politica&teatro
  

Elza Soares

 23/6/1937   

 Biografia
Nascida e criada em uma favela carioca, filha de uma lavadeira, casou-se aos 12 anos e aos 13 já era mãe. Por essa época participou do programa de calouros de Ary Barroso, em que ganhou a nota máxima. No final da década de 50 foi em turnê com Mercedes Batista para a Argentina, onde passou um ano. Seu primeiro sucesso veio com o compacto "Se Acaso Você Chegasse" (Lupicínio Rodrigues/ F. Martins), onde introduzia um "scat" "à la" Louis Armstrong, injetando uma jazzificação no samba divergente da bossa nova. Em seguida mudou-se para São Paulo, onde passou a se apresentar em teatros e casas noturnas, fazendo sucesso com a voz rouca que sempre a caracterizou. Depois de gravar seu 2º disco, "Bossa Negra", viajou para o Chile em 1962 como representante do Brasil na Copa do Mundo. Foi então que conheceu o jogador Mané Garrincha, seu futuro marido. Alguns sucessos ainda da década de 60 foram "Sambou, Sambou" (J. Melo/ J. Donato), "Mulata Assanhada" (Ataulfo Alves), "Devagar com a Louça" (Haroldo Barbosa/ Luiz Reis), entre outras. Em 1970, numa viagem à Itália, gravou "Que Maravilha" (Jorge Ben) e "Máscara Negra" (Zé Kéti). Também ficaram populares suas interpretações de "Maria-vai-com-as-outras" (Vinicius/ Toquinho) e "Saltei de Banda" (Zé Rodrix/ Luiz C. Sá). Com seu estilo despachado e exagerado, conquistou platéias no Brasil e no mundo, passando temporadas nos Estados Unidos e Europa. Nos anos 70, fez sucesso com "Salve a Mocidade" e "Malandro", quando lançou Jorge Aragão. Nos anos 80, quase afastou-se da carreira até que Caetano Veloso a convidou para gravar "Língua" (Caetano Veloso) em dueto com ele. Depois disso, gravou mais dois LPs, em 85 e 88. Passou uma temporada nos Estados Unidos e em meados dos anos 90 voltou com forçca total atuando em diversos shows, especialmente no Rio de Janeiro. Lançou, finalmente, mais dois CDs: "Trajetória" (97) e "Carioca da Gema (Ao Vivo)" (99). No ano 2000, ganhou o prêmio de "Cantora do Milênio", conferido pela BBC de Londres, e naquela cidade apresentou-se num show ao lado de Gal Costa, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Virgínia Rodrigues. No mesmo ano, estreou um show de canções de vanguarda no Teatro Glória, no Rio, dirigida por José Miguel Wisnik. Em 1997 lançou sua biografia, "Cantando para Não Enlouquecer", escrita por José Louzeiro.

 Discografia
 Discos de carreira
  
 
 
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Escrito por christian theodore às 17h47
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   Deu a Elza na música brasileira!

Elza Soares recontada na caixa Negra

Discos fundamentais da cantora são relançados em box com 22 CDs, que cobrem de 1960 a 1988

13/10/2003

  Elza Soares
Elza Soares

 
A renascença que a carreira de Elza Soares vem experimentando há cerca de dois anos - e que teve como ponto alto a aclamação geral do álbum Do Cóccix até o Pescoço ouvir 30s, de 2002 - acaba de ficar mais completa. Chega às lojas Negra (EMI), caixa de 12 CDs que reúne nada menos que 22 dos álbuns que Elza gravou entre 1960 e 1988 (mais um disco-bônus de raridades). A chance de (re)encontrar a trajetória muito peculiar da cantora é única; pode-se entender, afinal, o papel nem sempre reconhecido de Elza na construção de pontes entre gêneros e etnias de nossa música popular. O que, na prática, também representa um resumo da evolução e das mudanças da música negra brasileira ao longo do mesmo período.

A compilação e coordenação do projeto coube, uma vez mais, ao pesquisador carioca Marcelo Fróes, que escarafunchou os catálogos da antiga gravadora Odeon (a primeira a contratar a cantora - aos 23 anos - em 1960) em busca da discografia de Elza. Os 22 discos originais incluidos na caixa, em esquema "2 LPs = 1 CD", representam praticamente toda a discografia solo de Elza no período entre 60 e 88; apenas os discos Negra Elza, Elza Negra, de 1981, que saiu pela CBS, e Somos Todos Iguais, lançado em 1986 pela Som Livre, ficaram de fora. À esta altura, todos os discos, nunca antes lançados em CD (à exceção de Elza, Miltinho & Samba, de 1967), estavam há anos fora de catálogo. O tratamento gráfico e a qualidade sonora, como de costume em lançamentos desse gabarito, são de alto nível, restaurando a arte original dos LPs e incluindo textos com detalhes das gravações e contextos históricos. Resta saber se a EMI pretende pôr os títulos também individualmente nas lojas; não é todo o fã da cantora que dispõe dos R$ 170 (preço sugerido, média de R$ 14 por disco) para entregar pelo box.

Basta olhar para a arte da contracapa de Negra para se entender as mudanças na carreira de Elza, nos 60 e 70. Os dois primeiros volumes, que trazem respectivamente os discos Se Acaso Você Chegasse/A Bossa Negra (ambos de 1960) e O Samba É Elza Soares (1961)/Sambossa (1963), sugerem uma intérprete mais comportada visualmente, mas um tanto contraditória em termos de influências. O canto era influenciado pelas intérpretes da era clássica do rádio, como Aracy de Almeida (fato reconhecido pela própria Elza), mas os arranjos já incorporavam as novidades da bossa nova e do samba-jazz. Enquanto seguia deixando a bossa para trás e ajudava a consolidar o sambalanço (derivação do samba-jazz com muito mais ênfase no suingue), Elza começava a afirmar sua própria linguagem. Gravava tanto Orlandivo quanto Ataulfo Alves, congregando diferentes gerações de sambistas; ao mesmo tempo, libertava-se da herança do samba-canção e começava a rasgar mais a voz rouca. São deste período os volumes 3 (Na Roda De Samba/Um Show de Elza) e 4 (Com a Bola Branca/O Máximo em Samba), lançados entre 1964 e 1967.

Nos anos seguintes, a cantora desenvolveu fértil parceria com Miltinho, gravando três discos com o sambista (os três volumes da série Elza, Miltinho & Samba, respectivamente lançados em 67, 68 e 69. O duo aprofundou a batucada, submetendo ao suingue desde Noel Rosa a Gilberto Gil. No mesmo período, a cantora ainda teve fôlego para lançar o hoje clássico Elza Soares - Baterista: Wilson das Neves (1968), verdadeiro show de sambalanço (e bota balanço nisso); e o aparentemente "exótico" (a começar pela capa, que trazia a cantora travestida de baiana de escola de samba) Elza, Carnaval & Samba (1969), só com sambas-enredo do Carnaval carioca. Há então uma ruptura no curso natural de Elza, com a mal-explicada expulsão da cantora do País por obra do governo militar (passa de 1970 a 1972 na Itália), que ainda assim consegue lançar mais um trabalho marcante: Sambas e Mais Sambas, com a famosa regravação de Tributo a Martin Luther King, de Wilson Simonal (1970).

Na volta ao Brasil, Elza torna-se ainda mais independente, lançando no mesmo ano Elza Pede Passagem e Sangue, Suor e Raça (com Roberto Ribeiro). Aí a cantora já caía no black power radical, infestando de soul e funk os sambas que entoava. Não por acaso, é quando desliga-se da Odeon temporariamente e vai parar na indie Tapecar, por onde solta Elza Soares (1974) e Nos Braços do Samba (1975). A ousadia conceitual e a briga com a Odeon (ela voltaria em 1977, com Pilão + Raça = Elza) foram prejudiciais à trajetória profissional da cantora. As eternas complicações pessoais e as oscilações do mercado foram espantando Elza das rádios e casas noturnas de prestígio. Depois do último trabalho pela Odeon, em 77, ela só gravaria mais dois álbuns (justamente os dois não incluídos na caixa) até retornar onze anos depois, com o sintomaticamente intitulado Voltei (1988). Até aí, já haviam morrido o grande amor, Garrincha, e o filho, Garrinchinha, e o ostracismo batia forte à porta, em plena década de ascenção do pop-rock (e, ironicamente, a partir de 1986, do pagode). Após Voltei, Elza só gravaria novamente em 1997. Seria o recomeço de uma história muito bem contada em Negra.



Escrito por christian theodore às 17h44
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Phillippe e Abbie se conheceram no

Escrito por christian theodore às 16h39
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   caralho, esse cara tem quase a minha idade e quando o vi em seu filme de estréia achei que fosse bem mais novo!

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Gente & TV
Sexta, 16 de novembro de 2007, 16h02 
Ator de Hollywood diz ter pensado em suicídio após divórcio
 
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Reuters

Reese Witherspoon e Ryan Phillippe se separaram em outubro de 2006
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O ator Ryan Phillippe, 33 anos, afirmou à revista Man About Town que pensou em suicídio após se separar da atriz Reese Witherspoon, 31, no ano passado.

» Casal de Hollywood passa 24 horas em quarto de hotel
» Rede de pizzas dá emprego para filho de Reese Witherspoon
» Reese é fotografada em carro de Gyllenhaal

"Depois do divórcio, eu quis morrer", disse ele. "Eu realmente pensei em me matar. Eu não estava mais cuidando de mim. Acordava, chorava e vomitava", acrescentou.

Ryan Phillippe acredita que a má fase o tornou um ator melhor. "Agora é muito fácil chorar. Quando era mais jovem, não tinha muitos motivos para ficar triste. Mas, desde que virei pai, sinto que meu trabalho ficou melhor, porque minha vida é mais complicada e passei por muitos altos e baixos", afirmou.

Reese Witherspoon e Ryan Phillippe anunciaram a separação no final de outubro. Os dois foram casados por sete anos e têm dois filhos, Ava, 8, e Deacon, 4.

A atriz entrou com o pedido de divórcio após o surgimento de rumores de que ele a teria traído com a australiana Abbie Cornish. Na ocasião, ela alegou que se separou por "diferenças irreconciliáveis".

Atualmente, Reese namora o ator Jake Gyllenhaal, 26. Os dois se conheceram durante as filmagens do drama Rendition, no início do ano



Escrito por christian theodore às 16h33
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   notícias de belém!

Museu leva selva para dentro de Belém

PEDRO CARRILHO
Colaboração para a Folha de S.Paulo, em Belém (PA)

Uma das mais antigas e respeitadas instituições cientificas da região, o museu Emílio Goeldi apresenta a vida amazônica a quem o visita. O parque do museu, área verde com árvores nativas, abriga peixe-boi, onça-pintada, pirarucu e vitória-régia, entre outros habitantes da Amazônia. Há ainda coleções de botânica, zoologia, arqueologia, etnologia e antropologia, além de um aquário.

Outro lugar em que o turista vislumbra a floresta em área urbana é o Mangal das Garças, onde é apresentado a aves e à vegetação amazônicas. Além desses cartões de visita da selva em área urbana, de Belém partem passeios para ilhas, praias e igarapés.

Pedro Carrilho/Folha Imagem
Igreja das Mercês, no centro antigo de Belém do Pará; confira outros destaques do destino
Igreja das Mercês, no centro antigo de Belém do Pará; confira outros destaques do destino

Pelo rio

A ilha de Cotijuba tem 20 quilômetros de praias de água doce,algumas desertas e outras com infra-estrutura de serviços, além trilhas e florestas. Outra opção são passeios de barco por furos --comunicação natural entre dois rios-- e igarapés do rio Guamá, com direito a caminhada na floresta.

A maior ilha da região, e, de fato, a maior ilha fluviomarinha do mundo, Marajó fica a três horas de barco de Belém. Para quem tiver tempo, é um bom complemento à viagem.

Além dos búfalos, a ilha tem praias, vilas, como Soure e Salvaterra, berços do carimbó e do lundu (danças regionais), e atrações como passeios por igarapés e observação de aves.

MUSEU EMÍLIO GOELDI
Av. Magalhães Barata, 376; ingresso: R$ 4; tel.: 0/xx/91/3219-3358



Escrito por christian theodore às 16h12
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   omar sharif fez filme manipulado pela CIA

JAVIER OTAZU
da Efe, em Cairo

O ator Omar Sharif ainda lamenta ter interpretado o guerrilheiro Ernesto Che Guevara no ano de 1969, em "Che!", um filme que afirma ter sido "inteiramente manipulado pela CIA (a agência de inteligência americana)" e que agora vê como o maior erro de sua vida.

"Eu exigi fazer um filme que não tivesse um tom fascista", disse Sharif, durante breve passagem pelo Cairo, onde acaba de rodar "Al Musafir" ("O Viajante"), do jovem diretor egípcio Ahmed Maher.

Michael Probst/AP
Omar Sharif disse que filme sobre Che foi manipulado pela CIA
Omar Sharif disse que filme sobre Che foi manipulado pela CIA

"Em 1969, fazia apenas dois anos que Che havia sido morto nas serras bolivianas, e ainda era um herói incrível", disse Sharif.

O galã egípcio, que está prestes a completar 76 anos, lembra amargamente que seu papel como Che teve certa dignidade porque ele assim exigiu em seu contrato, "mas o Fidel Castro interpretado por Jack Palance e o filme em geral [dirigido por Richard Fleischer] resultaram em um produto fascista".

"A CIA estava por trás, queria fazer um filme que agradasse aos cubanos de Miami e eu só me dei conta disso no final", disse Sharif, contando que uma sala de cinema de Paris foi queimada por espectadores irados pela imagem negativa que o filme fazia de Che e da Revolução Cubana.

Sharif interpretou guerrilheiros, príncipes, ditadores e se diz resignado que agora só lhe oferecem "papéis de velhos", em suas palavras. Em "Al Musafir", o ator interpreta um homem de 81 anos.

Nascido de pais católicos libaneses --seu nome de nascimento era Michel--, Sharif se converteu ao Islã para se casar com a atriz Faten Hamama, de quem depois se divorciou. Agora, ele classifica a religião como "uma coisa absurda".

"Como podem nos fazer acreditar em algo tão ridículo como Adão e Eva?", perguntou Sharif.

Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.folha.com.br

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Escrito por christian theodore às 16h11
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   hebe beija peito de preta!

A moda do "beija-peitos"

Publicado em 03|12 pelo(a) wiki repórter Bárbara Blanche, São Paulo-SP

O beijo de Hebe Camargo. - Foto: Internet

Gente, este mundo anda mesmo de cabeça para baixo. Me diverti muito com as asneiras ditas por Mônica Veloso no livro dela. Agora, a bola da vez é a Preta Gil. Mas, não. Ao contrário do que pensam, não foi culpa da filha cantora e dublê de atriz do cantor e dublê de ministro Gilberto Gil. É essa coisa que ela tem de atrair a atenção assim, meio sem querer.

Preta está protagonizando uma revolucionária mudança nos padrões comportamentais do País. Verdade. É um movimento que, se tomar proporções territoriais, poderá, nas décadas seguintes, ser comparado à Tropicália. Deve ser coisa de DNA. Uma loucura, de cair o queixo. Literalmente!!!

Primeiro foi o repórter Vesgo, do programa Pânico na TV, da Rede TV. Depois a apresentadora Hebe Camargo. Tudo bem que ambos têm em comum parafusos e mais parafusos a menos. Os catedráticos em psicologia diriam que o tal do Vesgo é o que se pode nominar de desequilibrado e Hebe... bom já está velhinha, né?

Na última semana de novembro, durante o 2º Prêmio Extra de Televisão, Vesgo lançou a moda: lascou um beijo nos peitos de Preta Gil. Na ocasião, as pessoas ficaram meio sem saber o que dizer. Se riam ou davam um bofete na orelha do atrevido, que já tinha garantido um selinho da moça.

Dois dias depois, foi a vez de Hebe Camargo, famosa beijoqueira, dar um selinho na colega (Preta está no elenco da novela Caminhos do Coração, da Rede Record ). Não contente, a loira aproveitou e mandou ver. Agarrou os peitcholos de Preta e carimbou uma beijoca daquelas, de boca cheia. Era o lançamento do livro de Alex Lerner, Por Trás Da Fama – O Que Eles Pensam, no Rio de Janeiro. E jsutamente esta é a pergunta que fica no ar: "O que será que passou na cabeça desta ilustre apresentadora, que a levou a um gesto tão, tão...afetuoso assim?"

Claro que todo mundo caiu na gargalhada. Afinal de contas, senil ou não, era Hebe Camargo. Vai eu lá, agarrar os peitos da Preta Gil e grudar os beiços. Vou ganhar um bofete no meio do fucinho. Sei não, mas de uns tempos pra cá esta dona Hebe tem me lembrado tanto a centenária Dercy Gonçalves... Será que é porque as duas são loiras???? Hummmm....

Há um tempo atrás, Preta Gil fez uma feliz declaração: que tinha e sabia usar muito bem um certo “poder entre as pernas”. Teve até matéria aqui no BrasilWiki. Foi uma loucura. Na ocasião, eu concordei com Preta. Acho mesmo que essa mulher tem algo de “especial” entre as pernas. E, mais. Acho, como diz um amigo meu, que deve ter uma pomba gira de frente. Bom, na verdade, acredito mesmo que ela deve ter uma de frente e várias outras... na frente, atrás, de um lado, do outro....

Essa mulher é uma coisa. Merecia uma daquelas pesquisas fantásticas que os americanos e ingleses gastam rios de dinheiro e passam anos e anos fazendo. Não estou querendo dizer que Preta Gil faz o tipo galinha. Não, nunca achei mesmo. Para ela, simplesmente as coisas acontecem. Alguém já viu o bofe – um estudante de jornalismo, cheirando a leite Ninho – que anda com estrelinhas nos olhos, borboletas no estômago e todo gut gut ao lado dela? É seu novo n-a-m-o-r-a-d-o. Isso mesmo. Porque a mulher só atrai material de primeira. Dava o meu dedinho para ver esse tal “poder” da Preta. Não é inveja (antes que venham falar), é pesquisa comportamental mesmo.

Bom, agora que a moda está lançada entre os famosos, vamos beijar peitos. Amanhã, quando chegar no trabalho, ao invés de dar um beijinho no rosto da colega de trabalho, encha a mão, junte os dois peitos dela, e lasca os beiços lá. Beijinho de migucho!!!

Moda é moda, ué???!!!

Tá liberado, galera!!!

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Escrito por christian theodore às 15h41
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   Mangueira tem agora presidenta, a filha de Dona Neuma!

Após polêmica com Beira-Mar, presidente da Mangueira renuncia ao cargo

06/12 - 13:48 - Redação

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RIO DE JANEIRO - O presidente da escola de samba carioca Estação Primeira de Mangueira, Percival Pires, renunciou ao cargo na manhã desta quinta-feira. Segundo a assessoria da agremiação, a decisão foi tomada por motivos pessoais. O ex-presidente também afirmou que queria preservar a imagem da escola, devido à polêmica que associou seu nome ao de Fernandinho Beira-Mar. Em outubro, ele participou da festa que comemorava o casamento do traficante com Jacqueline e entregou uma placa homenageando o casal.

Percival já havia declarado, na semana passada, que é amigo de Jacqueline, freqüentadora da escola, e, por isso, fez a homenagem. Ele garantiu que não tem nenhum tipo de envolvimento com Beira-Mar e que não sabia que a estudante de direito pudesse ter ligação com o tráfico. Ela foi presa no último dia 22, na Operação Fênix da Polícia Federal, acusada de participar dos negócios do marido.

Ao renunciar, Percval que não queria prejudicar a imagem da escola, que não tem nada a ver com uma atitude individual dele.

A vice-presidente, Eli Gonçalves, conhecida como Chininha, vai assumir a presidência da agremiação. Ela é neta de Saturnino Gonçalves, fundador e primeiro presidente da Mangueira, e filha de Dona Neuma, que foi da velha guarda da escola.



Escrito por christian theodore às 15h31
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   Eliana fica morena

Apresentadora Eliana aceitou o desafio e ficou morena em ensaio de revista
Apresentadora Eliana aceitou o desafio e ficou morena em ensaio de revista

A apresentadora do programa "Tudo é Possível", da Record, adotou o novo look por apenas algumas horas, com styling assinado por Higor Vaz Alexandre.

"Loiras podem chamar mais a atenção, mas acho que as morenas têm personalidade, um certo ar de mistério, de poder. Gosto da idéia de fazer transformações. Afinal, ninguém é igual o tempo todo. Mudei muito nos últimos tempos: meu trabalho hoje é outro, já casei, já separei... Coisas vão acontecendo, é natural. Ser uma metamorfose ambulante não me assusta nem um pouco, pelo contrário: é algo que me atrai", disse Eliana.

O resultado pode ser conferido na revista Joyce Pascowitch de dezembro, que ainda traz Luciana



Escrito por christian theodore às 15h27
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   zac efron o mais sexy entre os jovens homens!

da Efe, em Washington

Zac Efron, conhecido por seu papel no musical da Disney "High School Musical", é o jovem mais atraente de Hollywood, segundo uma lista que será publicada na próxima edição da revista juvenil americana "Teen".

Chris Pizzello/AP
Ator Zac Efron foi eleito o jovem mais atraente de Hollywood por revista juvenil
Ator Zac Efron foi eleito o jovem mais atraente de Hollywood por revista juvenil

No terceiro lugar vem outro astro de "High School Musical", Corbin Bleu. O segundo lugar da lista é do cantor de rap e de hip-hop Chris Brown.

A estréia na televisão da segunda parte de "High School Musical", em agosto, atraiu 17,2 milhões de espectadores, a maior audiência na história da televisão a cabo americana.

Na lista dos 10 mais atraentes também aparecem Pete Wentz, do grupo Fall Out Boy, a banda formada pelos três irmãos gêmeos, The Jonas Brothers (Kevin, Joe e Nick), e o ator Cody Linley.

O nono lugar é de Chace Crawford, famoso pelo seu papel na série "Gossip Girl", e Brody Jenner, modelo da agência Guess.

A



Escrito por christian theodore às 15h04
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   a história dessa controversa mulher!

Mary Kay Letourneau

From Wikipedia, the free encyclopedia

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Letourneau's photo from the Washington State Sex Offender Information Center, taken upon her release from prison, August 4, 2004.
Letourneau's photo from the Washington State Sex Offender Information Center, taken upon her release from prison, August 4, 2004.

Mary Fualaau (born January 30, 1962 (1962-01-30) (age 45), formerly known as Mary Kay Letourneau and Mary Katherine Schmitz) is a former schoolteacher infamous for having two children with one of her teenaged students. She was convicted of statutory rape and sentenced to seven years in prison.

Contents

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[edit] Background

Mary Kay's father was John G. Schmitz, a Roman Catholic U.S. Congressman from Orange County, California and a professor at Santa Ana College. He was generally considered one of the more conservative members of the House, and ran for President of the United States in 1972 on the conservative American Independent Party ticket.

Her mother Mary Schmitz was a homemaker and anti-feminist activist. Mary Kay is one of seven children born to John and Mary, and she has two half-siblings that were the result of a longtime affair between her father and his mistress. Another, Joseph E. Schmitz, was appointed Inspector General of the Department of Defense by George W. Bush. Mary Kay Schmitz married Steve Letourneau on June 30, 1984. The couple had two daughters and two sons together.

[edit] The teacher-student relationship

Letourneau first met Vili Fualaau (born June 26, 1983) when he was a student in her second grade class at Shorewood Elementary School in Burien, Washington. He was eight years old; she was 29. She was his teacher again in the sixth grade, and she had sex with him during the summer of 1996, when he was 13. Her husband became aware of the situation and revealed it to family members when he read their letters to each other in February 1997. His cousin reported the relationship to local child protection services



Escrito por christian theodore às 15h56
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   Legal matters

On February 26, 1997, Letourneau was arrested for statutory rape, called "child rape" in Washington. Four months later, she gave birth to Fualaau's daughter, Audrey Lokelani. On August 7, 1997, she pleaded guilty to two counts of second-degree statutory rape. She was sentenced to 89 months in prison by Judge Linda Lau.

The prison term was suspended and she was sentenced to serve six months in county jail and enroll in a three-year sexual deviancy treatment program. She was released from jail early (January 1, 1998) for good behavior, and as a condition was forbidden to see Fualaau; however, on February 3, 1998, police discovered Letourneau in a car with Fualaau and arrested her for violating the conditions of her suspended sentence. She had also failed to comply with her sexual deviancy treatment program. In the car police found $6,500 in cash, baby clothes, and a passport, indicating that she planned to leave the country. The original sentence of seven and a half years was reimposed.

In March, 1998, prison officials discovered that Letourneau was pregnant with another child by Fualaau. Letourneau and Fualaau's second daughter, Alexis Georgia, was born in Tacoma on October 16, 1998. Hours after the birth, Mary Kay Letourneau was returned to prison. In November, 1999 Letourneau was detained in solitary confinement for six months because she smuggled letters to Vili out of the prison. In January, 2001, Letourneau's father died. She asked to attend his funeral, but her request was denied.

Letourneau and her husband Steve were divorced while she was in prison in May, 1999, and Steve was given custody of their four children. He remarried and moved the family to Alaska.

In 2000, Fualaau's family sued the Highline School District and the city of Des Moines, Washington for emotional suffering, lost wages, and the costs of rearing his two children, claiming the school had failed to protect him from Letourneau.[1] The jury ruled against them and no damages were awarded.

[edit] Life after prison

Letourneau was released on parole on August 4, 2004. She will have to register as a sex offender for the remainder of her life unless a judge lifts that requirement.

Two days later, Fualaau, who was by then 21, applied to the court to lift the no-contact order; the request was granted. Letourneau and Fualaau were married on May 20, 2005 in the Seattle suburb of Woodinville at Columbia Winery. Access to the ceremony was strictly controlled by the television show Entertainment Tonight, which paid for exclusive access. Although best known as Mary Kay Letourneau, she now goes by the legal name of Mary Fualaau.

[edit] References

  • Letourneau, Mary Kay; Vili Fualaau (1999). Un seul crime, l'amour (Only one crime, love). Paris, France: Robert Laffont. ISBN 2-221-08812-3. 
  • McElroy, W. (2004). No panic over school child abuse. Commentary: The Independent Institute. (Request reprint).
  • Olsen, Gregg (1999). If Loving You is Wrong. New York, NY: St. Martins: True Crime. 
  • Robinson, J. (2001). The Mary Kay Letourneau Affair. Overland Park, KS: Leathers Publishing. 
  • Dress, C. (2004). Mass With Mary: The Prison Years. Trafford, BC, Canada: Trafford Publishing. 


Escrito por christian theodore às 15h55
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   Filmography

[edit] Sound tracks

Singer/songwriter Jill Sobule wrote a song about Letourneau, "Mary Kay", appearing on her album Pink Pearl.

[edit] See also

[edit] External links

  • Mary Kay Letourneau at the Internet Movie Database
  • [1] Mary Kay Letourneau Sex Offender Profile
  • [2] Seduced in the Classroom
  • [3] Double Standard: The Bias Against Male Victims of Sexual Abuse
  • [4] Inside the Mind of a Female Sex Offender
  • [5] Educator Sexual Misconduct: A Synthesis of Existing Literature
  • [6] Stop Educator Sexual Abuse, Misconduct, & Exploitation (SESAME)
  • [7] Crime Library studies of the case


Escrito por christian theodore às 15h55
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   Galisteu revela promessas de 2008 e conta detalhes de livro em revista

Adriane Galisteu estampa a capa da "Nova" de dezembro; apresentadora revela promessas de 2008 na revista
Adriane Galisteu estampa a capa da "Nova" de dezembro; apresentadora revela promessas de 2008 na revista

 



Escrito por christian theodore às 11h54
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   Cinco séculos de erotismo

Dez, 02h15

PARIS (AFP) - A Biblioteca Nacional da França (BNF) abre pela primeira vez as "portas do inferno", e expõe em Paris seus livros e gravuras "contrários aos bons costumes", mantidos em sigilo há mais de 150 anos.

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Proibida excepcionalmente para os menores de 16 anos, a exposição "Eros em segredo" apresenta, a partir desta terça-feira e até o dia 2 de março, cinco séculos de erotismo, ilustrados com manuscritos de Sade ou de Apollinaire, com estampas obscenas e fotos pornográficas.

"O inferno" é um lugar imaginário, que corresponde a uma categoria criada em 1844 pela BNF para compilar as obras "tendenciosas".

As primeiras são do século XVI, mas é principalmente o século XVIII, conhecido também como o século da libertinagem, que alimenta as coleções.

"Eros em segredo" também apresenta manuscritos e edições originais de textos de Sade. O marquês escreveu a maior parte destes textos, como "La philosophie dans le boudoir", A Filosofia na Alcova, segundo uma tradução livre, ou "Les infortunes de la vertu" quando estava na prisão.

Com a Revolução de 1789 chegaram os panfletos de baixo calão ao serviço da política, com Maria Antonieta sendo acusada de transar com todo mundo.

A coleção também foi alimentada por muitas edições confidenciais encontradas durante batidas policiais em casas de particulares, a tal ponto que em 1844, a Biblioteca real decidiu reuní-las numa única categoria, cuja consulta é estreitamente controlada.

Entre outras curiosidades, a BNF apresenta hoje alguns guias práticos da época, entre eles o "Almanaque dos endereços das donzelas de Paris", "l'Almanach des adresses des demoiselles de Paris", com suas tarifas e suas especialidades (1791).

No século XIX, "As Flores do Mal" (Les fleurs du mal) de Charles Beaudelaire (1857), cuja publicação provocou um enorme escândalo, mas também textos de Mérimée ou Verlaine, se juntaram ao "inferno", ao lado das primeiras fotografias pornográficas.

Guillaume Apollinaire abriu o século XX com "Les 11.000 verges" (1907), e trabalhou no primeiro catálogo impresso das coleções.

Pierre Mac Orlan, Georges Bataille e Pierre Lous, cujos "Textes érotiques d'une violence incroyable" foram descobertos depois de sua morte, em 1925, também foram para o "inferno", seguidos pela misteriosa Pauline Réage ("Histoire d'O").

Em 1968, quando a BNF quis comemorar o 50º aniversário da morte de Apollinaire, muitos de seus manuscritos ainda estavam no "inferno" e dificilmente podiam ser expostos. Eles foram inicialmente desarquivados, e o "inferno" acabou fechando suas portas um ano depois



Escrito por christian theodore às 11h26
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   folha on line, reportagem de fernando serpone

viva chavez!

Escrito por christian theodore às 11h36
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    o presidente venezuelano, Hugo Chávez --derrotado em referendo popular neste domingo (02)-- errou ao vincular a proposta de reforma constitucional à sua imagem, na opinião de Daniel Hellinger, especialista em Venezuela e professor de História, Política e Legislação da Universidade Webster, no Missouri (Estados Unidos).

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela anunciou nesta segunda-feira (03) a vitória do "Não" no pleito. Um total de 50,7% dos votantes --o equivalente a cerca de 4,5 milhões-- optaram pelo "Não", contra 49,29% -- cerca de 4,3 milhões-- que escolheram o "Sim".

Francesco Spotorno/Reuters
Chávez errou ao vincular reforma à sua própria imagem, diz professor
Hugo Chávez errou ao vincular reforma à sua própria imagem, diz professor

Para Hellinger, Chávez se enganou ao dizer: "Vou fazer deste um referendo sobre mim e a minha administração". "Afirmar, durante a campanha, que com a aprovação da reforma poderia ele poderia ficar no poder até 2050, foi um erro sério de Chávez", afirmou Hellinger por telefone à Folha Online nesta segunda-feira.

A proposta rejeitada criaria novos tipos de propriedades comunitárias, permitiria que Chávez escolhesse líderes locais para realizar um novo desenho do mapa político e suspendesse os direitos civis durante prolongados estados de emergência. Sem a reforma, que também previa a reeleição presidencial ilimitada, ele não poderá concorrer à Presidência em 2012.

Outras mudanças seriam a diminuição da carga horária de trabalho de 8 para 6 horas diárias, a criação de um fundo de segurança social para os milhões de trabalhadores informais e de conselhos regionais para que se decidisse como empregar os fundos do governo. Segundo o estudioso, especialista em Venezuela, o vínculo entre sua imagem e a reforma permite à oposição dizer que a derrota foi uma "rejeição ao presidente Chávez".

De acordo com o estudioso, a resposta negativa está ligada ao descontentamento com questões materiais imediatas, como a "coleta de lixo e a criminalidade, além da inflação e do racionamento de alimentos".

"Pela primeira vez as pessoas começam a se perguntar se a administração [Chávez] pode prestar esses serviços com eficiência. E ele [Chávez] tem de lidar com esses problemas", explica.

Por outro lado, o professor diz que a pequena margem que garantiu a vitória ao "Não" mostre à comunidade internacional que há democracia no país.

"Me pergunto que tipo de ditador aceita uma perda de 1% em um referendo", afirmou Hellinger.

Leia a seguir a íntegra da entrevista concedida à Folha Online:

*

Folha Online - O senhor crê que Chávez irá tentar realizar mudanças propostas na reforma por outros meios?

Daniel Hellinger - Provavelmente. Podemos questionar se algumas das mudanças que ele queria fazer tinham mesmo de estar na Constituição --[as mudanças relativas a] salário e redução da semana de trabalho, por exemplo, que definitivamente podiam ser implementadas por outros meios. E, provavelmente, algumas mudanças que ele queria fazer nos Conselhos Comunitários poderiam ser alcançadas através de legislação.

Folha Online - E por que ele tentou fazer essas mudanças na Constituição?

Hellinger - É uma boa pergunta. Uma resposta fácil é que mudanças constitucionais são mais profundas e permanentes que mudanças na legislação. Em segundo lugar, Chávez superestimou sua habilidade de mobilizar as pessoas pela força de sua própria personalidade, e ele às vezes é impaciente com o ritmo das mudanças --ele quer que as coisas aconteçam mais rapidamente, o que creio que tenha sido outro erro cometido nesse caso.

Então, acredito que tenha a ver com a sua impaciência e com seu desejo de juntar todo esse pacote de mudanças. Ao ter dois grandes pacotes de reformas, com 69 emendas, isso força as pessoas a não diferenciarem o que elas gostam do que elas não gostam, mas a ter de votar a favor de todo um pacote de uma vez. Se ele submetesse [as mudanças] à Assembléia Nacional, apesar de ele controlá-la, haveria muito mais debate, e possibilidades de mudanças e emendas. O que creio que era algo que ele não queria apoiar.

Folha Online - Qual o significado dessa derrota para a imagem de Chávez, sendo a sua primeira derrota nas urnas em nove anos? O senhor crê que signifique uma perda de apoio popular?

Hellinger - Em parte, sim. Mas creio que há o risco de a oposição ter superestimado o valor desse voto, assim como há o risco de que Chávez o tenha subestimado. É sempre difícil interpretar o voto em qualquer eleição, em qualquer país, pois as pessoas têm uma série de motivos para votar como votam, e o resultado de uma eleição nem sempre tem um significado claro. Nesse caso, creio que não devemos olhar apenas para a margem de diferença, que foi bem pequena, mas para o alto índice de abstenção.

Ela significa que Chávez deve olhar bem não só porque as pessoas votaram contra, mas porque elas não foram votar. A resposta tem a ver com o descontentamento com coisas materiais imediatas, como coleta de lixo, a questão da criminalidade. A inflação se tornou um problema, o racionamento de alimentos, em alguns casos.

Pela primeira vez as pessoas começam a se perguntar se a administração [Chávez] pode prestar esses serviços com eficiência. E ele [Chávez] tem de lidar com esses problemas.

As pessoas quererem mandar um sinal foi outra razão pela qual ele perdeu. Mesmo entre simpatizantes, em particular entre os chamados ni-ni (abreviação de "ni una cosa ni otra"), da classe média, que passaram a apoiar o presidente a partir da última eleição. Creio que, neste caso, gostando das reformas propostas ou não, estavam de certa forma nervosos por demonstrar algum tipo de reprovação pelo aumento e concentração do poder nas mãos do presidente.

Folha Online - O senhor crê que o alto nível de abstenção também estaria relacionado ao grande número de reformas propostas e à falta de conhecimento da população sobre o que estava sendo votado?

Hellinger - Creio que em parte, mas Chávez tentou fazer a campanha uma campanha sobre ele. O que é um jogo perigoso para ele, já que a sua derrota permite à oposição dizer "é uma rejeição ao presidente Chávez", em comparação a 2004, quando a oposição cometeu o erro de dizer "vamos fazer as pessoas votarem contra Chávez".

Desta vez foi Chávez que cometeu o engano de dizer "vou fazer deste um referendo sobre mim e a minha administração", mais do que sobre as mudanças na Constituição. Vi algumas pesquisas que diziam que a maioria dos venezuelanos --entre 50% a 60%-- do eleitorado se sentiam informados sobre a reforma constitucional. Claro que a pesquisa não mede o quanto elas conhecem, mas 60% dos venezuelanos disseram entender sobre as mudanças na Constituição. Se for verdade, é uma indicação de que, de certo modo, o presidente confundiu a questão, dizendo "se você vota não, você vota contra mim."

Acredito que ele deva refletir sobre essa estratégia em particular, e por que ele, em quase nove anos de mandato, não conseguiu desenvolver nada como um aparato político, um partido político, que realmente pudesse mobilizar as pessoas na quantidade necessária para realizar a transição ao socialismo sobre o qual ele fala.



Escrito por christian theodore às 11h35
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   chavez!

Folha Online - O senhor crê que o alto nível de abstenção também estaria relacionado ao grande número de reformas propostas e à falta de conhecimento da população sobre o que estava sendo votado?

Hellinger - Creio que em parte, mas Chávez tentou fazer a campanha uma campanha sobre ele. O que é um jogo perigoso para ele, já que a sua derrota permite à oposição dizer "é uma rejeição ao presidente Chávez", em comparação a 2004, quando a oposição cometeu o erro de dizer "vamos fazer as pessoas votarem contra Chávez".

Desta vez foi Chávez que cometeu o engano de dizer "vou fazer deste um referendo sobre mim e a minha administração", mais do que sobre as mudanças na Constituição. Vi algumas pesquisas que diziam que a maioria dos venezuelanos --entre 50% a 60%-- do eleitorado se sentiam informados sobre a reforma constitucional. Claro que a pesquisa não mede o quanto elas conhecem, mas 60% dos venezuelanos disseram entender sobre as mudanças na Constituição. Se for verdade, é uma indicação de que, de certo modo, o presidente confundiu a questão, dizendo "se você vota não, você vota contra mim."

Acredito que ele deva refletir sobre essa estratégia em particular, e por que ele, em quase nove anos de mandato, não conseguiu desenvolver nada como um aparato político, um partido político, que realmente pudesse mobilizar as pessoas na quantidade necessária para realizar a transição ao socialismo sobre o qual ele fala.

Folha Online - Do que você me diz, podemos entender que foi mais uma derrota de Chávez do que uma vitória da oposição?

Hellinger - Não colocaria dessa forma. É uma derrota para o presidente? Claro que é. É uma vitória da oposição? Com certeza. Mas isso não é tudo. Eu interpretaria como a população venezuelana dizendo ao presidente Chávez que "neste momento, não temos tanta certeza sobre a direção na qual você pretende levar o país, queremos ver mais resultados da sua administração para alguns dos problemas que surgiram, e estamos um pouco nervosos sobre essas reformas que deviam ser sobre descentralizar o poder e que podem colocar mais poder nas suas mãos do que queremos que tenha".

Também, apesar de a Constituição ainda permitir a reeleição, apesar de o presidente ter defendido a reeleição a cada sete anos, o presidente, na campanha, falando que aprovando a reforma ele pode ficar no poder até 2050, foi um erro sério da sua parte. Muitos venezuelanos pensaram: "eu não necessariamente quero que o meu voto signifique que, se eu votar a favor dessas reformas, eu quero que o presidente fique até 2050".

Folha Online - As campanhas pelo "Não" e pelo "Sim" aumentaram a polarização na Venezuela?

Hellinger - Dependendo de como os dois lados responderem, podem deixar o país menos polarizado. É quase impossível para qualquer pessoa da oposição, ou da imprensa internacional, apontar Chávez como um ditador. Essa foi uma derrota muito estreita para o presidente. Não houve fraude eleitoral. Não seria necessário muito para manipular os resultados da eleição. Por isso, creio que há setores da mídia internacional, principalmente nos EUA, que estavam tão convencidos que o presidente Chávez nunca iria aceitar e respeitar esse resultado, que precisam repensar como a política funciona na Venezuela.

Nesse sentido, voltando à questão da polarização, por um lado o resultado reduz a parcela da oposição que originalmente pedia pela abstenção, por crer que fosse um golpe antidemocrático. Essas forças perderam um tanto nessa eleição, pois a oposição mais moderada se mostrou mais efetiva. E do lado de Chávez, se os chavistas responderem com reflexão e tentarem retificar os problemas internos que eles têm, também pode ser um desenvolvimento bastante positivo.

Os primeiros sinais são de que, por ter sido uma vitória com uma margem pequena, ela deve deixar a Venezuela menos polarizada do que ela era há 24 horas. Não faço previsões, mas tenho essa esperança.

Folha Online - De certo modo, o resultado foi uma derrota no campo político interno, mas para os outros países, provou que a Venezuela tem uma democracia real e não uma ditadura?

Hellinger - Eu espero que sim, que as pessoas entendam isso. Me pergunto que tipo de ditador aceita uma perda de 1% em um referendo.

Folha Online - Sobre o discurso de Chávez no último evento de campanha, sobre um plano dos EUA de interferir na Venezuela, a "Operación Tenaza" --há um fundo de verdade ou é pura retórica?

Hellinger - É um pouco de cada. Ainda não há provas reais de que a Operación Tenaza tenha existido. Por outro lado, temos visto que os EUA continuam a procurar formas de auxiliar organizações da oposição, e a interferir na política interna da Venezuela. Não creio que isso seja invenção.

Então, acredito que o apelo do presidente Chávez de que o voto contra suas propostas seria uma aprovação à interferência americana nos assuntos internos da Venezuela claramente não funcionou. Mas isso não significa que os EUA não tenham recursos extraordinários para interferir nos assuntos internos do país. E quando você olha para o tipo de administração em Washington, seria muita inocência alguém achar que os EUA estão prontos para respeitar a soberania venezuelana, e que teriam aceitado facilmente a vitória de Chávez.

A Operación Tenaza só tem credibilidade na Venezuela porque Washington de fato interfere em seus assuntos internos. Mas não temos provas da existência dessa operação em particular.



Escrito por christian theodore às 11h35
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