foi Carmen Miranda, que estará no Rio nos dias 22 e 29 de setembro, no Teatro Sesc Ginástico. De acordo com Antunes, não será um espetáculo alegre como o de Marília. Ao contrário, a peça tem uma certa melancolia.

- O tempo do espetáculo é outro, mais lento. É o tempo do zen, mais oriental. Minha intenção é falar sobre a idéia de que ''foi'' Carmen Miranda, não é mais, ''foi'' o Rio, ''foi'' a saudade de amigos que morreram. Longe de fazer uma festa, quero que as pessoas reflitam. Dramatizo os estereótipos - afirma Antunes, que na peça mistura samba e butô (dança japonesa criada nos anos 50).

Nas prateleiras, além do livro de Ruy Castro que será lançado em novembro, a professora Tânia da Costa Garcia acaba de publicar livro que defende a tese de que Carmen Miranda mostra a dificuldade do povo brasileiro de assumir sua identidade. A professora trabalhou com notícias publicadas sobre a artista pelas revistas O Cruzeiro e Cena Muda entre 1930 e 1946, desde os primeiros filmes feitos no Brasil, a ida para os Estados Unidos, o show no Cassino da Urca, até o rompimento do contrato com a 20th Century Fox, em 1946, época que marcou o fim da figura caricata da baiana, tão explorada por Hollywood.

- O fato de representar o país com a figura da baiana gerou muita polêmica aqui. Carmen foi muito rejeitada também porque divulgou o samba como parte da cultura brasileira. As pessoas não gostavam da imagem carnavalizada que ela passava. Em algumas revistas apareciam afirmações como ''Carmen Mirandice hedionda, que canta sambas negróides'' - cita Tânia, que acha Carmen extremamente importante para o país por ter aparecido exatamente quando o samba carioca se transformou em canção popular brasileira, divulgada, sobretudo, a partir do crescimento dos meios de comunicação como o rádio.

- A classe média, formadora de opinião pública, não gostava do estilo dela, mas o povo adorava, só lamentava o fato de ela não fazer papéis glamourosos como as americanas, e estar sempre ligada a personagens cômicos - ressalta.

Ela lembra que foi Carmen que criou a figura da baiana baseada na cultura brasileira. Na opinião de Tânia, foi essa mistura, já pronta para ser consumida pela indústria cultural, que chamou a atenção.

- A cantora foi chamada por O Cruzeiro de o ''it verde-amarelo'' antes mesmo de ir para os Estados Unidos. Acho que se dependesse do Brasil ela seria esquecida como foi Aracy de Almeida - afirma a acadêmica.

Ela acredita que Carmen também abriu passagem para os movimentos de afirmação cultural como a Tropicália e a Bossa Nova. No primeiro caso, numa tentativa de buscar na figura da cantora a idéia da cultura primitiva com vontade de ser moderna, e que também mandava um recado: vamos falar do que a gente é, olhar para a nossa cara. Já no caso da Bossa Nova, Carmen foi responsável por fazer a ponte para diversos músicos na América, como Laurindo de Almeida e Ary Barroso.

- O livro fala do Brasil que não assume sua identidade. Felizmente, agora estamos discutindo isso. Na tentativa de se preservar a cultura, se resgatam os mitos - conclui.




Escrito por christian theodore às 18h24
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   Carmem sem os Balangandans

Domingo
Talento acima
dos clichês

Musical com Marília Pêra, biografia assinada por Ruy Castro e peça de Antunes Filho lembram Carmen Miranda além dos balangandãs.

Escrito por christian theodore às 18h20
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   Henrique Meiréles passa incólume da crise e recebe prêmio no USA e Abusa da economia do Brasil

Ele merece
Os juros mais altos do planeta, que remuneram investidores, renderam a Henrique Meirelles, do Banco Central, o prêmio “The Banker” (algo como “presidente de BC do ano”), que receberá nos EUA, na presença de Palocci.
 


Escrito por christian theodore às 18h06
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   Lupi luta por reforma política

Presidente do PDT se reúne com cúpulas de partidos no próximo dia 20

RIO - O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, pretende pressionar pressionar o Congresso Nacional a votar urgentemente a reforma política, sem a qual, 'nada se resolverá, mesmo se cassarem 200 parlamentares'.

Lupi, ex-deputado constituinte e atual suplente de senador pelo Rio de Janeiro, teme que, por causa do acúmulo das denúncias, a Câmara dos Deputados não consiga votar o projeto do Senado, que proíbe os gastos faraônicos na campanha eleitoral, sobretudo com os programas na TV e a publicidade em out-doors e jornais.

Para evitar isto ele vai pedir uma reunião, para terça-feira, dia 20, em Brasília, dos presidentes e líderes do PPS, PV e Prona, os quais, juntamente com o PDT, formam o Bloco Parlamentar. Ele espera que o bloco oposicionista sensibilize os grandes partidos para desobstruir a pauta e votar a reforma política.



Escrito por christian theodore às 17h59
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   Kirchner e a defesa da política argentina contra o FMI

Kirchner acredita que ‘FMI é único problema’ para crescimento

BUIENOS AIRES - O presidente da Argentina, Néstor Kirchner, considerou que o Fundo Monetário Internacional (FMI) é ‘o único problema’ que o país tem para sustentar seu crescimento. ''Necessitamos e queremos um acordo para refinanciar o capital. Mas com condições flexíveis, sem permitir que guiem nossa economia'', afirmou Kirchner, em declarações publicadas hoje pelo jornal La Nación.

Em seu retorno a Buenos Aires depois de assistir à 60ª Assembléia da ONU em Nova York, o presidente disse que é ‘otimista’ com relação ao ‘futuro do país’ e avaliou que existe ‘um horizonte de crescimento de 20 anos’.

O governante falou de sua intenção de tentar um acordo com o FMI -suspenso desde setembro de 2004- depois das eleições nacionais legislativas previstas na Argentina para 23 de outubro.

''Eu sei o que temos que buscar. Mas é preciso esperar o momento indicado'', afirmou Kirchner. As declarações do presidente acontecem depois do curto encontro que mantiveram esta semana o governante e o titular do FMI, Rodrigo Rato, durante a Cúpula Mundial da ONU, em que Kirchner aproveitou para pedir uma maior flexibilidade do organismo a fim de chegar a um acordo com a Argentina.



Escrito por christian theodore às 17h57
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BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, CAMPUS UNIVERSITARIO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Spanish, Sexo, Arte e cultura
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