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arte e teatro

  

União no meio da vulva!


EFE



Entre as imagens que mudam a cada dezsegun controversa é a do espanhol Carlos Aires
AFP
Atores nus com máscaras de Bush, Chirac e da Rainha Elizabeth II causam polêmica em uma campanha na Áustria, que no domingo receberá a presidência da União Européia
da arte.
 

 as imagens

EFE

Entre as imagens que mudam a cada dez segundos nos painéis publicitários, a mais controversa é a do espanhol Carlos Aires (31 anos): ela mostra três pessoas nuas num terraço, com máscaras do presidente francês Jacques Chirac, da rainha Elizabeth



Escrito por christian theodore às 19h20
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Uma chance para o amor!

   
11/12/2005
Pablo Hernandez
Da editoria de Cidades


A separação de um casal pode ser uma prova dos noves para qualquer amor. Sobre os escombros desse conflito, alguns preferem escrever o próximo capítulo juntos e percebem que o relacionamento ficou mais forte e maduro. Às vezes, uma separação torna o parceiro distante tão presente que o amor impõe-se de novo.

Para o psicólogo clínico Elias Miguel, especialista em terapia de família e casais, alguma coisa faz com que o amor se desenvolva outra vez. “Eles recomeçam a sociedade.” Mas desta vez velhas picuinhas e comportamentos têm de ser abandonados. “É preciso negociar os papéis de cada um e estabelecer uma nova relação baseada em respeito, confiança e responsabilidade pela díade”, dá a dica. Mas saiba que, antes de enfrentar as dores de uma separação, é possível tomar precauções e evitar que o relacionamento precise de outra chance.

Tudo começa com a paixão. A busca da gratificação no outro. Tom Jobim cantava em uma de suas canções que “quando dois meios se encontram desaparece a fração, e se achamos a unidade, está resolvida a questão”. Para o psicólogo Elias Miguel, a matemática dos amantes segue uma outra lógica. No começo, segundo ele, a paixão é 100, um valor máximo. Por outro lado, o amor é zero. “Paixão é fantasia, é idealização”, sentencia. “O amor é mais racional do que todos pensam. Amar é ter a capacidade de ser flexível, de dar-se, de se entregar sem egoísmos.”

Com o tempo, a fantasia vai diminuindo e surge a realidade. Duas pessoas oriundas de mundos e famílias diferentes, com percepções da vida distintas, resolvem dividir o mesmo tempo e, muitas vezes, o mesmo espaço. “A partir daí começa a ‘guerra ideológica’, e se cada um não souber abrir mão de algumas coisas, é o começo de brigas e desencontros". O psicólogo diz que alguns casais chegam a enxergar apenas o lado negativo do outro."


A reconstrução do amor
Casais se dão uma segunda chance e apostam no recomeço de relacionamento mais maduro e duradouro



Escrito por christian theodore às 19h03
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Viva o Saci!

Viva Domigo - 11/12/2005
Viva Domigo - 11/12/2005



Escrito por christian theodore às 16h48
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Viva o Saci!

Por Kelly Maroclo

Domingo, 11 de Dezembro de 2005
Sociedade dos Observadores de Saci (Sosaci) quer acabar com a data do Halloween no Brasil e instituir o dia do personagem brasileiro


Os dias da abóbora, símbolo do Halloween, o famoso Dia das Bruxas, comemorado em 31 de outubro, podem estar contados no Brasil. Pelo menos é o que pretende a Sociedade dos Observadores de Saci (Sosaci), uma ONG paulista que tem por objetivo utilizar o dia para celebrar os grandes personagens da mitologia brasileira.

De acordo com o presidente da Sosaci, o economista Mário Cândido da Silva Filho, o objetivo não é acabar com a comemoração do Halloween. "Cada um comemora da forma que quer. Não temos nada contra o Dia das Bruxas. Mas achamos que a mitologia brasileira é muito rica e é característica do nosso povo. Em função disso, deve ser comemorada", acredita. Segundo ele, o abaixo-assinado, que institui o Dia do Saci e dos seus Amigos, está sendo realizado no site da sociedade: www.sosaci.org e já tem mais de 4 mil assinaturas.

"Como estamos chegando perto das férias, vamos esperar o retorno dos parlamentares para podermos entregar ao ministro da Cultura, Gilberto Gil, o abaixo- assinado. Pretendemos realizar essa entrega até fevereiro", diz.

A sociedade começou com dois amigos, a doutora em História Márcia Camargos e o jornalista Vladimir Sacchetta, em julho de 2003. Na época, nasceu de uma brincadeira com o objetivo de estudar a fundo a mitologia brasileira. "A Márcia sempre estudou e escreveu muito sobre o Saci. Com isso, ela e o Vladimir acabaram reunindo alguns amigos e instituindo um movimento em defesa da cultura popular em função da crescente invasão do Dia das Bruxas", conta. Com a dimensão que o movimento tomou, o grupo acabou registrando a sociedade e realizando um estatuto. "A Sosaci é uma organização não-governamental. Os fundos, arrecadados, com a venda de produtos pelo site, são revertidos para os eventos que realizamos".

Como grande parte do grupo é de São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo, este ano, a sociedade realizou um evento no dia da independência e outro no dia 31 de outubro, Dia das Bruxas, ou melhor, Dia do Saci e seus Amigos. "No dia do Saci e seus amigos adotamos o seguinte tema: abóbora, só se for com carne-seca. Ficamos surpresos com a popularidade do evento. Em função disso, resolvemos fazer o abaixo-assinado", conta o presidente da sociedade, ressaltando que os eventos não foram realizados em São Paulo, pois não teriam tanto apelo. "São Paulo é muito grande. Nós não iríamos conseguir causar impacto. Em função disso, começamos com São Luiz do Paraitinga".

Atualmente, cerca de 700 associados fazem parte da Sosaci. "As pessoas se empenham, querem ajudar. Todas elas, assim como nós da sociedade, cremos na mitologia brasileira. Por acreditarmos no Saci, na Iara, no Boitatá, no Curupira, dentre outros, queremos incentivar a população a se interar mais sobre a cultura popular do nosso País".

Mesmo instituindo o Dia do Saci e seus Amigos, Mário Cândido da Silva diz que cada um terá liberdade de celebrar o que quiser. "O nosso objetivo com a lei é conseguir apoio e incentivo dos órgãos. Queremos comemorações dignas da data". De acordo com o presidente da sociedade, o intuito é poder proporcionar aos estudantes a oportunidade de conhecer e comemorar esse dia.

"Antigamente o Dia das Bruxas era uma realização dos cursinhos de inglês. Hoje, até as escolas públicas comemoram", lamenta ele, ressaltando que a comemoração do Dia das Bruxas não tem a ver com a cultura norte-americana.

"As bruxas faziam parte da cultura dos celtas. Os americanos tomaram posse dessa comemoração, mas ela não faz parte da história deles", informa, lembrando que com o Brasil a história é diferente. "A mitologia brasileira vem desde os tempos indígenas. Ela está diretamente ligada à nossa cultura e dá identidade à nossa sociedade."



Escrito por christian theodore às 16h44
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Bela Sônia, alguém acredita que é ela mesmo! Voltou a ficar linda!


Ag. News
Obrigado Pitanguy!



Escrito por christian theodore às 16h00
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Viva Goiás no cinema!

2 Filhos de Francisco é exibido em Los Angeles

Foto: Divulgação




Começou nesta quarta-feira, dia 07, a campanha de "2 Filhos de Francisco" para o Oscar, em Los Angeles. A exibição aconteceu no Producer\'s Guild of America, no Pacific Design Center, e contou com uma platéia de peso.

Entre os convidados, o diretor Walter Salles, o fotógrafo Mario Testino e o fotógrafo de cinema preferido de Pedro Almodóvar, Affonson Beato.

Segundo informações do jornal O Globo, o longa será exibido novamente em 5 de janeiro numa sessão organizada pelo Consulado Brasilieiro de Los Angeles e, no dia 6, em sessão de gala no Festival Internacional de Palm Springs.

Fonte: Te Contei



Escrito por christian theodore às 15h49
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Foi um orgulho filmar com o José Eduardo Belmont, tem muito do gênio Glauber!

Hedonismo em sintonia pop
Jose Pedro Gollo/Divulgacao
Matheus Nachtergaele (centro) é o guru do grupo em A Concepção
Morte ao ego. É o primeiro passo para embarcar no movimento. Desprendimento do “ontem”. Troca de identidades. Ser uma pessoa nova a cada dia. Renovação. Esquecer tudo o que fez. Abolição do dinheiro. Prazer sem limites... Assim vivem os concepcionistas, personagens criados pelo diretor José Eduardo Belmonte no longa brasiliense A Concepção. O filme exibido no 38º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB) parte dessa premissa para mostrar uma realidade paralela à habitual. Até mesmo a estrutura narrativa do filme mantém semelhanças com o movimento descrito.

Livre de cronologia e sem a preocupação de amarras, a linguagem se desenvolve e regride (não no sentido pejorativo) o tempo todo. Começa pelo fim, vai para o início, volta para o fim, segue para o desenrolar... Esta postura no roteiro pode até deixar algumas coisas em aberto. Mas, ao final, fica visível que a medida foi proposital e não uma falha.

O universo pop criado em torno da fita é um dos pontos altos do longa. Praticamente todo rodado em Brasília, o diretor utilizou como locação pontos de grande movimento na cidade, como o Gate´s Pub (403 Sul), os blocos residenciais da 305 Sul, os campinhos entre as superquadras, postinho do Lago Sul, Eixão, entre outros. Para abarcar mais ainda o “pop”, Belmonte adotou trilha sonora com a cara da capital, com músicas de bandas locais, como Prot(o), Superquadra e Plebe Rude.

O elenco também traz rostos conhecidos por essas bandas, como Murilo Grossi e o estreante Juliano Cazarré. Matheus Nachtergaele, Milhem Cortaz (em grande atuação, ele é forte candidato ao prêmio da categoria), Rosanne Holland e Gabrielle Lopez completam o time.

O desenrolar da trama começa com um discurso angustiado em ser um brasiliense de verdade. Quem é da cidade e nela vive há anos se identifica logo com a passagem. É quando o diretor já captura a cumplicidade com o público local, sobretudo o jovem, inserido nesse universo e linguagem própria. Quem não se identifica com um “ficar embaixo do bloco o dia inteiro sem fazer p... nenhuma”; “estudar pra concurso... humpf... grande merda”; “pra onde você olha só tem céu e aquele calor dos infernos”; “uma seca escrota que parece que você está sempre com dor de garganta”.

O que chega a destrilhar o filme de seu caminho é o constante enfoque no sexo grupal, presente o tempo todo na fita. Perdendo um pouco do tom transgressor dos personagens e valorizando a postura hedonista de cada um deles (sexo, drogas, sexo, drogas, sexo... ). Chega a rolar até um ménage à trois entre três homens. Mas Belmonte aproveitou iluminação e sua câmera inquieta na maioria das cenas do tipo, o que, certamente, contribui em amenizar a situação para os mais pudicos. Mas se chocar, entre na onda do filme e esqueça tudo o que você viu logo depois que sobem os créditos.

cotação:
Leandro Galvão



Escrito por christian theodore às 07h42
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Viva o Samba de Roda baiano!

Samba de roda baiano é declarado patrimônio mundial

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) anunciou ontem o samba de roda do Recôncavo Baiano como um patrimônio da humanidade. Outras 42 manifestações culturais de vários países fazem parte da lista dos chamados Patrimônios Orais e Imateriais, que existe desde 2001. Esta é segunda obra-prima brasileira protegida pela Unesco; a outra é pintura corporal feita pelos índios uaiãpi, do Amapá.

A intenção da Unesco é proteger valores culturais, como rituais, danças, músicas e mitologias, que estiverem ameaçados, explica a coordenadora do setor de cultura da organização no Brasil, Jurema Machado.

Segundo ela, a indicação do País é um reflexo da política brasileira de salvaguarda dos bens culturais, organizada tanto pelo Ministério da Cultura quanto pelos governos locais. "A diferença com relação a um edifício é que não dá para impor a preservação, ela depende do comportamento, da transmissão do conhecimento", diz.

O samba de roda do Recôncavo Baiano sobrevive em dezenas de pequenas comunidades interioranas e é a principal manifestação folclórica nas datas festivas e comemorações do dia-a-dia. Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Roberto Mendes já gravaram vários sambas de roda. De origem africana, era diversão dos escravos e se subdivide em vários formatos como a chula, o samba de corrida, o de parada, de quadra e o samba duro.

Segundo o jornalista Josias Pires Neto, que integrou a equipe de pesquisa sobre o samba para indicá-lo à Unesco, só existe uma pessoa que ainda sabe tocar a viola usada na chula, o Zé da Lelinha. Como parte do processo de manutenção da tradição, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) contratou Zé de Lelinha para ensinar crianças. Esse tipo de iniciativa é considerado pela Unesco ao escolher os patrimônios orais e imateriais.

Um júri internacional avaliou as 65 candidaturas de 75 países. Alguns dos integrantes da lista anunciada ontem são o teatro Kabuki, do Japão, e outras seis manifestações culturais da América Latina.



Escrito por christian theodore às 13h18
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Viva o Atitude Feminina!

24/11/2005 - 10h24
Helião e Negra Li são eleitos os melhores do hip hop no Prêmio Hutúz; veja quem mais ganhou

Da Redação

> Alinhamento = "right"; MontaTopo(); MontaPhoto('Felipe Panfili/OFuxico|http://m.i.uol.com.br/lazaroramos1124.jpg|Lázaro Ramos e Nega Gizza apresentam o Prêmio Hutúz'); MontaBox('ouvir|http://www1.uol.com.br/radiouol/abreradio.htm?canal=325|OUÇA ATRAÇÕES DO HUTÚZ','verfotos|http://diversao.fotoblog.uol.com.br/ target=_blank|PARTICIPE DO FOTOGLOB','ler|http://indice.uol.com.br/barra/link.htm?url=http://blogdohutuz.zip.net target=_blank|LEIA NOTÍCIAS NO BLOG','verfotos|http://ofuxico.uol.com.br/Materias/Holofote/holofote_6411.htm target=_blank|VEJA FOTOS'); MontaBase(); BBhide();
Felipe Panfili/OFuxico
Lázaro Ramos e Nega Gizza apresentam o Prêmio Hutúz

Helião e Negra Li foram os principais vencedores do Prêmio Hutúz, que aconteceu na noite de quarta-feira (23) no Canecão, Rio de Janeiro. A dupla venceu na categoria Melhor Grupo, e o DJ Negro Rico, que acompanha a dupla, foi premiado na categoria Melhor DJ de Grupo.

A premiação é parte do Festival Hutúz, que já teve seminários sobre a cultura do hip hop, intervenções artísticas e apresentações de break. De sexta (25) a domingo, acontecerá o Hutúz Rap Festival, com os vencedores do prêmio e shows de Nega Gizza, MV Bill, Racionais MC's e outros expoentes do rap nacional (Clique aqui para ver a programação completa).

Durante o festival, UOL Música fará uma cobertura exclusiva, com fotos, textos e fotoblog, da programação musical do Hutuz, direto do Armazém 5 Cais do Porto, no Rio de Janeiro.

Confira a lista completa de vencedores:

Categoria Melhor Videoclipe
Us Guerreiros - Rappin Hood

Categoria Melhor Música
Castelo de Madeira - A Família

Categoria Melhor Demo Masculino
Lazer - O Bando

Categoria Melhor Demo Feminina (EMPATE)
Rosas - Atitude Feminina
Vem com A-Tal - A-TAL

Categoria Melhor Dj de Grupo
Negro Rico - Helião e Negra Li

Categoria Melhor Grupo Norte e Nordeste
Afrogueto - Bahia

Categoria Hip-Hop Ciência e Conhecimento
Manual Prático do Ódio - Ferrez

Categoria Álbum do Ano
Exilado Sim , Preso Não - Dexter

Categoria Revelação do Ano
Parteum

Categoria Melhor Grupo ou Artista Solo
Helião e Negra Li

Categoria Destaque Gospel
Sexto Selo

Categoria Produtor Revelação
Nitro Di

Categoria Destaque do Break
Street Dance Cristo Vive

Categoria Destaque do Graffiti
Derf - São Paulo
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Escrito por christian theodore às 12h05
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A concepção, tô na fita!

Império dos sentidos
André Luiz da Cunha/Divulgação
O diretor José Eduardo Belmonte elogiou o empenho do elenco nas cinco semanas de filmagem: “só consegui fazer esse filme porque houve um pacto entre os atores. eles embarcaram na onda”
Nos minutos finais do primeiro longa-metragem de

Festival de Cinema
Filmado em Brasília, A Concepção, de Eduardo Belmonte será exibido hoje
José Eduardo Belmonte, Subterrâneos, o protagonista Breno (Murilo Grossi) afirma que teve a idéia de escrever um livro sobre um grupo de jovens que, a cada dia, assumem uma nova identidade. Apagam o passado para mergulhar em um universo paralelo no qual prevalece uma única lei: o desejo de fazer, sentir, provar. Hedonistas, transgressores, alienados ou simplesmente impostores? Você decide. A história deles está em A Concepção, o longa-metragem da quarta noite da mostra competitiva do 38º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

A citação pode indicar uma conexão direta entre seus dois longas, mas o cineasta brasiliense prefere evitá-las. “São filmes bem diferentes. Subterrâneos, por exemplo, não tinha humor. A Concepção é mais leve, não carrega amargor, até porque é um filme pop”, acredita Belmonte, 35 anos. Premiado com R$ 1 milhão no edital do Ministério da Cultura para longas de Baixo Orçamento de diretores estreantes (os chamados B.Os), A Concepção tem fotografia de André Luís da Cunha e foi quase todo filmado em julho de 2004 no DF – algumas cenas adicionais foram rodadas este ano em São Paulo. A montagem, assinada por Paulo Sacramento e pelo diretor, foi particularmente complicada: levou mais de quatro meses.

Boa parte das cinco semanas de filmagens foram consumidas dentro de um apartamento da SQS 305 (Asa Sul). Lá foi instalado o quartel-general dos personagens literalmente encarnados pelos paulistas Matheus Nachtergaele e Milhem Cortaz e os brasilienses Juliano Cazarré, Murilo Grossi, Rosanne Holland e Gabrielle Lopez. “Só consegui fazer esse filme porque houve um pacto entre os atores. Eles embarcaram na onda”, conta o diretor.

Sexo, drogas & Bowie
A superquadra da Asa Sul vivenciou movimentação incomum, especialmente no dia em que foi rodada a cena em que policiais perseguem um dos concepcionistas que sai correndo... inteiramente pelado. “A nudez é mostrada com naturalidade, seria hipocrisia não mostrar tudo”, defende Belmonte. Do lado de dentro do apartamento, foram rodadas as cenas mais fortes do filme: (muito) sexo, (algumas) drogas e (muito) David Bowie. Oh you pretty things, música do camaleão gravada em 1971 (no álbum Honky Dory), virou uma espécie de mantra nos ensaios do elenco. “A gente brincava que Bowie era uma espécie de avô dos concepcionistas”, lembra Belmonte.

Defensor de um diálogo “sem populismo” com o espectador (“cinema tem que ter invenção, senão se torna uma arte obsoleta e vamos todos ver tevê”), José Eduardo Belmonte aposta na cumplicidade com a platéia jovem, especialmente pela pegada pop do filme. “É como se eu dissesse para o espectador: Estou deixando coisas em aberto para ver o que você acha; tem coisas que não vou te dizer porque nem eu sei, mas compartilha comigo essa dúvida. É como um jogo de armar. Vamos jogar juntos”, convida.

Carlos Marcelo
Do Correio Braziliense

Prata da casa
Jovens que apagam o passado a cada dia são os protagonistas de A Concepção



Escrito por christian theodore às 11h58
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Olha eu lá, espero estar no filme desta noite do festival, que filmei filmei, espero que não haja uma síndrome de Gagliasso!

Domingo, 27 de Novembro de 2005
Segundo longa-metragem do diretor brasiliense, que será exibido hoje no Festival de Brasília, é sua prova de fogo


Até dois anos atrás, o cineasta brasiliense José Eduardo Belmonte colhia os louros de uma brilhante carreira de curta-metragista – premiado por 5 Filmes Estrangeiros (1997), Tepê (1999) e Um Trailer Americano (2002). Então surgiu a primeira aventura em longa-metragem, Subterrâneos. Fora de competição, o filme dividiu opiniões ao estrear em noite de gala, na abertura do 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Agora, na 38ª edição do mesmo festival, ele entra na mostra competitva com uma primeira vitória: passar pelo funil da seleção dos seis melhores longas-metragens inscritos para concorrer ao Troféu Candango.

Os tempos são outros, o filme é outro e o elenco mantém apenas Murilo Grossi e um dos roteiristas, conhecido pelo pseudônimo de Breno Álex (nome do personagem de Grossi no longa anterior). Seu reforço para este longa-metragem de estréia em competição é o ator Matheus Nachtergaele, à frente do elenco formado por Juliano Cazarré, Gabrielle Lopez, Rosanne Holland e Milhem Cortaz.

A trama, enigmática, surge com a morte do ego do personagem. A partir daí, ele deve criar uma nova personalidade a cada dia e ter sua memória apagada. O dinheiro é abolido e não mais a solução para os problemas da humanidade. A cura é o concepcionismo, conceito que Belmonte tentará explicar, ou não, neste filme.



Escrito por christian theodore às 11h50
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Brad Pitt e Angelina Jolie

 
 
DIVULGAçãO
 
Sexta-feira, 25 de Novembro de 2005


Coincidência ou não, o fato é que o galã Brad Pitt e a musa Angelina Jolie formam hoje o casal 20 do século 21 dentro e fora das telas. Além de começarem um romance às escondidas (então, assumido publicamente) eles provam a afinidade em Sr. e Sra. Smith, novo filme de ação de Doug Liman (A Indentidade Bourne) que chega nesta semana às videolocadoras da cidade, com cópias em VHS e DVD. A trama do filme, que costura ação frenética, explosões e tiroteios com uma crise conjugal, apresenta ao espectador John (Pitt) e Jane (Jolie) Smith, um casal que busca na terapia a solução para o casamento decadente, após "cinco ou seis anos". Ambos trabalham como mercenários para empresas concorrentes, porém, um não sabe da atividade do outro. Em meio a discussões sobre o jantar sem sal e qual cortina ficaria melhor na sala de estar, Sr. e Sra. Smith recebem ao mesmo tempo a mesma missão. Quando Jane interfere na tarefa de John em aniquilar um alvo, trava uma guerra com o próprio marido, de acordo com a ordem de sua agência. John responde à altura e começa um jogo de gato e rato, que acaba levando ambos a repensarem o casamento.



Escrito por christian theodore às 22h01
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O Rap da Ceilândia na telona do Festival de Cinema de Brasília

Sexta-feira, 25 de Novembro de 2005
Curta-metragem de Ceilândia, com trilha sonora do rapper Jamaika, é um dos destaques da noite de hoje


Omovimento hip hop do Distrito Federal deixa os "guetos" de Ceilândia e pula para a telona do Cine Brasília na noite de hoje do 38º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O curta-metragem Rap, O Canto da Ceilândia abre o terceiro dia da mostra competitiva com foco na militância de quatro expoentes do hip hop local, mas de projeção nacional. São eles X, Marquim, Japão e Jamaika, este último responsável pela trilha sonora do filme, com direção assinada pelo estreante Adirley Queiroz.

O documentário, de 15 minutos, dialoga com os quatro rappers, todos moradores de Ceilândia, uma das primeiras regiões administrativas de Brasília. O filme mostra a trajetória desses integrantes no universo da música e faz um paralelo com a construção da cidade onde moram. São artistas que vêem no rap a única forma de manifestar seus sentimentos, bem como e de se auto-afirmarem enquanto moradores da periferia.

Diante da estréia de Adirley, na mesma noite de exibição de O Canto da Ceilândia, concorre um adversário de peso, ao menos pela experiência do diretor e do protagonista: Quem Você Mais Deseja. O curta de ficção do cineasta e distribuidor paulista André Sturm, co-dirigido e roteirizado por Sílvia Rocha Campos, aposta na história de Josias (papel do veterano Chico Diaz), um simples funcionário dos Correios, incumbido da tarefa de selecionar as cartas cujos destinatários não foram encontrados. Em virtude da tarefa, ele passa a se corresponder com Amélia, uma mulher solitária que mora no interior de São Paulo.



Escrito por christian theodore às 21h56
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Respeito aos animais de estimação!

Sexta-feira, 25 de Novembro de 2005
Lei prevê pena de três meses a dois anos de prisão para quem abandona ou maltrata bichos


Kevin, yorkshire de apenas um ano, foi abandonado pela dona em um hospital veterinário em Águas Claras após sofrer um acidente e ficar paralítico. O gato persa Fred teve o mesmo destino e também foi deixado em uma clínica após uma pequena intervenção cirúrgica. Alfred, um basset hound adulto, foi abandonado com outros 39 cachorros em um canil em Planaltina, onde ficaram por um mês presos e sem alimentação, água e qualquer outro cuidado.

A história de vida desses animais se confunde e se repete por todo País. A violação dos direitos dos animais – que está prevista na Lei de Crimes Ambientais, com pena que varia de três meses a dois anos de prisão – é praticada por pessoas de todos os níveis sociais que, por falta de tempo, dinheiro ou vontade, desistem da criação e abandonam seus bichos de estimação. A boa notícia é que, na contramão dos demais casos de abandono, Kevin, Fred e Alfred foram adotados por pessoas que dão exemplo de posse responsável.

Ter um animal de estimação pode ser uma experiência tanto maravilhosa, quanto traumatizante. Porém, caso a criação não saia conforme o planejado, o dono não tem o direito de abrir mão das suas responsabilidades – adquiridas no momento da posse. Essas responsabilidades não implicam em ter que criar o animal para sempre, mas garantem a ele uma vida digna.

Os maus cuidados na criação não atingem somente o animal, mas toda a família e até mesmo a comunidade, pois os animais maltratados podem dissipar doenças nocivas ao homem ou se tornarem agressivos, especialmente no caso dos cachorros.



Escrito por christian theodore às 21h44
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Beleza

 
    

24.11.2005 | Animalux é a primeira série de fotografias para decoração de André Arruda, carioca, 38 anos. "Eu estava com um abridor de vinho na mão, vi contra a televisão ligada e me toquei – 'isto dá uma foto'!"
Embora exista muito mercado no Brasil, a produção de imagens decorativas é muito pequena e, em geral, de gosto duvidoso. É esta classe em falta que Arruda procura.



 

 



Escrito por christian theodore às 22h12
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BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, CAMPUS UNIVERSITARIO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Spanish, Sexo, Arte e cultura
MSN - christiantheodore2004@yahoo.com.br


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